O Senhor dos exércitos dará neste monte um banque...

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Isaías 25: 6, 7


            INTRODUÇÃO

Em toda a história da igreja, através dos séculos, nunca se viu um derramamento do Espírito Santo como nos dias atuais. Isto não significa que o Espírito não tenha operado em tempos passados; mas hoje estamos vendo o cumprimento da profecia de Joel 2: 28, 29, que fala do derramamento do Espírito Santo sobre toda carne, trazendo dons e salvação a todos aqueles que crerem. Isto está acontecendo nos nossos dias de forma maravilhosa, pois se trata dos dias finais da história da igreja sobre a terra.

Nesta hora estamos vendo o pecado se alastrando e as pessoas mergulhando nas trevas, buscando nas religiões e nos movimentos uma saída para suas opressões, mas sem encontrá-la. Exatamente nesta hora, está se cumprindo também a palavra dita pelo apóstolo Paulo, quando escreveu: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça...” - Rom 5: 20. A graça de Deus tem sido superabundante, conduzindo a muitos para o seu “Santo Monte”, para sua presença, onde o perdão e a vida eterna estão à disposição de todos os povos.

            DESENVOLVIMENTO

E o Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de animais gordos...

O monte onde o Senhor deseja realizar esta festa é a sua Obra, o lugar alto que está acima das coisas baixas desta vida, o lugar da comunhão com o seu Espírito. Esta Obra está destinada de todos os povos, ela está ao alcance de todos, é só crer e participar do banquete. Ela é universal, pois Deus não faz acepção de pessoas, como a religião, que visa determinadas classes sociais.
Para participar desta festa que o Senhor tem preparado, o homem precisa galgar o Caminho que leva ao topo deste monte, deixando para trás aquilo que é de baixo, deste mundo pecaminoso e da velha natureza. No topo do monte, isto é, na presença do Senhor, uma festa com animais gordos nos espera.

No Velho Testamento os sacerdotes ofereciam sacrifícios de animais no altar do holocausto, e quando a gordura era queimada a fumaça dela subia ao alto, como um culto de adoração a Deus, que o recebia no seu trono. O animal gordo fala do culto e da adoração que agrada ao Senhor nosso Deus; quanto mais gordura, maior a adoração e maior a alegria da festa. O Senhor tem nos chamado para uma Obra que se caracteriza pela alegria e libertação para a adoração e louvor  ao seu Nome. É neste ambiente de bênção que o Senhor se revela profundamente ao seu povo.

Uma festa com vinhos puros...

Antigamente, o vinho era o que motivava e alegrava as festas. O vinho representa o Espírito Santo, pois só Ele pode verdadeiramente alegrar o nosso coração e nos dar alegria interior. Ele foi enviado para estar ao lado da igreja, ajudando-a e fortalecendo-a na caminhada e orientando seus passos através da revelação. A nossa alegria depende da sua presença nas nossas vidas, pois é Ele quem nos purifica e santifica, transformando-nos e nos dando razão de viver, esperando a vida eterna.

Com tutanos gordos, e com vinhos puros, bem purificados...

O tutano é a parte do organismo que produz o sangue; ele é a fonte do sangue, que é vida. Quando Jesus derramou seu sangue na cruz do calvário, em adoração ao Pai, Ele derramou sua vida pura e imaculada, derramou seu Espírito para nos dar salvação e vida eterna. O vinho puro fala da pureza do seu Espírito que nos foi dado. Na festa que o Senhor preparou para nós o sangue de Jesus está presente, e o seu Espírito purificador opera nas nossas vidas, nos dando o perdão dos nossos pecados e a certeza de uma consciência pura diante de Deus. O tutano fala do sangue de Jesus como uma fonte inesgotável de vida, a presença do tutano na festa, significa que o sangue de Jesus nunca vai faltar, e que podemos clamar o tempo todo, que ele não vai se desgastar, pois ele é o Espírito Santo no meio da igreja. 

E destruirá neste monte a máscara que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre as nações.

Há ainda uma coisa que o Senhor deseja realizar neste monte, ao mesmo tempo que serve o seu banquete: A destruição da máscara que envolve todos os povos. Esta máscara é a religião que domina os povos em todo o mundo, procurando esconder e camuflar a real aparência das coisas e das pessoas. Desde o dia em que Adão e Eva tentaram esconder de Deus a sua nudez, com aventais feitos de folhas de figueira, que o homem vem desenvolvendo este costume de procurar se valer da religião para disfarçar sua real situação diante de Deus. Mas não adianta tentar ocultar nada, pois o Senhor, que é o Sol da Justiça, fará com que esta máscara seque e caia por terra, como aconteceu com os aventais dos nossos antepassados.

Quando a luz e o calor da revelação brilham, o véu da religião cai por terra, trazendo a verdade libertadora que produz vida eterna. A religião é daqui de baixo, é produto da razão humana e está debaixo de um juízo, de modo que não há espaço para ela no Monte do Senhor, que é a sua Obra. Quando alguém sobe ao monte usando a máscara e o véu da religião, a revelação do Espírito vem, destruindo a aparência das coisas e trazendo a Verdade à luz - II Co 3: 13-16.   

            CONCLUSÃO

A Obra que o Senhor tem realizado nesta última hora, é algo que vem do alto, que vem da eternidade, e nós precisamos subir até ela para participarmos do banquete e nos libertarmos da máscara e do véu da religião que tem dominado e escravizado a muitos. A Obra do Senhor não é uma obra de aparência, como a religião, mas é uma Obra de fé, que pode ser vivida por todos aqueles que deseja subir ao monte da comunhão.

O profeta Isaías escreveu: “Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a Palavra do Senhor, de Jerusalém” - Isa 2: 2, 3.



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