Jesus paga o tributo

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Mateus 17: 24-27

INTRODUÇÃO


            Os fariseus, doutores da lei e os sacerdotes de Israel, viviam sempre seguindo a Jesus com o objetivo de apanhá-lo em alguma palavra ou ato que pudesse servir de motivo de acusação e condenação ao Senhor. No entanto, eles nunca alcançaram o seu intento, pois Jesus era íntegro em palavras e atitudes perante Deus e os homens.
            Uma vez Jesus estava ensinando no templo, e os sacerdotes mandaram os guardas mais fortes que tinham para prendê-lo, mas os guardas não conseguiram chegar até onde Jesus estava por causa da multidão que o cercava. Enquanto esperavam uma oportunidade, os guardas puderam ouvir as palavras e ensinos do Senhor Jesus, e seus corações foram sendo quebrantados e amolecidos; eles então voltaram para seus chefes, que lhes perguntaram por que não cumpriram sua ordem, e  responderam eles: “Jamais alguém falou como este homem”.

DESENVOLVIMENTO


            Certo dia, quando se encontrava em Cafarnaum (aldeia da consolação), a casa onde Jesus estava recebeu a visita de alguns cobradores de impostos. Eles haviam sido enviados pelos sacerdotes para perguntarem se Jesus pagava as didracmas cobradas pelo império romano, com a intenção de incriminá-lo caso fosse devedor. Naquela ocasião, Pedro os atendeu e diante da sua pergunta, respondeu (sem consultar Jesus) que o Senhor pagava as didracmas. Os publicanos, então, foram embora para cientificar seus mandantes do que haviam apurado, mas o que eles não sabiam é que Pedro havia dado uma resposta precipitada, pois Jesus nunca havia pago imposto algum aos romanos.

            Quando Pedro entrou em casa, foi interpelado pelo Senhor Jesus com uma pergunta: “Que te parece Simão? de quem cobram os reis da terra os tributos ou o censo? dos seus filhos ou dos alheios?”. Pedro então respondeu: “Dos alheios”. Jesus lhe disse: “Logo, estão livres os filhos; Mas para que não se escandalizem, vai e lança teu anzol ao mar e o primeiro peixe que subir, abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o e dá-o por mim e por ti”.

            Desta forma, Jesus mostrou a Pedro que Ele como Filho de Deus (O Rei de todo o Universo), não devia impostos nem tributos ou qualquer outra coisa a ninguém. Mas por causa da resposta comprometedora de Pedro aos publicanos, Ele agora seria obrigado a pagar as didracmas relativas ao imposto cobrado a todos os judeus sob o governo romano. Deus proveu uma forma para que isso acontecesse, através do dinheiro na boca do peixe pescado por Pedro. O estáter vale duas didracmas, o valor necessário para o pagamento da dívida de duas pessoas. Jesus de fato pagou a dívida com a sua morte na cruz, e nós que não tivemos trabalho algum, fomos beneficiados.
                                                                                                                     
            Este fato profético aponta para uma realidade espiritual profundamente abrangente, e que está relacionada ao Projeto de Salvação do homem. Jesus foi enviado a este mundo, como homem, e durante toda a sua vida nunca deveu nada a ninguém. Ele nunca cometeu pecado ou falta alguma diante dos homens nem diante de Deus. Mas por causa do homem que pecou contra o Pai, desobedecendo sua Palavra, Jesus teve que assumir uma dívida que não era sua. Por causa da atitude do homem, que agiu por conta própria, transgredindo contra Deus, é que o Senhor Jesus teve que pagar o alto preço da dívida que na verdade era nossa. Na qualidade de pecadores, nos tornamos “alheios” e devedores, e não filhos “isentos”. Jesus tomou sobre si toda a nossa culpa e enfrentou sozinho a condenação, como único meio de nos libertar do “escândalo” do pecado por nós cometido. Foi a forma de pagamento provida por Deus em nosso favor.

            As humilhações sofridas, as perseguições, as privações, o desprezo, a violência dos bofetões e cusparadas, a fronte rasgada pelos espinhos da coroa, as mão e os pés dilacerados pelos cravos e tantas outras formas de sofrimento e dor, foram experimentados pelo Senhor Jesus, por causa de nossas atitudes, palavras e pensamentos. Deus permitiu que seu Filho Unigênito sofresse tudo isso; Ele só não permitiu que seus ossos, a estrutura de seu corpo, fossem quebrados, pois ela representa a estrutura da Igreja como Corpo de Cristo. A igreja pode até ser perseguida e afligida, mas nunca desestruturada. Ela não pode caminhar manquejando ou coxeando, mas ereta e firme.

CONCLUSÃO


            Esse foi o preço que Jesus pagou por nós. Ele como Senhor e Príncipe, como Filho de Deus, nunca deveu nada e nunca se achou engano na sua boca, mas por nossos pecados Ele morreu, para nos livrar da dívida por nós mesmos contraída. Jesus pagou aquilo que era de nossa responsabilidade, e agora, para estarmos realmente livres da dívida, precisamos atentar para o Projeto de Salvação estabelecido por Deus e revelado por Jesus quando mandou Pedro lançar seu anzol ao mar e tomar a moeda da boca do peixe. Quando Pedro obedeceu a orientação de Jesus, pela fé na sua Palavra, obteve o valor necessário para pagar sua parte da dívida. Jesus providenciou o meio para isso. 

            Nós somos como aquele peixe que foi pescado do mar. Nós fomos resgatados do mundo de perdição em que vivíamos, e agora precisamos atentar para o que diz a Palavra em Romanos 10:9, que diz: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”.

            A moeda retirada do interior do peixe através da sua boca, suficiente para o pagamento da dívida de Pedro, aponta para a confissão procedente do nosso coração, de que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador. Se mantivermos essa confissão até o fim, seremos salvos e eternamente livres da dívida.                                                                                                                 
           
           
                                                                                             
                                                                                             

                                              


Jesus, o Lírio dos vales

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Mateus 6:28-29  e  Cantares 2:1


O Senhor, de uma maneira tão gloriosa, tem se revelado em nosso meio. Muitas daquelas palavras que o Senhor Jesus disse aos seus discípulos, à igreja primitiva, hoje, o Senhor nos traz também o simbolismo profético e maravilhoso para as nossas vidas.

O Senhor nos chamava a atenção  para a beleza da comparação, em Cantares, que o Espírito Santo faz do lírio com a Obra, com o Senhor Jesus. O Senhor Jesus é o Lírio dos Vales. O Senhor, aqui se compara com o seu Espírito ao lírio. E aqui, o próprio Senhor Jesus faz referência à igreja, a respeito desta flor: o lírio. Ele disse: “olhai para os lírios do campo”. Ele chamou a atenção da Igreja e dos discípulos para o crescimento do lírio, e faz referência à beleza, à forma, ao crescimento, a beleza do lírio em todos os seus aspectos a respeito daquela flor, que Ele mesmo, pelo Espírito do Senhor, se compara. Ele disse: “olhai os lírios do campo”. Ele disse que nem mesmo Salomão se vestiu como qualquer um deles. Aqui o Senhor mostra a figura de Salomão, cheio de poder da sabedoria; cheio da graça, do Espírito Santo, quando ele foi adornado pela sabedoria do Espírito Santo.

Salomão, na sua riqueza, na sua majestade, coroado de toda a glória, uma vez que Deus fez com que ele prosperasse em tudo quanto ele quisesse, porquanto ele servia com sabedoria ao Senhor. Ele tinha um propósito, em seu coração, de fazer tudo aquilo que Deus desejava para o seu povo. E assim ele foi um servo abençoado. Mas o Senhor Jesus aqui, dizendo a respeito de Salomão, Ele disse que apesar de Salomão ter sido o homem mais sábio sobre a terra, porque ele recebeu de Deus a sabedoria, revestido de riquezas, de majestade e glória, Ele disse, o lírio, ser em muito superior em sua glória, em sua beleza. Assim, o homem se admira ao ver a glória em Salomão, e a sua riqueza, as toneladas de outro que ele tinha, as suas vestes suntuosas, magnificentes; o Senhor compara-o ao lírio, na sua beleza espiritual. É a sua comparação eterna, e profética.

O Senhor revelou que SETE características fundamentais estão inseridas dentro do lírio, e quis que o Espírito Santo o comparasse com a igreja. O Senhor comparado com o lírio, com a Obra e a igreja. O Senhor nos chamava a atenção para estas características, e a primeira delas, é o tipo, a forma do lírio.


Uma planta, de maneira sobrenatural comparada especialmente poderosamente, com aquilo que Deus está realizando em nossos dias. Nós sabemos que o lírio é uma planta tuberculada, ou seja, nasce de batatas. As suas raízes são formadas de várias batatas subterrâneas, internas, cobertas por terra. As suas raízes se aprofundam, espalham em várias batatas, e assim, ninguém as vê; ninguém sabe a sua aparência. Sem aparência, sem forma alguma, ela se enraíza, ela se aprofunda em forma de batatas, com base, elas, então ao morrer, elas germinam a flor belíssima, que é comparada a Obra, e ao Senhor Jesus. Assim, sem beleza, sem parecer nem formosura, algo mais profundo nasce daquela planta tubércula: o Lírio dos Vales. Olhando para aquela planta, ninguém pode imaginar que dela, sairá algo tão profundo e tão belo. Na verdade que, sem parecer e formosura, em sua forma, e todos os seus aspectos , como veremos, àquilo que Deus está realizando nos últimos dias, preparando a Igreja para o arrebatamento.
O Senhor nos chamou a atenção, e nos chamava a atenção por vários aspectos, a base, aonde saem os lírios, de onde provem os lírios, as batatas que estão ligadas a todas as proliferações subterrâneas, das raízes - ELE compara, isso, a base desta Obra. A Obra do Senhor, a Obra que o Espírito Santo está realizando no mundo, no seio da Igreja -é sem parecer, sem promoção humana. É o Senhor ordenando o mundo ao coração dos homens. É o Senhor Jesus orando para o Pai, quando disse: “Graças te dou, ó Pai, porque ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos Mt. 11:25. A Igreja está vendo aquilo que o mundo não está vendo. É o tesouro escondido no campo. É o ornamento da planta no subterrâneo, no oculto dos olhos. As batatas, lá , germinam ao morrer. Germinam e produzem o seu efeito, o seu produto final, que é a beleza do Espírito Santo. Assim, as batatas são símbolo profético da doutrina dos apóstolos.


A planta, a flor, é dividida em seu bojo único, é dividida em CINCO partes - o lírio se abrir como a boca de uma corneta. Esta flor, tem cinco aberturas, como se fossem pétalas - a flor em si, ela é única, mas no abrir da flor, ela tem cinco ramificações, cinco aberturas - simbolizando os CINCO ministérios do Espírito Santo na vida da Igreja. É a doutrina perfeita dos apóstolos - CINCO ministérios na vida da Igreja, a base da doutrina, a base da palavra que vai originar, no seio da Igreja, a presença do Espírito Santo. O lírio tendo cinco pontas, simbolizando os cinco ministérios. Esta é a característica do corpo - e a Palavra do Senhor, a profecia compara o Senhor Jesus, e diz: “olhai os lírios do campo” - aí a expressão “lírios”, no plural - exatamente o corpo. A idéia de Corpo e que o Senhor Jesus mostrava, é a Igreja comparada, também adornada pelo Espírito Santo, é o Corpo de Cristo. Cristo é comparado ao lírio. Ele disse que mesmo a formosura, e todo o esplendor de Salomão, não podem comparar-se com ela, a Igreja. Assim, Deus vê a Igreja diante de seus olhos - assim, para o Senhor Jesus, a igreja é imaculada. O Senhor Jesus aqui, compara a sua igreja como sendo o lírio. Portanto, a igreja tem, sobre si, a graça, o batismo com o Espírito Santo, os dons espirituais, adornada pelas vestes de santidade, ela é vista, pelo Senhor, com a beleza que, nem mesmo Salomão, com a sua glória, com a sua riqueza, ela é comparada com a perfeição da obra de Deus, a qual, o Espírito tem realizado em nosso meio: a beleza da igreja, na perfeição do Espírito Santo. Não firmada sobre coisas do coração, dos pensamentos do coração humano, mas firmada sobre a palavra da verdade, sobre uma doutrina viva: é a “boca de Deus, falando ao coração da igreja. É o servo orando: Deus falando, dando revelações, visões, profecias, seminários, etc. Reunimo-nos o Senhor fala conosco: a presença do Espírito Santo. Deus vê a igreja como lírio, porque, assim como o lírio tipifica o Senhor Jesus, a igreja, sendo Corpo, também é comparada por Deus a olhar para  nós, como sendo o lírio dos vales. Assim, ainda, a importância também da forma, é a beleza que está no Corpo. O Senhor vê, então, a beleza, um conjunto, e é exatamente, a igreja reunida na oração, no jejum, no contexto da Palavra do Senhor. É a beleza que o Senhor vê, a harmonia da igreja, na sua espiritualidade.


A outra característica, depois da forma, é exatamente para o terreno que esta planta nasce. O Senhor nos chama a atenção em sua Palavra, para tudo isso que estamos falando e que o Senhor Jesus nasceu em nossos corações da mesma maneira em que o lírio nasce no campo. Há uma palavra na Bíblia que nos informa de que, mesmo em terrenos espinhosos, cheios de espinhos, o lírio, ali, também floresce. Existem duas características do terreno. O lírio nasceu em Israel. O Senhor Jesus compara-se ao lírio, em Israel. Como o lírio era uma planta, e que não era muito comum lá, em Israel, uma vez que o terreno lá, não era muito fértil: muita pedra, muita areia, áreas não férteis para o plantio, muito impróprias para o cultivo desta planta, desta flor, assim, não era comum de ser vista. Assim, como a rosa de Saron, como o próprio nome diz, nasce na terra de Saron, assim, lá em Israel não era lugar, ou um lugar muito apropriado para se nascer lírios, mas esporadicamente, se poderia ver em determinadas regiões, e algumas vezes, até em grandes quantidades, em determinados específicos, essas quantidades de lírios. Mas o lírio, ele necessita de uma terra fértil para o seu crescimento, e para a sua formosura apenas, é necessário uma terra fértil, de uma terra úmida, uma vez que o lírio necessita de muita água para o seu crescimento. E assim como disse: Israel não é uma terra apropriada para o cultivo de lírios. Assim aconteceu na igreja e no mundo. O Senhor Jesus deixou, profeticamente, lá, sua Obra, lá em Israel, não foi uma terra fértil para o “Lírio dos Vales” nascer. Não é uma terra fértil, uma vez que Israel rejeitou o Senhor Jesus, mas àqueles que se converteram - os judeus - os primeiros discípulos, a Igreja primitiva, lá ficou florescendo a glória de Deus. Ele permitiu que o Lírio nascesse, é a Igreja que lá nasceu, numa terra pedregosa, cheia de areia, de terra não férteis, mas o Senhor permitiu que lá nascesse. Não é uma terra própria, apropriada para o cultivo desta flor, mas o Senhor permitiu que, onde estava toda a imundície, no meio dos espinhos, no meio dos gentios, nascesse. A terra fértil é a terra cheia de matéria orgânica, coisa apodrecida de todo o material orgânico. Assim, também, a Palavra de Deus diz que “onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus”. No meio do pecado, no meio de um mundo que está no pecado, em meio a tanta imundície, o Senhor fez florescer em abundância o “Lírio”. E nós gentios, somos comparados com o lírio do Vale. Louvado seja o Senhor! É a Igreja gentílica que o Senhor está adornando pelo Espírito Santo. O Senhor, quando olha para a face da terra, ele vê que superabundou sobre a terra imunda, o poder do seu Espírito Santo numa Igreja adornada pelo Espírito, e que será arrebatada no dia do Senhor. Israel não era uma terra fértil, mas a terra fértil foi encontrada no meio da imundície, no meio do pecado, no meio da matéria orgânica, no meio dos ímpios, o Senhor tem florescido. Chamo a atenção para esta característica; o período seco de Israel, o terreno não próprio para este cultivo desta planta, mas em meio aos gentios, o Senhor realizou a sua Obra. Assim , o Senhor Jesus tem realizado a sua Obra, no meio da Igreja.


Outra característica muito importante, são as flores do lírio: três cores características do lírio, o Senhor nos chamou a atenção, em revelações maravilhosas, também, a este respeito. Revelações estas, também contidas na Palavra do Senhor. O lírio possui três cores, em uma delas é o VERDE. O talo da planta é totalmente verde. O “verde” é símbolo da salvação no corpo, o símbolo da “Nova Aliança” que o Senhor fez com a Obra. Assim, a presença do “selo” - do sangue do Senhor Jesus na vida da Igreja, a salvação. A própria Igreja, são as três cores que caracterizam, aos “olhos” de Deus, a sua Igreja amada: VERDE - simbolizando o selo, da salvação no corpo  - a “Nova Aliança” feita com o homem; o BRANCO - é o que reveste todo o exterior da flor, mostrando a presença do Espírito Santo - que adorna a Igreja; o Senhor Jesus, pelo seu Espírito, envolvendo a Igreja com o seu Espírito maravilhoso, é o símbolo da santidade. É um povo santo, é uma Igreja levada e remida no poder do sangue do Senhor Jesus. A palavra nos diz: “sem santificação, ninguém verá o Senhor” , a Deus. A Igreja do Senhor Jesus é vista assim - uma Igreja imaculada, sem mancha, SANTIFICADA pelo Espírito Santo. No interior, de dentro do bojo, desta flor - o pólen da flor, dentro da corola, dentro da flor a cor fundamental - que é o AMARELO: símbolo do poder do Espírito Santo. Assim, o poder do Espírito Santo no interior, não no EXTERIOR. Não são com palavras, apenas, mas um coração totalmente entregue ao Senhor, é a profundidade espiritual, é a presença do Espírito Santo na profundidade dos corações; é o Espírito Santo no íntimo da Igreja, é o poder do Espírito Santo se manifestando se manifestando no interior, isto é, no meio da Igreja. Assim, o VERDE: a salvação no Corpo; a Igreja com o “selo” do Senhor Jesus na “Nova Aliança”. O BRANCO: a santidade - a beleza do Espírito, beleza esta, caracterizada pelo branco. O Senhor Jesus disse que: “nem a glória de Salomão era comparada à formosura desta flor”. E, a Igreja em Cantares, quando o Senhor diz: “Vem, minha amada, querida minha”. É a beleza do Espírito Santo na vida da Igreja. É a Igreja bela, pois a beleza que está nascendo debaixo do poder do Espírito Santo, a santidade do Senhor Jesus em nossas vidas. Por isso, a Igreja ao lado do Senhor Jesus, torna-se bela.


Ainda, outra característica muito importante, também é a respeito do crescimento, desta flor. O Senhor nos chamava a atenção para o crescimento desta flor. Esta planta, tanto cresce para baixo, como para cima. A planta, por ser tubércula, as suas raízes, em elos, em batatas se aprofundam, mostrando, assim, o Senhor Jesus, o seu crescimento, sem nenhuma aparência, como vimos tipificado, inicialmente. A Obra do Senhor aprofunda-se nas bases. A Igreja firmada sobre a “Rocha”, sobre a doutrina do Espírito Santo. O crescimento para cima, é o resultado de morrer. A semente, se vai morrer, não vem a germinar; mas se a semente morre, ela germina e produz as suas flores. É exatamente, o homem crucificando a sua carne, o seu “eu”, a sua vaidade, o seu ser, é a Igreja crucificada com Cristo. E, assim, podemos dizer como o Apóstolo: “não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”; “Cristo em nós, esperança na glória”. É a Igreja crescendo para cima - florescendo. Ela é alimentada nas bases. Ela floresce e, então, mostra o esplendor da sua glória - a glória do Senhor Jesus Cristo resplandecendo na Igreja. Assim, a Igreja é o espelho refletor da glória de Deus. Moisés, quando desceu do Monte, depois de estar com Deus, o seu rosto brilhava. Deus fez resplandecer no rosto da Igreja, a glória maravilhosa do seu Espírito. É o nascer das bases, é o resplandecer para cima a formosura da flor. Então, a flor, o lírio, cresce tanto para baixo, como para cima, também. É o resultado do poder, diz a Palavra de Deus, assim: “olhai os lírios do vale, como eles crescem”, é a expressão que nós lemos - “antes crescei na graça e no conhecimento do Senhor” é a expressão da Palavra. É o crescer na graça do Senhor, é a igreja firmada, enraizada na “Rocha”, no poder da doutrina, no poder da Palavra, resplandecendo a sua glória: a glória do Espírito Santo. E o Senhor disse: “olhai para os lírios do campo, como eles crescem ...” É a igreja crescendo: é a Obra do Senhor crescendo para todos os continentes. O Senhor realizando a Obra em Portugal, aqui na América do Sul, no Brasil, na Bolívia, no Paraguai... O Espírito Santo realizando a Obra por todos os lados:  “olhai os lírios do campo, como eles crescem em terra fértil ...” Onde abundou o pecado, o Senhor está fazendo com que a sua graça seja derramada sem medida. Ele disse que “nos últimos dias derramarei do meu Espírito sobre toda a carne”.


Finalmente, a última característica, ou seja, a sétima característica, que é o alimento que provém desta flor. Numa visão, o Senhor mostrou uma quantidade muito grande de enxames de abelhas, aqui, no Maanaim, com uma grande plantação de lírios. Estes enxames iam lá e tomava o néctar do pólen dos lírios, para a fabricação de mel e levavam para sua colméia. E esta colméia, era enchida, era cheia de azeite. As abelhas fabricavam dos lírios, do néctar, produto do pólen e então, colocavam dentro daquele hexágono regular, de dentro das colméias, então, a produção do mel. A produção do mel era tão grande, que se derramava, caía, transbordando-se dentro dos favos o mel da colméia, uma vez que superabundava a quantidade de fabricação do mel. Assim, o Senhor nos chamava a atenção para este fato tão extraordinário: as abelhas colhendo do lírio, o néctar para a fabricação do sabor delicioso do mel. “Que coisa há mais doce que o mel ... ? (Juizes 14:18). É exatamente, o alimento que o Senhor está dando à sua igreja. A igreja comparada, pelo Senhor Jesus como as delícias, como os favos de mel. A presença do Senhor Jesus é o alimento que a igreja produz. O Senhor se faz presente, dentro da igreja, para recolher o mel, para, ali, se deliciar, com a glorificação da igreja, do nosso louvor, da nossa fidelidade, do nosso testemunho, da nossa vida espiritual em sua presença. O Senhor nos chamava atenção para a produção em abundância, do mel. Que coisa maravilhosa, quando o Senhor, olha para nós, pode então, assim nos ver produzindo mel. Foi exatamente o que o Senhor tem retirado da igreja, é exatamente o produto final de toda esta dinâmica, e que o Senhor Jesus está operando, pelo seu espírito, na vida da igreja, hoje. O produto final é, exatamente, o esplendor de sua beleza, é a produção, em abundância, de mel.

Finalizando esta palavra, e que nos chamou mais a atenção, é exatamente, a formação da colméia: o hexágono regular. O hexágono é a figura que os arquitetos chegaram à conclusão que era a figura mas perfeita para a construção de uma colméia. E as abelhas sabiam disso, porque não havia perda de nenhum espaço. Na formação de um outro hexágono, era, exatamente, encostando uns aos outros, e assim sucessivamente, encostando um ao outro. É exatamente a perfeição do Espírito na vida da igreja. É a produção de mel. Se ela fosse redonda, perder-se-ia muito espaço. Estes espaços, por estes espaços, por exemplo, como a formação das abelhas no seio da igreja, era perfeito, sem perda de nada: é exatamente a perfeição do Espírito Santo na vida da igreja. Superabundando o mel, é exatamente o derramar do Espírito sobre a igreja. “Olhai para os lírios do campo, como eles crescem, e Salomão, em toda a sua glória, não se vestiu como qualquer deles”!   ... Bem aventurados sois vós, que estais sendo adornados, pela formosura do Espírito Santo.

Amém!




Maanaim/ES  -  03.03.1984

Jesus - O Carpinteiro

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 Marcos 6:1-6


            A Palavra do Senhor nesta noite nos fala de uma cena acontecida nas cercanias de Nazaré, no ministério de Jesus. Durante o seu ministério de três anos e meio de duração, o Senhor Jesus estava sempre em deslocamento constante dentro da terra de Israel. Israel é um país, até nos dias de hoje, muito pequeno, muito limitado geograficamente, e o Senhor Jesus jamais saiu da terra de Israel, sempre esteve por ali mesmo, com duas pequenas exceções, quando era pequeno, criança ainda de colo, saiu em fuga com seus pais e foi até o Egito, para ali permanecer por um curto período de tempo, para em seguida voltar. Esta foi a primeira vez que Jesus saiu de Israel. A segunda vez foi quando Ele se dirigiu às cidades de Tiro e Sidom, que ficam ao norte de Israel, sendo estas as únicas vezes em que Jesus saiu de sua pátria natal.

            Até nos dias de hoje Israel continua  com os seus limites geográficos também  pequenos e estreitos. O Senhor Jesus no seu  ministério portanto ele ocorre, nós podemos nos guiar por preferência bíblica, o Senhor Jesus, ele passou os trinta primeiros anos  da sua vida como um ilustre desconhecido, ninguém conhecia Jesus, porque ele não fez nada extraordinário, nem nada excepcional, nenhum milagre , não viveu extraordinariamente, a sua vida foi uma vida modesta, simples. Ele era galileu. O aspecto de Jesus era de Galileu, uma vez que aquele que lhe foi dado por Pai aqui na terra, na verdade era apenas um tutor, porque o Senhor Jesus foi gerado por obra e graça do Espírito Santo, portanto as características  físicas dele, eram de Maria, que era galiléia. Maria era da Galiléia e José era da Judéia e o Senhor Jesus tinha aspecto físico  de galileu. Ele não tinha nada a ver com o aspecto físico dos judeus, aqueles que habitavam na região da Judéia.

            Tudo isso nos trás muita informação nestes 30 anos em que Jesus viveu como um carpinteiro galileu. Uma pergunta que é revestida de muita importância para nós que estudamos à Palavra de Deus, é o fato da vida de Jesus ter sido totalmente revelada, isto é, ele não deu um passo sequer sem a aprovação  do Pai que estava no céu. Certa vez, chamado para ir à festa em Jerusalém, ele disse: “Vocês podem ir, porque o vosso tempo sempre é chegado, mas o meu nem sempre. Podeis ir”. E depois ele foi encontrado lá na festa porque ele foi na hora  revelada para ir a Jerusalém. E nas suas andanças nesses 30 anos, ou seja, nas suas andanças nesses 3 anos, porque nos trinta anos iniciais  ele esteve apenas  habitando em Israel, ele nasceu em Belém, passou a sua infância até a sua fase adulta em Nazaré e depois a sua residência transferiu-se para Cafarnaum, que é uma cidade que fica bem ao lado do mar da Galiléia, e existe até hoje.

            Mas durante o período que ele esteve morando em Nazaré, um fato que marcou muito foi a profissão que Deus Pai lhe concedeu aqui na terra – e vem a nossa pergunta: Qual seria o motivo pelo qual Deus Pai escolheu esta profissão para o seu Filho Jesus. Jesus poderia ter sido em Israel muitas outras coisas. Poderia ter sido médico ou engenheiro, ou um doutor da lei, talvez ele pudesse ser ourives, ou oleiro, ou especialista em outras  coisas diversas, mas a profissão dele foi carpinteiro e ele era conhecido como tal. Muito embora  ele tivesse  vivido  ao oculto, ou seja, desconhecido totalmente durante 30 anos, ele tinha a sua profissão e o Jesus que as  páginas  do evangelho nos revelam , ou os profetas  do Velho Testamento falam a respeito, não tem nada a ver com o  Jesus que é apresentado hoje pelos artistas, o Jesus das telas , o Jesus das imagens , das estátuas, o Jesus dos afrescos, o Jesus que está estampado em todos os  lugares . O Jesus revelado pela boca dos profetas inspirados por Deus Pai, é um Jesus completamente diferente do que está retratado por muitas paredes e em diversos lugares. É o Jesus Galileu que não é o galã de cabelos loiros  e olhos azuis, nem tinha 1,95 de altura, nem tinha essa aparência  frágil que é apresentada hoje. O Jesus que a escritura revela é o  Jesus carpinteiro, ele era conhecido como  tal. Depois que ele começou  o seu ministério público, ou seja, depois que ele começou a ser conhecido, em  todas as cercanias de Israel e até nos países vizinhos , quem olhava para ele dizia: Não é este  o carpinteiro? Esse foi o adjetivo de que qualificaram. Jesus quando ele entrou em Nazaré, a cidade onde, ele havia sido criado, ele era bem conhecido ali. É por isso que quando as pessoas olharam e viram que ele ensinava... o ensino dele era incontestável, as perguntas que eram feitas  a ele, eram as perguntas mais difíceis, capciosas, complexas, verdadeiras armadilhas feitas pelos religiosos. Certa vez perguntaram a ele: “Mestre, é lícito pagar tributo a César?” ele estava na nossa expressão: um beco sem saída, porque se ele dissesse que era lícito ele estava contra os judeus e a favor dos romanos, era uma brecha.  E se ele dissesse que não era lícito, ele estava contra os romanos. Era o adversário contra ele, e ele disse: “alguém tem uma moeda? Temos sim . Me dá lá essa moeda. De quem é essa cara aqui? César. Então dá a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, o meu reino não é deste mundo. As perguntas e respostas eram assim, e eles ficaram impressionados de como ele ensinava com tanta autoridade e com tanto poder. É por isso que perguntaram: “Não é esse o carpinteiro? Donde pois lhe vem esta sabedoria? E onde foi que ele aprendeu letras?” Sabendo que um carpinteiro é iletrado.

            A carpintaria funcionava  lá em Nazaré , cidade pequena , e quem quisesse encomendas para fazer para este trabalho artesanal, quem quisesse uma encomenda  feita de maneira  correta, podia ir lá na carpintaria de Nazaré de José e depois dirigida por Jesus, o carpinteiro. Quem quisesse um preço certo era lá, quem quisesse encomenda entregue na hora marcada era lá, quem quisesse ver um olhar extraordinário era lá. Olhar do carpinteiro de Nazaré. Ali ele aprendeu muita coisa . Jesus aprendeu como todos nós aprendemos. Desde menino indo à sinagoga, aprendeu a ler, aprendeu a escrever, aprendeu a conhecer gente. Há pessoas que não gostam de rotina , acham enfadonha a vida de rotina, e alguém pode dizer: Eu estou enjoado desse tipo de vida , eu só faço isso! Acordo de manhã, vou pra Faculdade, volto da Faculdade, venho para casa e de casa vou a tal lugar e volto e de manhã cedo café da manhã, Faculdade ... que rotina! Jesus também tinha uma rotina  e ele nunca reclamou dela , porque nessa rotina ele aprendeu muita coisa, ele aprendeu a conhecer gente. Nós podemos imaginá-lo menino, ainda na carpintaria, aprendendo com José e passar um homem com a espada do lado e dizer: Papai! Que homem é aquele?  E o Pai diz: Meu filho, aquele é um oficial do exército romano, o povo que invadiu Israel e porque ele comanda 100 soldados, ele é chamado de centurião , porque comanda 100. Aprendeu uma coisa. Papai, o que é aquele homem ali que anda com roupas  todas cheias de versículos da Torá, o livro Sagrado? Meu filho, aquele  é um fariseu. E aquele outro Pai? Aquele é um saduceu. E esse aqui? Esse é um zelote. Que é zelote papai? Zeloti, meu filho, é um homem que pertence a um partido político aqui em Israel. E aquele ali? Olha, bom! Aquele ali tome cuidado porque ele é um assaltante, pertence a um bando cujo comandante é um homem perigosíssimo , chamado Barrabás. E Jesus aprendeu assim  a conhecer gente , a conhecer pessoas, a conhecer classes e sobretudo ele aprendeu a conhecer madeira, ele aprendeu no ofício, ele aprendeu a ser um bom carpinteiro, era na verdade uma profissão muito modesta , muito simples e humilde , mas ela é cheia de ensinamento para nós, graças a Deus que a profissão de Jesus  foi ser carpinteiro.

            Um dia a carpintaria de Nazaré cerrou as suas portas . E alguém podia procurar e perguntar: Mas onde é que está o carpinteiro? Desapareceu? Mas a Bíblia mostra que  ele havia deixado o alto de Nazaré  e foi para a Judéia, porque ele sabia que estava na hora de começar o seu ministério público. A carpintaria de Nazaré fechou as suas portas  e ele desceu para a Judéia para encontrar com um outro homem, um profeta extraordinário chamado João Batista, que estava às margens do Rio Jordão, nas cercanias de Jerusalém , e ali João Batista pregava , exortava, ensinava, doutrinava a respeito do reino, quando muitos escribas e fariseus, saduceus, desciam para ser batizados nas águas e eles que de repente apareceu Jesus, o carpinteiro de Nazaré, desceu  lá do alto da Galiléia e encostou ali às margens  do Rio Jordão, e João Batista estende as suas mãos por revelação e diz: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. A carpintaria de Nazaré fechou as suas portas, mas estava sendo inaugurada naquela hora  a maior  de todas as carpintarias do Universo, porque Jesus deixou  de trabalhar com madeira para trabalhar com o homem. É por isso que a bíblia mostra que a madeira  é um símbolo perfeito do homem. Foi por isso que Jesus foi carpinteiro, porque da mesma maneira que ele conhecia madeira , ele conhecia também o nosso coração. Do mesmo modo que existem madeiras diferentes, também existem homens diferentes. Nós somos diferentes. Como existe peroba, jacarandá, imbuia, mogno, pinho, farinha seca, pau ferro, jequitibá, ipê roxo, ipê amarelo, madeira de todo o tipo, nós também somos classificados  assim diante de Jesus. E a coisa impressionante é que Jesus como carpinteiro ele é o único poderoso para transformar a madeira natural em  madeira especial. Jesus é o único capaz de transformar o homem natural em homem espiritual. Tem que passar na mão dele. Se nós quisermos ser naturais a vida inteira podemos, é só evitar Jesus. E ninguém aqui está  proibido de evitar Jesus. Pode evitá-lo. Há pessoas que evitam. A história conta com um número extraordinário de pessoas que evitaram Jesus. Há muitas  maneiras de fugir  dele, de ignorá-lo, de criticá-lo, de voltar as costas para ele. Você pode fazer isso. Pilatos achou cômodo ignorá-lo, porque Pilatos achava que ele não tinha crime algum, na hora do julgamento ele olhou para Jesus e disse: “Eu não vejo nesse homem crime algum”. Mas o povo está dizendo que ele é rei dos judeus e se eu apoiá-lo, eu estarei contra o meu patrão César, lá em Roma e eu vou perder o meu emprego. Eu sou empregado de César, sou procurador de César – então embora eu saiba que ele não tem crime algum, eu prefiro ignorá-lo. Me dá cá uma bacia d’água que eu  vou lavar as minhas mãos. Ignorou o Senhor.

            É impressionante, quando Jesus vai trabalhar no coração de alguém, de um jovem, de uma jovem, uma moça, um senhor, uma senhora, um ancião, um menino, uma menina, seja quem for, de qualquer classe social, de qualquer idade ou em qualquer  região geográfica da terra, quando Deus vai trabalhar no coração do homem simbolicamente, como uma árvore natural. Porque a madeira que forma esses bancos não nasceu assim, essa madeira veio de árvores. Ela foi trabalhada por  carpinteiros e tomou esse aspecto. O homem natural que não teve uma experiência com Deus, é como uma árvore  natural, com suas raízes fincadas  nesta terra, porque a sua mentalidade está fincada nas coisas  desta terra, desta vida, nas coisa que são próprias deste mundo e ninguém é proibido de viver assim não, mas o carpinteiro quando planeja trabalhar  no coração de uma árvore dessa, ele se aproxima  dela e tem na sua mão uma serra para jogar essa árvore no chão e cortar essas  as suas raízes. É a primeira experiência que nós temos  quando encontramos com o Senhor Jesus e quando ele vai trabalhar na nossa vida. A árvore tão vaidosa, tão cheia de pompa, tão cheia de ostentação, não há muita gente assim? E o carpinteiro chega e joga a árvore pela raízes  e joga por terra. Aconteceu isso com um homem muito vaidoso, altamente religioso, chamado Saulo de Tarso. Um homem de uma cultura invejável , que ninguém aqui nesta congregação  tinha tanta. E o Senhor o serrou pelas raízes e ele tombou por terra , bendito seja o nome do Senhor! Que tombo bonito que ele tomou! E ali  Deus começou a trabalhar  no coração daquele homem culto, inteligente, famoso, de posição social, eloquente, sábio ... , mas era diante do Senhor, apenas uma árvore tombada. E o carpinteiro de Nazaré disse pra ele! “Saulo, Saulo, porque me persegues?” Dura coisa é para ti recalcitrar, contra os aguilhões”. E a tora caiu lá no chão e disse: “Senhor, que queres que te faça?” e ele diz: Nada, agora vou começar a trabalhar  na sua vida. Você está cheio de galhos, cheio de pontas, de nós, de casca, eu vou arrancar isso tudo. Deixou Saulo de Tarso 3 dias sem comer e sem beber. É assim que Deus faz  conosco. Você é uma árvore que se julga muito frondosa? Bonita? Você quer ter um encontro com o carpinteiro de Nazaré? Prepare-se para o tombo, bendito seja o Senhor! Que começa a trabalhar no coração de alguém. No encontro com o Senhor, as coisa que agarravam suas raízes, elas vão ser arrancadas, para o teu próprio bem. A casca vai sair, os galhos que são as nossas opiniões: Eu acho, eu penso, comigo é assim, o negócio é diferente , o carpinteiro de Nazaré vai começar a arrancar  tudo isso logo. E aquela coisa grossa que nós adquirimos  durante muito tempo, hoje o que aprendemos  com nossos pais, nossas religiões, e casca, o carpinteiro vai arrancar isso tudo. Vai deixar a madeira limpa e depois entra num processo mais longo, serrar, tirar as tábuas, acertar direitinho..., depois vem a enchó, vem a plaina , vem a lixa ..., tem nó dentro? Vamos arrancar o nó. É assim que Deus faz. O carpinteiro de Nazaré, e ele sabe exatamente o tipo  de madeira que você é. E alguém poderia dizer assim: Não, eu modéstia parte sou peroba . E outro humilde  diz: Não, eu sou farinha seca mesmo, mas todos nós somos úteis nas mãos do carpinteiro. Você pode ser uma madeira muito mole, Jesus vai trabalhar na sua vida e vai te colocar numa posição onde você vai ser útil. E se você é pinho, eu farinha seca, também vai ter  um lugar pra você. Vai ser cabo de vassoura. Se tem uma coisa de alta utilidade ..., uma vez tentei varrer com uma vassoura sem cabo e foi  uma dificuldade tremenda. Todos nós somos úteis na presença de Deus, desde que nós deixemos que o carpinteiro de Nazaré transforme nossas vidas. Certa vez estava viajando por um certo lugar e de  dentro do carro estava meditando e eu vi numa baixada muito grande no norte do estado e estava ali uma planície enorme, aquela região ali, outrora, tinha sido uma floresta provavelmente, mas as árvores foram derrubadas  com o passar do tempo, e ficou ali uma árvore sozinha. Pela altura da árvore , parecia até mesmo um poste, de tão ereta que era . No momento em que a vi, era a penas um tronco seco, morto, sem vida, sem galho, sem nada. Sabia-se que era uma árvore porque dava para ver ainda as catanas das raízes em baixo. E ali , o Senhor me falou uma coisa que eu nunca mais esqueci. Uma coisa simples, o Senhor disse: “Aquela árvore nunca viu as mãos de um carpinteiro. E eu disse: é  verdade mesmo, e o Senhor disse: O que ela é aí? Um pedaço de madeira estragada, podre, sem vida, que o vento mais forte que der vai jogar no chão. E não vai aparecer em nenhum jornal, que no Km 45 do estado da Bahia, caiu um toco de árvore de trinta metros de altura, não vai ser notícia de jornal. Simplesmente o vento forte vai dar, vai jogar no chão, caiu, acabou, apodreceu, virou terra e desapareceu, e ali o Senhor estava dando uma lição importantíssima para nós, mostrando que naquela árvore, desde o seu período de nascer, crescer, ficar frondosa, bonita, provavelmente com frutos ou com flores, ou galhos, ou uma folhagem com copa bonita..., o tempo passou, as folhas caíram, ela se acabou por um motivo qualquer  e estava ali, um tronco seco, desgalhado, sem vida e morto, esperando o momento de cair por terra, e isso nos trás a imagem, à nossa mente, quantos homens  se comportam desta maneira? É apenas um exemplo. Quantos? Na nossa sociedade, não só no Brasil, mas no estrangeiro, os homens que são árvores eretas, são árvores frondosas, bonitas, de pompa, de fama, conhecidos internacionalmente, capa da revista Time ou da Manchete, ou seja lá do que for, notícias diárias a respeito dele. Apenas uma árvore que está destinada a morrer, as suas folhas caírem, os seus galhos  despencarem por ali e ficar um tronco de madeira podre. Vai cair, vai se misturar com o pó da terra e ninguém mais vai ter memória dele.

            Estive no museu do Cairo e ali eu pude ver as múmias dos Faraós, um monte de carne ressequida, que tem formato e cara de gente, e quando se olha nos afrescos, nas paredes, nas pinturas, que se conservam até hoje, pode se ver a diferença da glória do império egípcio e o que resta lá dentro do museu, a glória de um Faraó dentro de um sarcófago carcomido, ressequido, um pedaço de carne morta e sem vida. Houve um irmão nosso que poderia estar lá no museu do Cairo também. Ele foi educado para ser Faraó, ele se chamava  Moisés. Mas o carpinteiro trabalhou nele. Graças a Deus ele não está no museu do Cairo não, está no céu, na presença do Deus três vezes poderoso.


              Árvores que não são  tocadas pelo carpinteiro. Cabe a você decidir. “Não é esse o carpinteiro?” ou fica-se um pedaço de árvore seca, destinada a cair e a apodrecer mais tarde, ou  se deixa ser moldado e trabalhado pelo Espírito de Deus, para sermos objetos úteis nas mãos de Deus. Há um filósofo na Inglaterra que disse que: Nesse mundo, a vitória é daquele que apodrece por último, e é isso mesmo. Deixa o carpinteiro trabalhar na sua vida , ele te conhece. E alguém pode dizer assim: Senhor, cuidado comigo. O Senhor não vai colocar esse prego aqui, esse parafuso? Calma, o Senhor conhece madeira. Se a madeira é muito dura mesmo, vai ter a furadeira, que vai fazer o buraco e depois vem o parafuso no lugar certo. Se é uma madeira muito revirada, vem uma tachinha, mas vem tudo na hora certa, e as peças vão se encaixar e nós vamos ser um corpo só e um só espírito, preparado pelo Senhor Jesus.

Jesus, Bom Mestre – João 12, 20-24

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Introdução : 

A cultura , foi a maior herança que os romanos receberam dos gregos.

Ainda na época de  Jesus, o homem respirava ares desta onda intelectual, deixada pelos grandes mestres gregos. 

Desenvolvimento : 

Os grandes mestres, elaboram teses, leis e filosofias, que passariam pelo império romano, sendo a base da igreja medieval e perdurariam até os dias de hoje.

Quando souberam , que um grande mestre havia surgido em Israel, os gregos foram até lá, para quem sabe , somar Jesus ao pantheon grego, e transformá-lo em um mito.

Os discípulos, ficaram entusiasmados, achando que aquela seria uma grande oportunidade,  do mestre tornar-se conhecido.

Jesus disse : - “é chegada a hora, em que o Filho do Homem há de ser glorificado”..

Os discípulos acharam, que Jesus poderia ser transformado em um dos grandes mestres gregos, e que finalmente aquela seria a sua glorificação.

Porém Jesus disse : - “se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer...”.

Ele falava do momento, em que deixou a sua glória e veio à este mundo para ser sacrificado, e assim, deu muitos frutos, pois gerou salvação a todos que Nele crêem.

O seu ensino como Mestre, foi o seu proprio sacrifício. Trata-se do maior ensino para que o homem alcance a maior recompensa : a vida eterna!

a-  Seu ensino, contrastou com o dos gregos, pois  enquanto estes eram endeusados e adorados pela busca da perfeição , Jesus falava sobre a sua humilhação e obediência até a morte, e morte de cruz.”

Conclusão :  

O sacrifício do Senhor Jesus, é o maior dos ensinos, pois sendo o maior de todos os mestres, Ele mesmo foi o aluno que deu a sua vida , consumando assim a sua tarefa. (“se o grão de trigo não morrer fica só, mas se morrer dá muitos frutos – João, 12, 20-24 

Jesus no Mar de Tiberíades

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João 21: 1-12 

INTRODUÇÃO

            O homem natural vive neste mundo inteiramente segundo a sua razão; ele desconhece e não considera a vontade do Senhor na sua vida. Isso acontece porque para ele Jesus está “morto”. Essas pessoas, quando muito, se limitam a viver segundo uma religião que escolhem para si.
           
DESENVOLVIMENTO

Verso 3 – Disse-lhe Simão Pedro: vou pescar ... - O religioso age sempre por conta própria, e não busca a orientação do Senhor, pois prá ele Jesus está morto. Ele sai de noite (sem a revelação) e se lança ao mar, para procurar o alimento de que necessita, mas não consegue resultados satisfatórios deste trabalho, ele trabalho muito, se esforça e não apanha nada, porque busca fora da vontade do Senhor.

Verso 4 – Jesus aprece de manhã na praia, mas os discípulos não o reconhecem – Jesus se revela no alvorecer das nossas vidas espiritual, quando os primeiros raios de luz (primeiras revelações) começam a brilhar. A partir deste momento o servo começa a trilhar o caminho dos justos, que como a luz da aurora vai brilhando mais e mais, até ser dia perfeito.

Verso 5 – Filhos, tendes o que comer? - Esta pergunta de Jesus aos discípulos, reflete a sua preocupação com suas vidas espirituais e se têm com que se alimentar. O homem vive lutando neste mundo (mar) em busca do alimento de que a sua alma necessita, mas nada tem encontrado. Jesus se preocupa porque sabe que sem o alimento o homem morre, e só Ele tem o alimento que dá vida eterna. O homem deve se alimentar logo de manhã, logo que tem um encontro com Jesus.

Verso 6 – Lançai a rede para a direita do barco ... – A orientação do Senhor nos leva ao lugar onde encontraremos alimento em abundância, e para obtê-lo precisamos obedecer sua Palavra. Jesus está à direita do Pai, intercedendo por nós, de modo que aquilo que pedirmos a Ele, segundo a sua vontade, alcançaremos, pois Ele é o nosso intermediador diante do Pai.

Verso 7 – Então um discípulo disse: É o Senhor. E quando Pedro ouviu isso, cingiu-se e lançou-se ao mar ... - Quando o Senhor se revela e começa a operar na igreja, os que estão desacertados e no pecado (nus), pulam para fora do barco (igreja) e caem no mar (mundo). Na igreja não há lugar para os desacertados, a não ser que corrijam sua vidas diante do Senhor.

Verso 8 – Logo que chegaram na praia, viram brasas e um peixe em cima e pão ... - O Senhor já tem tudo preparado para nós, basta nos alimentarmos daquilo que Ele tem providenciado para o nosso crescimento. O peixe fala do alimento e as brasas apontam para as provações, essas coisas são o nosso alimento, aquilo que vai nos fortalecer e manter. O bom peixe (servo) não foge das brasas (provas).

Verso 11 – Os 153 peixes pescados – Falam daquilo que deve estar na igreja, resultado da obediência à revelação do Senhor.
            1 = A unidade do Corpo, a Obra na vida da Igreja (um só Senhor, um só Espírito, uma só fé);
            5 = Os ministérios de Jesus operando segundo a revelação;
            3 = A presença da Trindade na vida da igreja.

CONCLUSÃO

Verso 12 – Vinde e jantai ... - Depois que o Senhor estabelece todas as coisas e realiza a sua Obra no meio da igreja, segue-se o arrebatamento, pois a igreja já atravessou todas os períodos do “Dia Profético” e está pronta para cear com o Senhor na eternidade.


Jesus lava os pés dos seus dicípulos

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JESUS LAVA OS PÉS DOS SEUS DISCÍPULOS
João 13: 3-15

INTRODUÇÃO

 Deus tem um propósito na vida de cada pessoa que vem ao mundo. Este propósito existe desde a eternidade, desde antes de o homem haver sido criado. Mesmo sabendo que a humanidade iria cair no pecado, o propósito de Deus não mudou. Por causa disso,  Ele preparou um plano, desde a fundação do mundo, o qual iria trazer o homem de volta à comunhão, para que seu propósito fosse alcançado. O Senhor Jesus revelou este plano aos discípulos várias vezes, e uma delas foi quando lavou-lhes os pés.

DESENVOLVIMENTO


Jesus tinha pleno conhecimento do plano de Deus para sua vida, e sabia que tudo Lhe havia sido entregue para ser cumprido. O Pai confiou no seu Filho Amado para que este realizasse a grandiosa obra de salvação da humanidade. Quão grande foi a responsabilidade que Jesus assumiu por amor a nós...
           
Na véspera da Páscoa, após a ceia, Jesus levantou-se e retirou os seus vestidos, e tomando uma toalha cingiu-se com ela, e com uma bacia de água passou a lavar os pés dos discípulos. Aquele ato de Jesus, inicialmente apontou para o fato de Ele ter deixado a Sua Glória e se despido de sua Majestade, e ter descido a este mundo como homem, para se humilhar e assumir a posição de servo, a fim de cumprir a Obra de purificação dos nossos caminhos pecaminosos.

No tempo do Velhos Testamento era comum a presença de escravos nas casas das pessoas de posse, os quais se vestiam de modo simples e realizavam todo tipo de trabalho; mas a tarefa de lavar os pés dos que chegavam naquela casa, para que descansassem da sua caminhada, era destinada aos escravos gentios, pois os escravos judeus achavam aquele trabalho humilhante demais. Isso mostra o grau de humilhação a que Jesus se submeteu por nós. Ele teve de nascer numa estrebaria em Belém, pois não havia lugar para Ele nas hospedarias da cidade. Viveu na pobreza e não tinha nem um lugar onde reclinar a cabeça. Jesus nunca requereu para si qualquer direito, mas aniquilou-se a si mesmo e não teve por usurpação ser igual a Deus.

Uma pergunta a ser feita em relação ao que Jesus fez, é: por que ele deixou para lavar os pés dos discípulos exatamente no final do seu ministério, quando estava para partir deste mundo, e não no começo? A princípio, o entendimento que temos sobre o ato de lavar os pés, é que ele representa a purificação dos caminhos para seguir ao Senhor. Então por que Jesus não o fez no início, logo que os discípulos foram chamados? Na verdade, aquele era o momento final do ministério terreno do Senhor Jesus; depois de três anos e meio de caminhadas com os discípulos, por todo o Israel, realizando a Obra do Pai, através dos desertos, sob sol causticante, muitas vezes sem se alimentar direito, sem dormir muitas noites, sendo perseguidos e ameaçados pelos religiosos, os pés dos discípulos deveriam estar bastante doloridos e maltratados, alguns calejados e feridos pelas pedras e espinhos das estradas do seu dia a dia, de modo que a atitude de Jesus em lavar-lhes os pés, teve mais o objetivo de transmitir-lhes refrigério e renovo, a fim de que pudessem prosseguir após a sua partida, do que uma purificação dos seus pecados. Jesus confirmou isso quando disse: “Vós já estais limpos...”

Quando o Senhor Jesus tomou a toalha e a bacia com água, e começou a lavar os pés de cada um dos seus discípulos, eles não entenderam o que aquilo significava, e Pedro até tentou impedir que Jesus lavasse seus pés. Mas Jesus lhe disse: “O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois”. E disse também: “Se eu não te lavar, não tens parte comigo”. Depois de lhes ter lavado os pés, tomou as vestes e, voltando à mesa, perguntou-lhes: “Compreendeis o que vos fiz? Vos me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou. Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes”.

Ao lavar os pés dos discípulos, Jesus tocou com suas mãos nas suas feridas, nos seus calos, removeu os espinhos cuidadosamente, retirando o cansaço e a dor. Essa atitude transmitiu-lhes as condições necessárias para continuar e vencer as próximas etapas da sua caminhada. Jesus sabia que em breve partiria, e que os discípulos seriam encarregados de dar continuidade à Obra que Ele um dia iniciou, e sem o refrigério recebido pelo lavar dos seus pés, eles não teriam forças nem disposição para entender isso e continuar. O lavar dos pés dos discípulos, foi a forma usada pelo Senhor Jesus, para facilitar-lhes a caminhada e reduzir o seu fardo.

O renovo adquirido por aquilo que Jesus fez, deu-lhes nova vida e novo ânimo para perseverar e enfrentar as dificuldades do futuro. Depois o Senhor Jesus mostrou-lhes a necessidade de fazer a mesma coisa, uns com os outros, para que ninguém parasse na caminhada quando se sentisse casado e desanimado. O exemplo de humildade do Mestre, deveria ser seguido por todas as gerações de servos através dos séculos, até o fim dos tempos.

            CONCLUSÃO

A igreja que não entender esse ensino do Senhor Jesus, e não estiver vivendo essa lição, não tem parte com Ele. A igreja é o Corpo de Jesus aqui na terra, e ela precisa estar vivendo tudo aquilo que Ele viveu. O mundo de hoje não tem amor, e cada pessoa busca o seu próprio interesse, e não se preocupa com quem está do seu lado. Hoje é comum as pessoas morrerem nas ruas das grandes cidade, sem ter quem as socorra. Mas o Senhor não tem nos ensinado a proceder da mesma forma.
           
Nós somos membros do Corpo do Senhor e participantes da sua Obra e da sua Natureza. Por isso devemos atentar para o que Ele ensinou quando lavou os pés dos discípulos, porque é isso que Ele quer que façamos uns com os outros.

Estamos vivendo o momento do fim dos tempos; e nesta hora, assim como naquele dia, quando  Jesus estava para deixar o mundo, a igreja também se prepara para deixar este mundo, através do arrebatamento. Esta é a hora da luta, da prova, dos problemas que surgem para nos fazer desistir da caminhada. No dia em que Jesus lavou os pés de Pedro, disse-lhe: “O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois”. É chegada a hora de a igreja compreender esta Palavra de Jesus, caso contrário, ela não terá parte com Ele.

Nós precisamos atentar para as necessidades dos irmãos à nossa volta, e não nos preocupar apenas com a nossa vida. Muitos estão com os “pés”  cheios de espinhos, machucados e feridos com as pedras desta vida, esperando que alguém lhes transmita o refrigério necessário, a fim de que suas cargas sejam aliviadas e sua caminhada facilitada.

Quantos chegam na igreja tristes e abatidos, precisando apenas de uma palavra de conforto. Outros se encontram desempregados, sem mantimento e sem perspectiva de melhora, precisando de ajuda e socorro. Alguns sofrem de solidão e a igreja é sua única família. Às vezes o simples cumprimento do irmão que está na porta, já é um refrigério para quem chega aflito na igreja...

experiência da irmã cuja filhinha estava internada com uma enfermidade congênita, e as servas da igreja se revezaram como acompanhantes no hospital.


Esta lição não é para ser aprendida na teoria, e sim na prática, pois Jesus recomendou: “Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes”. É desta forma que o amor de Deus se evidencia nas nossas vidas.

Afastado de Deus? Volte para o seu lar

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Muitos conheceram a palavra de Deus, conheceram a maravilhosa Graça de Deus em Jesus Cristo, experimentaram a alegria de viver a esperança da salvação que há somente na entrega total e incondicional ao Salvador Jesus Cristo e hoje estão afastados de Deus. Se você é um desses, volte para o seu lar.
Viver longe de Deus é perigoso, por isso, olhe para o lugar de onde você saiu, tome uma atitude e volte para Jesus.
Veja este vídeo: lindo, impactante. Ele consegue transmitir uma grande mensagem para as nossas vidas.


Fonte: Blog Evangelização