PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!

"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chibolete ou Sibolete?

Juízes 12: 1-7


INTRODUÇÃO


Os filhos de Amon, certo dia, tentaram recuperar a região de Gileade que foi tomada pelos israelitas quando Canaã foi conquistada. Os anciãos de Gileade, então, buscaram ajuda de Jefté (Deus abre) para que os amonitas não conseguissem seu intento.

DESENVOLVIMENTO

Jefté, que tempos atrás havia sido rejeitado e deserdado pelos seus irmãos, agora é colocado como cabeça sobre os homens de Gileade para enfrentar os amonitas.

Depois de tentar uma solução pacífica para o problema, sem obter sucesso, Jefté parte para a peleja e derrota os inimigos em vinte cidades, tomando posse delas.

Depois da vitória, os efraimitas se organizaram e seguiram contra Jefté, revoltados pelo fato de não haverem sido convocados para a peleja, reclamando o direito às terras conquistadas e ameaçando colocar fogo na casa de Jefté e também nas casas dos gileaditas.

Jefté argumentou com eles que os havia convocado, mas eles não atenderam à convocação. Em seguida houve uma batalha entre os gileaditas e os efraimitas, e estes foram derrotados. Alguns sobreviventes fugiram em direção ao vau do Jordão, mas foram interceptados e capturados.

Os efraimitas que foram capturados no vau do Jordão, tentaram escapar dizendo que não eram da tribo de Efraim, então foram submetidos a um teste para comprovar se falavam a verdade ou não. O teste consistia em pronunciar corretamente a palavra Chibolete.

Esta palavra não era bem pronunciada pelos efraimitas, de modo que quando eles tentavam, logo eram denunciados, pois sua pronúncia era Sibolete. Todos eles então, foram identificados como efraimitas e executados ali mesmo.

CONCLUSÃO

Jefté tipifica o Senhor Jesus, que foi rejeitado pelos judeus, mas colocado como cabeça da igreja, que é formada pelos gentios. Nós não tínhamos direito à herança alguma, mas o Senhor se fez nosso comandante e nos convocou para combater contra o inimigo que deseja dominar aquilo que não lhe pertence.

A igreja fiel tem lutado na força do Espírito Santo e tem vencido o inimigo, conquistando “novas terras” para o seu reino. Para esta luta, o Senhor tem convocado todo o seu povo, mas há aqueles que não atendem ao chamado do Senhor, há aqueles que nunca se dispõem para ajudar e só aparecem para receber a bênção. Na hora da luta não se pode contar com eles, mas quando é para gozar os frutos (subir ao Maanaim, participar de seminários, fazer parte de grupos, cear, etc.), eles logo aparecem reclamando com todo ímpeto os “seus direitos”.

Estas pessoas são como os efraimitas, que foram comparados pelo Senhor como um “bolo que não foi virado”, e só assou de um lado. São pessoas indefinidos, que não entenderam a Obra do Senhor, não entenderam a revelação e não participam daquilo que o Senhor está fazendo na igreja nesta hora. Elas também não têm intimidade com o nome de Jesus nem com a sua Palavra, e no momento de maior necessidade não conseguirão ser identificadas como servos do Senhor.

Chibolete quer dizer “Rio caudaloso, enchente”, representando a bênção do Espírito Santo, o transbordar do Rio de Águas Vivas no nosso coração. A Bíblia diz: Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. É preciso, portanto estar identificado com todo o projeto de Deus, para sua segurança e entrada na Eternidade.



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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Como a Igreja vê Jesus


Hebreus 2: 9

1. Como o mundo vê Jesus:

O mundo tem uma visão distorcida e errônea a respeito do Senhor Jesus. O mundo muitas vezes o vê com desprezo e rejeição, não valorizando nem reverenciando o nosso Senhor, e ele faz isso porque não tem o seu Santo Espírito.
           
O mundo não sabe realmente quem é Jesus, por isso muitos dizem e escrevem coisas que não são verdadeiras a seu respeito, comparando-o a um homem qualquer, a um pecador como os demais. Existem aqueles que transformam Jesus em um ídolo de madeira, metal ou outro material qualquer. Outros dizem que Ele foi o maior “Assistente Social” que existiu, um filósofo, um revolucionário e um agitador da ordem no seu tempo. Fizeram filmes, escreveram livros e peças teatrais sobre sua vida, mas em todos os casos, essas pessoas não o conheceram, nem conseguiram fazer com que alguém o conhecesse através de suas obras.
           
Para o mundo Jesus está morto, e por isso vive como se isso fosse uma realidade. O mundo zomba do Senhor Jesus, e não crê na sua Palavra, não conhece a vida eterna que Ele tem para dar, nem leva isso em consideração.


2. Como a Igreja vê Jesus:

“Vemos porém coroado de glória e de honra...” – A igreja “vê”, isto é, ela crê, ela tem a revelação de um Jesus vivo, que possui um reino, por isso está coroado de glória e de honra. Esta visão que a igreja tem do Senhor Jesus é revelada pelo Espírito Santo, através da comunhão que tem com Ele todos os dias. É uma visão firmada na fé e na experiência vivida com o Senhor Jesus.

“Aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos...” – Jesus deixou a glória que tinha na eternidade junto ao Pai para se tornar homem como nós, para que pudesse se tornar o nosso Salvador, o Autor da nossa fé. Ele não se tornou homem para pecar, e sim para cumprir toda a Lei de Deus e tomar sobre si os nossos próprios pecados e cravá-los na cruz. Por isso Ele se tornou homem, um pouco menor que os anjos. Somente um Deus amoroso e misericordioso poderia suportar tal coisa.

“Para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos” – Jesus é a manifestação da Graça de Deus derramada sobre todo o mundo. A sua morte foi a decretação da nossa vitória contra a morte e a condenação eterna. A igreja tem reconhecido todo o sacrifício de Jesus e não o tem desprezado, pois ela sabe que nele está a revelação do grande amor de Deus e por isso Jesus é adorado como Senhor e Rei. Jesus é digno de toda a glória e honra porque tornou-se homem, deu sua vida imaculada e pura, em favor de todos nós. Por isso o vemos e o reconhecemos como nosso Senhor e Salvador.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Calebe toma Hebrom


Josué 14: 6-12

INTRODUÇÃO


 O Senhor Jesus declarou certo dia, que o Reino dos Céus seria tomado à força (Lc 16: 16) e o apóstolo Paulo, animando os crentes de Listra, Icônio e Antioquia, disse que por muitas tribulações importava entrar no Reino de Deus (At 14: 22). Na verdade, tudo que Deus planejou para o homem já está preparado. Jesus afirmou que na Casa do Pai haviam muitas moradas, no entanto há muitos inimigos que precisam ser vencidos ao longo do caminho.
As provações, as tribulações e as tentações, são elementos que se levantam como barreiras para impedir a vitória, mas que fazem parte da caminhada. Diante de tudo que precisamos enfrentar, o exemplo de Calebe, quando conquistou Hebrom, precisa ser seguido, para que possamos tomar posse da herança.

DESENVOLVIMENTO

Ainda no Deserto de Parã, quando saia do Egito, Moisés enviou doze homens para espiar a terra de Canaã, com o propósito de colher informações a respeito das cidades, de seus habitantes, da geografia, do clima, etc. e depois de 40 dias eles voltaram com o relatório. Dez destes homens entregaram um relatório que “derreteu” o coração do povo, provocando uma revolta. Apenas Josué e Calebe perseveraram em seguir ao Senhor e confiar na vitória, apesar das dificuldades.
Naquele dia Moisés jurou a Calebe, dizendo: “Certamente a terra que pisou teu pé será tua, e de teus filhos, em herança perpetuamente; pois perseveraste em seguir ao Senhor teu Deus”.

Quarenta e cinco anos depois, coma idade de oitenta e cinco anos, Calebe lembra a Josué a palavra dita por Moisés, e demonstra a mesma força, ânimo e disposição que tinha naquela ocasião, e ele pede a Josué que lhe dê o monte onde estava a fortificada cidade de Hebrom, para que suba a ela e a tome como herança. Ë impressionante o fato de Calebe, depois de tudo que passou no deserto, depois das lutas e contrariedades que enfrentou na vida e já avançado em idade, ainda manter o mesmo vigor que tinha na juventude para continuar lutando pela causa do Senhor. Ele confessa que a sua força naquele dia é a mesma que tinha quarenta e cinco anos atrás, e que a sua disposição para a guerra, para sair e para entrar não mudaram com o passar do tempo. O segredo desta disposição de Calebe, estava na perseverança em seguir ao Senhor.

O monte que Calebe almejava, não estava desocupado, esperando por ele e seus filhos, mas estava povoado por homens gigantescos, por guerreiros valentes, e as cidades eram fortificadas por altas muralhas de pedra. Mas Calebe não atentou para nada disso, antes, como sempre fez, confiou no Senhor para lhe dar vitória contra seus inimigos e seguiu para a peleja, conquistando depois dela, a fortaleza de Hebrom.

Nossa luta para tomar posse da Terra Prometida é semelhante, só que é uma luta espiritual. Os mesmos problemas com todos os seus detalhes, a igreja enfrenta hoje em dia, caminhando neste deserto, que é o mundo. Deus prova a nossa fé e procura aperfeiçoá-la através dos desafios, lutas e circunstâncias do nosso dia a dia. As nossas reações são as mais diversas, diante de tudo que acontece conosco, e assim também aconteceu com o povo de Israel nas provações do deserto. Diante das provas, uns reagem com indignação, murmurando por causa de sua situação, outros desejam e voltam para o mundo, desistindo da caminhada. Outros enfraquecem e perdem tempo precioso nas suas vidas, e muitos se acovardam diante das lutas e retrocedem sem nenhuma resistência.

Apesar de tudo isso, há aqueles que, como fez Calebe, olham para o invisível e se apossam pela fé, daquilo que ainda não está nas suas mãos, perseverando em avançar, firmes e confiando nas palavras do Senhor Jesus, que disse: “Aquele que perseverar até o fim, será salvo”. Esses são os Calebes de hoje em dia, os quais não esmorecem diante das opressões dos parentes, da decepção com alguns irmãos, de alguma palavra de exortação ou diante de enfermidades e problemas repentinos desta vida. Nada consegue abater seu ânimo, pois estão com os olhos voltados para o Senhor e não para os homens. Até mesmo o tempo consegue fazê-los enfraquecer, pois vivem no tempo de Deus, que é a eternidade. O segredo da sua vitória é o mesmo de Calebe: A perseverança em seguir ao Senhor.

CONCLUSÃO

Somente aqueles que entenderam que a Obra do Senhor não é uma religião ou uma denominação, conseguem manter o vigor do Espírito em todas as situações de suas vidas, não se deixando abater pela aparência das coisas que os cercam.   
           
Existem muitos servos que no início da sua vida espiritual, eram vigorosos e entusiasmados na realização da Obra. Faziam tudo com alegria e disposição, mas depois de algum tempo mudaram de atitude e se tornaram indispostos e desanimados, se acomodaram  e passaram a murmurar contra sua própria sorte. As lutas o fizeram perder o primeiro amor, e como Barzilai rejeitou o convite de Davi para morar com ele em Jerusalém, estes também têm parado à beira do Rio Jordão (momento do arrebatamento), preferindo muitas vezes o mundo, a religião e a aprovação dos parentes e familiares, deixando para trás a Obra do Senhor e a Vida Eterna com o Senhor Jesus.          


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domingo, 4 de dezembro de 2016

Bem-aventurado aquele quem tu escolher...


Salmo 65: 4 

INTRODUÇÃO 

Há um ponto muito importante a ser considerado no nosso relacionamento com o Senhor: Não fomos nós quem o escolhemos, mas Ele foi quem nos escolheu a nós, e nos fez chegar à sua presença por intermédio do seu Espírito Santo.

Este fato glorioso mostra claramente a misericórdia do Senhor para conosco, e nos leva a constatar a razão da nossa bem-aventurança, pois no meio de tantas pessoas o Senhor nos escolheu e chamou para a sua presença, para que pudéssemos habitar nos seus átrios.
  

DESENVOLVIMENTO 

Quando optamos por alguma coisa na nossa vida, temos o direito e a liberdade de também rejeitar aquilo que escolhemos, a partir da perda do interesse. Podemos escolher uma profissão e trocá-la por outra depois, podemos escolher uma casa, um carro, e depois trocá-los sem problemas.

Mas no caso da nossa vida para com o Senhor não é assim. Nós não podemos rejeitar o Senhor nem trocá-lo por outro, pois não fomos nós quem o escolhemos, mas fomos escolhidos por Ele. A partir de então, somos propriedade d’Ele e não podemos fugir desta posição.

Se alguém é chamado, não pode dizer que não quer ser d’Ele, e se alguém lhe pertence, não pode dizer que não quer mais lhe pertencer, e sair dos seus átrios. Só o Senhor tem o direito de nos rejeitar, e Ele não deseja fazer isso, pois nos ama e nos quer na sua presença.

Quando o Senhor escolhe alguém e o chama, Ele então o conduz à igreja. A igreja é como o átrio do templo. O átrio era exterior ao santuário, era a parte imediatamente anterior a ele, o santuário nos fala da eternidade. Esta é a posição da igreja em relação à eternidade. Aqui na terra ainda estamos “fora” do Tabernáculo Eterno, mas estamos juntos a ele, separados apenas pelo arrebatamento. Quando acontecer o arrebatamento, seremos introduzidos diretamente na eternidade, e lá iremos nos satisfazer na bondade da Casa do Senhor e no seu Santo Templo.  

CONCLUSÃO 

A bondade procede do Pai, pois só Ele é bom, e n’Ele nos satisfaremos. O Santo Templo é o Senhor Jesus, no qual adoraremos ao Pai por toda a eternidade. Antes de tudo isso é preciso habitar nos átrios, é preciso estar na igreja cada dia, florescendo nela, aprendendo através da Palavra, crescendo na fé e servindo àquele que nos escolheu para fazer parte da sua natureza e do seu reino eterno.


O átrio é um lugar de serviço, de trabalho, de realização da Obra do Senhor, e é neste lugar que Ele quer que permaneçamos até que chegue a hora da nossa subida para a eternidade.
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sábado, 3 de dezembro de 2016

Aplicai os vossos corações aos vosso caminhos...


Ageu 1: 2-8 

INTRODUÇÃO

 No ano 587 a.C. o rei Nabucodonosor invadiu Jerusalém e destruiu a cidade e o templo, além de matar grande número de judeus, levando alguns sobreviventes para Babilônia como escravos. Este cativeiro do povo de Israel durou 70 anos e no fim deste período o Senhor levantou Ciro, rei da Pérsia, para fazer cumprir sua Palavra acerca da reedificação de Jerusalém. Ciro elaborou um decreto e deu permissão a Zorobabel, para que seguisse para Jerusalém com um grande número de judeus voluntários, a fim de edificar o Templo do Senhor que estava em ruínas. Ao chegar em Jerusalém, os trabalhos de construção do templo não passaram da edificação do altar, pois o povo voltou-se para seus interesses particulares, buscando cada um edificar sua própria casa, plantar sua vinha, cuidar de suas searas e negócios do dia a dia. Com isso a Obra do Senhor foi deixado de lado e esquecida.

DESENVOLVIMENTO 

Deus colocou o homem nesta terra para ser a Glória do seu próprio Nome. No entanto, o homem se afastou do propósito de Deus, voltando-se para o pecado, distanciando-se de Deus e tornando-se cativo no mundo pelo adversário. Mas Deus, por causa da sua misericórdia, proclamou a libertação do homem através do Rei Jesus. A Bíblia diz que o homem é o Templo do Espírito Santo, a morada do Senhor e o lugar onde Ele quer ser adorado. Mas este templo (a vida do homem) está em ruínas por causa do pecado, e o seu coração profanado por toda sorte de idolatria a mal. Deus reclama o seu direito, enviando o seu Filho Jesus para realizar a obra de reedificação e restauração da vida do homem, para que o propósito da sua criação seja alcançado. Cabe ao homem atentar para a voz do Senhor, e buscar uma bênção de comunhão com o Pai.

Verso 2 - ... Este povo diz: Não veio ainda o tempo... - Deus convida o homem a reedificar a sua vida espiritual que está destruída, mas muitos rejeitam o chamado do Senhor dizendo que ainda não é tempo, pois são ainda muito jovens e precisam aproveitar a vida, outros dão as mais variadas desculpas para não atenderem o chamado para uma vida nova com o Senhor, terminando por adiar aquilo que é de suma importância e urgência nas suas vidas, isto é, a sua salvação.

Verso 5 - ... Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos ... - Deus sempre está exortando o homem a buscar conhecer a razão e os motivos da sua existência, na esperança de que ele descubra a verdade e abra o coração para as coisas espirituais e eternas. A maioria das pessoas pensa que tudo na vida e mero acaso ou questão de sorte, desconhecendo que Deus tem um Projeto para cada pessoa que nasceu neste mundo.

Verso 4 - ... para vós é tempo de habitardes em vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? - O Senhor aponta para o fato de o homem sempre estar preocupado com o que é do seu interesse, e sempre ter tempo para estas coisas, mas para as coisas do Senhor e para a edificação de sua vida espiritual ele nunca tem tempo nem interesse. Muitos são demasiadamente eficazes em relação às coisas desta vida, mas para as coisas espirituais e eternas são negligentes e irresponsáveis.

Verso 6 – Semeais muito, e recolheis pouco ... - Esta é a dura realidade da vida de muitos por causa da sua posição em relação à Obra do Senhor. Muitos lutam nesta vida em busca dos seus objetivos e projetos, almejam a felicidade, trabalham e estudam, perdem horas de sono e descanso, tentam alcançar a paz e a auto-satisfação, e no final o que resta é quase nada. A decepção de quem se esforça para conseguir algo e no final só consegue angústia e tristeza, tem sido uma constante na vida de muitos.

Verso 6 - Comeis e não vos fartais, bebeis, mas não vos saciais ... - No mundo, o homem é um eterno insatisfeito. Ele nunca acha uma maneira de preencher o vazio do seu coração, por mais que se esforce, sempre está faltando alguma coisa. Se ele busca uma religião para resolver suas necessidades, esta não o alimenta e não mata a sua sede, pois não tem a revelação do Pão da Vida e da Fonte das Águas Cristalinas.

Verso 6 – Vestis-vos, mas ninguém se aquece ... - O homem busca se aquecer e se cobrir com a religião, mas esta não o livra da frieza espiritual em que vive. A religião não substitui o Fogo do Espírito Santo.

Verso 6 – O que recebe salário, recebe num saco furado ... - No final de todo o esforço, os que recebem alguma recompensa, percebem que não valeu a pena lutar tanto por nada. As necessidades e o vazio continuam como antes, pois nada se compara com a eternidade.

Verso 7 – Aplicai os vossos corações ... - Novamente o Senhor apela para a consciência do homem. Ele permite que o homem sofra para que reflita e se volte para sua presença, para que possa se revelar e lhe dar tudo que precisa para ser feliz e seguro. 

CONCLUSÃO 

Verso 8 – Subi ao monte ... - Quando o homem reconhece sua real situação e se volta para o Senhor, Ele começa a mostrar o Caminho para a libertação. É através do monte da comunhão com Deus, através de Jesus, que tudo começa a se transformar na vida do homem. Em Jesus ele vai encontrar a Salvação e o perdão, que trarão a verdadeira paz ao seu coração. Jesus será o Pão e a Água que satisfarão todas as necessidades do seu coração.

Verso 8 – Trazei madeira e edificai a casa ... - A madeira fala do homem, pois é ele que Deus usa na edificação da sua casa e do seu templo. A partir daí, o Senhor passa a morar no seu coração, sendo glorificado na sua vida. O homem passa a entender que a razão da vida é servir ao Senhor no monte, trazendo madeira para a constante edificação da sua Obra.                                                                                            
                                                                                                                


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Apega-te, pois, a Deus


Jó 22: 21-25

“Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem. Aceita, peço-te, a lei da sua boca, e põe as suas palavras no teu coração. Se te voltares para o Todo-Poderoso, serás edificado; se lançares a iniqüidade longe da tua tenda, e deitares o teu tesouro no pó, e o ouro de Ofir entre as pedras dos ribeiros, então o Todo-Poderoso será o teu tesouro, e a tua prata preciosa”. 

INTRODUÇÃO

Jó foi um homem que viveu uma das mais amargas experiências que um homem poderia viver. Ele era um homem rico e respeitado por todos na sua cidade, que gozava de plena saúde e que tinha uma família bem estruturada. Mas um dia, repentinamente, tudo mudou na vida de Jó. Seus bens foram saqueados e destruídos, seus filhos morreram no desabamento da casa onde estavam e uma enfermidade terrível encheu o corpo de Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até o alto da cabeça.

Por um longo período Jó sofreu coisas inimagináveis; sua vida aparentemente havia perdido o sentido, no entanto, o Senhor estava trabalhando no seu coração, no seu interior, revelando o verdadeiro sentido da vida e ensinando-o aquilo que realmente é mais importante na existência de todo homem.


DESENVOLVIMENTO

            Nos versos acima, Jó traduz a suma da sua experiência e as conclusões a que chegou, em meio às suas provações. Ele escreve o que se segue, aconselhando seus ouvintes:

·       Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem – O homem não foi criado para viver separado nem distante de Deus, mas para estar na sua presença e apegado a Ele. O pecado separou o homem de Deus, fazendo com que todo o mal viesse sobre sua vida, inclusive a morte. Mas Deus enviou o seu Filho Unigênito, o Senhor Jesus, para morrer no lugar do homem e desfazer toda a inimizade e separação existentes. Através da Obra Redentora realizada por Jesus, todos podem se aproximar e se apegar a Deus, trazendo todo o bem (as bênçãos do Senhor) sobre suas vidas.

·       Aceita, peço-te, a lei da sua boca, e põe as suas palavras no teu coração – Para que tudo que foi mencionado acima se cumpra na vida de qualquer pessoa, ela precisa aceitar a Palavra do Senhor e a sua Lei (sua vontade) no seu coração, através da fé no senhor Jesus.

·       Se te voltares para o Todo-Poderoso, serás edificado – O pecado trouxe a ruína e a destruição sobre a vida do homem. Toda sorte de miséria se abateu sobre ele por ter se afastado do Senhor. Sua vida espiritual foi destruída, sua saúde foi afetada, sua família foi atingida, todas as áreas da sua vida foram seriamente danificadas por causa do pecado. Mas se o homem se voltar para o seu Criador, se ele buscar a sua face e a sua presença, Ele virá morar no seu coração e tudo se transformará. O Espírito Santo começará a restaurar todas as coisas e edificará a vida do homem novamente. A vida espiritual será restaurada, sua saúde, sua família, seus sentimentos, tudo será tocado e trabalhado pelo Espírito do Senhor.

·       Se lançares a iniqüidade longe da tua tenda – Quando isso acontece, uma nova vida passa a existir no interior do homem. A partir daí ele precisará lançar todo o pecado para longe. As coisas antigas passaram, o modo de viver, os costumes, os vícios, etc. precisam ser abandonados, para que a Obra do Senhor se processe dia após dia, e a nova vida, dada pelo Espírito Santo, vá assumindo o controle de tudo.

·       E deitares o teu tesouro no pó, e o ouro de Ofir entre as pedras dos ribeiros – O homem natural tem os seus tesouros e os seus valores nesta vida, mas para alcançar o verdadeiro tesouro, ele precisa reputar essas coisas como perda, como fez o apóstolo Paulo, e adquirir a verdadeira riqueza, que é a salvação. O que ele tem de mais precioso – o ouro de Ofir - é a sua própria vida, e ela precisa ser entregue ao Espírito Santo, para ser moldada e alcançar assim o seu verdadeiro sentido e valor. 

CONCLUSÃO

·       Então o Todo-Poderoso será o teu tesouro, e a tua prata preciosa – As coisas desta vida não satisfazem a alma humana. A bênção do Senhor é que enriquece e não acrescenta dores. O verdadeiro tesouro é ter o Senhor Jesus no coração, pois Ele é a prata preciosa, a nossa eterna Salvação. Só a presença do Senhor dá ao homem a verdadeira paz e sentido de viver. As coisas que o mundo inteiro pode oferecer, não se comparam à riqueza do conhecimento revelado no Senhor Jesus.



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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Onde Deus está quando as tragédias acontecem?

No dia 29/11/2016 o mundo acordou com a triste notícia da queda do avião que levava os jogadores da Chapecoense para o jogo mais importante de sua história. Além dos jogadores havia diretores, comissão técnica, jornalistas e tripulação.


Com a mais profunda tristeza em nossos corações, começamos a procurar palavras para explicar o inexplicável. Procuramos entender o ininteligível, compreender algo que simplesmente não cabe em nossas mentes e corações.
Procuramos palavras para expressar um sentimento que na verdade jamais desejaríamos possuir; e nos pegamos sem querer, consternados, atônitos, mudos.


Como entender que o “milagre” de Danilo nos acréscimos da semifinal que enlouqueceu a Arena Condá, seria o passaporte para uma viagem sem volta? A pergunta que você não quer fazer, mas que não sai da mente nesta hora é: Onde estava Deus quando isso aconteceu? Não seria melhor então ter sofrido o gol e ter ficado pelo caminho? Com certeza a tristeza profunda da derrota, jamais se compararia com a perda de tantos talentos, e o luto de tantas famílias.


Estou convicto que toda Chapecó, ou melhor, que todo o Brasil trocaria a classificação pela vida de cada um de nossos irmãos e mais uma vez me perguntamos onde estava Deus?


Onde Deus Está Quando as Tragédias Acontecem?


Tragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos, no início ou na melhor parte deles. Elas não têm a cortesia de esperá-los terminarem.


A tragédia, em geral, parece acontecer só com as outras pessoas. Mas quando ocorre conosco, uma pergunta insistente paira no ar: por quê? Onde Deus está quando a tragédia ataca? Ele sabe onde estamos e o que está acontecendo conosco? Ele vê quando estamos sofrendo? Realmente se importa? Se sim, por que não vem nos socorrer?


Jamais entenderemos os problemas; jamais compreenderemos todas as desgraças, enquanto não buscarmos desvendar o que se passa por trás de tudo isso. Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus.


Precisamos, realmente, compreender o dilema divino. Deus não queria brinquedos para manipular e controlar. Ele não criou robôs. O Criador não tencionou formar pessoas movidas a bateria. Ele queria gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado. Deus queria que os homens fossem livres para escolher. “Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor.” Josué 24:15. Essa foi a liberdade de escolha que Deus deu aos anjos e a todos os seres criados. Quando fez isso, Ele correu um tremendo risco: alguém, em algum lugar, poderia escolher se rebelar. E foi exatamente isso o que aconteceu.


O profeta Isaías escreveu a esse respeito: “Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.” Isaías 14:12 a 14. Lúcifer era o filho da alva! Era o anjo mais elevado do Céu, aquele que ficava junto ao trono! Mas ele ficou orgulhoso e quis ocupar o lugar de Deus!


Aprendemos mais sobre esse assunto no livro do profeta Ezequiel: “Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes. Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você. Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis.” Ezequiel 28:14, 15 e 17. Que lindo anjo Lúcifer deve ter sido! Mas o coração dele se exaltou por causa da sua beleza. Ele corrompeu sua sabedoria por causa de seu resplendor.


Há pessoas que dizem que Deus é o responsável pelo mal, por ter criado Lúcifer. Afirmam que Deus criou o diabo. Mas isso não é realmente verdade. O que a Bíblia nos revela é que “o anjo de luz” era perfeito nos seus caminhos desde o dia em que foi criado. E o Criador deu-lhe o poder e a liberdade de escolha da mesma maneira como faz conosco.
Ao exercer sua liberdade de escolha, Lúcifer transformou-se em alguém mau. Diante disso, o que Deus faria? Observe o dilema divino: Deus poderia impedir a rebelião do anjo caído, deixando de criar pessoas. Ele poderia preencher o Universo com sóis, galáxias e planetas, deixando-os desabitados. No entanto, Deus preferiu criar as pessoas porque só elas podem amar.


Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus.


Depois da rebelião de Lúcifer, a harmonia do Universo acabou, mas ainda restaram várias opções. Deus poderia ter optado forçar Seus súditos ou poderia descartá-los, jogando-os fora, como se faz com brinquedos quebrados. Caso Ele tivesse agido dessa maneira, não seria compreendido. O Pai provaria apenas que, de fato, queria robôs e não pessoas que pudessem exercer a liberdade de escolha. Deus poderia explicar as razões pelas quais expulsou os anjos rebeldes do Céu; mas explicar a natureza do pecado estaria além da compreensão de seres que nunca tinham presenciado o pecado.


Talvez, Deus pudesse simplesmente ignorar a rebelião, mas se tivesse agido assim, o resultado seria o caos, já que ela poderia se alastrar e o Universo inteiro cairia. Só havia uma maneira segura de lidar com a rebelião: permitir que o pecado demonstrasse seu verdadeiro caráter. E isso levaria muito tempo. Implicaria em milhares de anos de sofrimento, guerras, catástrofes, inveja, ódio e violência, tudo isso causado pelo anjo rebelde. Seria necessário tempo suficiente para que seres humanos, anjos e habitantes de outros mundos vissem a verdadeira face do pecado. Deus, então, poderia finalmente destruir o pecado sem nenhuma voz de reprovação.


A segurança do Universo exige que o pecado seja destruído, um dia. Mas Deus não tomará essa decisão extrema se não tiver a aprovação de todos os seres inteligentes. No entanto, a rebelião demandou uma ação imediata da parte de Deus. E o resultado foi uma guerra no Céu. “Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram. Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus. O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada Diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados à terra.” Apocalipse 12:7 a 9.


O pecado será destruído, um dia. A segurança do Universo exige isso.


A rebelião de Lúcifer havia trazido uma assustadora nota de discórdia à harmonia celeste. Uma decisão deveria ser tomada, pois a ameaça dessa desarmonia se espalhar pelo Universo era real. Por isso, Miguel e Seus anjos lutaram contra o dragão (antes Lúcifer, agora Satanás) e seus anjos. O diabo e seus adeptos foram derrotados e, finalmente, expulsos do Céu.


A despeito de saber o risco que o nosso planeta correria, o plano da Criação seria mantido. Os seres humanos também seriam criados com liberdade de escolha. E quando o plano da criação deste mundo foi executado, Deus estava tranqüilo porque sabia exatamente o que fazer caso Adão e Eva participassem da rebelião proposta por Satanás. Deus enfrentaria seu inimigo não com força nem com armas, mas com uma cruz. A Trindade havia concordado que se os seres humanos se juntassem à conspiração, Deus, o Filho (a segunda pessoa da Trindade) viria à Terra para morrer em lugar do homem. Deus já possuía o Calvário em Seu coração porque Ele salvaria toda a humanidade com o “Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo.” Apocalipse 13:8.
Que declaração! Ela nos conta uma tremenda história. O Cordeiro (Jesus) estava pronto para morrer desde a fundação do mundo. Essa seria a arma com a qual Deus combateria o pecado: o Cordeiro morto numa cruz. E, com essa arma, Ele seria vencedor. E agora, Satanás abandonaria sua guerra contra Deus? Não!


Ainda assim, é impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento. O sofrimento será sempre um mistério até que compreendamos o que está acontecendo nos bastidores. Temos a tendência de creditarmos a nós mesmos todos os sucessos e as coisas boas da vida e de culparmos a Deus por todas as desgraças e tragédias.


A Bíblia nos relata a interessante experiência de Jó. Ao lê-la, conhecemos os participantes que estão por trás das cenas da vida. Somos informados que ocorreu uma conversa entre Deus e Satanás. O Senhor conhecia a lealdade de Seu servo, mas Satanás, por sua vez, declarou que Jó servia a Deus somente porque era favorecido. Sendo assim, permitiu que Satanás fizesse o que bem entendesse, desde que não tocasse na saúde dele. “Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenas não toque nele. Então Satanás saiu da presença do Senhor.” Jó 1:11 e 12.


Apesar de tudo o que lhe sobreveio, Jó manteve sua total confiança em Deus. Então, Satanás disse que se pudesse atingir a saúde dele, sua lealdade vacilaria. Deus permitiu que o diabo prosseguisse, desde que poupasse a vida do seu servo. “Estende a tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, ele está nas suas mãos; apenas poupe a vida dele. Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça.” Jó 2:5-7. As chagas vieram… E como doíam! Os que se diziam amigos de Jó, sentaram-se e olharam para ele durante sete dias sem dizer uma só palavra.


Quando abriram a boca, disseram que ele deveria ser um terrível pecador para merecer tamanho castigo. Que tortura! Aqueles homens pensaram que Deus estava provocando tudo aquilo, afinal de contas, para eles, Deus era o responsável. Muitas pessoas ficam confusas nesse ponto, mas é Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.


É impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento.


A exemplo do que fez no passado, Jesus gostaria de andar pelos caminhos e vilas, pelos hospitais e clínicas e não deixar nenhum doente. Ele gostaria de mandar para casa cada paciente perfeitamente curado, impedir que os carros colidissem, evitar que os aviões caíssem, que os acidentes ocorressem e que os terremotos, as inundações e os incêndios não acontecessem. Mas se Deus realmente gostaria que todas essas coisas não acontecessem, por que não o faz? Por que Ele não se apresenta e acaba com o sofrimento? Seu poder estaria faltando? Deus não pode fazer alguma coisa pelos nossos problemas além de expressar Sua simpatia?


Não seria justo mencionar falta de poder para Aquele que falou e tudo se fez. Seria, então, ausência de amor? Mas, se fosse falta de amor, Deus não entregaria Seu Filho para morrer em nosso lugar. Então, qual é o problema? Se Ele é poderoso o suficiente e ama o bastante, por que deixa todas as tragédias acontecerem?


É Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.


Deus age assim porque é sábio. Se fosse enfrentar a rebelião da maneira como queremos, isso faria somente com que ela se alastrasse ainda mais. Se Ele fizesse o que gostaria, se curasse toda doença e impedisse todas as armas de dispararem e todos os acidentes de acontecerem, se fizesse o possível para tornar a vida mais suave para nós, jamais entenderíamos o quanto o pecado é cruel, impiedoso e mortífero. No entanto, o maior de todos os mistérios é a razão pela qual o inocente deve sofrer com o culpado.


Se o Senhor protegesse e curasse Seus filhos e respondesse a todas as orações como gostaria de fazer, deixando a tragédia cair somente sobre aqueles que rejeitam Sua graça, Satanás O acusaria de ser injusto. E mais: ele afirmaria que servimos a Deus por causa de Seus favores especiais.A discussão entre Deus e Satanás não terminou. E até que termine, muitas coisas ruins acontecerão a todos.


É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final. É um conflito a ser decidido entre Deus e Satanás, entre o bem e o mal. Você e eu estamos envolvidos nessa questão. Anjos do bem e do mal estão disputando por nossa lealdade. Se nossos olhos se abrissem para o mundo invisível, veríamos como essas batalhas são ferozes.
Um dia, muito breve, Deus explicará os estranhos mistérios da vida. E nós entenderemos e aprovaremos o modo como Ele conduziu as coisas.


É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final.


VERIFIQUE SEU APRENDIZADO


1. Deus seria justo se protegesse e cuidasse somente daqueles que O servem.
( ) Certo ( ) Errado
2. Antes de Adão e Eva pecarem, Deus já havia decidido que Jesus viria a este mundo para morrer no lugar do ser humano.
( ) Certo ( ) Errado
3. O principal responsável pelo sofrimento é:
a ( ) Satanás
b ( ) Deus
c ( ) o pecado
4. Marque V ou F, quando a afirmação for verdadeira ou falsa:
a ( ) Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus e Seu plano de salvação.
b ( ) O pecado acaba quando morremos.
c ( ) Jesus estava pronto para morrer desde a criação do mundo.
d ( ) Ao criar o homem, Deus pensou em gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado.
Meu compromisso:
Decido confiar em Deus, a despeito de todo o sofrimento, pela certeza de que Ele conduz as coisas pensando em me salvar.

Texto: https://t.co/Q2gysO8HTH e 
http://esperanca.com.br/2011/04/11/onde-deus-esta-quando-as-tragedias-acontecem/

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Wallace Oliveira Cruz

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