PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sábado, 18 de março de 2017

"O deserto se tornará em campo fértil"


ISAÍAS 32: 15 A 18


1.  INTRODUÇÃO

·      Juízo de Deus - há um juízo de morte estabelecido sobre o mundo.
·      A salvação - a única forma do escapar deste juízo.


2.  DESENVOLVIMENTO

·      Derramar do Espírito - Jesus mostrou o caminho para a salvação e deixou seu Espírito para dar ao homem a condição, não só de entendê-la, como também de vivê-la. Quando o homem abre o seu coração para o espírito de Deus, ele permite que haja uma transformação no seu interior que permitirá obter a salvação.
·      Deserto - o coração do homem deste mundo em relação às coisas espirituais.
·      Campo fértil - de experiências com Deus, de bênçãos, de dons, de sinais...
·      Bosque
·      frutificar do Espírito
·      resultados diversos da bênção de Deus na vida do servo
·      Juízo no deserto - o juízo de Deus permanecerá sobre este mundo, e, conseqüentemente, sobre o homem que não tem a salvação, cujo coração é como um deserto espiritual (seco). O juízo de Deus já pode ser visto na vida desesperada, sem paz e sem segurança que o homem vive nos dias de hoje.
·      Justiça no campo fértil - Não tínhamos o direito à salvação pois estávamos sob um juízo de morte (todos pecaram e...), mas fomos JUSTIFICADOS pelo Sangue de Jesus derramado na cruz do calvário.
·      Efeito (resultado) da justiça - paz do Espírito Santo
·      Operação (meios) da justiça: repouso e segurança para sempre - O Senhor nos dá, aqui nesta vida a sua proteção e a sua paz, como sinais de que estamos livres do juízo de morte que está sobre este mundo. Estes sinais nos proporcionam paz verdadeira. O que o homem destes últimos dias mais deseja na vida é repouso e segurança para si e para sua família. Em Jesus ele encontrará isto.
·      A promessa maior: a Eternidade
·      Habitação eterna para os servos: moradas de paz, bem seguras e lugares quietos e de descanso.


3.  CONCLUSÃO


          Por causa do juízo de Deus sobre este mundo, o homem, cujo coração é como um deserto espiritual, está fadado a uma vida de insegurança, sem paz, sem uma experiência com Deus. Mas se este homem aceitar a Jesus e permitir que o Espírito faça uma obra em sua vida, ela se transformará em um “campo fértil” e ele passará a viver na paz do Senhor e ainda passará a ser co-herdeiro da eternidade.
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sexta-feira, 17 de março de 2017

Igreja Corpo de Cristo



I Coríntios 12: 12-27


1. O que é Corpo?                          

2. A igreja local como Corpo:
·       Os Dons;
·       Os Ministérios;
·       Os Serviços.

3. A Obra como Corpo:
·       A Comunhão;
·       A mesma Orientação;
·       As Igrejas e os Obreiros.                 

4. O que disse Jesus a respeito da Igreja como Corpo?  Mateus 14: 22
·       A necessidade de Comunhão  (comer o pão = corpo); 
·       A vida existente no Sangue  (o beber o vinho);
·       Se um membro se afasta, perde os benefícios da circulação do sangue, podendo perecer   (I Jo 1: 17);
·       Comunhão uns com os outros = comunhão no corpo               .

5. Lucas 24: 30-31 – Só podemos discernir o mistério da presença do Senhor no Corpo.              
                                                      
6. I Coríntios 11: 29, 30
·       Não discernindo o Corpo do Senhor ... - Não entendendo o mistério do Senhor Jesus.
·       Há entre vós muitos fracos ... - Por não se alimentar de Jesus no Corpo, vem a fraqueza.
·       E muitos doentes ... - A enfermidade é contraída mais facilmente pelo desnutrido. Os dardos do maligno atingem facilmente os que se alimentam pouco.        
·       E muitos que dormem ... - Não despertaram ainda para enxergar a Obra do Espírito, apesar de estar na igreja, e vivem como se estivessem numa religião.                                                                                                          
7. A Obra do Espírito tem Caráter Universal, não fazendo distinção de raças, apelando para os homens simplesmente como homens, tornando todos UM em Cristo Jesus (Gal 3: 27, 28 e Rm 2: 11).                                                                


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quinta-feira, 16 de março de 2017

O copo de prata de José


Gênesis 44: 1-2


INTRODUÇÃO

Depois de treze anos, após terem vendido José para uma caravana de Ismaelitas, seus irmãos desceram ao Egito para comprar mantimentos, pois a fome assolava o mundo naquele tempo. Os irmãos de José não o reconheceram, por haverem perdido a identidade com ele (Salmo 25: 14). Ofereceram seu dinheiro em troca dos mantimentos, e José os interrogou, querendo informações sobre seu pai e se tinham mais algum irmão. Na ocasião, José usou de astúcia para fazer com que eles voltassem, trazendo o irmão mais novo, que não o rejeitara e que havia nascido durante o seu exílio no Egito.

Depois de um tempo eles voltaram trazendo Benjamim, o irmão mais moço, e foi nesta ocasião, quando seus irmãos se preparavam para retornar para Canaã, que José ordenou que se colocassem  nos seus sacos de mantimento o dinheiro e no saco de Benjamim, o seu copo de prata.

Quando seus irmãos haviam partido, José mandou que seu servo, que administrava toda a sua casa, os perseguisse e alcançasse para interroga-los acerca do seu copo de prata que “havia desaparecido”. No meio do caminho eles foram alcançados, e ao ouvirem a história do servo de José, ficaram indignados com a acusação e disseram que se o copo fosse encontrado com um dos irmãos, que este fosse morto e os demais seriam escravos de José. O mordomo então concordou, mas disse que se o copo fosse achado com alguém, este seria escravo de José e os demais seriam liberados. Eles então começaram a procurar, a partir do mais velho deles, até o mais novo, e quando abriram o saco de Benjamim o copo de prata estava lá.  

DESENVOLVIMENTO

José é um dos tipos mais perfeitos do Senhor Jesus, que encontramos na Palavra de Deus. Hoje em dia muitos têm ido ao Senhor em busca de alimento para suas almas, já que a fome espiritual domina o mundo. No entanto muitos não o conhecem como Ele é, pois não têm intimidade com Ele, por causa do pecado em suas vidas (Rm 3: 23).

Muita gente tem recorrido a Deus nesta hora, em busca de bênçãos para suas vidas, mas oferecendo algo em troca, usando o argumento do merecimento e querendo estabelecer sua própria justiça (Isa 64: 6). Muitos têm ido às igrejas com interesses particulares, em busca de algo que sacie sua fome interior, mas após alcançarem aquilo que buscam, vão embora para seu lugar de origem (o mundo) e só voltam quando sentem fome novamente.

O desejo do Senhor é que o homem que o busca permaneça na sua presença, para ser verdadeiramente saciado com sua Palavra e com sua revelação. Por isso há aqueles que, quando se achegam ao Senhor com o coração puro (Benjamim não participou da rejeição e da venda de José), Ele coloca em seu coração o seu “copo de prata”. O que vem a ser o copo de prata?

Quando Jesus estava para ser preso e crucificado, no Getsêmani o Senhor fez uma oração ao Pai, pedindo que se possível fosse, passasse dele aquele cálice, que representava a sua angústia, o seu sofrimento e a cruz que Ele teria que suportar por todos os homens pecadores. O cálice apontava para o preço da redenção (prata), o qual foi pago pelo Senhor Jesus em nosso lugar.

Por isso o cálice ou copo de prata, fala da Obra redentora que Jesus realizou para nos salvar. Quando o homem vem ao Senhor com o coração sincero, Ele revela esta Obra maravilhosa, e coloca no seu coração o copo de prata, que fica ali guardado, conscientizando-o do Projeto de Salvação e dando ao Espírito Santo (o mordomo de José) a oportunidade de alcança-lo e fazer dele um servo do Senhor Jesus (Jo 16: 8 e II Co 5: 14).
           
CONCLUSÃO

Benjamim (filho da minha destra), é tipo de todos aqueles que têm a Obra do Senhor no coração, e que foram constrangidos pelo amor do Senhor e pelo seu Espírito Santo, a voltar para serem servos por toda a vida. Hoje o Espírito Santo continua buscando no deserto (mundo) aqueles que têm o copo de prata escondido no coração, ali colocado pelo Senhor Jesus, através de sua Palavra.

Aqueles que não estão interessados em ter um compromisso e uma aliança com o Senhor, voltam para o mundo, mas aquele que teve o coração marcado pela Obra Redentora, volta e permanece na presença do Senhor,  servindo-o por toda a vida.


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quarta-feira, 15 de março de 2017

O chamado de Hobabe



Números 10: 29-33


INTRODUÇÃO 


Depois de três meses da saída do Egito (Êxodo 19:1), o povo de Israel chegou ao deserto do Sinai e se acampou defronte do monte, onde o Senhor revelou a sua Lei a Moisés e fez um concerto com todo o povo. Depois que o tabernáculo foi construído e as primeiras ordenanças da Lei postas em prática, o Senhor ordenou a partida de toda a congregação dos filhos de Israel daquele lugar (Números 10: 11) em direção à Terra Prometida. Israel havia permanecido acampado ao pé do Sinai, um ano e nove meses.


DESENVOLVIMENTO



No momento da saída, quando uma nova etapa da caminhada estava para começar, Moisés convidou seu cunhado Hobabe para seguir com o povo para a terra que fora prometida a Israel pelo Senhor, oferecendo a ele uma herança em Canaã, conforme todo o bem que o Senhor falou faria a Israel.
Hobabe, que significa querido, amado, habitava no deserto, um lugar inóspito e cheio de dificuldades. Ele era midianita, e não judeu, por isso estava fora do concerto que o Senhor havia feito com Israel, mesmo assim Moisés o chamou, e se Hobabe aceitasse o convite, seria incluído no concerto do Senhor com o seu povo.
A atitude de Moisés ao chamar Hobabe, aponta profeticamente para aquilo que o Senhor Jesus, pelo seu Santo Espírito, está fazendo hoje com o homem que vive neste mundo sem salvação e sem esperança alguma. O homem, mesmo pecador, é querido e amado por Deus, por isso Ele enviou o Seu Filho para resgatá-lo e chamá-lo para uma caminhada em direção à Terra Prometida, em direção à eternidade.
Diante do chamado de Moisés, a primeira atitude de Hobabe foi dizer não. Ele disse que preferia ir à sua terra e à sua parentela. Instintivamente, essa sempre é a resposta que o homem dá quando ouve o chamado do Senhor Jesus para segui-lo. Ele sempre lembra de sua terra - a religião em que foi criado, a respeito da qual ele imagina ser obrigado a permanecer nela até sua morte. Ele não considera que estando numa religião nunca chegará a lugar algum. Também pensa na sua parentela – a família, a sociedade, o meio em que vive, os amigos e tudo que afetivamente está ligado à sua vida. Ele teme romper com tudo isso, pois essas coisas lhe transmitem uma aparente segurança. Jesus disse que para segui-lo o homem teria que aborrecer seu pai, sua mãe, seus irmãos, etc. (Lucas 14: 26).
Moisés insiste com Hobabe, mostrando-lhe que ele terá uma função e será útil na caminhada. Ele como habitante e conhecedor do deserto, seria uma espécie de batedor, um instrumento do Senhor para orientar o povo naquelas regiões desconhecidas. Isso mostra que quando o Senhor chama alguém para sua Obra, o faz com o propósito de torná-lo útil à sua causa. O homem não é chamado para ser um espectador passivo dentro do Projeto de Deus, mas um instrumento útil à disposição do Senhor, para cumprir todo o seu propósito. Os anjos quiseram realizar essa obra, mas Deus a destinou àquele a quem Ele chama para dela cuidar.


CONCLUSÃO 


Quando o homem entende que Deus não o está chamando para mais uma religião, mas para uma caminhada em direção à vida eterna, ele então larga tudo, e o pensamento inicial e negativo é superado pela fé que o impulsiona a dar um passo à frente, e depois muitos outros, iniciando-se assim uma caminhada junto com o povo de Deus em direção à herança eterna na Nova Jerusalém. Hobabe entendeu isso e se engajou à multidão que seguia a nuvem. Agora o que lhe interessava era o serviço do Senhor e a esperança de tomar posse de uma porção da terra que mana leite e mel. O desejo de voltar para sua terra e sua parentela tornou-se coisa do passado, e o importante agora era seguir a arca do Senhor caminho de três dias (tempo de Deus, eternidade) para alcançar um lugar de descanso.

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terça-feira, 14 de março de 2017

O Servo do Centurião Romano


Mateus 8: 5-10, 13


          INTRODUÇÃO

Na época em que o Senhor Jesus cumpriu seu ministério aqui na terra, o mundo civilizado estava sob o domínio do Império Romano. Roma reinava em todo o mundo, inclusive sobre Israel, e isso era uma situação profundamente adversa e incômoda para o povo judeu. Para eles não havia coisa mais humilhante do ser governado por um povo gentio e pagão. No entanto, alguns oficiais do exército romanos caíram na simpatia dos judeus, como por exemplo o comandante da guarnição romana de Cafarnaum. Aquele centurião era querido pelos cidadãos de Cafarnaum, pois tratava a todos com brandura e até havia edificado a sinagoga deles.


Leitura: Evangelho de Mateus 8:5-13; Lucas 7:1-10 

Ao entrar na cidade de Cafarnaum, um centurião romano vem ao encontro de Jesus para pedir-lhe um favor. Um centurião era um comandante das tropas romanas que tinham invadido a judéia. Isso equivalia a um comandante nazista pedir um favor a um francês na França ocupada pela Alemanha na 2ª Guerra.
A prontidão de Jesus em acatar o pedido mostra o quanto ele estava acima de qualquer ideologia política. Muito sangue foi derramado em dois mil anos de história da cristandade por cristãos que quiseram conquistar o poder político neste mundo.
Jesus não se opunha a César, o invasor romano. Ele não tinha vindo conquistar um território, mas salvar pessoas. O inimigo não era o imperador romano, o inimigo era o príncipe das trevas, Satanás.
O favor que o romano pede é que Jesus cure seu servo. "Eu irei", diz Jesus. A resposta do centurião surpreende. Primeiro ele diz que sua casa não é digna de que Jesus entre nela. Se você se considera digno de receber a visita de Jesus, ainda não entendeu quem ele é.
As religiões costumam ensinar que Deus só pode fazer alguma coisa por você se você fizer alguma coisa por ele. Você já ouviu coisas do tipo, "Quer que Deus entre em sua vida? Então deixe de pecar, procure ser uma pessoa melhor, abandone seus vícios e aí Deus irá entrar em sua vida." Oras, isso é o mesmo que chamar o pedreiro depois que você terminou a reforma!
Se o centurião tivesse tentado fazer sua casa digna de receber a Jesus, seu servo teria morrido. Ninguém é digno de receber a Jesus na condição em que se encontra. É ele quem deve fazer a reforma, é ele quem começa curando esse paralítico atormentado que mora dentro de você. Todos nós somos pecadores, paralíticos e incapazes de mover uma palha por nossa salvação. Exatamente como o centurião e seu servo.
O comandante romano reconhece o poder e a autoridade da palavra de Jesus, o Verbo de Deus. Bastaria ele dizer uma palavra e seu servo seria curado. Ele reconhece a Jesus como Senhor, alguém que tem poder e autoridade.
Nem entre os judeus Jesus tinha encontrado tamanha fé. Depois de séculos de privilégio por conhecerem o Deus único e verdadeiro, muitos judeus estavam condenados às trevas por sua incredulidade. Jesus disse: "Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé". Será que hoje ele diria "Não encontrei na cristandade ninguém com tamanha fé?".
Naquela hora o servo do centurião foi curado. No exato momento em que você crê em Jesus como seu Senhor e Salvador, você é salvo. Imediatamente. Não é um processo, uma evolução, é um milagre. Perdoado de todos os seus pecados, livre da condenação, pronto para entrar no céu.
Mas, se quem crê está pronto para entrar no céu, por que não é levado imediatamente para lá? Por que ficar neste mundo de sofrimento e dor? Oras, porque... bem, este é o assunto dos próximos 3 minutos.
         

          DESENVOLVIMENTO

Um dia, aquele centurião começou a enfrentar um problema difícil na sua vida, pois um dos seus servos mais úteis e estimados adoeceu gravemente, ficando paralítico e sofrendo horrivelmente numa cama. Incentivado pelos ancião de Cafarnaum, o centurião foi a Jesus e rogou-lhe que o ajudasse. O Senhor imediatamente se prontificou a ir até a sua casa para curar seu servo. Mas ele disse: “Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu servo será curado. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele faz”.

Esta palavra do centurião, causou admiração em Jesus, que disse: “Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel achei fé como esta”.

O que deixou o Senhor Jesus admirado foi a noção precisa a respeito do que é a fé na vida do homem. A fé é como um servo que Deus colocou à disposição do homem para servi-lo incansavelmente e proporcionar a ele todos os benefícios e suprir suas necessidades, dentro do Projeto de Deus. Aquilo que o centurião falou sobre a forma como seus soldados e seus servos o obedeciam, é exatamente o que acontece com aquele que exerce a fé. Ela existe para se submeter às nossas ordens, conforme falou Jesus: “Se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esse monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível”.

O problema é que a fé na vida de muitas pessoas está na mesma situação do servo do centurião romano; ela está paralisada e horrivelmente enferma. Ela está inerte e quase morta, não podendo servir ao seu senhor (o homem) como deveria servir. Muitas pessoas confirmam essa realidade com suas próprias palavras, dizendo: “Minha fé é tão pequena... Ela é quase nada”. No entanto a Palavra diz: “Sem fé é impossível agradar a Deus”. Diz também: “O justo viverá pela fé, e se ele recuar, a minha alma não terá prazer nele”.

Muitas pessoas sofrem neste mundo porque não estão se servindo da fé que o Senhor nosso Deus lhes deu para através dela viver. O servo que deveria estar ao dispor de todos, e servindo-os, está paralisado, doente e sem ter como se mover e realizar tudo que deveria para o bem daqueles que o deveriam usar. Muitos pensam que exercer a fé trás incomodo a Deus, e assim preferem viver através dos seus próprios recursos e da sua razão. Alguns se baseiam no mérito próprio para serem ouvidos e atendidos por Deus e desta forma desprezam a fé, deixando-a paralisada e doente.

Um dia os discípulos disseram a Jesus: “Senhor, acrescenta-nos a fé...” Jesus então contou-lhes a parábola do servo inútil. Nela o Senhor disse: “Qual de vós, tendo um servo ocupado na lavoura ou em guardar o gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: Vem já e põe-te à mesa? E que antes não lhe diga: Prepara-me a ceia, cinge-te, e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois comerás tu e beberás. Porventura terá de agradecer ao servo por ter feito o que lhe havia ordenado? Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer”.

O que Jesus quis ensinar com essa parábola foi que a natureza da fé é a mesma de um servo que existe para servir ao seu senhor incansavelmente, sem que ele tenha que estar o tempo todo agradecendo pelo seu serviço. Deus colocou o homem como senhor e a fé como servo. O homem deve usar a fé sem constrangimento, pois ela existe para ser usada mesmo; e depois de haver feito tudo estar pronta para fazer mais alguma coisa, conforme a vontade (submissa à vontade de Deus) do homem que dela se vale.

Certa vez Jesus disse: “Pedí, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á”. Essas palavras do Senhor Jesus, nada mais são do que uma autorização e um incentivo, para que seus discípulos exerçam a fé, se utilizem deste servo incansável, que é a fé.


          CONCLUSÃO


Quando o homem entende a natureza da fé, como fez o centurião romano, e procura o Senhor Jesus para que cure o seu servo (sua fé), o Senhor prontamente se dispõe a isso e a bênção é concedida. A fé é exatamente como o centurião a descreveu: Um soldado que existe para atender às ordens do seu superior, sem reclamar ou receber elogios ou agradecimentos. 
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segunda-feira, 13 de março de 2017

O Cego Bartineu


Lucas 18: 35 – 43

Introdução 

·       Bartimeu era inconformado com as trevas - não era acomodado.
·       A multidão conhecia “Jesus de Nazaré” – Jesus para esta vida.

Desenvolvimento 

·       Quando Bartimeu soube que era Jesus, alcançou a revelação do “Reinado de Jesus”.
·       Ele clamou por “Jesus, Filho de Davi” – Jesus para a eternidade.
·       A multidão tentou abafar sua voz, mas ele falou mais alto que a multidão.
·       Quando ele gritou mais alto, Jesus parou para atendê-lo – a eternidade pára para atender ao necessitado que clama ao Senhor e o atende.
·       Bartimeu creu quando Jesus lhe disse: “”.

Conclusão 

·       A partir dessa experiência, Bartimeu passou a perceber três coisas, e tomou uma atitude:
·       Jesus – o Corpo;
·       O Caminho – o Projeto de Deus;
·       Jerusalém – o objetivo da caminhada, a Eternidade...


·       ...e deixou Jericó – o Mundo.
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domingo, 12 de março de 2017

O caminho do Senhor Jesus e da Igreja


João 13: 15-17 

O CAMINHO DE JESUS


1.   Estrebaria - Lucas 2: 16
2.   Carpintaria - Marcos 6: 3
3.   Jordão - Mateus 3: 16
4.   Deserto - Lucas 4: 1-13
5.   Calvário - Lucas 23: 33
6.   Túmulo vazio - Marcos 16: 6
7.   Assunção ao céu - Lucas 24: 51 

O CAMINHO DA IGREJA 

1.   Nascimento nos corações - II Coríntios 4: 6
2.   Purificação e limpeza - João 15: 2, 3
3.   Batismo, Início da Obra - Romanos 6: 4
4.   Provações, em consagração - Tiago 1: 12
5.   Crucificação do velho homem - Romanos 6: 6
6.   Nova vida, eterna - I João 5: 11-13
7.   Arrebatamento - I Tessalonicenses 4: 16, 17 

Obs.: Os seis primeiros passos são de responsabilidade do homem ( 6 = número do homem ), e o sétimo passo é o Senhor quem realiza ( 7 = número da perfeição de Deus ).



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Wallace Oliveira Cruz

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