PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS

▬▬► "E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. Apocalipse 22:17"

sábado, 30 de julho de 2016

Administração do tempo segundo a Bíblia


"Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; passamos os nossos anos como um conto que se conta." 

(Salmos 90 : 9)

“Mostra-me, Senhor, o fim da minha vida e o número dos meus dias, para que saiba quão frágil sou. Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro” (Salmos 39:4-5).Quando somos crianças, o tempo rasteja; quando somos jovens, o tempo anda; quando somos adultos, o tempo voa; quando somos velhos, logo o tempo desaparece e partimos dessa terra.
A ciência pode aumentar a expectativa de vida, mas, mesmo assim, todos nós morreremos um dia. Portanto, reconheça o valor do tempo.
Sander disse que “cada instante do dia é um presente de Deus para nós”.
O grande problema não é a falta de tempo, mas sim a má administração do tempo. Não podemos usar o tempo impensadamente e desperdiçá-lo. Afinal, quem mata tempo, não é um assassino, é um suicida.

Para você perceber o valor de:
Um ano, pergunte a um estudante que repetiu o ano.

Um mês, pergunte para uma mãe que deu à luz um bebê prematuro.
Uma semana, pergunte ao editor de uma revista semanal.
Uma hora, pergunte ao casal apaixonado que está esperando para se encontrar.
Um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Um milésimo, pergunte a alguém que ganhou uma medalha de prata nos 100 metros rasos nas Olimpíadas.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
1-Liste suas prioridades:
“Busquem, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça” (Mateus 6:33). A Escritura deixa claro que devemos ter prioridades na vida. Devemos buscar as primeiras coisas.

Portanto, faça uma lista das suas prioridades. Estabeleça seus objetivos de vida com clareza.

2. Não desperdice tempo com futilidade:
A Bíblia fala de várias futilidades que roubam nosso tempo:

“Evite as conversas inúteis e profanas, pois os que se Dão a isso prosseguem cada vez mais para a impiedade” 2TImóteo 2:16

“Vocês foram redimidos da maneira vazia de viver” 1 Pedro 1:18
“Quem trabalha a sua terra terá fartura de alimento, mas que vai atrás de fantasias não tem juízo” Provérbios 12:11

Além de fazer uma lista das suas prioridades, faça também uma lista de toda atividade improdutiva que te rouba tempo. Seja breve no telefone, não gaste horas assistindo televisão, não passe noites sem dormir na frente do computador. Não mate aula desnecessariamente na universidade.

3. Invista em atividades produtivas:
O texto de Mateus 9:35-38 é um resumo do ministério de Jesus. Este texto deixa claro que Jesus só investia em atividades produtivas: ele percorria as cidades ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho e curando os enfermos.

Da mesma maneira, devemos investir no que é produtivo. Devemos nos programar para ajudar pessoas (Efésios 6:.10), dedicar aos estudos, orar, ler a Bíblia, estar com a família, colaborar na igreja. Devemos fazer coisas úteis. William James disse:
“Faça algo que vai sobreviver à sua vida”. A qualidade da nossa vida é medida pela sua doação, e não meramente pela sua duração.

4. Delegue:
As atividades que você puder delegar para outras pessoas, delegue. Esse foi o ensino que Moisés aprendeu de seu sogro Jetro. Moisés estava à beira de um ataque de nervos por que todos os problemas da nação eram trazidos para ele. Jetro então ensinou Moisés a delegar suas tarefas (Êxodo 18:17-21).
5. Não se gabe do dia de amanhã:
“Não se gabe do dia de amanhã, pois você não sabe o que este ou aquele dia poderá trazer” (Provérbios 27:1).

Não adie as atividades que você pode resolver hoje. O caminho amanhã, leva à cidade chamada nunca. Uma frase bem humorada diz: “Viva cada dia como se fosse o último, um dia você acerta”.

6. Cultive a pontualidade:
A Bíblia comanda: “Nunca lhes falte o zelo” (Romanos 12:11). Seja zeloso e pontual nas suas atividades. Não viva chegando atrasado aos seus compromissos. Não diga: “é chique chegar atrasado”. Seja eficiente e conclua suas atividades.
7. Aproveite as oportunidades:
“Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus” (Efésios 5:16).
A palavra oportunidade vêm do latim “porto”. A ideias da oportunidade é baseada em um navio que aproveita o vento para voltar ao porto. Boas oportunidades são raras. Fique atento, não perca tempo.


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sexta-feira, 29 de julho de 2016

A Benção de José

Gênesis 49: 22 – 26

José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus ramos correm sobre o muro.

Os flecheiros lhe deram amargura, e o flecharam e odiaram.

O seu arco, porém, susteve-se no forte, e os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacó (de onde é o pastor e a pedra de Israel).

Pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo, com bênçãos dos seios e da madre.

As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais, até à extremidade dos outeiros eternos; elas estarão sobre a cabeça de José, e sobre o alto da cabeça do que foi separado de seus irmãos.

Introdução 

Deus tem um negócio com todos aqueles que guardam a sua Palavra, e por isso lhes concede experiências para que cresçam no seu conhecimento e na sua graça.

Desenvolvimento 

1.    José foi desprezado por seus irmãos e incompreendido por seus pais, no entanto guardou a Palavra do Senhor e ele o colocou numa posição elevada.

2.    José cresceu muito, mas o Senhor o chamou de “ramo”, que representa algo frágil mas que por estar junto às fontes das águas se torna grandemente frutífero. Era um ramo frágil na verdade, mas que corria sobre o “muro”, que lhe dava sustentação e firmeza. O Senhor é o muro que dá sustento à sua igreja, que é o ramo frágil que frutifica junto à fonte. O fruto é o alimento que deve ser produzido, apesar das lutas e das frechas amargas que são lançadas contra nós a todo momento para nos provar. Apesar das provas, o ramo não pode deixar de produzir frutos, pois ele não depende dos fatores exteriores, mas da fonte que lhe fornece a seiva que circula no seu interior.

3.    A razão das provas é que elas nos levam a lançar mão do “arco” (revelação) e nele nos suster. Nas situações de fraqueza nossos braços devem ser fortalecidos pelas mãos do “Valente de Jacó”, que é o Senhor Jesus, pois ele é o Forte que tem o arco que nos dá a vitória. Ele é o “Pastor” que nos livra do lobo e nos guarda de todos os perigos deste mundo. Ele é a nossa “Pedra”, o nosso fundamento onde reclinamos a cabeça para descansarmos e termos a visão da eternidade (experiência de Jacó).

Conclusão 


As bênçãos do Senhor são para a sua igreja, as dos céus e as da profundidade. As bênçãos dos peitos (o leite, o alimento, a Palavra Revelada) e da madre (a vida eterna). As bênçãos que o Senhor tem para nós nesta última hora são mais excelentes que as do princípio (vinho de excelente qualidade) até às extremidades dos montes eternos. Elas estarão sobre a igreja, a qual foi separada dentre os povos da terra.
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quinta-feira, 28 de julho de 2016

A benção de Jacó

Gênesis 27: 26, 27

26- E disse-lhe Isaque seu pai: Ora chega-te, e beija-me, filho meu.
27- E chegou-se, e beijou-o; então sentindo o cheiro das suas vestes, abençoou-o, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou;

INTRODUÇÃO 

A Obra não pode perder a velocidade, ela tem que avançar e prosseguir conforme a vontade do Senhor. Nós precisamos estar atentos a tudo que o Espírito Santo está realizando, para nos manter envolvidos com a revelação e com cada momento vivido pela igreja fiel, na sua caminhada nesta última hora. 

DESENVOLVIMENTO

Houve um momento em que Isaque desejou abençoar seu filho mais velho, seu primogênito, e para isso pediu que ele antes lhe preparasse um cozido para que comesse. Esaú conhecia tudo e tinha tudo nas mãos, mas ele correu atrás de outras coisas e por isso perdeu a sua bênção. Jacó não tinha a mínima possibilidade de alcançar aquela bênção que pertencia a Esaú, mas por um milagre ele alcançou.

Humanamente falando nós jamais alcançaríamos a bênção do Espírito Santo, mas por um milagre hoje estamos na Obra. Jacó vivia em casa, mas Esaú vivia em busca de carne, ao longe. A mulher de Isaque, que se chamava Rebeca, conhecia o segredo e o transmitiu a Jacó, seu filho.

A nossa bênção consiste em permanecer na casa do Pai, junto à mãe, que é a igreja, pois aí se descobre o segredo para se receber a bênção do Pai. Esaú foi buscar o que era racional (como faz a religião), ele foi em busca da novidade, pois queria preparar algo de si mesmo para seu pai. 

CONCLUSÃO

Jacó em casa recebeu tudo que Esaú buscou e não alcançou. As coisas lhe foram dadas naturalmente, sem que ele precisasse se esforçar para alcançá-las. Com isso ele agradou o Pai, que sentiu nele o cheiro agradável do campo.

O cheiro do campo era algo natural, não era um perfume francês. As coisas da Obra são assim. O cheiro do campo é o cheiro agradável da igreja. A bênção do Espírito é um milagre, não é fruto de nosso esforço. Só Deus enche um campo de perfume; o ar é o Espírito Santo, e a bênção do campo é o Senhor Jesus. A Obra é a responsável pela Obra na nossa vida.



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quarta-feira, 27 de julho de 2016

A alma farta pisa o favo de mel

Provérbios 27: 7

A alma farta pisa o favo de mel, mas para a alma faminta todo amargo é doce.

INTRODUÇÃO

Segundo o livro de Gênesis, Deus criou o homem do barro e depois soprou-lhe o fôlego de vida nas narinas, e ele foi feito alma vivente. Isto quer dizer que o homem foi criado com três componentes: o corpo, a alma e o espírito. Através do espírito o homem teria comunhão com Deus, que transmitiria sua vontade a este, que por sua vez expressaria esta vontade ao seu corpo através de sua alma. Quando o homem desobedeceu ao Senhor no jardim do Éden, perdeu a comunhão e seu espírito foi mortificado pelo pecado. Desde então o homem passou a viver no plano de sua alma e de seu corpo material, agindo segundo os sentimentos, paixões e desejos de sua alma e de sua carne, corrompendo-se mais e mais no mundo.

DESENVOLVIMENTO

A alma do homem tem necessidades que ele procura satisfazer de todas as maneiras que estiverem ao seu alcance. O mundo tem oferecido diversas opções, como prazeres, diversões, vícios, riquezas, religiões e outras aventuras, e muitos têm procurado se fartar de coisas como estas, na tentativa de preencher o vazio do seu coração.

As pessoas que têm vivido assim, geralmente não percebem que, por mais que se fartem das coisas do mundo, na verdade nunca ficarão satisfeitas, e a ilusão da alegria passageira faz com que elas pisem o “favo de mel” quando se vêem diante dele.

O Senhor Jesus é o favo de mel, pois Ele está cheio da doçura do amor de Deus para nos dar, satisfazendo assim as reais necessidades da nossa alma. Quando o Senhor Jesus é apresentado e oferecido, muitas pessoas não têm a sensibilidade necessária para reconhecer a doçura do seu amor, e por isso não o valorizam e o desprezam, pisando nele através de sua rejeição. As pessoas preferem os vícios, as religiões, as riquezas e prazeres efêmeros desta vida, e não abrem o coração para sentir quão doce é o amor do Senhor Jesus pelas suas vidas.

No entanto a Palavra diz que: “Para a alma faminta todo amargo é doce”. Isto significa que há aqueles que têm percebido que as coisas do mundo não atendem verdadeiramente às necessidades de seus corações, e que no final o que resta é a frustração, a angústia e o vazio cada vez maior. Estas experiências se transformam numa fome e numa sede terríveis para a alma,  levando as pessoas a olharem para o “cálice amargo” que Jesus bebeu pelas suas vidas, pelos seus pecados e transgressões. 

Todo sofrimento, todas as perseguições, as humilhações, a crucificação, e tudo que Jesus passou, foram demasiadamente amargos para Ele, mas no final tudo transformou-se em doçura para nós. Ali estava o doce amor de Deus se manifestando na morte do seu Filho, Ele era o favo de mel que um dia seria oferecido a todos, para atender às necessidades de suas almas e lhes dar vida eterna.

CONCLUSÃO

As amarguras das nossas vidas foram transferidas para o Senhor Jesus, e Ele as transformou na doçura do mel do seu amor por nós, quando padeceu na cruz em nosso lugar.

Davi escreveu: “Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo”. Diante deste amor, não podemos pisar o favo de mel, mas devemos satisfazer toda a necessidade das nossas vidas, pois Ele nos amou até o fim.



  
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terça-feira, 26 de julho de 2016

A aliança de Josafá com Acazias




II Crônicas 20: 35-37 

35 - Depois desses acontecimentos, Josafá, rei de Judá, se tornou aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.
 36 - Eles fizeram um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha; os tais navios, capazes de vencer grandes mares, foram construídos em Eziom-Geber. 
37 - Entretato, Eliézer ben Dodaváu, de Mareshá, Eliézer filho de Dodavá, de Maressa, profetizou contra o rei Josafá, dizendo: “Eis que Yahweh, o SENHOR, destruiu as tuas obras porque te aliaste a Acazias. E os navios se despedaçaram, naufragaram a caminho de Társis, e aquele tratado comercial jamais pode ser concluído. 

INTRODUÇÃO

Todas as promessas, alianças e ordenanças que Deus fez com Israel, também dizem respeito à igreja de forma espiritual, pois a Igreja é o Israel Espiritual de Deus. O Senhor quer fazer de nós um povo de sua propriedade particular, por isso ele não aceita quando nos aliamos com aquilo que não faz parte do seu projeto, e nos afasta dele. 

DESENVOLVIMENTO 

Josafá, rei de Judá, foi um homem que buscou andar nos preceitos e caminhos do Senhor, conduzindo sua vida e a do seu povo de acordo com a vontade do Senhor, e por isso prosperou. Um dia Josafá desejou empreender uma viagem a Tarsis a fim de adquirir ouro de Ofir para seus tesouros, pois isso lhe daria mais poder e glória. Esse comportamento era natural entre os reis, naquela época de guerras e conflitos.

Josafá porém, cometeu um grande erro quando se uniu a Acazias, rei de Israel, homem ímpio e idólatra que não temia ao Senhor, a exemplo de seu pai e antecessor, o rei Acabe, que cometeu sérias abominações em Israel, levando a nação para longe do Senhor.

Josafá e Acazias planejaram construir navios em Eziom-Geber para com eles irem a Tarsis apanhar o ouro (Salomão também fez isso com Hirão, quando reinava em Israel unificado). No entanto, o Senhor não se agradou a aliança feita por Josafá com Acazias, e enviou o profeta Eliézer para repreender o rei Josafá, dizendo: “Porquanto te aliaste com Acazias, o Senhor despedaçou as tuas obras”. E os navios se quebraram, e não puderam ir a Tarsis.

CONCLUSÃO

Todo servo que busca ao Senhor, desejando o seu poder (ouro) para vencer as lutas desta vida e prosperar espiritualmente, deve ter o cuidado com as alianças que faz. Se na busca da bênção o servo se descuida e faz concessões ao mundo, faz aliança com pessoas ou com aquilo que é abominável ao Senhor ou está fora do seu Projeto, certamente suas obras não prosperarão, pois o Senhor não compartilha com aquilo que o homem faz fora do seu plano eterno (I Co 13: 6).
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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Um milhão na praça para testemunhar a beleza da família e dizer “não” à ideologia de gênero

A praça de São João de Latrão esteve lotada, apesar da chuva abundante, na manifestação apolítica e aconfessional “Defendamos os nossos filhos”. Apoio também de muçulmanos, evangélicos e hebreus

Family day against the gender ideology in the schools in San Giovanni in Laterano square  - 20 june  2015 - Roma

Grande sucesso da manifestação “Defendamos os nossos filhos”, na praça de São João de Latrão. Mais de um milhão de pessoas estiveram presentes na tarde do dia 20 de junho de 2015, como informou entusiasticamente, do palco, Massimo Gandolfini, presidente do Comitê organizador. O evento, muito esperado, nasceu das bases, em menos de 20 dias, pelo “boca a boca” nas redes sociais, sem intenções partidárias ou confessionais, sem muita publicidade.
Uma fórmula que, porém, funcionou. Evidentemente estas ideologias sobre o “gênero” – e todos os derivados que, de maneira sorrateira, estão sendo paulatinamente introduzidos nas escolas italianas – alarmaram uma multidão de pais, que só estavam à espera de uma ocasião para se reunirem e denunciarem a ideologia de gênero, definida pelo Papa Francisco como um “erro da mente humana” que ameaça prejudicar a serenidade psicossexual de gerações inteiras (apesar de muitos chegarem a afirmar que o “gênero” seja apenas uma invenção de “católicos-talibãs”).
O objetivo principal da manifestação, todavia, foi protestar pacificamente contra o Projeto de Lei da senadora Monica Cirinnà, que introduz, de fato, o casamento e as adoções gay pela via jurisprudencial, e a prática do útero de aluguel. Sobre esses assuntos, todos estavam de acordo: os neocatecúmenos (que representaram o grupo mais numeroso, com 250.000 membros, vindos de todas as regiões italianas), Manif pour Tous, as Sentinelas em Pé, os recém-fundados “Parlamentares em prol da Família”, os Evangélicos, o Movimento Pró-Vida, a associação Agapo e muitos outros.
Foram poucos os representantes das paróquias e dos movimentos ligados à Conferência Episcopal Italiana. Estavam também presentes uma centena de parlamentares que fizeram questão de apoiar o evento no “anonimato”, dispersos na multidão.
O que vimos foi, então, uma aglomeração vasta e diversificada, que ocupou também as ruas próximas à praça de São João de Latrão. “Somos um milhão. Vocês são o futuro deste país que está vivendo um inverno demográfico”, gritou Gandolfini do palco onde estava exposto o Salus Populi Romani ( “Protetora do Povo Romano”, ícone bizantino da Virgem com o Menino Jesus). “Esta praça hoje não é de um lobby, mas de um povo que gastou dinheiro do seu bolso, que fez renúncias e sacrifícios para poder estar aqui. A mensagem que vem do país real é forte e clara: para a maioria esmagadora dos italianos, família é a que se baseia no casamento entre um homem e uma mulher, e os nossos filhos têm direito a uma mãe e a um pai”, acrescenta Gandolfini.
Essas palavras nos fazem relembrar o Family Day de 2007, ocorrido nessa mesma praça de São João de Latrão, promovido e apoiado fortemente por uma Igreja mais unida, durante o governo do primeiro ministro Prodi. A atmosfera era a mesma. O tempo hoje, porém, foi diferente, marcado por uma chuva que abriu e fechou o encontro. Mas isso não desanimou pais, crianças, jovens e idosos presentes na praça: com a ajuda de sobretudos, sombrinhas, guarda-chuvas e barracas improvisadas, todos permaneceram em seu lugar, durante o dia inteiro. O metrô São João continuou a trazer pessoas até as 15h, horário do encerramento.
Além de bandeiras que apoiavam a família natural, havia balões coloridos, cartazes e faixas com dizeres do tipo: “Tirem as mãos dos nossos filhos”, “Gender is Danger”, “Toda ameaça à família é uma ameaça à sociedade”, “Deus homem e mulher os criou” etc. Felizmente não houve casos de violência, nem provocações por parte de grupos LGBT, como vaias ofensivas, lançamentos de objetos ou flash-mob (aglomerações improvisadas), anunciados nos dias anteriores. Os Juristas Católicos, de toda maneira, haviam já divulgado um comunicado por meio do qual convidavam os participantes a não reagir a nenhum tipo de ação, mantendo o caráter pacífico da manifestação.
O evento foi animado por vários convidados que se sucederam no palco, nomes célebres do cenário italiano pró-vida e pró-família: os advogados Simone Pillon e Gianfranco Amato, o ex-parlamentar Mario Adinolfi, diretor de “La Croce Quotidiano” (que realizou um desabafo original a propósito de Elton John…), a escritora Costanza Miriano, o jurista Alfredo Mantovano.
Também houve representantes religiosos, como Kiko Argüello, iniciador dos neocatecumenais; Cornelius Eke, da comunidade africana, representante das etnias; Giacomo Ciccone, representante dos evangélicos. O Imã Mohamed, da mesquita sunita de Centocelle, reafirmou com força que o gênero “é perigoso e prejudicial à humanidade. Com o nosso empenho podemos derrotá-lo”. Entre aplausos, Mohamed acrescentou: “Estamos aqui todos juntos, muçulmanos e cristãos, para defender a família. Também a comunidade islâmica se levanta contra esse projeto perigoso que põe em risco a existência da humanidade e que pretende poluir as mentes dos nossos filhos”.
Dentre outros, tomaram a palavra os cônjuges Vincenzo e Sara Aquino, pais de 11 filhos, que deram seu testemunho de família, frisando particularmente a importância da educação e as relações entre escola e família. Também foram lidas no palco as mensagens de apoio de mons. Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, e do rabino chefe da comunidade hebraica de Roma, Riccardo Di Segno. Ganhou espaço também a voz da associação Agapo, que reúne pais de pessoas homossexuais. A Agapo repudiou firmemente o Projeto de Lei Cirrinà, porque – explicou – “não promove o bem dos homossexuais”.
Por fim, para concluir o evento, o testemunho musical de Kiko Argüello, que, com seu violão e acompanhado por uma pequena orquestra do Caminho, entoou um canto à Virgem Maria. Em seguida, Kiko, fazendo-se porta-voz do Papa, disse: “Parece que o Secretário da Conferência Episcopal Italiana tenha declarado algo diferente, mas o Santo Padre está conosco. Escrevi ao Papa Francisco, após ter recebido as cartas de algumas famílias de Brescia e Verona que me contavam o que acontece nas escolas de seus filhos. O Papa me respondeu, no domingo passado, e me disse que existem ideologias que colonizam as famílias e ‘contra as quais’ é necessário agir”.
Dito e feito. Esperamos que – como almejou Gandolfini – a voz deste milhão de pessoas seja ouvida também “nos palácios mais altos”.
Fonte: https://pt.zenit.org/articles/um-milhao-na-praca-para-testemunhar-a-beleza-da-familia-e-dizer-nao-a-ideologia-de-genero/
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Chibolete ou Sibolete?



Juízes 12:6 - Então lhe diziam: Dize, pois, Chibolete; porém ele dizia: Sibolete; porque não o podia pronunciar bem; então pegavam dele, e o degolavam nos vaus do Jordão; e caíram de Efraim naquele tempo quarenta e dois mil. 


A maneira de falar revela o embasamento e a história das pessoas e dos povos. Numa reunião de várias culturas, o sotaque indica a origem de cada um. No caso dos descendentes de Efraim, o sotaque lhes custou a vida: os gileaditas diziam – “Então diga Chibolete. Se ele (efraimita) dissesse Sibolete, sem conseguir pronunciar corretamente a palavra, prendiam-no e matavam-no” (Juízes 12:6).

O mundo sem Cristo se caracteriza por sua cultura desrespeitosa, imoral e mal-educada. Seu vocabulário e sua maneira de falar são sempre iguais, seja em casa, na escola, no trabalho. E agora invadindo nossas igrejas. O fato de que todo mundo está achando isso natural deveria ser preocupante. Porque “a boca fala do que está cheio o coração”.

Ao se referir à língua, ao nosso modo de falar bem como ao conteúdo do que falamos, Tiago declara com firmeza: “Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim!” O único jeito de falarmos com a motivação certa é aprendendo a perceber as inspirações e orientações do Espírito Santo. Os discípulos, no julgamento de Jesus, foram reconhecidos pelo modo galileu de falar, pelo modo parecido com o de Cristo. Não é por acaso que João identificou Jesus Cristo como a palavra – Ele falava como o Senhor. Vale a pena nos identificarmos com o Cristo. O mundo precisa que falemos as coisas Dele.


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domingo, 24 de julho de 2016

Cuidado! Púlpito, Microfone e Bíblia não são armas de desabafo!

TODOS NÓS QUE TEMOS OPORTUNIDADES NA IGREJA TEMOS QUE TER UM CUIDA REDOBRADO DE COMO USAMOS ESTES TRÊS INSTRUMENTO NO TEMPLO DO SENHOR CONSAGRADOS PARA EXALTAR UNICAMENTE A DEUS, O PÚLPITO, O MICROFONE E A BÍBLIA POIS ESTES NÃO SÃO ARMAS PARA TENTARMOS ATINGIR NOSSOS INIMIGOS OU DESAFETOS.


LEMBRO-ME O QUE DISSE A UM DE MEUS PASTORES EM REUNIÃO TA VENDO AQUELE PÚLPITO  ELE DISSE SIM, EU VIREI PRA ELE E DISSE NUNCA O USEI NEM PARA PEDIR ORAÇÃO EM MEU FAVOR MESMO TENDO ESTE DIREITO, (REFERINDO-ME A PERSEGUIÇÃO POLITICO RELIGIOSA QUE SOFRI, COM AMEAÇAS,DESTITUIÇÃO DE CARGOS, TRANSFERÊNCIAS, DUPLICAÇÃO DE HORÁRIO DE EXPEDIENTE E ATRASOS DE ATÉ 5 MESES DOS VENCIMENTOS). SABE O POR QUE DISSO O PÚLPITO REPRESENTA O ALTAR DO SENHOR, ONDE OS INTERESSES DE DEUS SÃO MAIORES DO QUE OS NOSSOS POR ISSO NOSSA OBRIGAÇÃO NOS PÚLPITOS É DE ANUNCIAR O EVANGELHO, Conforme disse o apóstolo Paulo com a expressão “se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (I Coríntios 9.16).

DEIXO ABAIXO UMA MENSAGEM DO PASTOR DÁRIO JOSE (PE)  FALANDO PARA QUE NÃO SERVE O PÚLPITO E OUTRA DO PASTOR WAGNER ANTONIO (SP) DO QUE DEVEMOS TER NOS PÚLPITOS PARA NOSSA REFLEXÃO E CRESCIMENTO:

PASTOR DÁRIO JOSE (PE)

A palavra púlpito vem do latim pulpitum, que traduzindo significa palco, estrado. Local de onde fala um orador, geralmente dentro de um templo religioso. Praticamente, todas as igrejas (protestantes ou não), se utilizam desse móvel, colocando-o no centro da plataforma, geralmente elevada, talvez para trazer a conotação de autoridade e centralidade. Dali, pregadores costumam se dirigir à congregação para expor suas pregações, preleções, homilias, doutrinas, ministrações, depois das leituras das Sagradas Escrituras, a Bíblia. 

Mas infelizmente, pastores e outros líderes estão usando esse espaço físico (o púlpito) e o precioso tempo de que dispõem para outras (in)utilidades, roubando, muitas vezes, a única oportunidade da semana que têm com seus ouvintes (as ovelhas). Vejamos o quê o púlpito não é: 

1 – Púlpito não é lugar de autocomiseração, onde o “pregador” fala de suas lamúrias buscando sensibilizar os ouvintes das suas “coitadices”. Isso é reclamação, nunca deve ser visto como pregação.

2 – Púlpito não é palco de stand up comedy, onde se conta anedotas, piadas e estórias engraçadas, buscando arrancar risos da “platéia”. Isso é não é estar sob a graça, é ser engraçado.

3 – Púlpito não é divã de analista, onde pregadores tentam aliviar sua frustrações diárias com seus “desabafos” pessoais à Igreja. Isso não é apascentar, mas “apausentar” ovelhas (dá paulada).

4 – Púlpito não é tribunal de júri, onde líderes procuram se defender, tentando mostrar  “a transparência” das suas ações.  Isso é falsidade maquiada de santidade.

5 – Púlpito não é lugar da “mensagem de carapuça” (mensagem que soa como uma crítica, como feita de encomenda), quando se tenta solucionar os problemas dos membros da congregação através de pregações dirigidas indiretamente. Isso é pastoreio à distância.

6 – Púlpito não é lugar de fofocas, onde se expõem confidências de gabinetes pastorais e de conversas pessoais com a membresia. Isso é assédio moral.

7 – Púlpito não é palanque político, onde candidatos têm neles, suas tribunas para referendarem e promoverem suas campanhas. Isso é trocar o sagrado pelo comum.

8 – Púlpito não é balcão de SPC, onde se expõe e se cobra as ”dívidas” dos fieis. Isso é afronta pessoal, não cuidado pastoral.

9 – Púlpito não é mesa de barganha financeira, onde “tentam” negociar com Deus dízimos, ofertas e contribuição afins. Isso é pressão psicológica, não exposição teológica.

10 – Púlpito não é lugar para palestras motivacionais ou de autoajuda, onde os ouvintes buscam ouvir o que desejam. Isso é alimentar o povo com “fast food” e não com alimento sólido.


                            WAGNER ANTONIO (SP)

Os pregadores não têm se portado à altura do ofício divino da pregação bíblica. Logo, por força dessa falta de valores as congregações têm perdido sua identidade cristã, tornando-se auditório comum e secular.

Gostaria de destacar 8 valores que certamente deveriam estar presentes nos púlpitos cristãos, princípios que fariam com que a pregação fosse muito mais relevante, eficaz e qualificada. Há muitas outras razões, mas o espaço não nos permite desenvolvê-las.

Fiquemos apenas com estes, abaixo citados:

2) Sermões devem ser cristocêntricos - O tema de uma pregação não deve ser "matar um leão por dia", "vencendo o monstro da depressão", mas sim a pessoa de Deus e Sua imensa graça. Para ouvir mensagens de auto-ajuda nós buscamos palestras ou compramos livros; púlpitos de igrejas devem falar de Deus, de Cristo, do Espírito Santo, da graça, da alma, da vida eterna, e não de efemeridades meramente psicológicas. "Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. "(1Co 1:24)

3) Pregadores devem ter postura - Está em voga o abandono da gravata e tudo o que lembre formalismo. Então vemos nos púlpitos pregadores que buscam não se parecer com pregadores. Uns vão com camisas de times de futebol, outros com roupas de piquenique, outros ainda nem sequer se preparam. Quem sofre é o púlpito, que vira algo irrelevante e desprezível.

Assim como se espera um governo digno e elegante, ou um médico e
bombeiro bem fardados, também se espera que o pregador poste-se digna e solenemente no exercício da pregação da Palavra de Deus. Elegância, simplicidade, humildade: quesitos que valorizam o púlpito.

4) As mensagens devem ter linguagem sadia - Que tristeza ver um pregador que não sabe falar português! Que incômodo ouvirmos mensagens cheias de gírias e palavras deselegantes! Um bom sermão deve ser simples, de linguagem clara e compreensível, sem ser inadequada, inconveniente, deselegante. O pregador deve ser correto no uso da linguagem. "Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tt 2:8)

5) Pregadores não devem obrigar o auditório a interagir - Que
deselegância e inconveniência a atitude de pregadores que, por falta do que dizer, interrompem o sermão e determinam: "vire pro seu irmão ao lado e diga...". Isso é mediocridade e falta de argumento. Cristo nunca usou desse artifício barato. A resposta ao sermão deve vir da alma que se propõe a praticar o que aprende, não de um auditório adolescente que entra num jogo de falar e escutar. Quem prega a Bíblia com conteúdo não precisa dessa banalidade. "Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina." (2Tm 4:2)

6) Púlpito não é lugar para política - Há sermões que descem do Céu para tomarem as bandeiras das lutas sociais. Transformam o auditório bíblico em palanque de lutas partidárias ou ideológicas. Quando não, em época de eleições, cedem seus púlpitos para que políticos dêem seus recados. Isso é adultério espiritual. Para os políticos existem as tribunas. Para os pregadores os púlpitos. Política cuida do Reino do Mundo; Igreja cuida do Reino de Deus. "E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele." (Mc 12:17)

7) O púlpito deve ser o terminal de um processo, não o início -
Pregadores que não se preparam, que não oram, que não organizam suas idéias antes da pregação geralmente oferecerão muito pouco e suas mensagens não seguirão por dez minutos depois de seu término. Sermões eficazes começam de joelhos. Boas pregações são pensadas por longo tempo. São fruto de pesquisa, de estudo, de erudição, de preparo, mas, principalmente, da graça do Senhor sobre a vida de quem prega sob Sua direção. "Persiste em ler, exortar e ensinar, " (1Tm 4:13)

8) O púlpito não deve ser tribuna de auto-promoção - Há mensagens que não passam de bajulação disfarçada ou de egolatria exacerbada. Prega-se o homem, não a Cristo. Prega-se o servo, não o Senhor. Prega-se a obra de Deus, não o Deus da obra. Sermões desse tipo poderiam ter como hino o que diz: "Sim, há de ser GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM, GLÓRIA PRA MIM".Um sermão bíblico aponta para outro caminho: o caminho da glória divina e da incapacidade humana; aponta para a honra a Cristo e a submissão do pecador. Qualquer coisa diferente disso é jactância mundana, não pregação bíblica: "É necessário que Cristo cresça e que eu diminua." (Jo 3:30) Espero sinceramente que os nossos púlpitos melhorem em qualidade.Um bom púlpito pode transformar uma igreja. Um sermão qualificado em um pregador capaz pode ser a fagulha que acende um reavivamento na Obra do Senhor. Que sejamos pregadores fiéis em nome de Jesus. Amém.

Pb. Ed Carlos
Serve como Co-Pastor na Assembléia de Deus em Jardim de Angicos/ RN
Contato (84) 9157-0796
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sábado, 23 de julho de 2016

Uma palavra de esperança para o seu coração


A sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus – a felicidade eterna) ou a eternidade sem Deus (o sofrimento eterno). E há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá viver eternamente.
Você dirá que essa pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você. Só você pode escolher oudeterminar o destino eterno da sua alma. Você poderá, se quiser, escolher agora o céu, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já terá escolhido a eternidade sem Deus. Se você morrer agora, irá para lá, para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.
Certamente você quer o Céu. E para que você tenha certeza de que vai desfrutar do Céu, o que deve fazer é:
* Reconhecer-se pecador. Deus diz: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. (Rom 3:23)* Reconhecer que você não pode entrar no Céu por seus esforços próprios. (Ef 2:8 e 9)* Crer que somente Jesus Cristo pode levar você ao Céu. Jesus diz em João 14:6 “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Jesus não disse um dos caminhos, mas O caminho.
* Aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador. “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. (Atos 16:31)
Mas dirão alguns: Sou jovem e deixarei isto para depois. Gostaríamos de dizer duas coisas:
* Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade.
* As profecias da Bíblia dizem que Jesus voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é Jesus. “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7)
Mas se você não quer escolher o Céu, saiba que está caminhando para a eternidade sem Deus, debaixo da ira de Deus. “…porém o que não crê no filho (Jesus) a ira de Deus sobre ele permanece”. (João 3:36b)
MARANATA O SENHOR JESUS VEM
Bíblia a Palavra de Deus
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Deus pode restaurar o seu casamento




No livro de Malaquias no capítulo 2, vemos Deus exigindo de Seu povo a santidade e sinceridade diante Ele, afinal a nação de Israel havia sido escolhida para ser abençoada e com isso glorificar a Deus entre os outros povos. Mas em muitos pontos eles estavam falhando, e um deles é o casamento. Por isso Deus deixa bem claro o que Ele espera de uma união matrimonial. Veja:
"Há outra coisa que vocês fazem: Enchem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem porque ele já não dá atenção às suas ofertas nem as aceita com prazer. E vocês ainda perguntam: "Por quê?" É porque o Senhor é testemunha entre você e a mulher da sua mocidade, pois você não cumpriu a sua promessa de fidelidade, embora ela fosse a sua companheira, a mulher do seu acordo matrimonial. Não foi o Senhor que os fez um só? Em corpo e em espírito eles lhe pertencem. E por que um só? Porque ele desejava uma descendência consagrada. Portanto, tenham cuidado: Ninguém seja infiel à mulher da sua mocidade. "Eu odeio o divórcio", diz o Senhor, o Deus de Israel, e "o homem que se cobre de violência como se cobre de roupas", diz o Senhor dos Exércitos. Por isso tenham bom senso, não sejam infiéis." (Malaquias 2:13-16)
Viu como a visão de Deus para o casamento, é uma instituição duradoura e eterna? Mas talvez você se pergunte: "Por que então muitos bons casamentos tem acabado em divórcio?"
São muitos motivos que podem destruir um relacionamento, porém alguns são mais comuns: a falta de união, a falta de compromisso, a falta de diálogo, a falta de responsabilidade de um ou ambos, e principalmente, a falta de comunhão com Deus.  Você já ouviu a frase “Casa, mas se não der certo, separe?” Queridos, essa é uma demonstração da banalidade que hoje encontramos no mundo à fora. Mas creio que se você está lendo esta mensagem, você deseja resgatar, edificar, consolidar e fortalecer sua vida conjugal. Por isso quero deixar um versículo para sua meditação. No livro de Efésios 5: 25-29, temos um ensinamento profundo para nós homens, que diz:
"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta como também o Senhor a Igreja."
Analisando esta passagem podemos chegar a uma reflexão e assim ter um casamento abençoado e feliz. A primeira instrução que recebemos do Senhor é que devemos amar a nossa esposa como Cristo amou a igreja. A Igreja significa todos os cristãos, que apesar de conhecerem a verdade da Palavra de Deus, ainda assim falham, são teimosos e muitas vezes desobedientes. Imagine se Jesus desistisse de nós? Por isso devemos amar nossas com um amor voluntário, que não mede esforços, que doa, que deseja o bem e como consequência, se torna permanente. Muitas vezes as pessoas dizem: “Eu quero me separar pois eu não amo mais a minha esposa. E as mulheres dizem: Eu não amo mais meu marido”. Caros irmãos, o amor é um mandamento de Deus e não uma coisa que surge do nada. Diga: EU DECIDO AMAR, pois se é um mandamento, requer decisão.

A única forma de darmos continuidade a este amor é entendermos que Cristo não é somente o modelo de amor, mas é a Fonte dele. Quando a vida do homem é dirigida pelo Espírito Santo de Deus, ele se torna mais amável, compreensivo, amigo, companheiro e parceiro de sua esposa. Portanto seja um homem de Deus, que ame incondicionalmente a sua esposa e tenha o temor de Deus acima de tudo, pois assim você será fiel até o fim. “O temor do senhor é o princípio da sabedoria..." (Provérbios 9:10)

E você, esposa, respeite seu marido e peça sabedoria a Deus para lidar com ele. Provérbios 14:1 diz: “Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos.” A Bíblia também ensina que a esposa não pode ficar discutindo, "falando na cabeça" do marido não serve a Deus. Veja:
Do mesmo modo, mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, a fim de que, se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês. A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus.” (1 Pedro 3:1-4)
Que você possa acreditar no seu casamento assim como Deus acredita! Ele é o Deus especialista em restaurar relacionamentos, corações e acima de tudo: sua comunhão com Ele.

Fonte: Pastor Antônio Junior
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Wallace Oliveira Cruz

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