ANUNCIANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS

▬▬► "E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. Apocalipse 22:17"

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O DIA DA MENTIRA E A BÍBLIA

Sabemos também que Jesus se descreveu como sendo a verdade. Também sabemos que é possível ser verdadeiramente livre através do conhecimento da verdade.

O povo de Deus deve ser conhecido como um povo que vive na verdade e pela verdade. Portanto, devemos fugir da mentira e não compactuar com os mentirosos.

Dia 1º de Abril é denominado no Brasil inteiro como o Dia da Mentira. Historicamente, alguns dizem que esse dia foi designado assim por causa da mudança do calendário gregoriano com Carlos IX na França. No Brasil o dia foi adotado após o pronunciamento de que D. Pedro havia falecido, notícia a qual foi desmentida no dia seguinte. 

Parece que não há nada demais nas brincadeiras feitas nesse dia. Por exemplo, alguns sites ensinam até como enganar (mentir) sem ser prejudicial. Mas, como uma mentira não pode ser prejudicial? 

Para o pragmatismo o que importa não é a verdade, mas se algo, mesmo sendo mentiroso, funciona. Ou seja, se funcionar, mesmo que seja a pior de todas as mentiras, isso deve ser aceito como verdade. 

O outro problema que envolve a mentira é o relativismo. Isaias mostra que tal pensamento é perverso e merece o juízo de Deus: Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Is 5.20)

Mas quando olhamos para a primeira mentira descrita na Bíblia, vemos que tal aceitação desta prática não foi nada pragmática e nem relativa, pois Deus disse a Eva que se comesse do fruto certamente morreria, e a serpente disse a ela que “certamente não morrerás” (Gn 3.4). Quando uma mentira é acreditada o estrago pode ser grande, assim como foi na queda de nossos primeiros pais (Adão e Eva), por terem dado ouvidos a voz do Diabo e não a voz de Deus, fez com que toda a humanidade ficasse debaixo da ira de Deus, sendo cada um de nós, desde a nossa concepção, merecedores do fogo eterno. 

Uma das proibições bem claras sobre a mentira é o nono Mandamento, que diz: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êx. 20.16). O “falso testemunho” leva em si várias circunstâncias de ocorrências (cf. Lv 6.1-7), mas o que está por volta é a mentira. A mentira em qualquer circunstância é pecado, até quando uma criança, quando acha algo na rua, diz que “achado não é roubado”, a Bíblia responde: [o] que achou o perdido, e o negar com falso juramento [...] Será pois que, como pecou e tornou-se culpado” (Lv 6.3,4). Ou também, com as nossas pegadinhas, ou até mesmo os trotes de faculdade, que são tratados como brincadeiras, a Bíblia responde: Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades. Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira” (Pv 26.18,19). 

A mentira é mostrada como um aspecto que pertence ao velho homem corrupto (Ef 4.22-25) e o mentiroso é tido como filho do Diabo (Jo 8.44), e a ordem bíblica é que aquele que mentia não minta mais, mas fale a verdade com o seu próximo ( Cl 3.9). 

Isto posto, a mentira, o pragmatismo e o relativismo são atos contra a verdade de Deus que acarretam em vários males que prejudicam não somente o autor do ato, mas aqueles que são afetados pela mentira. Portanto, os que amam e praticam a mentira ficarão de fora do reino eterno (Ap 22.15). 

Fonte:http://bereianos.blogspot.com.br


O povo de Deus deve ser conhecido como um povo que vive na verdade e pela verdade. Portanto, devemos fugir da mentira e não compactuar com os mentirosos.

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A OFERTA DA VIÚVA POBRE



Marcos 12: 41-44

41  E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito.
42  Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo.
43  E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro;
44  Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.


         INTRODUÇÃO

        
Certo dia o Senhor Jesus estava no templo, em Jerusalém, diante da arca do tesouro, observando os que ali lançavam suas ofertas. Muitos que entravam no templo colocavam gordas ofertas na arca, mas uma pobre viúva surgiu e depositou duas pequenas moedas, que valiam cinco réis. Foi neste momento que Jesus chamou a atenção dos discípulos dizendo: “Em verdade vos digo que esta pobre viúva depositou mais do que todos os que depositaram na arca do tesouro”.


         DESENVOLVIMENTO

        
Com estas palavras, o Senhor Jesus procurou mostrar que não é a “quantidade” daquilo que se dá que lhe é agradável, mas é aquilo que está no coração que lhe interessa. Ele mostrou que para agradá-lo não é preciso “muito”, pois Ele olha para o interior das nossas vidas e não para a aparência exterior. Desta forma, até uma pobre viúva, que aparentemente não tem nada, pode ser profundamente agradável ao Senhor.

        
O ato de dar, de ofertar, tem um profundo significado na Palavra de Deus, pois está escrito: “mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” – At 20:35. Aquilo que se oferta e a forma como se oferta, define muito bem o que há no coração da pessoa, expondo o seu interior e revelando aquilo que está encoberto. Naquele dia muitos deram muitas coisas, mas Jesus atentou somente para a oferta da viúva pobre. A mesma coisa aconteceu com a oferta de Abel, quando Deus atentou para o cordeiro ofertado por ele – Gên 4: 4. Tanto a oferta de Abel quanto a oferta da viúva pobre, são proféticas.

        
Existem pessoas que têm coisas para dar para a Obra do Senhor, mas às vezes elas só fazem isso quando essas coisas estão sobrando nas suas vidas. O seu tempo só é dado ao Senhor quando está sobrando; elas só lêem a Bíblia quando têm tempo, só vão à igreja quando sobra um tempinho ou quando estão bastante necessitadas. Nunca estão disponíveis para realizar algum trabalho de manutenção da igreja, sempre estão ocupadas quando são convocadas para a evangelização ou assistência aos novos, e assim por diante. Existem aqueles que não colocam seus bens à disposição da Obra; só usam seu automóvel se a estrada for boa, e mesmo assim se a igreja pagar o combustível.

Aqueles que agem assim têm o coração fechado, e sempre guardam o melhor que têm para si mesmos, esquecendo que na verdade tudo pertence ao Senhor. Este tipo de oferta não agrada ao Senhor e não chama a sua atenção, pois não existe gratidão nestas coisas, e o sentimento da adoração é muito superficial.

A pobre viúva representa a pessoa profundamente necessitada e dependente. Aquilo que ela oferta é tudo o que ela tem, é todo o seu sustento, é toda a sua vida. Ela não ofertou sobras, mas tudo que tinha; a partir daí sua vida passou a depender totalmente do Senhor. Ela não colocou seu coração na aparência daquilo que tinha na mão, pois sabia que o Senhor poderia lhe dar muito mais.

As duas moedas da viúva pobre apontam para a nossa entrega pessoal, para a comunhão da nossa vida com o Senhor Jesus. Aquilo que mais chama a atenção do Senhor não é outra coisa senão a entrega total da nossa vida a Ele, é a oferta sem reservas de tudo que temos em nós, a fim de que o Senhor use na realização da sua Obra, e a sua Obra é mais valiosa do que a nossa própria vida. Quando entregamos tudo que temos, alcançamos uma vida de plena comunhão com o Senhor, e nossa vida tem o valor do Ministério do Senhor Jesus – cinco réis.

CONCLUSÃO


Quando Jesus apontou para a oferta da pobre viúva, Ele estava mostrando aos discípulos um exemplo e uma forma de vida, uma vida de entrega total, como Ele mesmo se entregou por todos nós, morrendo na cruz para a nossa salvação. Jesus não negou nada ao Pai, mas ofertou sua vida por inteiro, e o Pai se agradou da sua oferta. 


Wallace Oliveira Cruz 
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terça-feira, 31 de março de 2015

IDE PREPARAR-NOS A PÁSCOA...



Texto: Lucas 22: 7-14

7  Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa.
8  E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos.
9  E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos?
10  E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar.
11  E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?
12  Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos.
13  E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e prepararam a páscoa.
14  E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

(  Mt 26:17-30    Mc 14:12-26  ),(  Mt 26:17-19    Mc 14:12-16  )


         INTRODUÇÃO
        
A Obra que o Senhor tem realizado, tem contado com a participação ativa dos seus servos através dos séculos. Deus não deseja fazer tudo sozinho, mas Ele tem envolvido aqueles que tem chamado neste trabalho. Podemos ver isso quando Deus levantou Moisés para tirar o povo de Israel do Egito, quando chamou Gideão, Sansão e outros para libertar seu povo de seus inimigos, e assim por diante. Para salvar a humanidade, Deus enviou Jesus, que se fez homem, e nos libertou de todos os nossos inimigos.

         DESENVOLVIMENTO

Aquilo que mais alega o coração do Senhor é ver seus servos realizando sua Obra e sua vontade. Ele é honrado através da obediência diligente dos seus filhos, e quando estes procuram conhecer sua vontade.

Quando Jesus se preparava para comer a Páscoa, onde estaria reunido com os discípulos pela última vez, Ele os orientou que preparassem o lugar determinado para isso. Podemos observar, através  daquilo que aconteceu a partir deste momento, como o Senhor procede e espera que procedamos na realização da sua vontade.

Verso 8 - Jesus revelou seu propósito, mas não teceu detalhes, pois esperou que os discípulos se interessassem pelo seu plano, e buscassem mais instruções para cumprir aquilo que Ele já havia revelado como sendo sua vontade.

Verso 9 - Os discípulos, então, pediram instruções ao Senhor, manifestando assim, o desejo de cumprir sua vontade integralmente. Se não estivessem interessados em fazer tudo como Ele queria, sairiam a procurar, e certamente voltariam com a desculpa de que não encontraram lugar algum, ou com um lugar que não era da vontade do Senhor, e desta forma o seu propósito não se cumpriria.

Verso 10 - Jesus revelou os detalhes, falando de um homem com um cântaro d'água no meio da multidão, de uma casa onde entraria e do dono da casa onde a Páscoa seria realizada.

Verso 11 - O Senhor revelou o que os discípulos deveriam dizer ao dono da casa, de modo que eles não falaram por si, mas transmitiram a mensagem que o Senhor tinha para ele.

Verso 12 - Jesus também falou dos detalhes da casa, do ambiente espaçoso e da mobília que havia nele. O Senhor conhece a vida e o coração das pessoas e tudo que há no seu interior.

Verso 13 - Depois de tudo orientado, os discípulos partiram para a missão, e encontraram tudo como o Senhor tinha dito. Tudo já estava pronto, era necessário apenas obediência para que tudo se cumprisse conforme a vontade do Senhor Jesus. Aquilo tudo propiciou aos discípulos o privilégio de participar da comunhão com Jesus, além de ver sua revelação se cumprir e sua Obra ser realizada - verso 14.

         CONCLUSÃO

A Obra do Senhor está toda pronta, e Ele tem nos revelado sua intenção e seu propósito. Nós precisamos exercitar a fé, buscar a orientação do Senhor e realizar a sua vontade.
        
Quando o Senhor revela algo que está incompleto, devemos continuar buscando, para sabermos como deve ser feito, onde fazer, quando fazer, o que devemos dizer, a quem dizer, etc.
        

A dinâmica da Obra requer nosso desprendimento e ação, orientada pela revelação. O Senhor tem estabelecido sua vontade quanto ao culto profético; cabe à igreja buscar os recursos para realizá-lo - dons espirituais com detalhes, atitude de fé diante do desconhecido, madrugadas, jejuns, oração, etc. Se não houver interesse por parte dos membros, não haverá frutos, a Obra irá enfraquecer e poderá parar definitivamente, pois Deus só nos dará uma nova revelação quando cumprirmos a primeira. 

Wallace Oliveira Cruz
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segunda-feira, 30 de março de 2015

FATORES QUE IMPLICAM NA FORMAÇÃO E EXISTÊNCIA DO LAR



TEXTOS PARA LEITURA DA SEMANA DA FAMÍLIA:
Segunda-Feira – Êxodo 20:12
Terça-Feira ----- I Timóteo 5:8
Quarta-Feira ---– Marcos 7:9-13
Quinta-Feira --– I Samuel 2:12-17
Sexta-Feira ----- I Samuel 2:18-26
Sábado ---------– I Samuel 2:27-36
Domingo –-------- Provérbios 19:26

INTRODUÇÃO

        
A casa é feita de pedra e o lar, de amor. O lar é um complexo de amizade, alegria, afetos, comunhão de idéias e ideais, confiança, respeito, fé, amor, sacrifício e renúncia, incorporado à vida diária dos pais e dos filhos.        Vejamos alguns fatores básicos na formação do lar:

1.  É necessário que interrompa a corrupção na descendência familiar.

Coloquemos o dique – É o primeiro mandamento com promessa. “Honra a teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” Ex 20:12.

Não façamos como os fariseus, que invalidavam os mandamentos do Senhor para guardarem as suas tradições. Mc 7:9-13.

CUIDADOS – SAÚDE DOS CÔNJUGES

Devem os cônjuges possuir algum conhecimento de biologia, que é o estudo da vida em todas as suas fases de desenvolvimento. Lembramos aqui um problema comum, que é o fator RH. Há mais de uma dezena de anos, foi descoberto no sangue humano o fator RH, que pode ser negativo ou positivo. Quando dois cônjuges apresentam fatores RH de signos diferentes, o primeiro filho pode não ficar prejudicado, mas os outros, alguns instantes após o nascimento, não toleram mais o sangue que possuem nas veias, transformando em veneno na hora da passagem do estado pré-natal para o de independência da mãe.

2.  O CUIDADO COM A FAMÍLIA

É aconselhável que os candidatos ao matrimônio submetam-se a um exame preparatório, e procedam ao tratamento que lhes for necessário, a bem dos futuros pais e da prole. É uma questão de prudência. “Mas se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior que o infiel.” I Tm 5:8.

3.  SALMO 127 – UM LAR EDIFICADO PELO SENHOR

Virtudes resultantes de uma boa formação: a fidelidade, o respeito, a honestidade, a humildade e sobretudo uma concepção altruística e cristã do lar, ficam em plano secundário. São de bom alvitre as palavras do salmista Davi, quando diz: “Se o Senhor não edificar a casa (sentido genérico), em vão trabalham os que edificam” Sl 127:1. Se colocamos Deus em tudo que fizermos, por certo o encontraremos em tudo que nos suceder.

O PROBLEMA ECONÔMICO
        
Há muitos que se casam sem ter um lastro financeiro que os possibilite vencer os primeiros anos em família. É um atraso fastidioso para a vida material no futuro

Para o casamento a manutenção do lar é fruto de uma consciência amadurecida. Entre os israelitas a sorte de uma mulher provinha de família abastada ou de elevada influência, que era das maiores proporções em relação à de menos fortuna. (Gênesis 16:6 e I Samuel 25:42). “E contentai-vos com o vosso soldo.” Lc 3:14.   

A infelicidade do pobre é querer viver e gastar como rico.

4.  PERIGOS NO CASAMENTO

Diz-nos o apóstolo Paulo “Não vos prendais a um jogo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” I Co 6:14. Em outra parte ele fala do casamento no Senhor. A razão da infelicidade, em muitos matrimônios, é o desdém com que os nubentes têm tratado o preceito acima. Quando Jesus disse: “Portanto o que Deus ajuntou não separe o homem”, estava referindo-se ao casamento no Senhor, ao casamento legítimo, ao casamento bíblico (no Senhor).

5.  PERIGO DA OMISSÃO – DESAJUSTES (Pv 19:26)

Aí estão os filhos extraviados, transviados, delinqüentes, viciados, órfãos de pais vivos, desajustados, irresponsáveis, perturbadores da paz na família, na igreja e na sociedade. Bebem,, fumam, dançam e cometem toda sorte de torpeza, inclusive afligir o pai e afugentar a mãe. A estes adverte o sábio Salomão: “Aquele que afligir seu pai, ou que faz fugir a sua mãe, é infame e desgraçado.” Pv 19:26.
    
“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” Ex 20:12.

6.  JESUS NO LAR

1.  Não esqueçamos que o amor a Deus e depois ao próximo (esposo ou esposa) é fundamental, é o alicerce do lar. “Tudo é belo em derredor com amor no lar.” (é parte de um hino).
2.  Havia em Betânia um lar onde a presença de Jesus era tida como uma bênção muito desejada e muito preciosa. Jesus deve ser o hóspede de honra em nosso lar.
3.  Jesus gostava do lar de Marta, Maria e Lázaro. Isto porque o lar era hospitaleiro, espiritual e sincero.

4.  Há casas, e familiares, mas lares, demasiadamente poucos. Falta a presença do amor (Espírito Santo)
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domingo, 29 de março de 2015

ABISAI SOCORRE DAVI


II Samuel 21: 16, 17

16  E Isbi-Benobe, que era dos filhos do gigante, cuja lança pesava trezentos siclos de cobre, e que cingia uma espada nova, intentou ferir a Davi.

17  Porém, Abisai, filho de Zeruia, o socorreu, e feriu o filisteu, e o matou. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: Nunca mais sairás conosco à peleja, para que não apagues a lâmpada de Israel.


            INTRODUÇÃO

Davi foi um homem de muitas batalhas, e ele era um homem muito valente. Na sua mocidade enfrentou um leão e um urso que queriam devorar as ovelhas de seu pai. Mais tarde ele enfrentou o gigante filisteu Golias e o matou com sua funda. Apesar de todos estes feitos, Davi não era um super-homem nem era auto-suficiente. Uma coisa que caracterizava a vida de Davi era a sua dependência do Senhor, e isso sempre lhe assegurou a vitória. Além disso, Davi também contava com a ajuda valiosa de seus homens, de seus valentes, que sempre o acompanhavam quando saía para pelejar contra seus inimigos. Esses valentes nunca recuavam diante dos adversários, e sempre estavam prontos a defender fielmente o seu rei e o seu povo.

            DESENVOLVIMENTO

Houve uma batalha travada contra os filisteus, em que Davi se cansou no meio da luta e por pouco não caiu nas mãos de outro gigante filisteu, de nome Isbi-Benobe, cuja lança pesava trezentos ciclos de cobre. Naquela hora, não fosse o socorro providencial de Abisai - um dos valentes de Davi - que matou o gigante antes que ele atingisse Davi, e o rei estaria perdido.

Este fato ocorrido com Davi - tipo da Obra - mostra a interdependência que deve existir entre os membros do Corpo de Cristo - a igreja - em todos os momentos de sua caminhada. Não há ninguém auto-suficiente entre os que fazem parte do exército do Senhor, mas até aqueles que parecem mais fortes precisam da ajuda e do socorro dos demais. Esse posicionamento nos conduz à humildade e ao reconhecimento de que cada irmão tem seu valor e importância dentro da igreja, e que precisamos de sua ajuda em várias ocasiões. No Getsêmani, o Senhor Jesus se sentiu angustiado e pediu ajuda aos discípulos, para que orassem por Ele. Esse é um dos maiores exemplos de humildade e dependência que encontramos na Bíblia.

O pastor da igreja foi escolhido por Deus para estar na posição de governo, mas isso não significa que ele não precisa de ajuda de todos os membros da igreja. Ele não é auto-suficiente, mas um homem que tem grandes lutas, que sente fraquezas e necessidades em muitos momentos de sua vida e de seu ministério. As orações da igreja muitas vezes têm sustentado sua vida e seu ministério, quando vem o cansaço e a provação. O apoio dos diáconos e obreiros, do grupo de intercessão e de toda a igreja, são primordiais na vida de qualquer pastor. Sem a ajuda do Senhor, em primeiro lugar, e também da igreja, o pastor não pode fazer nada.

            CONCLUSÃO

Abisai tipifica o servo que entende e discerne quando aquele que foi levantado pelo Senhor corre perigo. Nesta hora ele se levanta e logo intervém para socorrer seu companheiro, a fim de que ele sobreviva ao perigo e ameaça do inimigo.

Davi era considerado pelos seus valentes como a “lâmpada de Israel”, e por isso era poupado e preservado em algumas lutas e não os acompanhava ao campo de batalha.
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