O nascimento de Manassés e Efraim

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Gênesis 41: 50 - 52

              INTRODUÇÃO 

Quando olhamos para a vida de José, para suas experiências e para os fatos que lhe ocorreram na convivência com seus irmãos, suas angústias e aflições no Egito, poderíamos até pensar que ele deveria ser um fracassado e derrotado, cheio de revolta contra tudo e contra todos, uma pessoa com o coração carregado de ódio e rancor contra seus irmãos, por tê-lo desprezado sem motivo justo e vendido aos ismaelitas como um reles escravo, aparentemente arruinando sua juventude. José poderia guardar no coração profundas mágoas pelas acusações mentirosas feitas pela mulher de Potifar, seu senhor egípcio, o qual o encerrou na prisão por alguns anos. E também pelo copeiro do rei, que após ter sido consolado e ajudado na prisão, o esqueceu por dois anos inteiros, demonstrando assim uma grande ingratidão por José.  Todos estes fatos e outros tantos que não foram mencionados, como a profunda tristeza, solidão e saudade de seu lar e de seus pais, poderiam se constituir em fortes motivos para transformar José em um homem completamente revoltado e cheio de rancor. Mas não foi isso que aconteceu, pelo contrário, o que vemos em José é um coração isento de qualquer tipo de sentimento contra as pessoas que lhe fizeram mal. Ele não guardou no coração rancor ou revolta por tudo que sofreu, mas perdoou a todos, porque entendeu que tudo aquilo que sofreu era permitido pelo Senhor. Ele compreendeu que a mão de Deus estava sobre a sua vida e que aquelas coisas não estavam acontecendo por acaso, era o propósito do Senhor que estava se cumprimento na sua vida. José não guardou na sua mente nenhum pensamento contra ninguém, porque entendeu que estaria se opondo ao plano de Deus, que usava aquelas pessoas para tratar com ele. Vejamos o exemplo de Davi quando foi amaldiçoado por Simei. Ele poderia se defender e matar Simei, como aconselharam seus homens, mas Davi não o quis e respondeu: “Ora deixai-o amaldiçoar; pois o Senhor lhe disse: amaldiçoa a Davi... “ (II Samuel 16: 10).
    
A Palavra diz que depois de passar treze anos de sofrimento e provações, José foi grandemente abençoado por Deus na terra do Egito. Ele venceu porque viu a mão do Senhor operando em seu favor e não a intervenção das pessoas com quem conviveu. O segredo da vitória e do crescimento que o Senhor deu a José diante de todas as adversidades que passou, estão revelados nos nomes dos dois filhos que lhes nasceram depois de tudo cumprido. Em Manassés e em Efraim estão inseridas as lições que precisamos aprender para vencermos e crescermos na Obra do Espírito. Neles José traduziu o sentido de sua vida e de suas experiências, e Deus usou esta oportunidade para nos ensinar a trilhar o mesmo caminho que seu servo trilhou.

Um detalhe para o qual precisamos atentar é que estas coisas aconteceram a José na época da fartura, durante os sete anos de abundância, antes que viesse o período longo da  fome. Hoje o Espírito Santo tem nos abençoado abundantemente, o tempo profético que vivemos tem servido para nos alimentar e fazer crescer, antes que venha o período da grande seca (grande tribulação), quando ninguém mais poderá fazer nada.

Hoje existem muitos que não vêem as coisas que acontecem nas suas vidas como realizadas pelo Senhor, mas como fruto da interferência das pessoas que querem o seu mal. Enchem sua mente e seu coração de mágoas, de desconfianças, rancores e intrigas, e são cercados de inimizades e dissensões.

Mas olhemos para o que aconteceu com José e para o significado dos nomes dos seus filhos, e veremos qual é a vontade de Deus para aqueles que o servem.

“E chamou o nome do primeiro Manassés; porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu Pai”.     
O nome do primeiro filho de José significa: “Que faz esquecer”. Mostrando que José não guardou na sua mente, nem no seu coração, qualquer mágoa ou rancor em relação a tudo que sofreu. Ele entendeu que o Senhor estava com ele, mesmo nas aflições e assim pode descansar no Deus de Israel. José não acalentou na sua mente qualquer pensamento contra seus irmãos que o venderam ao Egito, nem tampouco desejou vingança ou mal algum contra eles, mesmo tendo oportunidade para isso. Contra Potifar que o mandou prender, nem contra sua mulher que o caluniou, José requereu qualquer ajuste de contas. O copeiro do rei não sofreu qualquer tipo de represália ou perseguição por sua ingratidão, quando José se tornou governador do Egito. O segredo da vitória de José foi que ele manteve a mente firme no Senhor. A pureza de coração e a confiança na providência do Senhor o nortearam todos os dias do seu cativeiro, e como um verdadeiro servo do Senhor ele sofreu tudo calado sem murmurar contra a sua sorte, esperando na justiça Divina que no tempo certo foi cumprida.

A visão que José teve das circunstâncias que o cercaram, percebendo e reconhecendo a mão do Senhor em tudo, também precisa ser alcançada por nós hoje em dia, pois a Palavra orienta: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas”  (Provérbios 3: 5 e 6). Vivemos uma hora de provações e precisamos entender o caráter de cada uma delas. Se somos tratados injustamente por alguém não podemos ir logo nos revoltando e exigindo nossos direitos, como o mundo o faz. Não podemos criar logo um inimigo, enchendo o nosso coração de indignação e assumindo a posição de não perdoar as pessoas, senão diante de um solene pedido de perdão. Às vezes passamos anos e anos guardando na mente uma mágoa de uma pessoa que Deus usou para tratar conosco, e não percebemos isso. Vejamos novamente o exemplo de Davi, que perdoou Saul, Simei, seu filho Absalão e tantos outros que buscaram o seu mal. Quando não perdoamos e esquecemos, ao invés de crescermos, diminuímos e até enfermamos mortalmente. E o que é pior, estamos resistindo à Obra de Deus nas nossas vidas e na vida dos outros.

Se “Manassés” não nascer em nós, “Efraim” jamais nascerá.

“E o nome do segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição”.

Efraim significa “Duplamente frutífero”. Ele aponta para a segunda fase da Obra de Deus na vida de José: o crescimento.

Depois que José passou por todas as suas tribulações, pela mão do Senhor, veio a se tornar Governador de todo o Egito. Todas as adversidades foram superadas e esquecidas e Deus reverteu o quadro da vida de seu servo. Agora era chegado o momento da benção e da abundância, e nos dias da fome todos vinham a José para obter alimento, o qual agia com misericórdia por causa do que sofreu. José agora podia avaliar o sofrimento das pessoas e a fome que sentiam, por isso atendia a todos. Até mesmo aos seus irmãos que o maltrataram e o venderam como escravo, José tratou com brandura. Pois se alguém não amar seus irmãos, como amará os de fora ?

O Senhor fez prosperar a José e ele cresceu muitíssimo. Tudo por causa do perdão e da misericórdia. Se José tivesse guardado na sua mente qualquer queixa contra o que sofreu e se deixado levar pelo sentimentalismo e pelo rancor, nada  disso teria acontecido. A Obra de salvação que o Senhor realizou através dele não teria se cumprido, e ele seria um homem revoltado e vingativo, cujo nome estaria esquecido e incluído entre aqueles que falharam no cumprimento do propósito de Deus. Mas o nome de José permanece diante de Deus para testemunho até os dias de hoje.

CONCLUSÃO

O Senhor tem este mesmo propósito para com a sua igreja e cada um dos seus servos nesta última hora. Ele quer realizar uma grande Obra e nos fazer crescer, mesmo em meio às aflições que sofremos nesta vida. Mas para que isso aconteça, é necessário que esqueçamos de todas as palavras e atitudes más que porventura alguém nos tenha feito, e rejeitar veementemente toda e qualquer dissensão e contenda, para que a igreja, e nós mesmos cresçamos, e a Obra do Senhor prospere nas nossas vidas.

Estamos vivendo um momento de grande fome espiritual em todo o mundo; as pessoas estão desesperadas em busca do “Pão da Vida”, e nós precisamos perceber isso e entender que Deus quer nos usar para alimentar e salvar muitas vidas preciosas. A Obra tem crescido, mas o Senhor quer que ela cresça ainda mais, pois a volta do Senhor Jesus se aproxima, por isso precisamos entender o momento profético que estamos vivendo.

Vejamos as palavras do Apóstolo Paulo em Filipenses 3: 13 e 14.  

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que trás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.             

O dez leprosos

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Lucas 17

11 - E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passava pelo meio da Samaria e da Galiléia.
12 - E entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais
       pararam de longe,
13 - e levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!
14 - Ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes.
      E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos.
15 - Um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz;
16 - e caiu ao seus com o rosto em terra aos pés de Jesus, dando-lhe graças;
      e este era samaritano.
17 - Perguntou, pois, Jesus: Não foram limpos os dez? E os nove, onde estão?
18 - Não se achou quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro?
19 - E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.

A lepra é símbolo do pecado
A LEPRA
O PECADO
tira a sensibilidade do corpo
- tira a sensibilidade da alma


o leproso vive separado da sociedade
- o pecado coloca o homem à margem da sociedade,
  às vezes num hospital enfermo, ou num IML

a lepra corrói o corpo
- o pecado corrói a alma.

Pararam de longe: o pecado põe o homem distante do Senhor, impedindo-o de chegar-se ao Senhor, mas a voz do pecador, ainda que de longe, é ouvida pelo Senhor.

Mostrar-se ao sacerdotes: só Jesus pôde dar cumprimento à orientação da palavra de Moisés, quando à purificação de leprosos, pois somente Ele curou leprosos. Esta expressão equivale a dizer que eles já estavam curados.

“...tem compaixão de nós!”  -  Era um estado de profunda necessidade de compaixão:
A compaixão do médico desengana, a dos amigos decepciona e despede vazio.
A palavra compaixão, que usavam diante de todos os que encontravam, só encontrou resposta em Jesus. Compaixão é o mesmo que misericórdia.

E indo eles, ficaram limpos: até chegarem a Jesus, eles andavam em função da condição em que se encontravam, ou seja: leprosos.
A partir de agora, passaram a andar impulsionados pela palavra de Jesus. Porisso ficaram limpos da lepra. Esta é a dinâmica da salvação em Jesus: vindo como leprosos e indo como limpos da lepra. O homem vem doente, mas vai curado. Vem triste, mas vai alegre.
A limpeza do pecado ocorre quando o homem passa a andar conforme a palavra de Jesus. “O sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo o pecado”.

“A tua fé te salvou” - Que fé é esta? - A fé salvadora
A fé salvadora é para aquele que volta a Jesus.
Os demais, que eram a maioria, ficaram com a bênção da cura de Jesus, para utilizarem-na para viver somente esta vida aqui. Porém aquele que era estrangeiro, além da bênção para esta vida, ficou ainda com a bênção para a vida eterna, ou seja: a salvação. “Aquele que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora” (vem e continua vindo)

A fé salvadora é para aquele que comparece diante de Jesus, com um gesto de gratidão a Deus por aquilo que lhe foi concedido pelo Senhor. A igreja procede assim todos os dias.

A verdadeira compaixão de Deus consiste numa grande salvação para a alma do homem. Uma salvação completa, para esta vida e para a vida e eterna.

"Vistes os tesouros da Saraiva, que eu retenho até o tempo da angustia, até o dia da peleja e da guerra?"

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                 (Jó 38:22.23).

    Quando alguém acredita que existe um tesouro ao seu alcance, emprega todos os meios possíveis para consegui-lo, julgando que com ele será mais feliz.
    A humanidade vive carente de alguma coisa que amenize suas preocupações ou que traga tranqüilidade para a alma.
    Existe, porém, uma riqueza desconhecida da maioria que pode ser conseguida por qualquer pessoa, um valor capaz de cobrir toda carência. A pessoa vive necessitada e vencida, quando há um Poderoso capaz de lhe dar a vitória.
    Uma promessa de Deus: "Eu te darei os tesouros e as riquezas ocultas" (Is 45:3).
    Os valores mencionados aqui vêem por Jesus Cristo "...em quem todos os tesouros da sabedoria e da ciência estäo ocultos"
(Col 2:3).

    " Se buscares a sabedoria como a prata, e como a tesouros escondidos a procurares, entäo entenderás o temor do Senhor"
( PV 2:4.5 )

    Todos os elementos do Universo são usados por Deus para beneficio e felicidade dos que obedecem à sua palavra.
    Deus governa tudo o que há neste mundo e emprega cada coisa de acordo com a sua vontade, para sustento e bem-estar do homem.
    Neste sentido, Deus classifica a Saraiva como um tesouro aplicado por Ele, para abençoar os seus amados e defendê-los dos ataques dos inimigos.
    Já houve muitos casos de tesouros imaginários, que despertaram a ambiçäo de muita gente.
    Os homens preparam planos e expediçöes para conseguirem a posse de tesouros. Os interessados vão às regiões longínquas, ao fundo do mar ou às profundezas da terra; näo medem sacrifícios.
    Muitos prejudicam sua vida espiritual com a correria em direção aos tesouros materiais.
    Jesus respondeu: " Ajuntai tesouros no Céu" ( MT 6:20 ).

    Detalhes sobre a Saraiva.

    Conhecida como Granizo ou chuva de pedras, a saraiva se forma na atmosfera quando os vapores se resfriam e caem na terra petrificados como blocos de gelo.
    Na sua queda, a Saraiva pode avariar aviões ou causar prejuízos à lavoura destruindo as plantas.
    Geralmente nos referimos a Saraiva lembrando os prejuízos, näo sabendo que ela possui alto valor monetário e é instrumento de Deus para ajudar os seus servos nas ocasiões de aflição.
    A palavra Saraiva abrange nas Escrituras Sagradas muitas lições.


   A Saraiva pode representar:

         * As coisas desconhecidas da palavra de Deus
         * O valor monetário e sua utilidade material
         * A vitória quando os inimigos atacam
         * A disciplina na desobediência dos filhos de Deus.
    Ainda vem a Saraiva no livro de Apocalipse, na descrição do juízo de Deus, no fim.
    Os exemplos da história da Saraiva na Bíblia vêm provar a atividade de Deus em benefício do seu povo e o castigo que receberam os incrédulos que ameaçavam os servos de Deus.
    Os Israelitas estavam no Egito sujeitos à opressão de Faraó, executando trabalhos forçados. Naquela aflição clamaram a Deus, que atendeu ao seu clamor.
   Faraó fez oposição e preparou toda sorte de impedimentos à saída do povo de Deus. Veio o castigo Divino sobre o Egito, por meio de dez pragas, entre as quais esta a Saraiva que caiu sobre o povo de Faraó, misturada com fogo, ferindo os homens e os animais e destruindo árvores e plantas úteis ( EX 9:18.26 ).
    Quando o povo de Deus clamou na aflição, foi atendido, e os inimigos foram castigados pela Saraiva que, para os servos, serviu de alívio e de vitória.
    Na conquista de Canaã Josué estava empenhado em expulsar os inimigos e livrar a herança prometida a Israel. Cinco reis dos Amorreus se uniram, a fim de enfrentarem Josué, cujo exército näo tinha condições humanas para vencer. Deus mandou uma chuva de pedras que matou mais inimigos do que os soldados de Israel. Outra vez foi a Saraiva um instrumento de vitória na guerra.
    (Jos 10.11 ).
    Nos Salmos de louvor são lembrados os motivos de gratidão pelas bênçãos recebidas. Entre estas o Espírito Santo inclui o livramento. " Por chuva, lhes deu Saraiva e fogo na sua terra."
    (Sl 105:32).

    O profeta Isaías pronunciou uma maldição pela desobediência à lei de Deus quando Israel caiu na prática da idolatria, nestas palavras: " Eis que o Senhor....com uma queda de Saraiva, uma tormenta de destruição, a derribará por terra". " A Saraiva varrerá o refúgio da mentira"  ( Is 28:2 e 17 ).
    Também contra a Assíria, Isaías fala de Saraiva: " No meio de chamas, chuvas, tempestades e pedras de Saraiva...." ( Is 30:30 )

    Ezequiel assim se dirige aos falsos profetas:
    "Ai dos profetas loucos que sequem seu próprio espírito sem nada terem visto...assim diz o Senhor Deus...haverá na minha ira, pedras de Saraiva de minha indignação para os consumir" (Ez 13.13

    Quando o povo de Israel se desviava dos caminhos de Deus, " Eu vos feri com....Saraiva em toda a obra das vossas mãos, e näo houve quem se voltasse para mim." ( Ageu 2:17 )

    Nas visões de João, em Patmos, aparece a Saraiva significando o castigo no Juízo Final. Três vezes no livro de Apocalipse esta palavra se acha entre os instrumentos do castigo.
(Ap 8:7 ; 11:19 ; 16:17 a 21)

    A palavra de Deus foi: "Viste os tesouros da Saraiva?"

    O antigo "Servo" näo sabia que a Saraiva encerrava tesouros que ninguém conhecia até este século, quando um cientista Canadense publicou os resultados de seus estudos feitos durante dezesseis anos.
    Os lavradores, pelo seu convívio com a terra e as plantações, aprendem algumas coisas. Por exemplo , os lavradores do interior do Espírito Santo, onde costuma cair Saraiva, ficam satisfeitos com a sua chegada. Sabem que, embora as plantas sejam estragadas ou destruídas, a colheita no ano seguinte é duplicada. A Saraiva fortalece a terra fazendo produzir muito mais no outro ano.
    É uma experiência interessante, mais os servos do passado näo sabiam analisar como a Saraiva fertiliza a terra.
    A Saraiva tiram da atmosfera substâncias nitrogênicas fertilizantes para o solo.
    A Saraiva traz para a terra amônia livre, nitratos, nitridos
que são alimentos para as plantas, produzindo a fertilidade da terra.
    É na realidade um tesouro, do qual os homens durante vários milênios nem suspeitavam. Só neste século foi comprovado isto.

    Demonstrando que a Bíblia é a palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo, aparece esta referência à Saraiva como um tesouro, 3.500 anos antes de ser o fato conhecido pela ciência dos homens.

             Jó näo conhecia o valor da saraiva

    Deus interrogou seu Servo e chamou a atenção dele para o valor da Saraiva.
    Todos os bens de Jó desapareceram, um desastre derrubou a casa onde estavam os seus filhos e matou a todos.
    Veio ainda em seu corpo uma chaga maligna da cabeça aos pés, e ele, näo podendo ficar na cama, sentava-se na cinza e raspava as feridas com um caco de telha.
    Além destas aflições, recebeu a visita de três amigos que o acusavam injustamente.
    A esposa aconselhou-o a amaldiçoar o seu Deus por que só lhe restava a morte. Os amigos que foram visitá-lo pareciam consoladores, mas suas palavras serviam para aumentar o sofrimento de Jó.
    Entäo Deus falou apresentando quarenta perguntas que estäo nos Cap. 38 e 41, sobre a criação do mundo, o firmamento, a terra, o mar, as plantas e os animais.
    "Os cientistas de hoje näo podem responder nem a metade daquelas perguntas."

    Jó humilhado, reconhecendo sua ignorância, disse:
    "Sou indigno, que ter responderia eu? ponho a minha mão na boca" ( Cap 40:4 ). Em seguida confessou. " Na verdade falei do que näo entendia " ( Cap 42:3 ). " Eu te conhecia só de ouvir mas agora meus olhos te vêem ( Cap. 42:5 ). Por isso me arrependo no pó e na cinza ( Cap 42:6 ).
    A Saraiva ilustra a previsão de Deus reservada para acabar com a tristeza e afastar os inimigos de seus filhos:

    " Eu retenho até o tempo da angústia, e até o dia da peleja e da guerra."

    Deus mesmo permite que venham aflições em nossas vidas para entendermos melhor a sua graça.

Jesus trás fogo e dissensão à terra

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Lucas 12: 49-53 

INTRODUÇÃO


Quando o Senhor Jesus foi enviado pelo Pai para realizar a Obra de Salvação, teve que assumir a forma humana e ser um de nós. Além disso Jesus teve de se submeter às limitações e necessidades de qualquer homem, e assim, toda a sua glória e poder foram tolhidos no seu corpo físico.

Quanta angústia e sofrimento isso trouxe ao Senhor Jesus. No texto acima, Ele exprime seu profundo desejo de se libertar da “casca” na qual estava envolvido, e fala também das consequências que essa libertação traria sobre o mundo.


DESENVOLVIMENTO


Quando o Senhor falou do batismo com que seria batizado, não se referiu ao Jordão, mas à sua própria morte na cruz. Através dela, Ele seria liberto de todas as limitações e angústias humanas, para assumir e retomar novamente toda a sua glória, majestade e poder no céu e na terra – Mt 28: 18.

Sua libertação do corpo físico, através de sua morte, traria um fogo sobre a terra, isto é, seu Espírito Santo, que seria derramado para “queimar” os pecados de todo o mundo, transformando a muitos e separando-os para uma vida de santificação.

A Obra do Espírito no coração do homem causa uma divisão entre aquilo que ele era antes, seu modo de viver, seu mundo, e a vida nova que é criada no seu interior – II Co 5: 17. Por essa razão lares se dividem, os que crêem entram em conflito com os incrédulos, aqueles que têm vida lutam com os que não têm; tudo porque o espiritual não pode ser entendido pelo natural – Rm 2: 14, 15.

Quando o Espírito de Deus opera na vida de alguém, quebrando-a, a vida interior e espiritual, passa a fluir levando vida a outros, como o grão de trigo que, caindo na terra e morrendo, libera a vida interior  de maneira gloriosa e abundante – Jo 12: 24.

CONCLUSÃO


Logo que esta vida flui, a terra perde sua paz e começa a luta. Muitos serão divididos por causa daqueles que entenderam a Obra do Espírito, porque a diferença entre os que servem ao Senhor e aqueles que não servem é muito grande. Muitas dificuldades surgirão entre os que têm o Senhor e os que não têm, entre os que conhecem o Senhor e os que não conhecem, entre os que pagam um preço e aqueles que não pagam, entre aqueles que são fiéis e aqueles que são infiéis, entre os que aceitam as provações e os que as recusam.

Dessa forma se entende porque pessoas que se amam, como pais e filhos, de repente se tornam como inimigos. Esposas se levantam contra seus maridos, sogras contra suas noras e assim por diante. Tudo porque o Espírito Santo nos leva a uma nova vida, que muitas vezes não é entendida nem compartilhada pelas outras pessoas – I Pe 4: 3, 4.



Jesus ressuscita Lázaro

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JOÃO 11:39 A 44

“JESUS RESSUSCITA LÁZARO”

1.  INTRODUÇÃO

·      Marta, Maria e Lázaro - uma família que amava o Senhor
·      Moravam na Judéia - lugar que queriam matar Jesus

2.  DESENVOLVIMENTO

·     Lázaro morre - muitos conhecem ao Senhor, o adoram, mas depois, por muitos motivos, saem da sua presença  e perdem a VIDA ETERNA
·     Marta e Maria - a igreja que está viva
·     Chamam a Jesus para salvar o seu irmão - o clamor da igreja pela salvação dos seus familiares
·     O sepulcro onde jazia Lázaro
·     uma caverna
·     escuridão, solidão, frieza
·     o mundo
·     com uma pedra na entrada - tudo aquilo que impede o homem de ver a LUZ (religião, dinheiro e bens, deleites deste mundo, etc.)
·     Jesus manda  tirar a pedra - a ordem de Jesus para sua igreja é que, neste tempo do fim, ela esteja orando pêlos seus familiares, para que eles vejam a Luz e tenham vida!
·     Lázaro
·     Morto há 4 dias - morto para o evangelho
·     cheirava mal - o aroma da igreja é agradável e suave para o Senhor, mas o cheiro deste mundo é cheiro de podridão e morte
·     O chamado de Jesus
·     “Lázaro...” - Jesus chama pelo nome, pois conhece a cada um naquilo que mais o identifica. Ele conhece cada pessoa
·     “Vem para fora!”
·     libertação da morte
·     contra todas as possibilidades humanas, pois estava morto há 4 dias: a salvação é um milagre!
·     “Desligai-o e deixai-o ir...” - a igreja está pronta para oferecer toda a assistência a todos aqueles que atenderem ao chamado do Senhor.
·     A família, então, pode adorar unida novamente.

3.  CONCLUSÃO 

             A igreja tem pago um preço pêlos seus familiares, para que eles ouçam o chamado do Senhor, tenham vida e possam, junto conosco, adorar ao nosso Deus.

Jesus perante Pilatos

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Mateus 27: 11-24

INTRODUÇÃO

            Os quatro Evangelhos foram escritos e destinados a povos específicos, e apresentam o Senhor Jesus com quatro características diferentes:

1.O Evangelho de Mateus foi escrito aos Judeus e apresenta Jesus como Rei;
2.O Evangelho de Marcos foi escrito aos Romanos e apresenta Jesus como Servo;
3.O Evangelho de Lucas foi escrito aos Gregos e apresenta Jesus como Homem Perfeito; e
4.O evangelho de João foi escrito a todo o mundo e apresenta Jesus como Filho de Deus.

DESENVOLVIMENTO

            Pilatos foi um homem que teve um dos maiores privilégios, e a maior oportunidade que alguém poderia ter de conhecer o Senhor Jesus com profundidade. No entanto, ele não soube aproveitar esta oportunidade. Sua mulher até falou-lhe de um sonho que tivera com o Senhor Jesus, dizendo que tivesse cuidado com o que iria fazer com Ele, mas nem isso ajudou Pilatos a receber uma bênção para sua vida.

            Na conversa que teve com Jesus, Pilatos reconheceu que Ele era:
           
1. Rei – Mateus 27: 11
2. Servo – Mateus 27: 14                                         
3. Homem Perfeito – Mateus 27: 24

            Pilatos só não reconheceu que Jesus era Filho de Deus, por isso o entregou para ser torturado e depois crucificado pelos soldados romanos. Pilatos não fez caso do Senhor Jesus; ele o ignorou e o rejeitou, e depois lavou as mãos diante da multidão, querendo dizer com isso que estava inocente do sangue e do destino que ele mesmo deu ao Salvador da humanidade. No entanto ele foi conivente e culpado pela morte do Senhor, juntamente com os religiosos de Jerusalém e a multidão que pediu a sua crucificação e mandou que Barrabás fosse posto em liberdade.

            Quando o homem tem a oportunidade de conhecer Jesus, e não o reconhece como Filho de Deus, enviado para dar sua vida em sacrifício pelos nossos pecados, mesmo que o veja como Rei, Servo de Deus ou alguém que nunca pecou, ele termina por rejeita-lo, não o recebendo em seu coração como Salvador.

CONCLUSÃO

            Um dia Jesus perguntou aos discípulos o que eles diziam a respeito dele, e Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Depois deste reconhecimento, Jesus disse que Pedro era bem-aventurado, pois ele havia alcançado a revelação de que Jesus era o Filho de Deus.
            Muitos hoje em dia têm tido a oportunidade de conhecer o Senhor Jesus, mas continuam agindo como Pilatos, que viu nele apenas uma pessoa majestosa, humilde e inocente, mas não o viu como Filho de Deus; e para alcançar a salvação e a vida eterna o homem precisa crer e abrir o coração para o Filho de Deus, como fizeram Natanael, Tomé e um dos ladrões que foram crucificados com Jesus.


Jesus, Rei dos Reis-Salmo 24,7 –10

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INTRODUÇÃO

Davi conhecia o lugar devido que o Senhor deveria ocupar. Como Deus do universo, criador de todas as coisas.

DESENVOLVIMENTO

As nações tiveram grandes reis :
-Ogue – rei de Basã
-Seon – rei dos amorreus
-Faraó – rei do Egito
-Nabucodonozor – rei de mar a mar
-Alexandre o Grande
-Roma teve os seus grandes imperadores : Nero, Tito, Vespasiano, etc
Hoje nomes de grandes líderes :
Foram reis que estiveram em grande evidencia em suas épocas, e que deixaram para a historia da humanidade suas marcas. Alguns deixaram grandes obras arquitetônicos, outros foram conhecidos pelas suas conquistas, e outros ainda, deixaram como sinais a dureza de seus governos e a tirania.
Davi também foi um grande rei. Teve um grande importância na historia da formação e estabelecimento da nação de Israel.
Ele não deixou grandes obras arquitetônicas, mas teve como característica sua experiência com Deus (salmo 42-2   “A minha alma vem sede de Deus, do Deus vivo”).
No Salmo 24, Davi fala de um rei, que é conhecido como o Rei da Glória. Ele pergunta : - Quem é este Rei da Glória ?. Muitos poderiam responder que o rei da glória seria o próprio Davi.
O mundo também poderia eleger os seus melhores reis, mas Davi falava de um Rei, para o qual as portas se levantariam. Não falava de um simples rei, mas do Rei dos Reis, o Rei da Glória, que é o Senhor Jesus!
a-     “levantai ó portas as vossas cabeças”
Jesus entrou em  Jerusalém, montado em um jumentinho, aclamado pela multidão, que dizia : - Hosana ao que vem em nome do Senhor. Porém, Ele entrou para dar a sua própria vida.
b-     “levantai-vos ó entradas eternas”
Jesus será aclamado como Rei dos Reis, mas agora , na Jerusalém Celestial, não mais como homem que veio ao mundo para morrer, mas como Senhor dos Senhores, Reis dos Reis.
c-     “quem é este Rei da Glória?”
A resposta é : porque Ele é forte e poderoso. Forte, porque venceu a morte, ressuscitou. Poderoso, porque Ele voltará para buscar a sua igreja, com poder e grande glória. Poderoso na guerra, virá para buscar Israel.

CONCLUSÃO

“quem é este Rei da Glória, o senhor dos Exércitos, Ele é o Rei da Glória”
Todo o joelho se dobrará, toda a língua confessará que Cristo é o Senhor.(Filipenses, 2,10-11).