O Bom Pastor

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João 10: 7-15

INTRODUÇÃO

Quando o Senhor Jesus comparou os seus servos com ovelhas, o fez com muita propriedade, pois não há comparação mais precisa do que esta. O Senhor deseja ver nos seus servos as mesmas características que as ovelhas possuem, por exemplo;

·       A ovelha é um animal simples e manso;
·       A ovelha não tem defesa própria e não é agressiva;
·       Ela é um animal dependente e não sobrevive sozinha;
·       A ovelha é um animal gregário e sociável;
·       É um animal que aprende a reconhecer a voz do seu pastor;
·       Ela segue o seu pastor aonde ele vai; e
·       É um animal limpo, que não gosta de lama.

DESENVOLVIMENTO

O Senhor Jesus se identifica com o Bom Pastor, e o Pai é o dono das ovelhas. O Espírito Santo é o porteiro, é aquele que abre a porta (Jesus) do redil para as ovelhas entrarem. O redil, que é o lugar de descanso das ovelhas, fala da igreja e da Obra. O redil tem somente uma porta, que é Jesus, e só entra por esta porta aquele a quem o Espírito Santo abrir (revelar). Aquele que entra por ela, salvar-se-á (João 14: 6).

Todos que entram pela porta, encontrarão descanso, segurança, liberdade e alimento para suas vidas, e através da comunhão com o Senhor, aprenderão a reconhecer sua voz a fim de segui-lo para sempre, pois Ele é o Bom Pastor.

O inimigo (o lobo que vive no deserto) não tem boas intenções em relação às ovelhas. Ele vem para matar, roubar e destruir suas vidas. O covil do lobo é o mundo e a religião, para onde ele tenta arrebatar as ovelhas.

O Bom Pastor ama suas ovelhas, e Jesus nos amou de tal maneira que deu sua vida para nos livrar das garras do inimigo. Ele morreu na cruz para desfazer as obras do adversário, e nos dar a vida abundante, que é a vida eterna.

CONCLUSÃO

O Senhor conhece os que são seus, e dos seus é conhecido, pois eles vivem em comunhão constante com Ele. As verdadeiras ovelhas do Senhor sabem discernir sua voz e não seguem a voz do estranho nem do mercenário (religioso), que só se interessam pelo lucro e pela exploração das ovelhas, não se preocupando nem um pouco com o seu bem-estar.


O "bastante" de Esaú é o "tudo" de Jacó

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Gênesis 33: 8- 11


INTRODUÇÃO

Ao longo da vida, todos nós temos a oportunidade de fazer muitas escolhas e tomar muitas decisões. O nosso futuro dependerá e será o resultado de nossas escolhas e decisões. A maioria das pessoas usa a sua razão para tomar decisões e fazer suas escolhas.


DESENVOLVIMENTO

Esaú e Jacó eram irmãos gêmeos; eles viveram e cresceram juntos, mas eram muito diferentes um do outro, não só fisicamente, mas em personalidade também.

Esaú tinha um espírito aventureiro e vivia caçando nas montanhas e vales de Canaã. Ele era o primogênito, o herdeiro natural da melhor parte dos bens de seu pai, e também aquele que receberia a bênção da primogenitura, a qual era ambicionada por muitos que não tinham direito a ela. Mas Esaú não valorizava o direito que possuía, e as decisões que tomou e as escolhas que fez na sua vida, o afastaram desta bênção e do propósito de Deus.

Jacó era um homem simples e pacato, que costumava ficar o tempo todo em casa ao lado de sua mãe. Apesar de não ser o primogênito, seu coração almejava a bênção da primogenitura, e um dia ele a conseguiu, pois o Senhor, vendo o desejo do seu coração e também o desprezo que Esaú dava à primogenitura, tratou de providenciar a transferência da bênção para Jacó.

Pela forma como Jacó alcançou a primogenitura, Esaú jurou matá-lo logo que seu pai morresse. Por isso Jacó teve que fugir para a terra dos seus ancestrais. No seu caminho de fuga, Jacó chegou a um lugar e ali teve uma profunda experiência com o Senhor e fez uma aliança com Ele. Aquele lugar ficou sendo chamado Betel (Casa de Deus).

O tempo passou desde a separação dos dois irmãos. Esaú seguiu sua vida de aventuras e más escolhas. Jacó trabalhou como pastor de ovelhas para seu tio Labão, e suas experiências com o Senhor foram se cumprindo a cada dia.

Depois de muitos anos, o Senhor mandou que Jacó voltasse para a terra de seus pais, e o encontro com Esaú foi inevitável. Jacó temeu a reação de Esaú, mesmo depois de tanto tempo, e por isso preparou um presente para seu irmão mais velho. Jacó chamou este presente de uma bênção, de modo que quando Esaú se deparou com tudo que lhe havia sido preparado, perguntou o que era aquilo. Jacó respondeu que era para achar graça aos seus olhos, e Esaú disse: “Eu tenho BASTANTE, meu irmão; seja para ti o que tens”.

Jacó insistiu para que Esaú recebesse seu presente, pois seu coração estava alegre em encontrá-lo, e que aquilo era uma bênção dada por Deus, de quem havia recebido  de TUDO. E instou com ele, até que a tomou. 

CONCLUSÃO

O que podemos observar em tudo que foi falado, é que depois de todos esses anos de vida e de oportunidades para escolher os caminhos de sua vida, o máximo que Esaú alcançou foi o BASTANTE.
A Palavra diz que a fazenda de Esaú era muita, e que a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa de seu gado que era muito. Portanto Esaú habitou na montanha de Seir, em Edom.
Ter o bastante é ter o suficiente para se viver neste mundo, é ter bens materiais, fazendas, riquezas, cultura, poder político, é ter uma religião e tudo aquilo que as pessoas buscam nesta vida.

Jacó também alcançou algo ao longo dos anos, como fruto de suas escolhas. Jacó não era merecedor, mas ele escolheu a bênção da primogenitura e uma vida de comunhão com o Senhor. Ele decidiu servir ao Senhor e andar nos seus caminhos, e com isso alcançou a bênção da Salvação e da Vida Eterna. Jacó conheceu ao Senhor em Betel, lutou com Ele no vau do Jaboque e quando chegou diante de Esaú, declarou-lhe que havia recebido de TUDO da mão do Senhor.

Ter TUDO não significa ter o que Esaú tinha, mas é ter a revelação do Senhor no coração, é ter Jesus como Senhor e Salvador, é ter a esperança da Vida Eterna.

Ter TUDO não quer dizer ter riquezas, bens, poder ou coisas semelhantes a essas, mas é andar no Projeto de Deus, é viver na presença do Senhor, é ter a bênção do Espírito Santo, é poder clamar pelo Sangue de Jesus e ser ouvido, é viver no Corpo cada dia, mesmo com provações, desemprego e lutas.

Ter TUDO é ter um tesouro guardado no céu e um depósito na eternidade, e não aqui na terra. Quando temos TUDO, temos também o mesmo sentimento de Jacó, que preparou uma bênção para seu irmão e insistiu para que a tomasse.

Quando um amigo vem ao culto conosco, nós preparamos um presente e uma bênção para ele, conforme tudo que o Senhor tem nos revelado, e insistimos para que abra o coração e receba a bênção do Senhor, para que possa dizer: “Quando entrei aqui tinha o BASTANTE, mas agora estou saindo com o TUDO, com Jesus na minha vida e no meu coração”.
         
Aleluia !!!




Curitiba, 25 de fevereiro de 2002








O Senhor dos exércitos dará neste monte um banque...

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Isaías 25: 6, 7


            INTRODUÇÃO

Em toda a história da igreja, através dos séculos, nunca se viu um derramamento do Espírito Santo como nos dias atuais. Isto não significa que o Espírito não tenha operado em tempos passados; mas hoje estamos vendo o cumprimento da profecia de Joel 2: 28, 29, que fala do derramamento do Espírito Santo sobre toda carne, trazendo dons e salvação a todos aqueles que crerem. Isto está acontecendo nos nossos dias de forma maravilhosa, pois se trata dos dias finais da história da igreja sobre a terra.

Nesta hora estamos vendo o pecado se alastrando e as pessoas mergulhando nas trevas, buscando nas religiões e nos movimentos uma saída para suas opressões, mas sem encontrá-la. Exatamente nesta hora, está se cumprindo também a palavra dita pelo apóstolo Paulo, quando escreveu: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça...” - Rom 5: 20. A graça de Deus tem sido superabundante, conduzindo a muitos para o seu “Santo Monte”, para sua presença, onde o perdão e a vida eterna estão à disposição de todos os povos.

            DESENVOLVIMENTO

E o Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de animais gordos...

O monte onde o Senhor deseja realizar esta festa é a sua Obra, o lugar alto que está acima das coisas baixas desta vida, o lugar da comunhão com o seu Espírito. Esta Obra está destinada de todos os povos, ela está ao alcance de todos, é só crer e participar do banquete. Ela é universal, pois Deus não faz acepção de pessoas, como a religião, que visa determinadas classes sociais.
Para participar desta festa que o Senhor tem preparado, o homem precisa galgar o Caminho que leva ao topo deste monte, deixando para trás aquilo que é de baixo, deste mundo pecaminoso e da velha natureza. No topo do monte, isto é, na presença do Senhor, uma festa com animais gordos nos espera.

No Velho Testamento os sacerdotes ofereciam sacrifícios de animais no altar do holocausto, e quando a gordura era queimada a fumaça dela subia ao alto, como um culto de adoração a Deus, que o recebia no seu trono. O animal gordo fala do culto e da adoração que agrada ao Senhor nosso Deus; quanto mais gordura, maior a adoração e maior a alegria da festa. O Senhor tem nos chamado para uma Obra que se caracteriza pela alegria e libertação para a adoração e louvor  ao seu Nome. É neste ambiente de bênção que o Senhor se revela profundamente ao seu povo.

Uma festa com vinhos puros...

Antigamente, o vinho era o que motivava e alegrava as festas. O vinho representa o Espírito Santo, pois só Ele pode verdadeiramente alegrar o nosso coração e nos dar alegria interior. Ele foi enviado para estar ao lado da igreja, ajudando-a e fortalecendo-a na caminhada e orientando seus passos através da revelação. A nossa alegria depende da sua presença nas nossas vidas, pois é Ele quem nos purifica e santifica, transformando-nos e nos dando razão de viver, esperando a vida eterna.

Com tutanos gordos, e com vinhos puros, bem purificados...

O tutano é a parte do organismo que produz o sangue; ele é a fonte do sangue, que é vida. Quando Jesus derramou seu sangue na cruz do calvário, em adoração ao Pai, Ele derramou sua vida pura e imaculada, derramou seu Espírito para nos dar salvação e vida eterna. O vinho puro fala da pureza do seu Espírito que nos foi dado. Na festa que o Senhor preparou para nós o sangue de Jesus está presente, e o seu Espírito purificador opera nas nossas vidas, nos dando o perdão dos nossos pecados e a certeza de uma consciência pura diante de Deus. O tutano fala do sangue de Jesus como uma fonte inesgotável de vida, a presença do tutano na festa, significa que o sangue de Jesus nunca vai faltar, e que podemos clamar o tempo todo, que ele não vai se desgastar, pois ele é o Espírito Santo no meio da igreja. 

E destruirá neste monte a máscara que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre as nações.

Há ainda uma coisa que o Senhor deseja realizar neste monte, ao mesmo tempo que serve o seu banquete: A destruição da máscara que envolve todos os povos. Esta máscara é a religião que domina os povos em todo o mundo, procurando esconder e camuflar a real aparência das coisas e das pessoas. Desde o dia em que Adão e Eva tentaram esconder de Deus a sua nudez, com aventais feitos de folhas de figueira, que o homem vem desenvolvendo este costume de procurar se valer da religião para disfarçar sua real situação diante de Deus. Mas não adianta tentar ocultar nada, pois o Senhor, que é o Sol da Justiça, fará com que esta máscara seque e caia por terra, como aconteceu com os aventais dos nossos antepassados.

Quando a luz e o calor da revelação brilham, o véu da religião cai por terra, trazendo a verdade libertadora que produz vida eterna. A religião é daqui de baixo, é produto da razão humana e está debaixo de um juízo, de modo que não há espaço para ela no Monte do Senhor, que é a sua Obra. Quando alguém sobe ao monte usando a máscara e o véu da religião, a revelação do Espírito vem, destruindo a aparência das coisas e trazendo a Verdade à luz - II Co 3: 13-16.   

            CONCLUSÃO

A Obra que o Senhor tem realizado nesta última hora, é algo que vem do alto, que vem da eternidade, e nós precisamos subir até ela para participarmos do banquete e nos libertarmos da máscara e do véu da religião que tem dominado e escravizado a muitos. A Obra do Senhor não é uma obra de aparência, como a religião, mas é uma Obra de fé, que pode ser vivida por todos aqueles que deseja subir ao monte da comunhão.

O profeta Isaías escreveu: “Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a Palavra do Senhor, de Jerusalém” - Isa 2: 2, 3.



O arrependimento dos ninivitas

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Jonas 3: 10 

INTRODUÇÃO

         
O trono do Senhor está firmado na justiça e no juízo. Por isso toda má obra e pecado terá sua justa retribuição. No decorrer dos séculos e através da narração bíblica, podemos ver o juízo de Deus sendo exercido sobre povos e nações; como por exemplo, nos dias de Noé, quando Deus destruiu toda a carne com o dilúvio. Também podemos citar o que aconteceu com as cidades de Sodoma e Gomorra, que foram soterradas por causa dos seus pecados. Conhecemos também muitos exemplos de homens que foram julgados por Deus, por causa de seus pecados contra o Senhor, por exemplo: Senaqueribe, Belsazar, Hamã, Herodes, e outros. A verdade é que a condenação está sobre todo aquele que comete o pecado, e com ela a morte (Romanos 6: 23). Mas ao mesmo tempo que Deus é implacável com os que cometem iniquidade, é também profundamente misericordioso com aqueles que se arrependem das suas más obras.

DESENVOLVIMENTO


Um dos fatos mais admiráveis, que provam que Deus é capaz  de mudar o seu julgamento, é o que aconteceu com os cidadãos da antiga cidade de Nínive, capital da Assíria.

Naquele tempo, Deus estava indignado com os pecados dos habitantes de Nínive, e enviou o profeta Jonas para clamar contra eles, dando-lhes um prazo de 40 dias para se arrependerem, sob pena de destruição. No início o profeta resistiu à ordem do Senhor e o juízo veio sobre ele, que foi engolido vivo por um grande peixe (talvez um cachalote) e em seguida, depois do seu arrependimento, lançado na praia para dirigir-se à cidade e cumprir a ordem do Senhor.

Em Nínive Jonas anunciou o juízo de Deus e toda a população, desde o rei até ao mais simples homem, creu na pregação de Jonas, temendo aquilo que estava por vir sobre eles. O rei de Nínive apregoou um jejum a todos e orientou que todos clamassem fortemente, suplicando a misericórdia do Senhor.

Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho, e se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez. O arrependimento, portanto, e a conversão, são as únicas coisas capazes de deter o juízo de Deus e despertar a sua misericórdia.

O mundo de hoje vive uma situação semelhante à de Nínive. O pecado tem sido a regra de vida do homem, que insensível, não percebe que Deus no céu contempla tudo e já tem determinado um juízo sobre toda essa situação. No entanto, antes que esse juízo seja executado, o Senhor tem enviado o seu Filho para proclamar as boas novas da salvação, exortando a todos que se arrependam e se convertam dos seus pecados. Deus tem dado um prazo, um tempo de prova, para que cada pessoa tenha sua oportunidade de conhecer seu projeto e tomar uma decisão.

CONCLUSÃO


Jesus disse que o que aconteceu com Jonas e com os ninivitas foi um sinal para esta geração dos nossos dias. A situação espiritual é a mesma, e a única maneira de mudar a decisão de Deus é através do arrependimento sincero, de uma mudança de vida, da conversão das trevas do pecado para a luz de Jesus, aquele que pagou o preço para que a justiça de Deus fosse satisfeita.

Antes de levar a salvação para os ninivitas, Jonas teve de descer às profundezas dos mares no ventre do grande peixe, onde passou três dias. Profeticamente, este fato apontava para a morte, sepultamento e ressurreição do Senhor Jesus para nos salvar da perdição eterna, através da fé na sua Palavra.

Cada pessoa hoje precisa reconhecer que é pecadora, e que o juízo de Deus está por vir. Precisa também, mais do que nunca, reconhecer que Jesus é o único que pode livra-la deste juízo, e crer Nele para que a misericórdia e o perdão do Senhor lhe sejam concedidos.

O amigo importuno 2

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Lucas 11: 5-8

            INTRODUÇÃO

Na época do Novo Testamento e na no tempo de Jesus, as pessoas que viajavam, costumavam pousar nas casas dos seus amigos. A chegada destes viajantes era quase sempre de surpresa e nas horas mais imprevistas. Para um bom judeu não havia situação mais constrangedora do que receber um amigo em casa e não ter o que lhe oferecer, pois as pessoas geralmente chegavam cansadas e famintas, de modo que eram uma grande vergonha passar por uma situação como essa.

            DESENVOLVIMENTO

O Senhor Jesus fala de um homem que recebeu em sua casa, à meia-noite, um amigo vindo de viagem, e o mesmo não tinha nada para lhe oferecer. Por isso foi bater na casa de seu vizinho para pedir três pães, para alimentar seu amigo recém-chegado.

Esta parábola fala do momento profético que estamos vivendo nesta hora. A meia-noite aponta para a hora de densas trevas por que passa esse mundo atualmente. Muitos estão neste momento caminhando de um lugar para outro, como que viajando em busca de seu destino, cansados e famintos, procurando um lugar para repousar. Muitos têm entrado nas igrejas em busca de amigos que lhe ofereçam aquilo que necessitam para suprir suas necessidades espirituais. Quão embaraçosa será a situação, se recebermos uma dessas pessoas nas nossas igrejas e não tivermos PÃO para lhe oferecer. O que será de nós se as pessoas baterem na nossa porta, a qualquer hora do dia ou da noite, e não tivermos aquilo que elas precisam para suas almas?

O Senhor tem nos falado insistentemente a respeito de ASSISTÊNCIA nestes dias de tanta necessidade. Muitas pessoas têm se decepcionado com muitas coisas que estão acontecendo no meio dito “evangélico”. Muitos têm sido “saqueados” ao invés de atendidos, e sua esperança tem se esvaído. Por isso nós precisamos estar preparados para socorrer estes “viajantes” quando baterem na nossa porta.

Precisamos ser a igreja que está pronta para atender a qualquer hora. Precisamos ter os três PÃES, pois eles falam do alimento completo, da Palavra Revelada pela Trindade. A igreja nesta hora precisa estar vivendo uma experiência verdadeira e profunda com o Senhor Jesus; ela precisa estar em comunhão e vivendo em obediência ao seu Espírito Santo, para que possa ter o que oferecer àqueles que a buscam nesta hora de escuridão espiritual.

A igreja precisa viver diariamente a experiência do Culto Revelado, pois grande será o prejuízo se o visitante entrar na igreja, e após o final do culto, sair sem nada receber. Deus quer alcançar o coração necessitado através do louvor revelado, da mensagem revelada, e dos sinais e dons espirituais que falam da vida e da situação que o visitante está passando.

            CONCLUSÃO

Se não estivermos vivendo esta experiência, ou se não tivermos o suficiente para atender ao necessitado que bate na nossa porta, então só nos resta uma saída: bater na porta do nosso amigo.

Bater na Porta do Amigo é ir à presença do Pai (o Amigo), e através do Filho (a Porta), pedir a sua ajuda para que nos dê Três Pães (a Palavra Revelada pela Trindade, o alimento completo), a fim de que possamos atender àqueles que chegam na nossa igreja.

O Senhor não se sente importunado quando batemos na sua porta, mas Ele mesmo nos manda insistir em bater, pois o segredo do receber está no insistir no pedir, e não simplesmente no pedir (Tg 4: 2).



O amigo importuno 1

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Lucas 11: 5-8

            INTRODUÇÃO

Na época do Novo Testamento e na no tempo de Jesus, as pessoas que viajavam, costumavam pousar nas casas dos seus amigos. A chegada destes viajantes era quase sempre de surpresa e nas horas mais imprevistas. Para um bom judeu não havia situação mais constrangedora do que receber um amigo em casa e não ter o que lhe oferecer, pois as pessoas geralmente chegavam cansadas e famintas, de modo que eram uma grande vergonha passar por uma situação como essa.

               DESENVOLVIMENTO

O Senhor Jesus fala de um homem que recebeu em sua casa, à meia-noite, um amigo vindo de viagem, e o mesmo não tinha nada para lhe oferecer. Por isso foi bater na casa de seu vizinho para pedir três pães, para alimentar seu amigo recém-chegado.

Esta parábola fala do momento profético que estamos vivendo nesta hora. A meia-noite aponta para a hora de densas trevas por que passa esse mundo atualmente. Muitos estão neste momento caminhando de um lugar para outro, como que viajando em busca de seu destino, cansados e famintos, procurando um lugar para repousar. Muitos têm entrado nas igrejas em busca de amigos que lhe ofereçam aquilo que necessitam para suprir suas necessidades espirituais. Quão embaraçosa será a situação, se recebermos uma dessas pessoas nas nossas igrejas e não tivermos PÃO para lhe oferecer. O que será de nós se as pessoas baterem na nossa porta, a qualquer hora do dia ou da noite, e não tivermos aquilo que elas precisam para suas almas?

O Senhor tem nos falado insistentemente a respeito de ASSISTÊNCIA nestes dias de tanta necessidade. Muitas pessoas têm se decepcionado com muitas coisas que estão acontecendo no meio dito “evangélico”. Muitos têm sido “saqueados” ao invés de atendidos, e sua esperança tem se esvaído. Por isso nós precisamos estar preparados para socorrer estes “viajantes” quando baterem na nossa porta.

Precisamos ser a igreja que está pronta para atender a qualquer hora. Precisamos ter os três PÃES, pois eles falam do alimento completo, da Palavra Revelada pela Trindade. A igreja nesta hora precisa estar vivendo uma experiência verdadeira e profunda com o Senhor Jesus; ela precisa estar em comunhão e vivendo em obediência ao seu Espírito Santo, para que possa ter o que oferecer àqueles que a buscam nesta hora de escuridão espiritual.

A igreja precisa viver diariamente a experiência do Culto Revelado, pois grande será o prejuízo se o visitante entrar na igreja, e após o final do culto, sair sem nada receber. Deus quer alcançar o coração necessitado através do louvor revelado, da mensagem revelada, e dos sinais e dons espirituais que falam da vida e da situação que o visitante está passando.

               CONCLUSÃO

Se não estivermos vivendo esta experiência, ou se não tivermos o suficiente para atender ao necessitado que bate na nossa porta, então só nos resta uma saída: bater na porta do nosso amigo.

Bater na Porta do Amigo é ir à presença do Pai (o Amigo), e através do Filho (a Porta), pedir a sua ajuda para que nos dê Três Pães (a Palavra Revelada pela Trindade, o alimento completo), a fim de que possamos atender àqueles que chegam na nossa igreja.

O Senhor não se sente importunado quando batemos na sua porta, mas Ele mesmo nos manda insistir em bater, pois o segredo do receber está no insistir no pedir, e não simplesmente no pedir (Tg 4: 2).

O paralítico de Betesda

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João 5: 1-8

O paralítico é o homem do mundo, espiritualmente inerte e necessitado, sem poder para ir a lugar algum.

O alpendre cheio de paralíticos representa este mundo, repleto de pessoas com as mais variadas necessidades.

O anjo que move as águas do tanque de Betesda (Casa de Misericórdia) é o pastor, que usa a Palavra. O pastor não realiza nada, mas no agitar das águas 9 na revelação da Palavra) o milagre acontece.

Senhor, não tenho homem algum que me ajude... (pois todos ali eram paralíticos) - A igreja precisa ajudar o visitantes, pois se ela não o fizer, será tida como paralítica e necessitada.

Jesus se revela nesta hora para curar o paralítico, pelo poder da sua Palavra.


Nossa esperança em Cristo

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I Coríntios 15: 19


INTRODUÇÃO

Quando Jesus entrou em Jerusalém montado num jumentinho, a multidão que o seguia ia dando glórias e louvores a Deus por todas as maravilhas que tinha visto, dizendo: “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor”.

O povo de Israel vivia naquela ocasião, por longos anos, sob o domínio do império romano, e esperava impacientemente o surgimento do Messias prometido, que iria libertá-los, como supunham, de toda aquela opressão, pois os romanos governavam com mão de ferro e o povo não suportava mais aquela “humilhação”.

DESENVOLVIMENTO

Quando Jesus surgiu pregando sua doutrina e falando de libertação, todos pensavam que Ele estava falando de sua libertação política, social e econômica da tirania de Roma. Eles não perceberam que Jesus falava em termos espirituais e eternos, de modo que a maioria viu em Jesus a solução para seus problemas seculares e imediatos.
           
No dia em que Jesus entrou em Jerusalém, sendo glorificado por todos, a expectativa era de que Ele iria operar um grande sinal, ou quem sabe promover alguma revolta contra os romanos (Lc 24: 21)         , conduzindo todos à emancipação tão sonhada. No entanto, os dias se passaram e nada daquilo que aquela multidão entusiástica esperava, aconteceu. Jesus não promoveu qualquer ato de revolta em Jerusalém, não falou uma palavra sequer contra os odiosos romanos, e aos poucos o ânimo e as esperanças da multidão foram se alterando. No final daquela semana, a disposição, os sentimentos e os pensamentos de todos estavam completamente opostos aos do início.

Quando Pilatos colocou Barrabás e Jesus diante daquela multidão, que no início o “carregou nos braços”, para que escolhesse qual dos dois deveria ser solto, ela pediu a libertação de Barrabás e a crucificação de Jesus.
           
O que teria levado aquelas pessoas a uma mudança tão brusca e radical dos seus sentimentos, atitudes e opiniões? Foi exatamente o fato de esperarem em Cristo somente para esta vida, e não para a vida eterna.  

Apesar de Jesus ter falado claramente, quando entrou em Jerusalém, que importava que o grão de trigo caísse na terra e morresse, para gerar muitos frutos, ninguém entendeu o significado de suas palavras. Apesar do testemunho dado pelos céus em concordância com a afirmação do Senhor, a multidão permaneceu incrédula em relação às coisas espirituais, e com a visão fixada num Jesus que iria resolver seus problemas seculares, e de cunho meramente material, tornando suas vidas mais fáceis e confortáveis. Muitos ali queriam que suas preocupações fossem removidas para  terem mais facilidades nas suas vidas de pecados.      
 Mas foi exatamente através de sua crucificação e ressurreição que Jesus concretizou o Plano de Libertação da Humanidade, concebido pelo Pai na eternidade (Jo 12: 32). Esta libertação não se refere à algo restrito a um plano simplesmente terreno ou de âmbito humano, e sim de uma dimensão imensamente maior, de uma libertação do poder do adversário, do mundo e principalmente do pecado. Libertação do poder da morte e da condenação eterna, para transmitir ao homem a salvação e a vida eterna, concedendo a ele também a comunhão com o Pai, através do Espírito Santo.

A Obra de libertação operada pelo Senhor Jesus na cruz, nos proporciona uma nova vida na sua presença, na qual nós somos capacitados pelo seu Espírito Santo a vencer, pela fé, o inimigo, o mundo e o pecado, renovando em nós a cada momento, a esperança da salvação e nos preparando para a vida eterna. Esta Obra não tem objetivos voltados para esta vida ou para este mundo, pois tudo isso vai passar com um “grande estrondo”. Por isso a Palavra diz que “os que esperam em Cristo somente para esta vida, são os mais miseráveis dos homens”.

A religião prega um Jesus para esta vida. Um Jesus materializado pelo pão da padaria, pela água da Sanepar, pela casa da Cohab e assim por diante. As pessoas hoje lotam templos imensos em busca de um Jesus que lhes dê prosperidade material, um bom emprego, um carro zero, que as livre de suas enfermidades, que resolva seus problemas conjugais e tantas outras coisas relacionadas com a vida temporária aqui na terra. Poucos almejam um compromisso ou uma aliança com o Senhor que se deu por eles, de modo que quando conseguem o que buscam, logo O abandonam, seguindo suas vidas para longe dele.    

CONCLUSÃO

O Senhor quer conduzir as pessoas a uma experiência íntima com Ele; uma experiência que transforme o seu viver e o desligue das coisas deste mundo para uma viva e real esperança de vida eterna. A religião tem gerado “miseráveis”, pois ela só conhece Jesus para esta vida. Ela promete tudo neste mundo, mas só não promete vida eterna, pois não a conhece.

A pessoa que espera Jesus somente para esta vida, mais cedo ou mais tarde acabará por rejeita-lo despreza-lo, mas o que espera no Senhor para a eternidade, terá um tesouro nos céus.