PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sábado, 8 de abril de 2017

O pedido dos filhos de Zebedeu


Marcos 10: 35-40


            INTRODUÇÃO

               Certo dia, os filhos de Zebedeu, Tiago e João, fizeram um pedido ao Senhor Jesus, para que Ele lhes concedesse, na sua Glória Celestial, assentarem-se um à sua direita e o outro à sua esquerda. O pedido poderia ser interpretado como um desejo sincero de estar perto do Senhor na eternidade, no entanto, o Senhor lhes disse: “Não sabeis o que pedis...”
               Na verdade, Jesus percebeu que o que existia no coração daqueles dois discípulos, não passava de simples vaidade e desejo de se destacarem diante dos demais. Por isso o Senhor lhes disse que somente ao Pai competia determinar quem sentaria à sua direita ou à sua esquerda. Depois Jesus lhes fez uma pergunta, se eles poderiam “beber o cálice que Ele beberia e ser batizados com o batismo com que seria batizado”.

               DESENVOLVIMENTO

               Muitos servos se preocupam demasiadamente com cargos, títulos e posições na Obra do Senhor. Lutam desesperadamente para alcançar um título que os destaque, como um diaconato, participação no grupo de intercessão, no grupo de louvor, de senhoras, etc. Pensam que só poderão servir ao Senhor e realizar a Obra se tiverem algum título ou cargo. Não que seja errado desejar crescer na Obra, mas o que acontece com muitos é que fazem isso com o desejo de satisfazer a sua vaidade pessoal, e não agradar ao Senhor.
               Existem situações mais graves, onde a pessoa até se oprime na ânsia de alcançar uma posição elevada. Algumas vezes Jesus encontrou os seus discípulos brigando por esse motivo. O Senhor dá funções e responsabilidades a quem quer e quando quer, conforme a sua vontade, e geralmente a pessoa escolhida é aquela que ninguém imaginava. Vejamos os exemplos de Davi, Gideão, Paulo, etc.
               Participar da Obra não é simplesmente ocupar um cargo ou obter um título, mas é experimentar aquilo que o Senhor Jesus ofereceu aos dois irmãos, Tiago e João:

Beber o cálice que Jesus bebeu - No Getsêmani o Senhor orou ao Pai, que se possível fosse, afastasse dele aquele cálice. O que representava o cálice que Jesus iria beber? Ele representava tudo que Jesus passou para realizar a Obra de Deus. A obediência, o sofrimento, as humilhações, a rejeição, o desprezo, a dor, as provações, perseguições e tudo aquilo que o Senhor experimentou em toda a sua vida. Todos os servos que realizaram a Obra verdadeiramente, passaram por essas coisas. Beber o cálice é viver na Revelação, é diminuir para que o Senhor cresça, é pagar o preço da renúncia e da consagração da vida ao serviço do Senhor. Para experimentar isso tudo, não é necessário ter cargos e posições, basta testemunhar que é servo do Senhor e pronto.

Ser batizado com o batismo de Jesus - O batismo fala da morte e ressurreição de Jesus, e essa deve ser a mesma experiência daqueles que confessam o seu Nome. Ser batizado com o batismo de Jesus, significa morrer para o mundo e o pecado, para viver em novidade de vida com o Senhor Jesus, e ser identificado com Ele a cada dia. Todos os que se abstiveram dos prazeres mundanos e pecaminosos, que negaram a si mesmos, e carregaram a cruz do Senhor Jesus, realizaram a sua vontade e a sua Obra.

               CONCLUSÃO

               Todos aqueles que estão bebendo o cálice e identificados com o batismo de Jesus, estão à sua direita e à sua esquerda, independente mente de cargos, títulos e posições.
               A religião busca a pompa e a aparência; procura dar destaque aos seus líderes, cercando-os de luxo e misticismo, coloca-os em tronos e dá-lhes o título de infalíveis e intocáveis. Mas a Obra do Senhor não possui destaques ou líderes em evidência, e somente Jesus é destacado, pois só Ele é Senhor e Rei.

            
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

"O paralítico de Cafarnaum"


Marcos 2:1-12

INTRODUÇÃO

            Jesus , durante seu ministério, estava sempre viajando ou indo de um lugar para outro. Entretanto, em um determinado dia, Jesus estava em casa, em Cafarnaum, quando correu a notícia da sua presença ali.

DESENVOLVIMENTO

            - "Ajuntaram-se muitos" - Muitas pessoas estão em busca de Jesus, de ouvir palavras de conforto, por curiosidade, ou até mesmo para ver que benefícios podem ser alcançados ao estarem perto dEle.
            - Bloquearam a porta - A religião leva um grande número de pessoas para os mais diversos cominhos, dizendo que encontrarão a Jesus, mas suas doutrinas e seus ensinamentos errados bloqueiam a possibilidade do homem de alcançar a salvação (A Porta) e uma experiência mais profunda com o Senhor.
            - O paralítico - Um homem necessitado que vivia deitado em uma cama (possivelmente tetraplégico), que não podia andar (no caminho) ou movimentar-se (na Obra), mas ainda podia ouvir e ver as coisas que estavam acontecendo ao seu redor.
            - "Nisto vieram ALGUNS..." - A igreja fiel. Esta deseja levar o necessitado até o Senhor, não para que ele apenas veja Jesus, mas para que tenha uma experiência pessoal com Ele.
            - Os quatro homens - Os quatro passos que a igreja tem dado para levar o necessitado até o Senhor: a madrugada, o jejum, o culto ao meio dia e o convite.
            - A igreja sobe - como o caminho para levar o necessitado até Jesus está bloqueado pelas muitas doutrinas, que causam confusão, a igreja só tem uma forma de agir: "subir". Isto é feito através da oração, da obediência às orientações e do culto profético.
            - O buraco no telhado
                        - Só na revelação, eles descobriram o telhado exatamente onde Jesus estava.
                        - Foi feito de tal forma que pudessem entrar o homem e sua cama - o necessitado vai até Jesus com todos os seus problemas. O Senhor o recebe assim mesmo.
            - Chamaram a atenção de Jesus - Toda aquela movimentação certamente chamou a atenção do Senhor Jesus, enquanto estavam abrindo o telhado e descendo o enfermo. A igreja chama a atenção do Senhor, quando obedece às orientações e leva o necessitado até a presença do Senhor.
            - Desceram a cama até perto de Jesus - A casa estava lotada, mas perto do Senhor sempre há lugar para o necessitado.
            - "Vendo a fé deles..."- O Senhor honra a fé dos seus servos e abençoa os visitantes.
            - "Perdoados estão os teus pecados..." - Para Jesus, muito mais importante era a salvação daquele homem do que a cura da sua enfermidade.
            - "Quem pode perdoar pecados, senão Deus?..."- Os religiosos não reconhecem Jesus como Deus e não acreditam na sua atuação.
            - "O que é mais fácil" - Para Jesus, curar era muito fácil, pois tantas vezes ele já havia feito o mesmo. Era fácil para quem já havia ressuscitado mortos curar um paralítico. Mas quando Ele disse "perdoados estão os teus pecados", Ele estava assumindo um compromisso de morrer por aquele homem. Isto era muito mais difícil.
            - "Levanta, toma o teu leito e anda"- a bênção completa. O Senhor não desaponta os seus servos, pois a bênção principal, a salvação, já havia sido recebida.
            - O homem sai livremente, com sua cama - Depois que o homem tem uma experiência com Jesus, o caminho fica livre para ele ir sempre ao Senhor.

CONCLUSÃO

Apesar das confusões que a religião cria, bloqueando o caminho de muitos para chegar até Jesus, a igreja tem a Revelação de como levar o necessitado até Ele. Basta apenas o homem abrir o seu coração, entender que a benção da salvação é a maior e mais importante bênção que ele pode receber, e desfrutar da possibilidade de uma experiência pessoal e constante com o Senhor, sem impedimento algum.

OBS.: Esta palavra pode ser levada tanto para o visitante, em um culto de salvação, como para a igreja, ao se falar sobre evangelização e culto profético. Basta adequar os tópicos apr
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

O jantar na casa de Simão


Lucas 7: 44-46

          Muitas pessoas são como Simão; elas falam mal dos servos do Senhor, no entanto, o Senhor tem várias reclamações sobre suas vidas:

1.   Não me deste água... - A água tipifica a Palavra Revelada, o refrigério do Espírito. Jesus disse que aquilo que fosse feito a um dos seus pequeninos, é como se fosse feito a Ele. Muitos não fazem nada para Jesus porque não conhecem a sua Palavra e o seu Espírito, mas criticam os que fazem.

2.   Não me deste ósculo... - Naquele tempo, o ósculo (beijo) era comum como saudação entre as pessoas que tinham comunhão entre si e se amavam, era um sinal de intimidade entre as pessoas. Jesus aqui reclama da falta de intimidade que muitos têm com Ele.


3.   Não me ungiste com óleo... - Existem aqueles que não têm o Espírito Santo, não conhecem nem buscam o seu Batismo. Muitos, quando tomam conhecimento, rejeitam e falam mal dos que alcançaram esta experiência com o Senhor. O óleo não é caro, caro é o unguento. 
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

O paralítico de Betesda,



João 5: 5-9


          INTRODUÇÃO

A Palavra nos informa que havia uma festa em Jerusalém, e o Senhor Jesus subiu para esta festa. Do lado norte do templo, junto à porta das ovelhas, havia um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tinha cinco alpendres ou pavilhões. Nestes jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos - esperando que se movesse a água, porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse. Isso era uma crença naqueles dias, sem nenhuma consistência.

            DESENVOLVIMENTO
           
Quando Jesus chegou em Jerusalém, não se dirigiu ao templo, mas foi ao tanque de Betesda, onde pode contemplar a aflição e a amargura daqueles que estavam nos seus alpendres esperando pelo “milagre” que iria mudar suas vidas. No entanto, as frustrações vividas por todos eram maiores do que as “bênçãos”.

A situação aqui apresentada, aponta para aquilo que está acontecendo com as religiões hoje em dia. Assim como cada um dos cinco alpendres oferecia um ângulo de visão diferente, as religiões de hoje também são assim, pois cada uma tem sua visão particular das coisas de Deus, conforme seu ponto de vista, sua razão e seus interesses. Elas estão cercadas por enfermos espirituais, cegos, coxos e paralíticos, todos esperando uma bênção que nunca vem, por ser fruto de falsas promessas, baseadas em misticismo e sofismas que enganam e iludem àqueles que nelas confiam e esperam. Na verdade, aqueles que esperam pela providência da religião estão sozinhos, não tendo quem os ajude.

Em meio a tudo aquilo, Jesus olha para um homem paralítico havia trinta e oito anos, deitado em sua cama, desprezado num canto de um dos alpendres, e lhe pergunta: “Queres ser curado?” O enfermo respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim”. Então, lhe disse Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia, era sábado. Naquele mesmo instante os judeus religiosos o criticaram, por levar a cama num dia de sábado, pois para eles era preferível que permanecesse paralítico, do que deixasse de cumprir o preceito religioso do sábado. Esta é a mentalidade da religião; ela acha mais importante o cumprimento de liturgias, do que a verdadeira experiência da salvação operada pelo Senhor Jesus na vida de alguém.

O Senhor Jesus se compadece daqueles que sofrem nas religiões, pois os mesmos não têm quem os ajude a sair do sistema cativante em que se encontram. Ele, então, se revela a cada um, individualmente, e pergunta se querem se libertar da situação em que se encontram. Alguns não entendem que o Senhor está lhes oferecendo uma bênção real e eterna, e na hora raciocinam em termos humanos, com desconfiança e ceticismo, em virtude das muitas decepções sofridas anteriormente. No entanto a bênção do Senhor Jesus não depende da vontade do homem, e de repente ela está ali, diante do necessitado, que, sem ainda entender o que está acontecendo com clareza, se vê agraciado com a bênção e a libertação daquilo que o imobilizava e o escravizava. Essa Obra tem contrariado a religião até hoje.

            CONCLUSÃO

Jesus veio a este mundo para ver os males que atingem a todos nós, e no meio de tantos, Ele escolheu um - que tipifica cada um de nós - para se revelar e salvar. Às vezes pensamos que o Senhor não se preocupa e nem olha para nós, mas o Senhor ama e se compadece de cada pessoa, e o seu projeto é salvar a todos, libertando-os do jugo da religião. Ele disse: “Eis que estou à porta e bato...”


O Senhor conhece os prejuízos que a religião causa ao homem, pois esta o mantém preso e paralisado aos seus problemas e superstições. Por isso a misericórdia do Senhor se revela ao homem, mesmo estando ele na religião (Betesda = Casa de Misericórdia), pois Jesus sabe que ninguém, a não ser Ele mesmo, pode ajudá-lo a se libertar de suas enfermidades, cegueira e paralisia. Depois que o Senhor se revela, o homem pode se erguer e andar, conduzindo sua cama (tipo do seu antigo problema), por algum tempo,  para servir de testemunho daquilo que Jesus fez em sua vida.
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terça-feira, 4 de abril de 2017

O ofício do Profeta


Ezequiel 33: 1-6


INTRODUÇÃO

            A Bíblia diz que o Senhor não faz nada sem antes avisar aos seus servos os profetas. Quando o Senhor, na sua onisciência vê algum mal da parte do inimigo se aproximando ou mesmo o seu próprio juízo por causa de algum pecado não confessado, Ele revela aos seus servos para que uma oportunidade de arrependimento e reconhecimento de erro seja dada. O Senhor não tem prazer em fazer mal a ninguém, mas a sua alegria está em que o homem viva em comunhão com o seu Espírito.


DESENVOLVIMENTO

            Quando o Senhor revela algo que deve ser transmitido à igreja, aquilo precisa ser dito mesmo que pareça duro ou que vá ferir alguém. Importa fazer a vontade do Senhor e agradá-lo em tudo, e não ao homem. A responsabilidade do servo que está à frente é muito grande, pois o Senhor irá requerer dele os prejuízos decorrentes da sua negligência. Ele precisa superar os laços familiares e de amizade; ele precisa ser imparcial em seu julgamento, não se deixando levar pelo seu coração e sim pela revelação.
            A função do profeta (pastor) é entregar a revelação, quer seja agradável às pessoas ou não (exemplo de Jeremias diante do rei Zedequias – Jr 37: 17). O objetivo da profecia e da revelação é corrigir, instruir e livrar a pessoa daquilo que poderá vir a acontecer com ela, caso não acate a Palavra do Senhor.

            Se a pessoa que ouvir a voz do atalaia (o soar da trombeta)não se der por avisado, desprezando a orientação do Senhor, sua disciplina e sua orientação, e a espada (juízo) vier sobre si, a responsabilidade será sua. Às vezes as pessoas acham a palavra dura demais ou que a mensagem é direcionada, e por isso a rejeitam e às vezes até se rebelam contra o atalaia, que fez apenas o que o Senhor mandou. Devemos atentar para o que o Senhor diz em Heb 12: 5-8, e aceitar com humildade a correção do Senhor, pois Ele a faz por amor a nós e para nossa própria salvação e vida eterna.

            O atalaia era um homem escolhido para se colocar em um lugar alto, e vigiar constantemente toda a região ao redor da cidade onde habitava o seu povo. Sua função era a de um sentinela que deveria permanecer atento a tudo que acontecia ao redor, a fim de avisar a toda a cidade, através do toque de sua trombeta, caso algum perigo ou situação que ameaçasse a segurança de todos se aproximasse. Sua responsabilidade era muito grande, pois toda a segurança e a vida de todos na cidade estava na sua mão, e eles descansavam confiados na sua vigilância. Caso algum mal surpreendesse a cidade a culpa recaía sobre o atalaia, que não os avisou do perigo a tempo.


CONCLUSÃO

            Deus tem levantado os pastores como atalaias dos eu povo, de modo que devem vigiar em favor do rebanho, para que os perigos que rondam este mundo não venha atingir as igrejas e as ovelhas. Através do seu Espírito, o Senhor tem revelado tudo que a igreja precisa saber para caminhar segura, e a função dos pastores é zelar pela revelação.
                                                                                  


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segunda-feira, 3 de abril de 2017

O nascimento de Sansão


Juízes 13: 1-5

INTRODUÇÃO


Quando saiu da terra do Egito, depois da caminhar 40 anos no deserto, o povo de Israel ocupou a terra de Canaã e passou a viver sob a orientação do Senhor. Mas com o passar das primeiras gerações, o povo se corrompeu e serviu aos deuses estranhos, dentre eles, Baal e Astarote eram os mais conhecidos. Por causa disto, o Senhor os entregou aos seus inimigos, que os afligiram e oprimiram tremendamente por longos anos.
Todas as vezes que se encontravam em aperto, os israelitas clamavam ao Senhor e Ele ouvia o seu gemido e movido por sua misericórdia, enviava o socorro levantando Juízes que libertavam o povo de seus inimigos.
Este período, chamado período dos Juízes, teve a duração aproximada de 450 anos e nele Israel viveu 93 anos debaixo da mão opressora de seus inimigos.


DESENVOLVIMENTO


            Antes do nascimento de Sansão, Israel viveu 40 anos debaixo do jugo dos filisteus, e após este período, Deus olhou para o sofrimento de seu povo e começou a operar para lhe dar livramento. Para isso Ele enviou seu Anjo a uma mulher estéril (a Palavra não cita seu nome), esposa de um homem chamado Manuá, da tribo de Dã, anunciando-lhe que teria um filho que começaria a livrar o povo das mãos dos filisteus.
            O Anjo do Senhor disse à mulher que, para que a promessa de Deus se cumprisse, ela precisava seguir algumas orientações durante o período em que a criança estivesse sendo gerada no seu interior. As recomendações eram as seguintes:
·       Não beber vinho;
·       Não beber bebida forte;
·       Não comer coisas imundas; e
·       Jamais passar navalha na cabeça do seu filho, pois ele seria Nazireu de Deus.

A obediência a estas recomendações, possibilitaria o cumprimento de todo o plano de Deus, e Sansão seria o instrumento usado para a libertação e salvação do povo de Israel dos seus inimigos.

A mulher tipifica a Igreja, pois ela é o corpo onde a Obra de salvação do mundo (tipificada por Sansão) vai ser gerada. Esta igreja não tem nome, ela vivia na esterilidade, nas religiões, no mundo e no pecado, mas foi chamada por Deus para ser o instrumento onde uma Obra seria gerada para trazer libertação e salvação para as pessoas que viviam debaixo da opressão e da condenação do inimigo. Esta igreja não pode gerar a Obra por si só, mas é o Senhor quem a gera no interior do seu coração, e para que o Projeto de Salvação se cumpra conforme a vontade do Senhor, a igreja precisa se santificar e guardar a revelação do Senhor, caso contrário a Obra sofrerá distorções que poderão ameaçar ou impedir o cumprimento do Plano Profético de Salvação da humanidade.
A igreja precisa observar de modo espiritual, as mesmas orientações que o Anjo transmitiu à mãe de Sansão, que foram:

·       Não beber vinho – O vinho representa aquelas coisas que às vezes consideramos sem importância, ou que imaginamos serem inofensivas; são os chamados “pecadinhos”, que na verdade comprometem a realização da Obra na nossa vida. São pensamentos mundanos, sentimentos impuros ou coisas que fazemos que entristecem o Espírito Santo, e que precisam ser abandonadas para podermos cumprir o Projeto de Deus na nossa vida.

·       Não beber bebida forte – São as coisas que muitas vezes dominam a vida da pessoa trazendo dificuldades à vida espiritual e à Obra do Senhor. São vícios, situações escandalosas no casamento, por exemplo, e tudo aquilo que entorpece a mente e a vida espiritual da pessoa levando-a a agir segundo o velho homem e fora do Espírito.

·       Não comer coisas imundas – São os pecados grosseiros e mundanos. A imoralidade que é apresentada pela imprensa e pela televisão, a idolatria, os maus costumes, o linguajar torpe e tudo que ofende a Santidade do Senhor e fere o seu Espírito Santo. Essas coisas provocam enfermidades no corpo e podem levá-lo à morte.

·       Não passar navalha na cabeça do menino – Os cabelos falam do que há na mente, no pensamento. A Obra tem uma mentalidade própria, que é a do Senhor, e ela não pode ser tocada pelo homem nem ferida. Isso se refere à Revelação do Espírito Santo. Sansão tinha nos seus cabelos longos sete tranças que representavam a mente de Deus em sua vida. O número sete na Bíblia, aponta para aquilo que é perfeito, completo e pleno. A força e o poder de Sansão estavam na preservação de suas sete tranças. A mentalidade da Obra e a Revelação na nossa vida precisam ser preservadas, pois quando elas são tocadas ou feridas pela razão humana, a força e o poder espiritual começam a se esvair. 


CONCLUSÃO

            A Obra só será uma bênção na vida da igreja se ela for realizada de acordo com o propósito do Senhor. O mundo está aí, oprimindo e cercando a todos com seus problemas que crescem a cada dia. Nesta hora o homem não dispõe de recursos para livrar-se das calamidades que o atingem, mas o Senhor tem o poder de operar uma Obra capaz de libertá-lo por toda a eternidade.
            A igreja, o corpo do Senhor Jesus, é o instrumento que Deus tem usado para gerar esta Obra, e através da obediência à revelação, ela produz a condição necessária para que a Obra se desenvolva e se fortaleça, para cumprir o propósito de Deus de libertar os cativos deste mundo.
            A revelação e a orientação para a igreja nesta hora é a santificação da vida, a fim de que o Culto Profético se cumpra, e através dele as pessoas experimentem a bênção do Espírito Santo e se convertam ao Senhor.  
           


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domingo, 2 de abril de 2017

Onde está o libelo de divórcio?


Isaías 50:1

             “Assim diz o Senhor: Onde está o libelo de divórcio de vossa mãe, pelo qual eu a repudiei? Ou que é o credor, a quem eu vos tenha vendido? Eis que por vossas maldades fostes vendidos, e por vossas prevaricações vossa mãe foi repudiada”. 

Descrição da mensagem


             Quando Adão desobedeceu, foi destituído da glória de Deus e sentenciado a estar fora do Paraíso, longe da presença de Deus. Mas o Senhor providenciou o recurso para que o homem pudesse voltar para sua presença.

             Deus pergunta: onde está o libelo do divórcio?

             O que motivou a separação do homem? Reposta: a desobediência.

             Libelo - peça de um processo onde constam todas as acusações contra o réu.

             Divórcio - separação de um casamento e de uma aliança. 

             Quando o homem aceita o recurso proposto pelo Senhor, ou seja, o sacrifício de Jesus, ele é lavado e remido, morre para o mundo e torna-se uma criatura livre de acusações. Quem morre, não pode ser condenado; o seu processo de julgamento é extinto. Jesus quando tomou o nosso lugar nos livrou das acusações.

             Vendidos - venda é a troca de um bem por algo de valor. Deus não nos vendeu, para ele somos de valor inigualável.

             Prevaricação - deixar de fazer algo (desobedecer) - por isso perdemos o direito à vida eterna.

             Mas Deus nos resgatou do credor, enviando seu Filho Jesus que pagou um alto preço na cruz.

             O homem que aceita o Projeto de Deus para Salvação, o sacrifício de Jesus, é justificado diante de Deus.


             Onde está o libelo do divórcio? Não existe mais, pois Jesus o cravou na cruz do Calvário.
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Wallace Oliveira Cruz

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