Carnaval, máscaras ou revelação?



No carnaval muitas pessoas se escondem atrás das máscaras e outras se revelam através delas. Uns tiram a roupa; outros escondem-se atrás das indumentárias fantasiosas. No carnaval muitas pessoas enrustidas manifestam publicamente desejos secretos e revelam quem de fato são nos bastidores. O carnaval, muito embora seja conhecida como a maior festa popular do mundo, n...ão é a festa que alegra a alma. Há muito som, muito colorido, muita música, muita sensualidade, muita bebedeira, muitos excessos, mas ao fim dessa festa da carne, as famílias estão mais fragilizadas, os casamentos mais abalados, os jovens mais próximos do álcool, a sociedade mais prisioneira das drogas e os corações mais longes da verdadeira felicidade!

Hernandes Dias Lopes



O Carnaval da morte



O livro de Daniel, no capítulo 5, fala de uma festa feita por Belsazar, rei da Babilônia. O rei trouxe seus convidados, e naquela festa não faltou música, danças, bebedeiras e orgias. Até mesmo os vasos do templo de Jerusalém que foram saqueados foram profanados. Naquela festa dos excessos, todos os códigos da decência foram rasgados. Naquela mesma noite de embriaguez e imoralidade, o juízo de Deus caia sobre a Babilônia. Dario comandava as tropas invasoras que tomariam naquela noite a inexpugnável cidade da Babilônia e matariam o rei Belsazar. Quando todos estavam no auge de sua diversão pagã, a mão de Deus apareceu escrevendo na parede do rico salão de festas a sentença de morte para o rei e o fim do seu império. Essa cena é um alerta acerca do juízo de Deus. Aqueles que agora vivem desatentamente no pecado serão surpreendidos com o justo e reto juízo de Deus!
#Carnaval #mortes #festa #fantasias #juizo #Deus.

 Wallace Oliveira Cruz

O Bom Carpinteiro

POR DANIEL SANTOS


"E mandou-o para sua casa, dizendo: Nem entres na aldeia, nem o digas a ninguém na aldeia." Marcos 8:26

Curas, sinais e maravilhas não são, e nunca serão sinônimos perfeitos no que tange a salvação da alma; embora JESUS tivera usado este método em sEu ministério para que se houvesse ali a intervenção de Deus entre os viventes, ainda estes fenômenos não garantem a vida eterna.
O versículo proposto é de uma riqueza estupenda, porém hoje iremos abordar alguns pontos que julgamos ser necessário para a nossa caminhada.

No ministério do Senhor Jesus precisamente em seus encontros, é possível identificar pelo menos três figuras fundamentais. 
São elas:
O Abençoador, o necessitado e a benção.
Temos que ser sinceros o bastante para admitir que nem todos os encontros, por mais que houveram sinais grandiosos, se resultaram em salvação. Esta assertiva nos leva ao seguinte princípio; o homem é livre!

Deus não barganha, não força e nem predestina o homem à condenação eterna!

"E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa." (Marcos 8:23)
Mesmo com um ministério exíguo no tocante ao tempo, pode-se extrair grandes ensinos com os milagres, isto é, os métodos do Mestre contém efeitos pedagógicos.

Confira a sequência;

>Troxeram-lhe o cego
Qualquer um, ou qualquer coisa pode ser usado para atrair o pecador.

>Levou o cego para fora
A operação de Deus só é trabalhada no ambiente escolhido por eLe.

>Cuspiu nos olhos
Palavra é direcionada à necessidade do pecador.

"E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam." (Marcos 8:24)
Na aula de bibliologia (uma das disciplinas de teologia) aprendemos que Lucas é o evangelista que mais detalha a humanidade de Cristo. Em seu tratado vemos que do Bar-Mitzvá (12 anos) até o sEu batismo (aproximadamente 30 anos) não é registrado mais nada à respeito do Senhor Jesus; são dezoito anos que ficaram por conta da história secular.
E o que o Senhor fez durante este período?

A Universidade Hebraica de Jerusalém, por meio do arqueólogo judeu Eliezer Sukenik, que tinha intensa inclinação à antiguidade dos documentos e a sua ligação aos “Essênios,” comprou um maço de três manuscritos, que hoje se conservam e mostram através de réplicas no Santuário do Livro em Jerusalém. Agora segundo uns qumranólogos (Qumran - Arqueologia) defendem que tanto João Batista, quanto o Senhor Jesus “culturalmente” emergiram do movimento “essênico”.
Pois bem, já Mateus nos informa algo interessante: "Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?" (Mateus 13:55) E é com esta informação que desenvolveremos nossa meditação. Era natural os filhos herdarem o ofício dos "pais".

Voltando ao supossto “insucesso” da cura; seria possível Jesus ter falhado em seu milagre?
Absolutamente!

"Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam." Estas árvores eram homens (madeiras) que caminhavam presos ao chão (terra, tradição, presente século...)
O carpinteiro de Nazaré estava ali com o machado da palavra rompendo todas as raízes da decadência espiritual.
Se o assunto for árvores, o carpinteiro às-conhece profundamente; o Senhor sonda os corações, e tem poder para trabalhar em todos os aspectos de nossas vidas.

"Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu cada homem claramente." (Marcos 8:25)
Ao constatar a miséria na qual os seus contemporâneos viviam; o Senhor Jesus o-leva a olhar para o alto, inclinar-se para as coisas celestiais.
A mão do Senhor (trabalho do Espírito) nos dá discernimento, conhecemos distintamente o que é do alto, e o que é do homem. Não sei se fui claro; observe a sequência:

1°)“e fez olhar para cima…
2°)e viu cada homem claramente".
Só podemos entender de fato a natureza humana, se primeiramente enxergarmos a glória do Criador...

Que Deus nos abençoe!

Referência literária:
Manuscritos do Mar Morto
MILIK, Joseph Thadeus
Dieci anni discoperte nel Deserto di Giuda, Roma Marietti, 1957.