Todo o trabalho de crianças, intermediários e adolescentes

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Esta é a Porta do Senhor...

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Salmo 118: 19, 20

INTRODUÇÃO 


O mundo atravessa momentos difíceis nesta hora, onde as necessidades do homem são muitas, mas a maior delas é espiritual. O homem tem sede de Deus e ao longo da sua vida tem buscado preencher o vazio do seu coração. Para isso tem recorrido a várias portas, esperando encontrar nelas a sua satisfação interior.

DESENVOLVIMENTO 


O pecado transformou o homem em um ser materialista e cético, por isso ele procura portas de justiça (justiça = merecimento). O homem natural pensa: é injusto ser infeliz, estar em aflição. Ele diz: “eu sou justo e tenho muitos méritos, não deveria sofrer tanto...”.

Algumas portas onde o homem julga encontrar a felicidade e a sua satisfação:

·       Conhecimento – Alguns acham que a felicidade é ter um grande conhecimento sobre diversos assuntos, mas isso muitas vezes os leva a se afastarem ainda mais de Deus, pois o conhecimento os conduz a aceitar somente o que é lógico, racional ou que possa ser explicado cientificamente.

·       Religião – Muitos buscam nas diversas religiões o conhecimento de Deus somente para essa vida, endurecendo seu coração para as coisas espirituais e impedindo uma real experiência com o Senhor. O Deus da religião é um Deus distante e histórico, que só operou no passado.

·       Bens Materiais – Outros acham que a plena felicidade está nos bens materiais; mas a vida de abastança e luxo termina gerando tristeza e acrescentando dores, pois o homem nunca está satisfeito com o que possui e sempre quer mais, pois o seu vazio permanece.

Nada disso satisfaz ou atende as necessidades que o homem tem na sua vida interior, por isso Deus, na sua misericórdia tem apontado a verdadeira Porta da Justiça. Jesus é a única Porta aprovada por Deus, e somente através dele é que o homem pode entrar na presença de Deus e alcançar a qualidade de justo – justificado pelo Sangue de Jesus.

CONCLUSÃO

Não adianta bater em outras portas, pois somente uma pode se abrir para conduzir aquele que crê à vida eterna.
Neste momento o Espírito Santo aponta para o Senhor e diz: “Esta é a Porta do Senhor, pela qual os justos entrarão”. 


Pr. Siegfried Grunhagen – Curitiba - PR

Os Escudo de bronze de Roboão

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OS ESCUDOS DE BRONZE DE ROBOÃO

I Reis 14: 25 - 27


INTRODUÇÃO         

Roboão assumiu o reinado de Judá com a idade de 41 anos, herdando-o de seu pai, o rei Salomão, que o havia transformado no reino mais glorioso que Israel já teve. Tudo que havia no reino foi transferido para Roboão, no entanto ele não deu sequência àquilo que seu pai iniciou, pois levou uma vida de pecados, desviando o povo dos caminhos do Senhor e imitando as nações que o Senhor havia expulsado de diante dos filhos de Israel.

No quinto ano do seu reinado, Roboão foi atacado por Sisaque, rei do Egito, o qual se apoderou de todos os tesouros do Templo do Senhor e do Palácio Real, levando tudo para sua terra. Até mesmo os Escudos de Ouro que Salomão mandara fazer, foram levados por Sisaque para o Egito.

Para substituir os escudos de ouro levados pelo inimigo, o rei Roboão mandou fazer Escudos de Bronze e os entregou aos chefes dos guardas que vigiavam a porta do Palácio Real. Todas as vezes que o rei ia ao Templo do Senhor, os guardas vinham e tomavam os escudos de bronze e, depois, os devolviam à sala da guarda. 

DESENVOLVIMENTO

O reino de Salomão aponta profeticamente para a Obra do Espírito Santo. Tudo que o Espírito tem realizado nos têm sido entregue como herança. Nós temos sido escolhidos para guardar os tesouros do templo (as bênçãos da igreja) e os tesouros do palácio do rei (as bênçãos do nosso coração). O Espírito Santo nos tem concedido todos os recursos necessários para a realização da Obra. Os Escudos de Ouro representam tudo aquilo que o Espírito Santo tem realizado nas nossas vidas para nos dar segurança e revestir de poder, a fim de cumprirmos a vontade do Senhor. O Batismo com o Espírito Santo, os Dons Espirituais, as experiências de uma vida de fé, são operações do Espírito Santo que visam o crescimento e o aperfeiçoamento da nossa vida espiritual. Deste modo, um escudo de ouro vai se formando no nosso interior a cada dia.

O adversário, no entanto, tem procurado agir como o rei do Egito agiu. Ele procura uma oportunidade para atacar e se apoderar dos tesouros e dos escudos de ouro que o Senhor nos deu. Se não vigiarmos ele poderá fazer isso, e se conseguir, a situação se torna muito difícil.

Nós temos visto muitos que tiveram seus tesouros saqueados e seus escudos roubados. A situação destas pessoas é lastimável, pois ao invés de lutarem para recuperarem tudo que perderam, elas simplesmente se acomodaram, passando a viver uma vida espiritual sem expressão alguma, sem profundidade, sem o poder do Senhor em suas vidas, afastadas da igreja e mergulhadas na frieza espiritual.
O que aconteceu com essas pessoas é que elas, após perderem seus Escudos de Ouro, fizeram para si Escudos de Bronze, um metal inferior ao ouro, mais barato, menos belo e que comparado com um escudo de ouro, não motiva ninguém a preservá-lo. O escudo de bronze representa uma vida espiritual de qualidade inferior, sem testemunho, sem profundidade, sem ânimo, sem motivação... uma vida de aparências.

Quando a pessoa perde a comunhão com o Senhor, passa a viver uma vida espiritual inexpressiva. Ela assume uma posição de comodismo, transferindo sempre a responsabilidade de sua situação para os outros (os guardas do palácio), esperando que façam em seu lugar aquilo que lhe compete. Ela passa a não participar dos cultos e reuniões da igreja e espera que os outros orem por ela, façam madrugadas, visitas de assistência, etc. É certo que não devemos abandonar aqueles que estão passando por dificuldades, mas a atitude passiva de alguns se torna um obstáculo para sua recuperação, mesmo quando assistidos. 

CONCLUSÃO 


A Palavra narra no livro de II Crônicas, no capítulo 33, a experiência do rei Manassés. Ele perdeu a comunhão com o Senhor de tal maneira que desceu ao fundo do abismo de sua vida espiritual. Mas quando despertou para sua real situação, buscou a face do Senhor profundamente arrependido, e foi restaurado em tudo no reino de Israel II Cro 33: 12, 13).

A característica principal do ministério do Senhor Jesus foi revelada pelo profeta Isaías quando ele disse: “A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega...” (Is 42: 3). Na verdade todo o esforço do Senhor esteve em recuperar o homem, em erguê-lo, colocando-o no Caminho. Nós precisamos entender que a fraqueza está em nós, mas a força e o poder para nos sustentar está no Senhor.

Eliú fala com Jó

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Jó 42: 1-6 

INTRODUÇÃO 


Quando Jó foi acometido de uma terrível enfermidade, três amigos seus saíram de suas casas e de suas cidades, para visitá-lo. Estes amigos eram:
·       Elifaz, o temanita;
·       Bildade, o suíta; e
·       Sofar, o naamatita.

DESENVOLVIMENTO


Todos estes amigos procuraram por muitos dias ajudar Jó a suportar sua dor e a superar sua provação. Houve um momento em que eles até o acusaram de haver pecado contra Deus, razão pela qual passava por todo aquele sofrimento, e apesar de todo o esforço e de toda a discussão, eles não conseguiram consolar nem amenizar as dores de Jó, pelo contrário, eles até aumentaram sua angústia em alguns momentos.

No final do Livro, observamos o surgimento de um quarto personagem, mais jovem do que os outros amigos de Jó. A Palavra não revela sua origem nem como ele apareceu; ela revela apenas seu nome, que é Eliú. Quando todos cessaram suas tentativas de ajudar e se calaram, então Eliú começou a falar. Daí em diante, ninguém mais falou nada, nem mesmo o próprio Jó, mas somente Eliú.

Suas palavras aos ouvidos de Jó, desceram até o seu coração, e no final de tudo Jó  alcançou o conhecimento e a revelação do Senhor. Ele então confessou: “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora os meus olhos te vêem”.

As pessoas enfrentam nas suas vidas, muitas situações adversas que lhes trazem dores, angústia e toda sorte de sofrimentos físicos e psicológicos. Nestas horas muitos amigos aparecem para tentar ajudar com suas palavras e conselhos, apresentando suas razões e falando de suas experiências de vida, apelando às vezes para o lado religioso e para o misticismo. Na maioria dos casos, essas fórmulas não ajudam em nada, e a situação das pessoas acaba se complicando mais ainda. Foi isso que aconteceu com Jó.

Mas quando a pessoa desiste de buscar o socorro humano e pára de dar ouvidos ao conselho dos amigos, então o Senhor começa a se revelar e a falar ao seu coração. Eliú, cujo nome significa Ele é Senhor, tipifica o Espírito Santo. Enquanto o homem dá ouvidos a estranhos, o Senhor permanece calado, mas quando ele percebe a inutilidade a ajuda das pessoas e desiste, então o Senhor começa a instruí-lo e a encaminhá-lo nas veredas da vida eterna.

Eliú era o mais moço, e o Espírito Santo foi aquele que veio dar sequência à Obra iniciada pelo Pai e pelo Filho; Ele veio por último, e sua operação conduz o homem a uma profunda compreensão e conhecimento de Deus e de si mesmo, fazendo-o entender a grandeza de Deus e a pequenez do homem.

CONCLUSÃO


 A Obra de Deus é plantada no nosso coração mediante a revelação do Espírito Santo, e essa revelação flui com mais facilidade nos momentos de sofrimento e angústia, quando depois de tentarmos  vencer através dos recursos humanos, percebemos que não há saída para nossa situação, então abrimos o coração para o Senhor, e Ele vem nos mostrar a sua Majestade e Grandeza. Quando alcançamos esse entendimento, percebemos ao mesmo tempo a nossa pobreza, e nos abominamos no pó e na cinza.     

Eliseu sara as águas

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II Reis 2: 19-22


INTRODUÇÃO

            O profeta Eliseu chega em uma cidade, e os seus habitantes lhe apresentam um problema existente naquele lugar; eles dizem que a habitação da cidade é boa, mas as águas são amargas e sua terra é  estéril.

DESENVOLVIMENTO

            Esta cidade de boa habitação, de águas amargas e terra estéril, representa a religião. A religião é realmente uma instituição humana boa de se estar, pois lá o homem tem a sua família, seus amigos, lá se fala de Deus, pode-se participar de várias festas ao longo do ano, gincanas, concursos bíblicos, campeonatos esportivos, além de comodismo e muitas outras facilidades. A religião não exige compromisso sério ou abnegação de ninguém e nela pode-se aproveitar o mundo à vontade. Ela é como uma cidade boa de se morar, porém suas águas são amargas e sua terra é estéril. O que quer dizer isso, em termos espirituais?

1.  Águas amargas – A água tem várias funções e benefícios; dentre eles podemos citar o fato da água saciar a sede das pessoas, servir para a limpeza do corpo e o refrigério nos dias de calor. Podemos afirmar quer a água é fonte de vida.  Jesus disse que o seu Espírito é a fonte da água viva (Jo 7: 38, 39) e que a água é como a sua Palavra (Jo 15: 3) que lava e purifica. A água amarga tipifica algo que não produz vida interior, que não purifica o coração e não traz refrigério para a alma (Jo 6: 63 e II Co 3: 6). É uma palavra na letra, sem revelação, sem o Espírito Santo que vivifica, baseada na razão e na interpretação humana, que não transforma e não liberta o coração sedento do que a ouve.

2.  Terra estéril – A terra serve para ser semeada, para propiciar vida às plantas, a fim de que elas produzam frutos. Se a terra for fértil produzirá muita vida e alimento, mas se for estéril nada produzirá. Quando a Palavra fala de vida, fala de Vida Eterna, de Salvação. Terra estéril significa ausência de vida eterna e de salvação, aponta para um ambiente onde o processo de salvação não se desenvolve. A religião não produz salvação, pois a salvação vem de cima e a religião é algo aqui de baixo, da terra, por isso é estéril.

            A religião pode ser muito boa e cômoda para as pessoas, mas de que adianta tudo isso se ela não tem a revelação que produz a vida eterna, se não conhece a Palavra que alimenta o espírito do homem e que transforma o seu coração? A religião fala de Jesus, mas não o conhece na intimidade.
            De que adianta habitar em um lugar que mantém a alma sedenta e o coração estéril e infrutífero, envolvido e comprometido com o mundo e o pecado? Muitos se acomodam nessa situação e permanecem nela por causa de uma tradição de família, por amor ao mundo ou por não desejarem mesmo mudar para um lugar onde as águas são cristalinas e a terra fértil.

            Mas quando o homem deseja sair desta cidade inóspita, precisa passar pelo processo de cura e transformação de sua vida: 

1.  A salva nova – Fala da Obra transformadora operada pelo Espírito Santo na vida da pessoa, levando-a a uma experiência pessoal com o Senhor Jesus, que se revela ao seu coração. A partir daí seus pecados são perdoados e sua vida é renovada para andar em santificação diante do Senhor.

2.  O sal nela - Jesus comparou os que são alcançados por Ele com o Sal da Terra (Mt 5: 13), pois o sal tem a propriedade de conservar e impedir a corrupção. O homem só pode permanecer na Obra do Espírito se mantiver a condição de sal em si mesmo, através da obediência à revelação do Senhor para sua vida.

CONCLUSÃO

            O comodismo da religião e sua mentalidade no homem só são vencidas pelo Espírito Santo, que opera uma Obra redentora, trazendo vida através da Palavra revelada e transformando o coração e a vida do homem, que deixa de ser estéril para ser o lugar onde o Senhor vai operar a sua salvação.


Eliseu salva três reis

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II Reis 3: 5-10

INTRODUÇÃO 

O rei Jorão, filho de Acabe, convida Josafá, rei de Judá, e o rei de Edom, para pelejarem contra Mesa, rei dos moabitas, que havia se rebelado. 

Os três reis partem numa marcha de sete dias e não tomam providências no sentido de levar água para o exército e para o gado (que serviria de alimento) que os acompanhavam. 

Logo percebem a dificuldade em que se encontram e buscam o socorro do Senhor, através do profeta Eliseu.

DESENVOLVIMENTO

Quando foi convidado por Jorão para aquela empreitada, o rei Josafá não consultou o Senhor, antes de aceitar o convite, e só quando percebeu a situação difícil em que se meteu foi que lembrou de buscar ao Senhor.

Eliseu repreende a Jorão, e em consideração ao rei Josafá, pediu um tangedor e começou a louvar, buscando uma orientação do Senhor para aquela necessidade. O Senhor então mandou que todos cavassem várias covas no vale onde estavam e esperassem. Na ocasião não havia vento nem chuva, mas o Senhor disse que todas as covas se encheriam de água, para que eles não morressem de sede. O senhor também prometeu vitória sobre os moabitas.

Na manhã seguinte, oferecendo-se a oferta de manjares, as águas vieram e encheram as covas. Quando o sol nascente refletiu na superfície das águas, os moabitas pensaram que era o sangue dos três exércitos que haviam lutado entre si e se matado, e avançaram para recolher os despojos. Então os israelitas os atacaram e os destruíram totalmente, conforme prometera o Senhor.

CONCLUSÃO

Josafá é tipo do servo do Senhor. Jorão é tipo do falso servo e o rei de Edom tipifica o homem do mundo. Devemos ter muito cuidado ao tentar fazer aliança com estes tipos de pessoas. Precisamos consultar ao Senhor antes de qualquer decisão, pois os prejuízos e as dificuldades poderão ser grandes.

A falta da água – bênção do Senhor, Palavra revelada – que serve de sustento, é um perigo e um laço muito grande. Este tipo de união com os que não têm uma experiência com o Senhor, pode nos colocar em situações complicadas, além de nos expor ao inimigo.

Quando a dificuldade surge por causa do desacerto, faltam o vento, que é a orientação do Espírito Santo, e a chuva que fala da bênção do Senhor, e a única alternativa é cavar covas, isto é, buscar a presença do Senhor com jejuns, súplicas, orações, lágrimas e madrugadas. Tudo isso poderia ter sido evitado se o Senhor tivesse sido consultado.

Mas o Senhor é misericordioso, e sempre envia o socorro através da revelação do Senhor Jesus – o Sol da Justiça – que reflete a sua luz revelando o poder do seu Sangue, que para o inimigo significa morte, mas para nós vida eterna. É justamente através da revelação do poder do Sangue de Jesus que nós alcançamos o perdão e a vitória sobre o inimigo.

Eliseu multiplica o azeite da viúva

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II Reis 4: 1-7


            INTRODUÇÃO
           
Mulher viúva - Tipo da igreja necessitada e dependente do Senhor;

Os filhos - São aqueles que foram gerados pela igreja, e que são ameaçados de escravidão pelo credor (adversário);

A dívida - o salário do pecado, a morte - Rom 6: 23;

A botija de azeite - Bênção do Espírito na vida da igreja, a Obra profética e os dons no corpo.

            DESENVOLVIMENTO

            A igreja vive nesta hora um momento que requer muito cuidado e vigilância. O mundo sofre uma época de escassez espiritual, e nesta hora o inimigo se levanta, qual credor sem misericórdia, buscando escravizar a muitos.

            Aquilo que vai manter os filhos seguros na presença do Senhor, é a abundância da sua bênção - o azeite - na vida da igreja, e ela não pode permitir que seus filhos sejam novamente escravizados. A igreja deve clamar ao Senhor, para que a bênção não falte na sua vida.

            Às vezes a igreja se vê ameaçada por causa da falta de azeite, isto é, a bênção parece que está acabando, os dons não fluem mais e o Senhor parece que se esqueceu da igreja. Quando isso acontece, os filhos são ameaçados e alguns podem ser levados para o cativeiro, pois o credor, que é o inimigo, se apresenta para reclamar seus “direitos”.

            O que se deve fazer quando a igreja passa por esta fase?

A primeira coisa a fazer é clamar ao Senhor e colocar a situação diante da sua face;

Depois devemos reconhecer e confessar a falha de termos deixado o azeite acabar;

Em seguida devemos colocar diante do Senhor o pouco que temos e crer que Ele pode voltar a derramar sua bênção sobre nós novamente;

Por fim, a igreja deve se entregar ao trabalho de juntar vasos, isto é, convidar pessoas e evangelizar para que a bênção seja multiplicada e traga crescimento. Isso deve ser feito acompanhado com orações, intercessões, vigílias e madrugadas, para que os vasos se encham de azeite. A maior bênção na vida da igreja acontece quando ela vê novas vidas sendo alcançadas e sendo cheias do Espírito Santo.

            CONCLUSÃO

            A igreja só será vitoriosa juntamente com seus filhos, quando ela entende que não pode deixar faltar azeite na sua botija - a bênção do Espírito no seu coração. A orientação do Senhor  para que o azeite seja mantido, é que ela não cesse de trazer vasos - vidas novas - para sua casa. A igreja não pode parar de trabalhar, caso contrário seus filhos serão escravizados pelo adversário. Através da realização da Obra, a igreja se livra da dívida - morte -  e seus filhos recebem o escape.

Eliseu faz flutuar o machado

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II Reis 6: 1 - 7


            INTRODUÇÃO

            Os filhos dos profetas moravam num lugar estreito e necessitavam de um lugar mais amplo e confortável. Quando o profeta Eliseu os visitou, eles sugeriram irem ao Jordão para dali cortarem madeira para a construção de uma habitação maior. Eliseu os autorizou a isso e, ao ser solicitado, se dispôs a ir com eles para supervisionar todo o trabalho.
            Eliseu tipifica o Senhor Jesus, e Ele também deseja ver a igreja crescendo com a salvação de novas pessoas e o aperfeiçoamento dos seus servos.

            DESENVOLVIMENTO
           
            Os filhos dos profetas representam os obreiros; aqueles que foram gerados pela Palavra Profética, os quais precisam ter uma visão de crescimento e desenvolvimento de sua habitação. Esta habitação refere-se à igreja onde estão servindo ao Senhor, ao seu Grupo de Assistência e à Obra na sua área de uma forma geral. O obreiro fiel é aquele que sempre está preocupado e trabalhando pela “ampliação” de sua igreja através do crescimento do seu Grupo, e não se acomodando com a situação de esterilidade em que se encontra. Ele deve ter a iniciativa de buscar resultados positivos no seu trabalho dentro do Projeto do Senhor, pois é isso que o Senhor espera dele. O obreiro acomodado acha normal a falta de crescimento do seu grupo e de sua igreja, ele mesmo apresenta desculpas para isso: O povo do bairro é difícil, os irmãos não têm dinheiro para irem à igreja, etc. Às vezes ele mora em um bairro onde não existe igreja da Obra e ele nem se dispõe a buscar o Senhor para que inicie uma igreja onde reside. Mas quando o obreiro se preocupa com o “lugar estreito” em que está habitando e começa a se movimentar para mudar sua realidade, ele vai perceber que sua iniciativa tem a aprovação imediata do Senhor. Foi isso que aconteceu com os filhos dos profetas.

Depois eles convidaram Eliseu para os acompanhar até o Rio Jordão para dali apanhar madeira para a construção. O obreiro precisa entender também que não pode realizar a Obra sozinho. Ele precisa da direção e da presença do Senhor para orienta-lo naquilo que vai fazer.

            Todos vão ao Jordão e começam a cortar árvores - a obra só cresce com a salvação de vidas – o corte da madeira, a evangelização, o testemunho, o convite, a assistência, tudo isso faz parte do processo de “cortar a madeira". O trabalho de evangelização é feito lançando-se o homem por terra e trazendo-o para a igreja. As pessoas resistem ao convite - a árvore não cai sozinha - elas precisam ser convencidas pelo Espírito Santo, que está conosco, e levadas à igreja para que se convertam.

            Para realizar aquele trabalho, os filhos dos profetas usavam o machado. Ele precisava estar bem amolado e bem ajustado ao cabo de madeira, e o trabalhador precisava ter habilidade no seu uso para não machucar ninguém que estivesse por perto.

            O ferro do machado tipifica a Revelação, aquilo que é do Senhor e do seu Espírito na vida do servo, pois é a parte de ferro quem vai realmente realizar a Obra de abate das árvores. O ferro é durável e resistente, precisa estar bem afiado, ser usado com dinamismo e com cuidado, pois é emprestado.

            O cabo de madeira representa o homem que Deus usa na Obra. A madeira não é tão durável quanto o ferro, mas precisa ser resistente para suportar o esforço do trabalho - experiência e maturidade do servo. Precisa também estar bem ajustada ao ferro e ter um comprimento compatível - equilíbrio - para que o ferro não se solte e cause algum acidente.

            Se o servo não estiver bem ajustado àquilo que é do Senhor ou usar de forma errada aquilo que recebeu, ele pode causar prejuízos para as pessoas ao seu redor ou para a própria Obra, nesse caso o servo perde a bênção e a instrumentalidade, pois o Senhor atua para preservar aquilo que lhe pertence - a queda do ferro na água.

            CONCLUSÃO

            Quando isso acontece, não adianta ficar lamentando o erro simplesmente, ou colocando a culpa nos outros. É preciso que haja o reconhecimento da própria falha - mostrar onde o ferro caiu - para se recuperar a comunhão e a bênção do Senhor.

            Eliseu providenciou um novo cabo e fez o machado flutuar, e em seguida ordenou que o levantasse novamente e o tomasse na mão. O servo precisa aprender com os próprios erros, para que não venha a repeti-los novamente, ele precisa ser um novo homem, mais zeloso, mais prudente, mais sábio, com uma outra mentalidade, para que possa ser levantado e usado novamente na realização da Obra do Espírito.