Noé planta uma vinha...

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Gênesis 9: 20-27         

          INTRODUÇÃO 

O texto relata o fato de que aquele que trabalha na vinha, pode vir a pecar mesmo que seja inconsciente. O pecado está tipificado pela nudez. Estar nu, é estar descoberto - Gên 3: 7. No livro de Apocalipse o Senhor se refere à nudez daquele que se julga bom aos seus próprios olhos - Apoc 3: 15-17.

          DESENVOLVIMENTO

Após o dilúvio, Noé era aquele que tinha a maior autoridade delegada na terra, pois ele era o homem escolhido por Deus para realizar sua Obra. Seus filhos também tinham participação neste projeto, mas Noé, por tudo isso e por ser pai, era superior a eles e merecia todo o seu respeito.

A Bíblia diz que Noé plantou uma vinha, bebeu o vinho produzido por ela, embebedou-se; e descobriu-se no meio de sua tenda. Seu filho mais novo, de nome Cão, viu a nudez de seu pai e não teve respeito nem compaixão dele, mas expôs o que viu, de forma desrespeitosa, aos seus irmãos. Ao agir desta forma, Cão deixou de reconhecer a autoridade de seu pai, e isso afetou e atingiu ao Senhor, porque a autoridade que estava sobre Noé, não era própria dele, mas do Senhor. A rebeldia de Cão foi julgado logo que Noé se recuperou e tomou conhecimento do que acontecera.

Na verdade, Noé cometeu um erro ao embebedar-se, mas seus filhos não tinham autoridade para julgá-lo e desrespeitá-lo, somente Deus o podia. Muitas vezes as autoridades falham, para que seus subordinados sejam provados - I Sm 13: 8-14.

Ao saberem do fato, Sem e Jafé, entraram de costas na tenda de Noé, e o cobriram com uma capa, preservando sua autoridade e demonstrando temor e respeito por seu pai. Eles entenderam aquilo que seu pai representava diante de Deus, e não ousaram proferir qualquer juízo contra Noé.

Tudo isso que aconteceu após o dilúvio, nos fala daquilo que Deus fez conosco, quando estávamos nus e em pecado diante dele. Na nossa pobreza e miséria, o Senhor não nos desprezou nem zombou de nós, mas nos amou e nos cobriu a nudez, com a Obra que Jesus realizou na cruz. Não estamos mais expostos ao mundo, pois o sangue de Jesus nos cobriu e purificou dos nossos pecados. Não temos motivos de nos envergonhar e sim de nos alegrar, pois o Senhor já revestiu a nossa vida das vestes de salvação e nos envolveu com o manto da justiça - Isa 61: 10.

          CONCLUSÃO

Cão expôs a nudez de seu pai e foi amaldiçoado. Sem e Jafé a cobriram e foram abençoados. O Pai desaprova e julga aquele que aponta o pecado e a situação vergonhosa dos outros, mas abençoa aquele que ajuda ao que está nu e desamparado. Existem pessoas que se comprazem com a falha e a queda dos outros, e não têm misericórdia daqueles que se desnudam. Essa atitude agrada ao adversário e o ajuda no seu propósito; mas o verdadeiro servo, que conhece a vontade e a natureza de Deus, não age assim, mas procura ajudar e encaminhar aquela pessoa ao arrependimento, ajudando-a a se cobrir novamente.


Aquilo tudo aconteceu no meio da tenda - no meio da família, no lar, na intimidade - e acontece no meio da igreja também.

Não há outro nome...

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Atos 4: 12 

            INTRODUÇÃO

Lembremos o que aconteceu no jardim do Getsêmani, momentos antes do Senhor Jesus ser traído. Naquela noite Ele estava profundamente angustiado, pois sabia de tudo que teria de suportar naquela madrugada e naquele dia. Jesus sabia que sua hora era chegada, sabia que dali a poucas horas estaria pendurado na cruz, sofrendo a mais horrenda dor. Foi por isso que Ele chamou Pedro, Tiago e João, para que o ajudassem em oração e compartilhassem da sua aflição. Mas aqueles discípulos não suportaram orar por muito tempo, e adormeceram de tristeza e cansaço. O Senhor, então, afastou-se um pouco dali, e começou a orar sozinho, e na sua oração, Jesus pediu ao Pai que o livrasse do cálice que Lhe estava destinado. Ele fez esta oração e este pedido por três vezes seguidas...

            DESENVOLVIMENTO

À primeira vista, a impressão que temos é que Jesus queria fugir da crucificação, abandonando assim, o Projeto de Deus para a salvação da humanidade. Se realmente era isso que Ele pretendia, e se o Pai o tivesse atendido, então a humanidade estaria entregue ao pecado e fadada à condenação eterna. Será que Jesus, ao pedir ao Pai por três vezes, que passasse dele o cálice do sofrimento e da cruz, estaria tentando abandonar as profecias a seu respeito, e a desfazer tudo que Ele mesmo fez e falou?

Não. O Senhor Jesus não estava fugindo do Plano de Deus, nem tentando abandonar o homem perdido e sem esperança de salvação. O que Jesus queria quando orou por três vezes pedindo ao Pai que o livrasse da cruz, era dar a Ele a oportunidade de mostrar a todo o mundo, outro meio de salvar a humanidade a não ser pela sua morte na cruz, caso este meio existisse. Ele estava dando a Deus a liberdade de mostrar ao homem outras formas de livrá-lo da perdição, ou outras saídas para o problema da morte eterna. Se estes meios ou estas saídas existissem, certamente o Pai teria atendido o seu Filho Amado, quando pediu em sua aflição, que o livrasse da cruz. Qual o pai não era capaz de tudo para livrar seu filho da morte, ainda mais sendo ele, o seu único filho?

O Senhor Jesus orou a mesma oração por três vezes, mas não houve resposta da parte do Pai. Isso queria dizer que não existia outra forma ou meio de resgatar o homem, a não ser pelo derramamento do sangue do seu Filho. Jesus teria que morrer mesmo, e depois de orar, Ele se preparou para ser preso e deixar que o Projeto de Deus se cumprisse na sua vida. Quando os soldados o prenderam, Pedro puxou sua espadas para defendê-lo, mas Ele disse: “Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?”.

Diante de tudo isso, é de se estranhar porque muitas pessoas ainda insistem em tentar chegar a Deus através de outros caminhos, tais como religiões, justiça própria (boas obras), reencarnação, guarda de dias, ídolos, abstenção de alimentos e coisas semelhantes a estas. É lamentável o fato de muitas pessoas desprezarem o meio estabelecido por Deus para se alcançar a salvação e a vida eterna, substituindo o sacrifício de Jesus por coisas criadas por elas mesmas ou pelo adversário. Que decepção terão, quando descobrirem a loucura que fizeram, por não preferirem o caminho do reconhecimento da própria culpa e do arrependimento, para perdão e salvação de suas vidas.

O que tem impedido muitos de aceitarem a vontade de Deus, é que muitos não estão dispostos a abrir mão do seu “ego”, de sua natureza, de seus conceitos religiosos, de sua posição social e econômica, de sua concepção de vida, de sua vontade e paixões, etc. O homem precisa olhar para Jesus, para o seu sacrifício, para o seu amor, para sua graça e sua misericórdia, para sua ressurreição e para a promessa que fez que voltará em breve, para buscar todo aquele que creu.

            CONCLUSÃO

Não adianta bater em outras portas, pois somente uma pode se abrir, para conduzir aquele que crê à vida eterna, pois não existe outro nome, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Somente o nome de Jesus, o nosso Senhor e Salvador. Só Ele deu a vida por nós, ninguém mais.

          

"Não devemos desvalorizar o reino"

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INTRODUÇÃO

·     Jeosafá - rei que fez a vontade do Senhor
·     Jeorão - filho de Jeosafá, da linhagem de Davi
·     Recebeu do pai um reino estruturado, além de muitas bênçãos e riquezas
·     Jeosafá teve muitos filhos, mas Jeorão foi abençoado com o reino, pois era o primogênito
·     Jeorão se casou com a filha de Acabe e Jezabel

DESENVOLVIMENTO

·     Jeorão - tipo do servo infiel
·     Recebe um reino estruturado - o homem, quando passa a fazer parte desta obra, alcança o entendimento de eternidade, não empobrecido como na religião, mas rico de bênçãos e sinais.
·     Dentre tantas pessoas que estão neste mundo, o Senhor o escolheu para viver uma obra de vitórias, na linhagem do Senhor Jesus, no seu projeto de vida eterna
·     Os erros de Jeorão:
·     Casou com a filha de Acabe e Jezabel - aliança com o pecado e a carne
·     Promoveu a idolatria - pecado da desobediência
·     Não honrou o pai - desonra ao Senhor
·     Queria permanecer no reino, e até lutou por isso, mas não abria mão da idolatria e do pecado - o servo infiel quer a eternidade, mas não abre mão das coisas deste mundo
·     Matou seus irmãos - falta de comunhão
·     Os números na vida de Jeorão:
·      32 anos (idade em que começou a reinar) - Ministério incompleto. Aos 32 anos, o ministério de Jesus ainda não estava completo. Jesus histórico.
·      8 anos (duração do reinado) - período da graça. O reino nos é dado pela graça e muitos desprezam esta bênção. A graça esteve sobre Jeorão, mas ele não aproveitou a bênção. No período da graça, Deus nos tem chamado para sermos “reis e sacerdotes”.
·      6 anos de reinado (quando ele foi acometido da enfermidade) - quando o servo infiel não dá mais lugar ao Espírito e o HOMEM reina absoluto na sua vida, ele é contaminado por uma enfermidade que poderá levá-lo à morte.
·      2 anos (período da enfermidade) - por dois anos Jeorão teve a oportunidade de se arrepender, mas não o fez e morreu. A comunhão da igreja e com o Senhor podem reverter o quadro do servo infiel, mas muitos também rejeitam esta oportunidade. (I João 1:7)
·      40 anos (tempo total de vida) - não venceu a prova.
·      “Foi-se sem deixar saudades”
·      Sem registros
·      Tudo o que fazemos para o Senhor, são marcas que ficam, são registros que permanecem no meio da igreja e há um “memorial n céu” acerca destas coisas
·      O servo infiel morre para o Senhor e é como a “moinha que o vento espalha” e não se lembra mais dele.
·      “Sepultado na cidade de Davi” - o servo infiel morre, mesmo estando em um lugar onde só há vida eterna. Está numa obra de eternidade, mas morre pelos seus próprios erros.
·      Mas não nos sepulcros dos reis - Há duas formas do homem deixar esta obra:
Ä Quando parte para o Pai, como servo fiel - é enterrado nos sepulcros dos reis
Ä Quando morre no mundo, no pecado - não há para ele salvação e nem será contado com os santos
·     Todas as mulheres e filhos de Jeorão foram capturados e morreram, apenas escapou Jeoacaz, seu filho, pois o Senhor iria cumprir a promessa feita a Davi de preservar o reino em sua família.
·     O homem passa, mas o Reino e o Projeto são eternos.

CONCLUSÃO


          O Senhor tem nos dado uma grande herança: a vida eterna. Não podemos ser infiéis e desvalorizar esta bênção, pois esta atitude nos levaria à morte espirutual.

Naás sitia Jabes-Gileade

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I Samuel 11: 1-3
                                                                                             

·       Naás (que significa serpente), rei dos amonitas, sitiou certo dia a cidade de Jabes-Gileade e os homens da cidade, temendo por suas vidas, propuseram uma aliança pacífica com ele, prometendo servi-lo.  

Muitas vezes o inimigo procura cercar os servos do Senhor, trazendo lutas e dificuldades sobre suas vidas, com o propósito de enfraquecê-los e fazê-los ceder às sua tentações.
                  

·       Naás aceitou a proposta de aliança, mas impôs uma condição, que era arrancar o olho direito de todos os homens de Jabes-Gileade.

Não se deve fazer aliança com o adversário, pois o preço é alto. Ele sempre lutou para alcançar o objetivo de tirar a visão dos servos do Senhor. Quando alguém cede às tentações do inimigo, a primeira coisa que ele faz é deixar a pessoa cega, sem a visão das coisas espirituais e da eternidade. Foi isso que aconteceu com Sansão, quando ele se deixou enganar por Dalila, que o iludiu como uma serpente, entregando-o nas mãos dos filisteus que vazaram seus olhos (Jz 16: 21).


·       Diante daquela situação difícil, os anciãos de Jabes-Gileade pediram um prazo de sete dias para buscarem socorro, caso contrário se entregariam a Naás.

Os sete dias de busca falam do tempo profético necessário à busca do socorro do Senhor. É o tempo em que se alcança a plenitude do preparo e da comunhão necessária para se vencer a peleja. Quando se está numa provação, deve-se clamar pelo Poder do Sangue de Jesus, buscar o Senhor nas madrugadas, com jejuns e súplicas, acertando a vida espiritual, buscando comunhão e fortalecimento da fé, para então se obter a vitória.                   


·       Amanhã, em aquecendo o sol, vos virá livramento.

Quando usamos os meio de Graça corretamente, o Senhor Jesus, que é o Sol da Justiça, desperta para nos dar o livramento que pedimos. Ele repreende o inimigo e desfaz todas as opressões, trazendo paz e segurança para o nosso coração. Quando o sol se levanta de manhã, trás luz e calor. Quando o Senhor se levanta em nosso favor, trás a revelação, o conforto e a vida espiritual,. desbaratando todas as pretensões do inimigo.                                                                                                          

      


Viva Rúbem, e não morra

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Deuteronômio 33: 6

“Viva Rúben, e não morra; e não sejam poucos os seus homens.”

INTRODUÇÃO


Quando Jacó abençoou os seus filhos (Gên 49: 1-3), para Rúben, seu primogênito, ele trouxe uma palavra de repreensão e juízo. Jacó disse que Rúben era inconstante como a água, que não seria o mais excelente nem o seu preferido, porque havia pecado contra ele. Por isso Rúben perdeu o seu privilégio e o melhor da herança do seu pai.


DESENVOLVIMENTO


Por haver pecado contra Deus, o homem perdeu seu maior privilégio: o direito à Vida Eterna. Perdeu também a comunhão com o Pai, a alegria e limitando drasticamente as bênçãos do Senhor sobre sua vida. O homem tornou-se inconstante, sua vida passou a ser cheia de altos e baixos, seu caminho não tinha rumo certo e ele perdeu a condição de “ser mais excelente da criação”. A única perspectiva do homem, por causa disso tudo, passou a ser a perdição e a morte eterna.

No texto principal, Moisés profere uma palavra profética a respeito da Tribo de Rúben, dizendo: “Viva Rúben, e não morra; e não sejam poucos os seus homens”. Esta palavra profética mostra que, apesar de tudo, havia uma promessa de bênção para Rúben e que a misericórdia de Deus ainda estava sobre seus descendentes.

Isso aponta para a Graça Infinita de Deus para com o homem pecador, pois a sua vontade é que o homem “viva”, isto é, tenha Vida Eterna – “viva Rúben...”

Por isso Deus enviou o Senhor Jesus, o seu Filho Unigênito, para resgatar o homem através da sua morte na cruz, perdoando todos os seus pecados e transgressões, livrando-o da morte eterna - “Viva Rúben, e não morra...”

Através da Obra Redentora o Senhor Jesus leva o homem a ter uma vida constante, abençoada e abundantemente frutífera – “e não sejam poucos os seus homens.”

CONCLUSÃO

Com Jesus o caminho é firme e reto, e as bênção são multiplicadas a cada dia, o juízo é afastado e também a inconstância no caminhar.

“Viva Rúben” – Deus quer que o homem tenha Vida.

“E não morra” – Ele quer que o homem vença a morte e alcance a Eternidade.

“E não sejam poucos os seus homens” – Que a sua vida seja frutífera e abençoada.


EXPERIÊNCIAS COM DONS


Em um culto, o Senhor concedeu uma visão ao irmão Adonias, que entrava um homem cuja vida era inconstante, cheia de momentos de aflição e que o mesmo corria grande perigo, pois pensava em tirar a vida.


O irmão pregou a mensagem acima, dando ênfase à frase “Viva Rúben, e não morra”. No final do culto, um homem muito quebrantado pediu assistência, dizendo que toda a mensagem foi para sua vida, pois estava vivendo a situação abordada pela mesma, e que seu nome era Rúben.

...mas retirou-se dali para a terra junto do deserto,...

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João 11: 54

          “Jesus, pois, já não andava manifestamente entre os judeus, mas retirou-se dali para a terra junto do deserto, para uma cidade chamada Efraim; e ali andava com os seus discípulos.”

            INTRODUÇÃO

            Durante o tempo em que esteve na terra, cumprindo o seu ministério e realizando a Obra que o Pai lhe designou, o Senhor Jesus enfrentou grandes embates com os judeus e religiosos que não entenderam a sua mensagem e as maravilhas que operou. Justamente aqueles que conheciam a Lei e os profetas, se mostraram incapazes de abrir o coração para aceitar Jesus como o Messias e o Salvador de Israel. Não quiseram obedecer-lhe a Palavra e rejeitaram o modo de vida ensinado pelo Senhor, para alcançarem a eternidade pela fé.

            Jesus foi duramente perseguido pelos judeus, principalmente na região da Judéia, onde estava a capital, Jerusalém. Ali estava a sede da seita mais ortodoxa do judaísmo: a dos fariseus. Os sacerdotes, doutores da lei e escribas, se comunavam para encontrar um meio de eliminar Jesus. Por isso, o Senhor se afastou daquela região, pois não tinha liberdade para realizar sua Obra diante de tanta resistência e hostilidades. Ele foi para a terra junto do deserto, para uma cidade chamada Efraim, e ali andava com seus discípulos.

            DESENVOLVIMENTO

Jesus, pois, já não andava manifestamente entre os judeus... - Esse mesmo tratamento dado ao Senhor Jesus, pode ser visto hoje em dia no meio da religião. A religião tem seus próprios conceitos a respeito de Deus. Ela não se submete ao ensino puro e revelado pelo Senhor Jesus, e até combate-o, apegando-se com afinco à letra e à razão. Desta forma o Senhor não tem encontrado liberdade e aceitação em meio às religiões. A sua predisposição em seguir seus próprios interesses, têm feito com que o Senhor se afaste delas.

mas retirou-se dali para a terra junto do deserto... - O deserto fala do coração do homem necessitado, daquele que está aflito, sedento e vazio. Existem muitas pessoas que estão vivendo neste mundo, como quem atravessa um deserto; na mais completa assolação de vida. A angústia e a falta de esperança preenchem seu coração e é para perto destes que o Senhor está seguindo nesta última hora. Já que os religiosos rejeitam Jesus, Ele está buscando se revelar aos corações sofridos, que estão esperando somente o toque da sua presença, para se abrirem e o receberem como Salvador e Senhor.

para uma cidade chamada Efraim - Efraim quer dizer “duplamente frutífero”. Quando o homem, cujo coração é como um deserto sem vida e sem frutos, ouve a Palavra do Senhor e a recebe pela fé, sua vida é transformada em um manancial, e os frutos começam a surgir de forma maravilhosa. Jesus disse: “Quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto”. Esse fruto é o resultado da vida na presença do Senhor Jesus, é o fluir da própria vida do Senhor através da vida do homem transformado. O Senhor tem buscado nesta hora, aqueles que estão pelas ruas e valados, vivendo como pobres, aleijados, mancos e cegos, pois são esses que têm aberto o seu coração para ter uma vida frutífera na sua Obra.

            CONCLUSÃO

e ali andava com os seus discípulos - É no meio daqueles que abriram o coração e se tornaram seus discípulos, que o Senhor Jesus tem andando. É no meio deles que Ele encontra liberdade para operar seus sinais maravilhosos, de ensinar sua Palavra e se revelar sem impedimento, pois onde não há espaço para a  fé, o Senhor não pode fazer nada.



Remissão da Alma

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Salmo 49:15

“Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá”. 



INTRODUÇÃO


Neste Salmo Davi faz um relato sobre a vida do homem que na sua existência, procura somente os bens desta vida, não se preocupando com as coisas espirituais. Davi compara esta atitude do homem à loucura que o conduzirá à sepultura.
         
O verso 13 diz: “Este caminho deles é a sua loucura”.
         
DESENVOLVIMENTO

Davi sabia que tudo aquilo (riquezas, bens, poder...) de nada serviria ao homem se não tivesse o Senhor em sua vida. Ele próprio tinha tudo isso, mas no verso 15 Davi afirma: “Mas Deus me remirá do poder da sepultura”.

Quando a vida de alguém se resume em correr atrás das coisas deste mundo, na verdade esta pessoa está empobrecendo cada vez mais (na sua vida espiritual), pois as verdadeiras riquezas estão na eternidade.

A Palavra fala que, no tempo do Velho Testamento, quando alguém chegasse ao extremo da pobreza, poderia ser vendido ao estrangeiro, para pelo menos ter o seu próprio sustento. A partir daí o pobre se tornaria escravo do seu comprador, e somente poderia sair desta situação se um parente ou amigo o remisse, isto é, pagasse o preço pelo seu resgate, livrando-o da sua dívida, como prescrito na lei de Moisés – Lev 25: 47, 48.

Foi exatamente isso que aconteceu com o homem; ele empobreceu espiritualmente e terminou se tornando escravo do adversário, que passou a ter domínio sobre sua vida, tornando a sepultura (a morte) sua única perspectiva. Nós não temos condições de nos remirmos a nós mesmos, de pagarmos nossa dívida (pelo nosso pecado), porque o preço é muito alto, mas o nosso Remidor, o Senhor Jesus, pagou um alto preço, um preço de sangue, preço de vida, e nos resgatou para si mesmo.

CONCLUSÃO

Agora também podemos dizer: Jesus nos remirá do poder da sepultura e nos receberá. A morte não terá vitória sobre nós, pois vencida está, e nós seremos do nosso Senhor.   

Hoje buscamos as verdadeiras riquezas, pois caminhamos para a eternidade. É lá que está o nosso tesouro. Jesus é o nosso tesouro e o nosso Bem Maior, pois nos livrou da morte ao derramar seu precioso sangue por nós.