PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sexta-feira, 14 de abril de 2017

O resgate da herança


Levítico 25: 25


INTRODUÇÃO


No livro de Gênesis está escrito que Deus fez o Jardim do Éden e o entregou ao homem para que cuidasse dele. No Éden também estavam os animais criados por Deus, e Adão recebeu a missão de dar nomes a todos eles. Tudo isso fazia do homem o ser mais feliz e rico dentre todos os que Deus havia criado. 

DESENVOLVIMENTO


·       Se teu irmão empobrecer ... - O pecado fez com que o homem perdesse tudo que havia recebido do Pai: a comunhão, a vida eterna, o paraíso e a sua Glória. Por causa de tudo isso, o homem empobreceu e ficou sem o direito de reivindicar ou possuir mais nada. De todas as coisas que o homem perdeu, a maior delas foi a Vida Eterna, a própria Vida de Deus.

·       ... e vender a sua possessão ... – Quando deu ouvidos à voz do inimigo, o homem desobedeceu a Deus e, através do seu pecado, “vendeu” por nada, tudo que tinha recebido de Deus, passando o controle de tudo para as mãos do adversário (Lc 4: 6). Desde esse dia o inimigo tem despojado o homem cada vez mais, transformando-o num pobre mendigo.

·       ... então virá o seu resgatador, seu parente ... – Apesar de tudo que o homem fez, a misericórdia de Deus se manifestou em seu favor, e um “Resgatador” foi enviado para livrá-lo de sua pobreza e do jugo do inimigo. Jesus foi o nosso Resgatador, pois Ele se fez homem (nosso parente) e veio ao mundo para pagar o preço do nosso resgate com a sua própria vida, que foi dada na cruz em favor de cada um de nós, pobres pecadores. Na cruz, Jesus desfez as obras do adversário e abriu o caminho para a Vida Eterna. 

CONCLUSÃO 


Mediante a Obra que Jesus realizou por nós, tornando-se nosso Resgatador, podemos ter acesso ao Pai novamente, para alcançarmos as riquezas da sua Glória e a Vida Eterna.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

“O que tens preparado, prá quem será?”



LUCAS 12:16 A 20


INTRODUÇÃO

·     O desejo (problema) do homem atual:
·     ter em abundância
·     esta abundância só traz mais problemas

DESENVOLVIMENTO

·     Arrazoava consigo mesmo. Que farei?
·     próprios recursos e entendimento
·     não consulta ao Senhor sobre os seus passos (isto é coisa estranha para o mundo)
·     o mundo está longe de Deus
·     Farei isto: derribarei e edificarei...
·     auto-suficiência humana
·     o homem se sente dono de si mesmo
·     é soberbo, governa sua própria vida
·     segue seu próprio projeto
·     E direi à minha alma...
·     Já que não dá ouvidos à voz de Deus, o homem só pode ouvir o que diz a sua razão e o seu próprio entendimento
·     Muitos anos...
·     presunção de vida longa
·     o homem vive, em média, 60 a 70 anos. O que é isso diante da eternidade. O homem é um ser temporal.
·     Descansa, come, bebe e folga...
·     necessidades básicas do homem
·     necessidades espirituais da alma do homem
·     no seu próprio projeto, o homem nunca consegue saciar as necessidades da sua alma
·     Louco, esta noite pedirão a tua alma...
·     louco por desprezar o Projeto de Deus
·     louco por julgar que pode satisfazer a necessidade da sua alma
·     esta noite: hoje, agora, pois Jesus pode voltar a qualquer momento neste período de trevas espirituais
·     “pedirão” - Trindade

CONCLUSÃO

·     Apenas no projeto de Deus o homem alcança a satisfação de todas as suas necessidades espirituais
·     A Obra do Espírito Santo nos revela isto
·     A maior necessidade do homem é a Vida Eterna
·     “O que tens preparado, prá quem será?”


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quarta-feira, 12 de abril de 2017

O que ajunta no verão é filho entendido...


Provérbios 10: 5


            INTRODUÇÃO

            A sociedade israelita no tempo do Velho Testamento era basicamente agrícola e pastoril, e a grande maioria das famílias eram envolvidas e tiravam o seu sustento destas atividades.
            Uma das atividades mais comuns, era a plantação de uvas, trigo, cevada, etc. e, tanto o pai como a mãe e todos os filhos, eram levados a trabalhar na cultura desenvolvida pela família, de modo que cada um cumpria uma parte da tarefa. Essas atividades eram ensinadas aos filhos desde cedo, e transmitidas aos seus descendentes através do anos.
            O período mais importante do ciclo agrícola era o da sega, pois era nesta fase que todo o trabalho e esforço desenvolvidos pela família era compensado com a colheita dos frutos. A alegria de ver os resultados do trabalho era muito grande, e normalmente todos participavam de bom grado e de coração voluntário. Era na estação do verão que os frutos eram colhido em Israel, e para os pais de família era motivo de orgulho e satisfação ver os seus filhos envolvidos, principalmente nesta fase do trabalho, pois nada poderia ser perdido.
            No entanto, nem todos os pais tinham a alegria completa, pois havia aqueles que tinham filhos preguiçosos e acomodados, que faziam o trabalho com má vontade e à força, e isso era desgastante e vergonhoso para o pai.

            DESENVOLVIMENTO

            A Palavra nos dá exemplos de filhos do mesmo pai, nascidos na mesma casa, com a mesma forma de criação. Porém com reações diferentes em relação ao Projeto de Deus. Foram homens que tiveram a mesma oportunidade, mas que assumiram atitudes diferentes diante da Obra do Senhor:

Caim e Abel - Eram filhos de Adão e Eva, mas somente Abel entendeu que o acesso ao Pai seria através do sacrifício do cordeiro, e por isso o Pai atentou para sua oferta (culto). Caim não alcançou o projeto, e procurou agradar ao Pai pelos seus próprios meios e esforços. Terminou se tornando um homicida e envergonhou o Pai.

Jacó e Esaú - Jacó entendeu o valor da bênção e a buscou, por isso foi abençoado pelo Pai. Esaú não valorizou a bênção, mas trocou-a por um prato de lentilhas, e como consequência seu nome não apareceu na genealogia de Jesus - nome excluído do Livro da Vida.

            O verão fala um tempo onde os sinais são notórios e distintos das demais estações do ano. Estes sinais são vistos espiritualmente na vida da igreja fiel nesta última hora:

Luz - No verão os dias são mais longos do que as noites, e isso fala do momento da revelação de Jesus na vida da igreja. A Obra vive o tempo do auge das revelações e dos sinais do Espírito Santo.

Calor - No verão os dias também são mais quentes. O calor do Espírito tem sido derramado e tem envolvido a igreja nesta hora.
           
Frutos - O verão é tempo de frutos e tempo de colheita para a eternidade. As flores se transformaram em frutos, e os frutos representam a continuidade da vida, através da propagação da boa semente, que é a Palavra de Deus.

            Esta é a hora propícia para a realização da Obra que vem sendo cumprida desde o princípio. É o tempo da concretização daquilo que foi iniciado pelo Pai, lá na eternidade, e cumprido pelo Filho Unigênito, quando morreu na cruz e plantou as primeiras sementes, que foram depois regadas e cultivadas pelos apóstolos na igreja primitiva, e através dos séculos, até chegar aos dias de hoje.
           
            Este é o momento da colheita dos frutos, pois o ciclo do plantio está chegando ao fim. Esta é a estação favorável, e o Pai deseja ver todos os seus filhos envolvidos na obra de colheita dos frutos. Todos precisam estar participando, pois todos têm recebido as mesmas instruções e orientações para este trabalho. Hoje temos alcançado a profundidade da Obra, as revelações e operações do Espírito Santo são abundantes, temos os seminários que nos instruem em tudo que precisamos saber, e o Culto Profético tem se estabelecido no nosso meio.

            CONCLUSÃO

            O que ajunta no verão é filho entendido. O culto profético é a ocasião da colheita dos frutos. O filho que entende e vive a revelação é aquele que está envolvido na colheita, acordando para a busca, para o trabalho. É o que tem a vida cheia de frutos, e que ajunta para a vida eterna.

            O filho que envergonha é aquele que nesta hora não está preocupado com a Obra, mas busca seus próprios projetos e interesses. Está acomodado e alheio a tudo que está acontecendo, pois o seu olhar está voltado para as coisas desta vida e não para a eternidade.

           

            
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terça-feira, 11 de abril de 2017

"O projeto de Deus para o homem"


MATEUS 1:18 - 20


INTRODUÇÃO

·      O livro de Mateus foi escrito para os judeus, por isso apresenta Jesus como Rei
·      Devido a este objetivo, a genealogia de Jesus inicia o livro.
·      Estava no Plano de Deus para a salvação do homem, que José e Maria seriam seus pais terrenos


DESENVOLVIMENTO

·      Naquele tempo, quando um casal ficava noivo, havia um compromisso definitivo para o casamento, até que se cumprisse o tempo para tal.
·      Maria era noiva de José
·      Neste momento ela recebe a visita de um Anjo do Senhor que lhe informa que ela estava grávida e daria a luz a Jesus, O Messias tão esperado pelos judeus
·      Maria é tipo da igreja fiel, no meio da qual Jesus nasce e vive
·      José, quando soube que ela estava grávida, e por ser “justo”, intentou deixá-la para não a infamar.
·      Este era o seu plano, o seu projeto, muito nobre, até.
·      Mas o Projeto de Deus para ele era diferente:
·      que ele fizesse parte da genealogia de Jesus,
·      que Jesus nascesse na sua casa
·      e que ele tivesse uma íntima ligação com O Messias
·      Muitas pessoas fazem planos para suas vidas e não consideram o compromisso com a igreja (Maria), por não saberem que o que nela está gerado é do Espírito Santo, é Jesus que é o que o ser humano mais anseia para preencher a sua vida
·      Mas o Pai tem um plano diferente para o homem: dar-lhe a salvação através do nascimento de Jesus no seu coração e fazer com que ele tenha o direito à eternidade como co-herdeiro, com Cristo, da promessa
·      Para isso, o Senhor deu-lhe um sinal, através do mesmo anjo que anunciou a Maria o nascimento de Jesus - A mesma experiência que a igreja vive com o Senhor poderá ser vividas por todos aqueles que aceitarem o Projeto de Deus para suas vidas
·      Estamos em uma obra em que o que nos convence da sua veracidade, da sua legitimidade é o Senhor, e não o homem. Não estamos nesta obra por acharmos o culto bonito, ou por gostarmos das palavras do pregador; estamos nesta obra pelas experiências pessoais que o Senhor tem nos dado, como deu a José.
·      O convite do Senhor: Não temas receber a obra em seu coração, pois o que nela está gerado é do Espírito Santo.

CONCLUSÃO


            Todas as pessoas fazem projetos de vida para si e muitas não incluem a Obra do Espírito Santo em seus planos. O Senhor, através da sua presença no culto, através das revelações do Culto Profético, tem se dirigido a muitos e falado que o seu projeto é o de dar-lhe a salvação.
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Se apartares o precioso do vil...



Jeremias 15: 19


          INTRODUÇÃO

          Jeremias foi enviado pelo Senhor para fazer com que o povo de Israel deixasse seus pecados e se voltasse para Ele. Naqueles dias Israel estava fora da presença do Senhor, e o que Ele mais queria, era que seu povo estivesse diante dEle, e isso aconteceria através do arrependimento e da separação do precioso do vil.


          DESENVOLVIMENTO

          O que é precioso? É tudo aquilo que vem do Senhor. A sua Palavra e a sua revelação, a sua bênção, a sua glória e tudo que nos tem dado cada dia. É o Pão Vivo que desceu do céu, é o seu Consolador que foi enviado para estar ao nosso lado, é o louvor ao seu Santo Nome e a obediência à sua vontade.

          O que é o vil? É tudo aquilo que não é do Senhor e não agrada ao seu Santo Espírito. É aquilo que vem do homem e é pecaminoso; a palavra mentirosa que não glorifica ao Senhor, a atitude fora da sua vontade, a maledicência, a malícia e a impureza. Tudo que não está de acordo com a Palavra de Deus é vil e condenável pelo Senhor.
         
          Você tem televisão? Aprenda a separar e rejeitar aquilo que é vil, pois a sujeira que ela apresenta nos leva para longe do nosso Deus.

          Se nós aprendermos a separar aquilo que é precioso daquilo que é vil, a nossa boca será como a boca do Senhor, as nossas palavras serão as Palavras do Senhor. Que maravilha será dar uma ordem em nome do Senhor e aquilo se cumprir.         

          CONCLUSÃO

          Atentemos para o que aconteceu com Moisés, Josué, Pedro e outros servos que separaram o precioso do vil, como eles realizaram coisas maravilhosas em nome do Senhor. Se nós aprendermos isso, a nossa palavra será confirmada pelo Senhor.

A boca da igreja deve ser como a boca do Senhor, a sua palavra deve ser como a do Senhor e não aquilo que prejudica e destrói a vida dos outros.
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domingo, 9 de abril de 2017

O Poço de Harã


Gênesis 29: 7, 8 

7  E ele disse: Eis que ainda é pleno dia, não é tempo de ajuntar o gado; dai de beber às ovelhas, e ide apascentá-las.
8  E disseram: Não podemos, até que todos os rebanhos se ajuntem, e removam a pedra de sobre a boca do poço, para que demos de beber às ovelhas. 


            INTRODUÇÃO

            Quando Jacó chegou à Harã, em busca de seus parentes, encontrou um grupo de pastores com três rebanhos deitados em torno de um poço, aguardando a chegada dos demais rebanhos, para que a pedra que havia na boca do poço fosse retirada e a água distribuída a todas as ovelhas de uma só vez. Apesar de ser ainda dia e os rebanhos que ali esperavam estarem sedentos, eles tinham que esperar os outros chegarem à tarde, para que o poço fosse aberto e a água dada a todos. Este comportamento dos pastores de Harã, que havia sido ensinado pelos mais antigos e se transformado numa tradição e num costume, era cômodo para eles, mas trazia sofrimento para as ovelhas. Para eles a pedra que cobria a boca do poço era muito pesada, e eles não queriam ter o trabalho de removê-la todas as vezes que chegava um rabanho para beber. Para facilitar o nosso entendimento, observemos o seguinte:

O Poço - Aponta para o Senhor Jesus, a fonte das águas que saciam a sede das ovelhas;

O Campo - Representa este mundo, onde o Poço (Jesus e sua Obra) foi colocado;

Pastores de Harã - Religiosos que fazem o rebanho sofrer por causa do seu comodismo;

O Rebanho deitado - Representam as pessoas que estão sujeitas às religiões, e por isso sofrem de sede e fome, e se acomodam nesta situação.

A Pedra na boca do poço - Fala dos obstáculos e dificuldades que impedem que as ovelhas tenham acesso à bênção do Senhor: a mentalidade da religião, a tradição, a razão e tudo aquilo que se coloca entre a ovelha e a Obra do Senhor.

            DESENVOLVIMENTO

            As religiões têm, hoje em dia, um comportamento semelhante ao dos pastores de Harã. Elas relutam em remover a mentalidade comodista, envelhecida e tradicional, herdada dos antigos, e se preocupam em realizar o seu trabalho de forma mais fácil e racional, deixando em segundo plano as reais necessidades das ovelhas. As religiões se preocupam em ajuntar multidões (ecumenismo) em estádios de futebol e em seus templos cada vez maiores, e depois distribuem a água (Palavra de Deus) aos seus adeptos. Nesta situação, geralmente, a maioria fica sem receber o suficiente ou quase nada, permanecendo com sede e sofrendo.
            A atitude da religião é diferente daquela que foi tomada pelo Senhor Jesus quando alimentou cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes. Naquela ocasião, o Senhor mandou dividir a multidão em grupos de cinquenta, e depois disso multiplicou os pães e os peixes, de modo que todos comeram e se saciaram.
            As religiões buscam o que é mais vantajoso para os seus líderes e aquilo que é do seu interesse; elas não atentam para as necessidades das ovelhas. São como mercenários que não têm cuidado das ovelhas.

            Quando Jacó viu aquela situação, disse:

Eis que ainda é muito dia... - Jacó fala do tempo profético que estamos vivendo hoje. O tempo de trabalhar, de servir ao Senhor na revelação(a luz do dia), conforme disse Jesus: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” - João 9: 4, 5.

Não é tempo de ajuntar o gado... - A hora do arrebatamento está próxima, mas ainda não é chegada. Enquanto essa hora não chega, não podemos ficar de braços cruzados numa vida contemplativa, mas precisamos estar trabalhando e servindo ao Senhor, pois o momento e de sede espiritual e as ovelhas precisam ser ajudadas e preparadas para o encontro com os Senhor nos ares - I Tessalonicenses 4: 17.

Dai de beber às ovelhas e apascentai-as... - Esta foi a orientação de Jacó para aqueles pastores, e ela ia de encontro às suas tradições, que não levavam em conta as necessidades das ovelhas. A mentalidade da Obra coloca como prioridade o bem estar das ovelhas, pois o objetivo do Senhor é a sua salvação. Por isso o Senhor nos tem feito entender que a igreja é um “ninho de amor”, onde a ovelha é assistida e apascentada, para que se sinta amada e satisfeita em todas as suas necessidades, e essas necessidades são atendidas com a Palavra Revelada e tudo aquilo que vem do Espírito Santo.

            CONCLUSÃO

            As orientações de Jacó apontam para a Obra que o Espírito Santo tem feito no nosso meio e nas nossas vidas; elas apontam para uma mentalidade diferente daquela existente nas religiões. Enquanto na Obra o que se leva em conta é a necessidade individual de cada ovelha, nas religiões o que importa é a razão e os interesses da instituição. Essa mentalidade é a pedra na boca do poço; é o obstáculo que priva as ovelhas da bênção do Senhor, e da água que jorra para a vida eterna - João 4: 13, 14.      
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sábado, 8 de abril de 2017

O pedido dos filhos de Zebedeu


Marcos 10: 35-40


            INTRODUÇÃO

               Certo dia, os filhos de Zebedeu, Tiago e João, fizeram um pedido ao Senhor Jesus, para que Ele lhes concedesse, na sua Glória Celestial, assentarem-se um à sua direita e o outro à sua esquerda. O pedido poderia ser interpretado como um desejo sincero de estar perto do Senhor na eternidade, no entanto, o Senhor lhes disse: “Não sabeis o que pedis...”
               Na verdade, Jesus percebeu que o que existia no coração daqueles dois discípulos, não passava de simples vaidade e desejo de se destacarem diante dos demais. Por isso o Senhor lhes disse que somente ao Pai competia determinar quem sentaria à sua direita ou à sua esquerda. Depois Jesus lhes fez uma pergunta, se eles poderiam “beber o cálice que Ele beberia e ser batizados com o batismo com que seria batizado”.

               DESENVOLVIMENTO

               Muitos servos se preocupam demasiadamente com cargos, títulos e posições na Obra do Senhor. Lutam desesperadamente para alcançar um título que os destaque, como um diaconato, participação no grupo de intercessão, no grupo de louvor, de senhoras, etc. Pensam que só poderão servir ao Senhor e realizar a Obra se tiverem algum título ou cargo. Não que seja errado desejar crescer na Obra, mas o que acontece com muitos é que fazem isso com o desejo de satisfazer a sua vaidade pessoal, e não agradar ao Senhor.
               Existem situações mais graves, onde a pessoa até se oprime na ânsia de alcançar uma posição elevada. Algumas vezes Jesus encontrou os seus discípulos brigando por esse motivo. O Senhor dá funções e responsabilidades a quem quer e quando quer, conforme a sua vontade, e geralmente a pessoa escolhida é aquela que ninguém imaginava. Vejamos os exemplos de Davi, Gideão, Paulo, etc.
               Participar da Obra não é simplesmente ocupar um cargo ou obter um título, mas é experimentar aquilo que o Senhor Jesus ofereceu aos dois irmãos, Tiago e João:

Beber o cálice que Jesus bebeu - No Getsêmani o Senhor orou ao Pai, que se possível fosse, afastasse dele aquele cálice. O que representava o cálice que Jesus iria beber? Ele representava tudo que Jesus passou para realizar a Obra de Deus. A obediência, o sofrimento, as humilhações, a rejeição, o desprezo, a dor, as provações, perseguições e tudo aquilo que o Senhor experimentou em toda a sua vida. Todos os servos que realizaram a Obra verdadeiramente, passaram por essas coisas. Beber o cálice é viver na Revelação, é diminuir para que o Senhor cresça, é pagar o preço da renúncia e da consagração da vida ao serviço do Senhor. Para experimentar isso tudo, não é necessário ter cargos e posições, basta testemunhar que é servo do Senhor e pronto.

Ser batizado com o batismo de Jesus - O batismo fala da morte e ressurreição de Jesus, e essa deve ser a mesma experiência daqueles que confessam o seu Nome. Ser batizado com o batismo de Jesus, significa morrer para o mundo e o pecado, para viver em novidade de vida com o Senhor Jesus, e ser identificado com Ele a cada dia. Todos os que se abstiveram dos prazeres mundanos e pecaminosos, que negaram a si mesmos, e carregaram a cruz do Senhor Jesus, realizaram a sua vontade e a sua Obra.

               CONCLUSÃO

               Todos aqueles que estão bebendo o cálice e identificados com o batismo de Jesus, estão à sua direita e à sua esquerda, independente mente de cargos, títulos e posições.
               A religião busca a pompa e a aparência; procura dar destaque aos seus líderes, cercando-os de luxo e misticismo, coloca-os em tronos e dá-lhes o título de infalíveis e intocáveis. Mas a Obra do Senhor não possui destaques ou líderes em evidência, e somente Jesus é destacado, pois só Ele é Senhor e Rei.

            
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

"O paralítico de Cafarnaum"


Marcos 2:1-12

INTRODUÇÃO

            Jesus , durante seu ministério, estava sempre viajando ou indo de um lugar para outro. Entretanto, em um determinado dia, Jesus estava em casa, em Cafarnaum, quando correu a notícia da sua presença ali.

DESENVOLVIMENTO

            - "Ajuntaram-se muitos" - Muitas pessoas estão em busca de Jesus, de ouvir palavras de conforto, por curiosidade, ou até mesmo para ver que benefícios podem ser alcançados ao estarem perto dEle.
            - Bloquearam a porta - A religião leva um grande número de pessoas para os mais diversos cominhos, dizendo que encontrarão a Jesus, mas suas doutrinas e seus ensinamentos errados bloqueiam a possibilidade do homem de alcançar a salvação (A Porta) e uma experiência mais profunda com o Senhor.
            - O paralítico - Um homem necessitado que vivia deitado em uma cama (possivelmente tetraplégico), que não podia andar (no caminho) ou movimentar-se (na Obra), mas ainda podia ouvir e ver as coisas que estavam acontecendo ao seu redor.
            - "Nisto vieram ALGUNS..." - A igreja fiel. Esta deseja levar o necessitado até o Senhor, não para que ele apenas veja Jesus, mas para que tenha uma experiência pessoal com Ele.
            - Os quatro homens - Os quatro passos que a igreja tem dado para levar o necessitado até o Senhor: a madrugada, o jejum, o culto ao meio dia e o convite.
            - A igreja sobe - como o caminho para levar o necessitado até Jesus está bloqueado pelas muitas doutrinas, que causam confusão, a igreja só tem uma forma de agir: "subir". Isto é feito através da oração, da obediência às orientações e do culto profético.
            - O buraco no telhado
                        - Só na revelação, eles descobriram o telhado exatamente onde Jesus estava.
                        - Foi feito de tal forma que pudessem entrar o homem e sua cama - o necessitado vai até Jesus com todos os seus problemas. O Senhor o recebe assim mesmo.
            - Chamaram a atenção de Jesus - Toda aquela movimentação certamente chamou a atenção do Senhor Jesus, enquanto estavam abrindo o telhado e descendo o enfermo. A igreja chama a atenção do Senhor, quando obedece às orientações e leva o necessitado até a presença do Senhor.
            - Desceram a cama até perto de Jesus - A casa estava lotada, mas perto do Senhor sempre há lugar para o necessitado.
            - "Vendo a fé deles..."- O Senhor honra a fé dos seus servos e abençoa os visitantes.
            - "Perdoados estão os teus pecados..." - Para Jesus, muito mais importante era a salvação daquele homem do que a cura da sua enfermidade.
            - "Quem pode perdoar pecados, senão Deus?..."- Os religiosos não reconhecem Jesus como Deus e não acreditam na sua atuação.
            - "O que é mais fácil" - Para Jesus, curar era muito fácil, pois tantas vezes ele já havia feito o mesmo. Era fácil para quem já havia ressuscitado mortos curar um paralítico. Mas quando Ele disse "perdoados estão os teus pecados", Ele estava assumindo um compromisso de morrer por aquele homem. Isto era muito mais difícil.
            - "Levanta, toma o teu leito e anda"- a bênção completa. O Senhor não desaponta os seus servos, pois a bênção principal, a salvação, já havia sido recebida.
            - O homem sai livremente, com sua cama - Depois que o homem tem uma experiência com Jesus, o caminho fica livre para ele ir sempre ao Senhor.

CONCLUSÃO

Apesar das confusões que a religião cria, bloqueando o caminho de muitos para chegar até Jesus, a igreja tem a Revelação de como levar o necessitado até Ele. Basta apenas o homem abrir o seu coração, entender que a benção da salvação é a maior e mais importante bênção que ele pode receber, e desfrutar da possibilidade de uma experiência pessoal e constante com o Senhor, sem impedimento algum.

OBS.: Esta palavra pode ser levada tanto para o visitante, em um culto de salvação, como para a igreja, ao se falar sobre evangelização e culto profético. Basta adequar os tópicos apr
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

O jantar na casa de Simão


Lucas 7: 44-46

          Muitas pessoas são como Simão; elas falam mal dos servos do Senhor, no entanto, o Senhor tem várias reclamações sobre suas vidas:

1.   Não me deste água... - A água tipifica a Palavra Revelada, o refrigério do Espírito. Jesus disse que aquilo que fosse feito a um dos seus pequeninos, é como se fosse feito a Ele. Muitos não fazem nada para Jesus porque não conhecem a sua Palavra e o seu Espírito, mas criticam os que fazem.

2.   Não me deste ósculo... - Naquele tempo, o ósculo (beijo) era comum como saudação entre as pessoas que tinham comunhão entre si e se amavam, era um sinal de intimidade entre as pessoas. Jesus aqui reclama da falta de intimidade que muitos têm com Ele.


3.   Não me ungiste com óleo... - Existem aqueles que não têm o Espírito Santo, não conhecem nem buscam o seu Batismo. Muitos, quando tomam conhecimento, rejeitam e falam mal dos que alcançaram esta experiência com o Senhor. O óleo não é caro, caro é o unguento. 
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

O paralítico de Betesda,



João 5: 5-9


          INTRODUÇÃO

A Palavra nos informa que havia uma festa em Jerusalém, e o Senhor Jesus subiu para esta festa. Do lado norte do templo, junto à porta das ovelhas, havia um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tinha cinco alpendres ou pavilhões. Nestes jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos - esperando que se movesse a água, porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse. Isso era uma crença naqueles dias, sem nenhuma consistência.

            DESENVOLVIMENTO
           
Quando Jesus chegou em Jerusalém, não se dirigiu ao templo, mas foi ao tanque de Betesda, onde pode contemplar a aflição e a amargura daqueles que estavam nos seus alpendres esperando pelo “milagre” que iria mudar suas vidas. No entanto, as frustrações vividas por todos eram maiores do que as “bênçãos”.

A situação aqui apresentada, aponta para aquilo que está acontecendo com as religiões hoje em dia. Assim como cada um dos cinco alpendres oferecia um ângulo de visão diferente, as religiões de hoje também são assim, pois cada uma tem sua visão particular das coisas de Deus, conforme seu ponto de vista, sua razão e seus interesses. Elas estão cercadas por enfermos espirituais, cegos, coxos e paralíticos, todos esperando uma bênção que nunca vem, por ser fruto de falsas promessas, baseadas em misticismo e sofismas que enganam e iludem àqueles que nelas confiam e esperam. Na verdade, aqueles que esperam pela providência da religião estão sozinhos, não tendo quem os ajude.

Em meio a tudo aquilo, Jesus olha para um homem paralítico havia trinta e oito anos, deitado em sua cama, desprezado num canto de um dos alpendres, e lhe pergunta: “Queres ser curado?” O enfermo respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim”. Então, lhe disse Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia, era sábado. Naquele mesmo instante os judeus religiosos o criticaram, por levar a cama num dia de sábado, pois para eles era preferível que permanecesse paralítico, do que deixasse de cumprir o preceito religioso do sábado. Esta é a mentalidade da religião; ela acha mais importante o cumprimento de liturgias, do que a verdadeira experiência da salvação operada pelo Senhor Jesus na vida de alguém.

O Senhor Jesus se compadece daqueles que sofrem nas religiões, pois os mesmos não têm quem os ajude a sair do sistema cativante em que se encontram. Ele, então, se revela a cada um, individualmente, e pergunta se querem se libertar da situação em que se encontram. Alguns não entendem que o Senhor está lhes oferecendo uma bênção real e eterna, e na hora raciocinam em termos humanos, com desconfiança e ceticismo, em virtude das muitas decepções sofridas anteriormente. No entanto a bênção do Senhor Jesus não depende da vontade do homem, e de repente ela está ali, diante do necessitado, que, sem ainda entender o que está acontecendo com clareza, se vê agraciado com a bênção e a libertação daquilo que o imobilizava e o escravizava. Essa Obra tem contrariado a religião até hoje.

            CONCLUSÃO

Jesus veio a este mundo para ver os males que atingem a todos nós, e no meio de tantos, Ele escolheu um - que tipifica cada um de nós - para se revelar e salvar. Às vezes pensamos que o Senhor não se preocupa e nem olha para nós, mas o Senhor ama e se compadece de cada pessoa, e o seu projeto é salvar a todos, libertando-os do jugo da religião. Ele disse: “Eis que estou à porta e bato...”


O Senhor conhece os prejuízos que a religião causa ao homem, pois esta o mantém preso e paralisado aos seus problemas e superstições. Por isso a misericórdia do Senhor se revela ao homem, mesmo estando ele na religião (Betesda = Casa de Misericórdia), pois Jesus sabe que ninguém, a não ser Ele mesmo, pode ajudá-lo a se libertar de suas enfermidades, cegueira e paralisia. Depois que o Senhor se revela, o homem pode se erguer e andar, conduzindo sua cama (tipo do seu antigo problema), por algum tempo,  para servir de testemunho daquilo que Jesus fez em sua vida.
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Wallace Oliveira Cruz

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