PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sexta-feira, 14 de abril de 2017

O resgate da herança


Levítico 25: 25


INTRODUÇÃO


No livro de Gênesis está escrito que Deus fez o Jardim do Éden e o entregou ao homem para que cuidasse dele. No Éden também estavam os animais criados por Deus, e Adão recebeu a missão de dar nomes a todos eles. Tudo isso fazia do homem o ser mais feliz e rico dentre todos os que Deus havia criado. 

DESENVOLVIMENTO


·       Se teu irmão empobrecer ... - O pecado fez com que o homem perdesse tudo que havia recebido do Pai: a comunhão, a vida eterna, o paraíso e a sua Glória. Por causa de tudo isso, o homem empobreceu e ficou sem o direito de reivindicar ou possuir mais nada. De todas as coisas que o homem perdeu, a maior delas foi a Vida Eterna, a própria Vida de Deus.

·       ... e vender a sua possessão ... – Quando deu ouvidos à voz do inimigo, o homem desobedeceu a Deus e, através do seu pecado, “vendeu” por nada, tudo que tinha recebido de Deus, passando o controle de tudo para as mãos do adversário (Lc 4: 6). Desde esse dia o inimigo tem despojado o homem cada vez mais, transformando-o num pobre mendigo.

·       ... então virá o seu resgatador, seu parente ... – Apesar de tudo que o homem fez, a misericórdia de Deus se manifestou em seu favor, e um “Resgatador” foi enviado para livrá-lo de sua pobreza e do jugo do inimigo. Jesus foi o nosso Resgatador, pois Ele se fez homem (nosso parente) e veio ao mundo para pagar o preço do nosso resgate com a sua própria vida, que foi dada na cruz em favor de cada um de nós, pobres pecadores. Na cruz, Jesus desfez as obras do adversário e abriu o caminho para a Vida Eterna. 

CONCLUSÃO 


Mediante a Obra que Jesus realizou por nós, tornando-se nosso Resgatador, podemos ter acesso ao Pai novamente, para alcançarmos as riquezas da sua Glória e a Vida Eterna.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

“O que tens preparado, prá quem será?”



LUCAS 12:16 A 20


INTRODUÇÃO

·     O desejo (problema) do homem atual:
·     ter em abundância
·     esta abundância só traz mais problemas

DESENVOLVIMENTO

·     Arrazoava consigo mesmo. Que farei?
·     próprios recursos e entendimento
·     não consulta ao Senhor sobre os seus passos (isto é coisa estranha para o mundo)
·     o mundo está longe de Deus
·     Farei isto: derribarei e edificarei...
·     auto-suficiência humana
·     o homem se sente dono de si mesmo
·     é soberbo, governa sua própria vida
·     segue seu próprio projeto
·     E direi à minha alma...
·     Já que não dá ouvidos à voz de Deus, o homem só pode ouvir o que diz a sua razão e o seu próprio entendimento
·     Muitos anos...
·     presunção de vida longa
·     o homem vive, em média, 60 a 70 anos. O que é isso diante da eternidade. O homem é um ser temporal.
·     Descansa, come, bebe e folga...
·     necessidades básicas do homem
·     necessidades espirituais da alma do homem
·     no seu próprio projeto, o homem nunca consegue saciar as necessidades da sua alma
·     Louco, esta noite pedirão a tua alma...
·     louco por desprezar o Projeto de Deus
·     louco por julgar que pode satisfazer a necessidade da sua alma
·     esta noite: hoje, agora, pois Jesus pode voltar a qualquer momento neste período de trevas espirituais
·     “pedirão” - Trindade

CONCLUSÃO

·     Apenas no projeto de Deus o homem alcança a satisfação de todas as suas necessidades espirituais
·     A Obra do Espírito Santo nos revela isto
·     A maior necessidade do homem é a Vida Eterna
·     “O que tens preparado, prá quem será?”


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quarta-feira, 12 de abril de 2017

O que ajunta no verão é filho entendido...


Provérbios 10: 5


            INTRODUÇÃO

            A sociedade israelita no tempo do Velho Testamento era basicamente agrícola e pastoril, e a grande maioria das famílias eram envolvidas e tiravam o seu sustento destas atividades.
            Uma das atividades mais comuns, era a plantação de uvas, trigo, cevada, etc. e, tanto o pai como a mãe e todos os filhos, eram levados a trabalhar na cultura desenvolvida pela família, de modo que cada um cumpria uma parte da tarefa. Essas atividades eram ensinadas aos filhos desde cedo, e transmitidas aos seus descendentes através do anos.
            O período mais importante do ciclo agrícola era o da sega, pois era nesta fase que todo o trabalho e esforço desenvolvidos pela família era compensado com a colheita dos frutos. A alegria de ver os resultados do trabalho era muito grande, e normalmente todos participavam de bom grado e de coração voluntário. Era na estação do verão que os frutos eram colhido em Israel, e para os pais de família era motivo de orgulho e satisfação ver os seus filhos envolvidos, principalmente nesta fase do trabalho, pois nada poderia ser perdido.
            No entanto, nem todos os pais tinham a alegria completa, pois havia aqueles que tinham filhos preguiçosos e acomodados, que faziam o trabalho com má vontade e à força, e isso era desgastante e vergonhoso para o pai.

            DESENVOLVIMENTO

            A Palavra nos dá exemplos de filhos do mesmo pai, nascidos na mesma casa, com a mesma forma de criação. Porém com reações diferentes em relação ao Projeto de Deus. Foram homens que tiveram a mesma oportunidade, mas que assumiram atitudes diferentes diante da Obra do Senhor:

Caim e Abel - Eram filhos de Adão e Eva, mas somente Abel entendeu que o acesso ao Pai seria através do sacrifício do cordeiro, e por isso o Pai atentou para sua oferta (culto). Caim não alcançou o projeto, e procurou agradar ao Pai pelos seus próprios meios e esforços. Terminou se tornando um homicida e envergonhou o Pai.

Jacó e Esaú - Jacó entendeu o valor da bênção e a buscou, por isso foi abençoado pelo Pai. Esaú não valorizou a bênção, mas trocou-a por um prato de lentilhas, e como consequência seu nome não apareceu na genealogia de Jesus - nome excluído do Livro da Vida.

            O verão fala um tempo onde os sinais são notórios e distintos das demais estações do ano. Estes sinais são vistos espiritualmente na vida da igreja fiel nesta última hora:

Luz - No verão os dias são mais longos do que as noites, e isso fala do momento da revelação de Jesus na vida da igreja. A Obra vive o tempo do auge das revelações e dos sinais do Espírito Santo.

Calor - No verão os dias também são mais quentes. O calor do Espírito tem sido derramado e tem envolvido a igreja nesta hora.
           
Frutos - O verão é tempo de frutos e tempo de colheita para a eternidade. As flores se transformaram em frutos, e os frutos representam a continuidade da vida, através da propagação da boa semente, que é a Palavra de Deus.

            Esta é a hora propícia para a realização da Obra que vem sendo cumprida desde o princípio. É o tempo da concretização daquilo que foi iniciado pelo Pai, lá na eternidade, e cumprido pelo Filho Unigênito, quando morreu na cruz e plantou as primeiras sementes, que foram depois regadas e cultivadas pelos apóstolos na igreja primitiva, e através dos séculos, até chegar aos dias de hoje.
           
            Este é o momento da colheita dos frutos, pois o ciclo do plantio está chegando ao fim. Esta é a estação favorável, e o Pai deseja ver todos os seus filhos envolvidos na obra de colheita dos frutos. Todos precisam estar participando, pois todos têm recebido as mesmas instruções e orientações para este trabalho. Hoje temos alcançado a profundidade da Obra, as revelações e operações do Espírito Santo são abundantes, temos os seminários que nos instruem em tudo que precisamos saber, e o Culto Profético tem se estabelecido no nosso meio.

            CONCLUSÃO

            O que ajunta no verão é filho entendido. O culto profético é a ocasião da colheita dos frutos. O filho que entende e vive a revelação é aquele que está envolvido na colheita, acordando para a busca, para o trabalho. É o que tem a vida cheia de frutos, e que ajunta para a vida eterna.

            O filho que envergonha é aquele que nesta hora não está preocupado com a Obra, mas busca seus próprios projetos e interesses. Está acomodado e alheio a tudo que está acontecendo, pois o seu olhar está voltado para as coisas desta vida e não para a eternidade.

           

            
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terça-feira, 11 de abril de 2017

"O projeto de Deus para o homem"


MATEUS 1:18 - 20


INTRODUÇÃO

·      O livro de Mateus foi escrito para os judeus, por isso apresenta Jesus como Rei
·      Devido a este objetivo, a genealogia de Jesus inicia o livro.
·      Estava no Plano de Deus para a salvação do homem, que José e Maria seriam seus pais terrenos


DESENVOLVIMENTO

·      Naquele tempo, quando um casal ficava noivo, havia um compromisso definitivo para o casamento, até que se cumprisse o tempo para tal.
·      Maria era noiva de José
·      Neste momento ela recebe a visita de um Anjo do Senhor que lhe informa que ela estava grávida e daria a luz a Jesus, O Messias tão esperado pelos judeus
·      Maria é tipo da igreja fiel, no meio da qual Jesus nasce e vive
·      José, quando soube que ela estava grávida, e por ser “justo”, intentou deixá-la para não a infamar.
·      Este era o seu plano, o seu projeto, muito nobre, até.
·      Mas o Projeto de Deus para ele era diferente:
·      que ele fizesse parte da genealogia de Jesus,
·      que Jesus nascesse na sua casa
·      e que ele tivesse uma íntima ligação com O Messias
·      Muitas pessoas fazem planos para suas vidas e não consideram o compromisso com a igreja (Maria), por não saberem que o que nela está gerado é do Espírito Santo, é Jesus que é o que o ser humano mais anseia para preencher a sua vida
·      Mas o Pai tem um plano diferente para o homem: dar-lhe a salvação através do nascimento de Jesus no seu coração e fazer com que ele tenha o direito à eternidade como co-herdeiro, com Cristo, da promessa
·      Para isso, o Senhor deu-lhe um sinal, através do mesmo anjo que anunciou a Maria o nascimento de Jesus - A mesma experiência que a igreja vive com o Senhor poderá ser vividas por todos aqueles que aceitarem o Projeto de Deus para suas vidas
·      Estamos em uma obra em que o que nos convence da sua veracidade, da sua legitimidade é o Senhor, e não o homem. Não estamos nesta obra por acharmos o culto bonito, ou por gostarmos das palavras do pregador; estamos nesta obra pelas experiências pessoais que o Senhor tem nos dado, como deu a José.
·      O convite do Senhor: Não temas receber a obra em seu coração, pois o que nela está gerado é do Espírito Santo.

CONCLUSÃO


            Todas as pessoas fazem projetos de vida para si e muitas não incluem a Obra do Espírito Santo em seus planos. O Senhor, através da sua presença no culto, através das revelações do Culto Profético, tem se dirigido a muitos e falado que o seu projeto é o de dar-lhe a salvação.
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Se apartares o precioso do vil...



Jeremias 15: 19


          INTRODUÇÃO

          Jeremias foi enviado pelo Senhor para fazer com que o povo de Israel deixasse seus pecados e se voltasse para Ele. Naqueles dias Israel estava fora da presença do Senhor, e o que Ele mais queria, era que seu povo estivesse diante dEle, e isso aconteceria através do arrependimento e da separação do precioso do vil.


          DESENVOLVIMENTO

          O que é precioso? É tudo aquilo que vem do Senhor. A sua Palavra e a sua revelação, a sua bênção, a sua glória e tudo que nos tem dado cada dia. É o Pão Vivo que desceu do céu, é o seu Consolador que foi enviado para estar ao nosso lado, é o louvor ao seu Santo Nome e a obediência à sua vontade.

          O que é o vil? É tudo aquilo que não é do Senhor e não agrada ao seu Santo Espírito. É aquilo que vem do homem e é pecaminoso; a palavra mentirosa que não glorifica ao Senhor, a atitude fora da sua vontade, a maledicência, a malícia e a impureza. Tudo que não está de acordo com a Palavra de Deus é vil e condenável pelo Senhor.
         
          Você tem televisão? Aprenda a separar e rejeitar aquilo que é vil, pois a sujeira que ela apresenta nos leva para longe do nosso Deus.

          Se nós aprendermos a separar aquilo que é precioso daquilo que é vil, a nossa boca será como a boca do Senhor, as nossas palavras serão as Palavras do Senhor. Que maravilha será dar uma ordem em nome do Senhor e aquilo se cumprir.         

          CONCLUSÃO

          Atentemos para o que aconteceu com Moisés, Josué, Pedro e outros servos que separaram o precioso do vil, como eles realizaram coisas maravilhosas em nome do Senhor. Se nós aprendermos isso, a nossa palavra será confirmada pelo Senhor.

A boca da igreja deve ser como a boca do Senhor, a sua palavra deve ser como a do Senhor e não aquilo que prejudica e destrói a vida dos outros.
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domingo, 9 de abril de 2017

O Poço de Harã


Gênesis 29: 7, 8 

7  E ele disse: Eis que ainda é pleno dia, não é tempo de ajuntar o gado; dai de beber às ovelhas, e ide apascentá-las.
8  E disseram: Não podemos, até que todos os rebanhos se ajuntem, e removam a pedra de sobre a boca do poço, para que demos de beber às ovelhas. 


            INTRODUÇÃO

            Quando Jacó chegou à Harã, em busca de seus parentes, encontrou um grupo de pastores com três rebanhos deitados em torno de um poço, aguardando a chegada dos demais rebanhos, para que a pedra que havia na boca do poço fosse retirada e a água distribuída a todas as ovelhas de uma só vez. Apesar de ser ainda dia e os rebanhos que ali esperavam estarem sedentos, eles tinham que esperar os outros chegarem à tarde, para que o poço fosse aberto e a água dada a todos. Este comportamento dos pastores de Harã, que havia sido ensinado pelos mais antigos e se transformado numa tradição e num costume, era cômodo para eles, mas trazia sofrimento para as ovelhas. Para eles a pedra que cobria a boca do poço era muito pesada, e eles não queriam ter o trabalho de removê-la todas as vezes que chegava um rabanho para beber. Para facilitar o nosso entendimento, observemos o seguinte:

O Poço - Aponta para o Senhor Jesus, a fonte das águas que saciam a sede das ovelhas;

O Campo - Representa este mundo, onde o Poço (Jesus e sua Obra) foi colocado;

Pastores de Harã - Religiosos que fazem o rebanho sofrer por causa do seu comodismo;

O Rebanho deitado - Representam as pessoas que estão sujeitas às religiões, e por isso sofrem de sede e fome, e se acomodam nesta situação.

A Pedra na boca do poço - Fala dos obstáculos e dificuldades que impedem que as ovelhas tenham acesso à bênção do Senhor: a mentalidade da religião, a tradição, a razão e tudo aquilo que se coloca entre a ovelha e a Obra do Senhor.

            DESENVOLVIMENTO

            As religiões têm, hoje em dia, um comportamento semelhante ao dos pastores de Harã. Elas relutam em remover a mentalidade comodista, envelhecida e tradicional, herdada dos antigos, e se preocupam em realizar o seu trabalho de forma mais fácil e racional, deixando em segundo plano as reais necessidades das ovelhas. As religiões se preocupam em ajuntar multidões (ecumenismo) em estádios de futebol e em seus templos cada vez maiores, e depois distribuem a água (Palavra de Deus) aos seus adeptos. Nesta situação, geralmente, a maioria fica sem receber o suficiente ou quase nada, permanecendo com sede e sofrendo.
            A atitude da religião é diferente daquela que foi tomada pelo Senhor Jesus quando alimentou cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes. Naquela ocasião, o Senhor mandou dividir a multidão em grupos de cinquenta, e depois disso multiplicou os pães e os peixes, de modo que todos comeram e se saciaram.
            As religiões buscam o que é mais vantajoso para os seus líderes e aquilo que é do seu interesse; elas não atentam para as necessidades das ovelhas. São como mercenários que não têm cuidado das ovelhas.

            Quando Jacó viu aquela situação, disse:

Eis que ainda é muito dia... - Jacó fala do tempo profético que estamos vivendo hoje. O tempo de trabalhar, de servir ao Senhor na revelação(a luz do dia), conforme disse Jesus: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” - João 9: 4, 5.

Não é tempo de ajuntar o gado... - A hora do arrebatamento está próxima, mas ainda não é chegada. Enquanto essa hora não chega, não podemos ficar de braços cruzados numa vida contemplativa, mas precisamos estar trabalhando e servindo ao Senhor, pois o momento e de sede espiritual e as ovelhas precisam ser ajudadas e preparadas para o encontro com os Senhor nos ares - I Tessalonicenses 4: 17.

Dai de beber às ovelhas e apascentai-as... - Esta foi a orientação de Jacó para aqueles pastores, e ela ia de encontro às suas tradições, que não levavam em conta as necessidades das ovelhas. A mentalidade da Obra coloca como prioridade o bem estar das ovelhas, pois o objetivo do Senhor é a sua salvação. Por isso o Senhor nos tem feito entender que a igreja é um “ninho de amor”, onde a ovelha é assistida e apascentada, para que se sinta amada e satisfeita em todas as suas necessidades, e essas necessidades são atendidas com a Palavra Revelada e tudo aquilo que vem do Espírito Santo.

            CONCLUSÃO

            As orientações de Jacó apontam para a Obra que o Espírito Santo tem feito no nosso meio e nas nossas vidas; elas apontam para uma mentalidade diferente daquela existente nas religiões. Enquanto na Obra o que se leva em conta é a necessidade individual de cada ovelha, nas religiões o que importa é a razão e os interesses da instituição. Essa mentalidade é a pedra na boca do poço; é o obstáculo que priva as ovelhas da bênção do Senhor, e da água que jorra para a vida eterna - João 4: 13, 14.      
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Wallace Oliveira Cruz

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