PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



terça-feira, 21 de março de 2017

O Enigma de Sansão


Juízes 14:12-18


“Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola: decifrarei o meu enigma na harpa”.   Sal. 49:4.

Em Juízes 14: 12, está escrito: “Disse-lhes pois Sansão: dar-vos-ei um enigma a adivinhar: Se nos sete dias das bodas mo declarardes e descobrirdes, vos darei trinta lençóis e trinta mudas de vestidos”.



Todo mundo conhece o Senhor Jesus. O mundo inteiro conhece o Senhor Jesus. O nome do Senhor Jesus é mencionado por quase todas as bocas do mundo, até aqueles que não professam, que não dizem professar seu nome, quando o Senhor Jesus está sendo mencionado em todos os lugares. Nós vivemos na era da cristandade. Nós vivemos no ano de mil novecentos e setenta e seis, depois do nascimento do Senhor Jesus. Então, existe uma era, existe uma época marcada, existe uma história que conta o tempo, e ninguém pode sair fora deste fato real, que é o Senhor Jesus. Então todos conhecem o Senhor Jesus. Certa vez, ELE estava reunido com os seus companheiros, e o Senhor estava com eles, e lhes fez uma pergunta: “que dizem os homens que eu sou?” e eles disseram: “uns, João Batista; outros Elias e outros Jeremias, ou um dos profetas”.  Mat. 16:13-14. Tudo isso eram respostas que agradavam, agradavam. Eram respostas sábias; eram respostas de quem conhecia a respeito do Senhor Jesus. Existe pois uma história a respeito do Senhor Jesus mas a missão deles era com o seu ministério, a respeito a sua Obra, e tantas coisas assim. Mas ELE perguntou de modo mais profundo. ELE não queria saber o que o mundo dizia a respeito DELE. ELE, agora, não queria saber mais o que as pessoas, a história contava a seu respeito. ELE agora queria saber o que os discípulos achavam a respeito DELE. E então Pedro respondeu de modo enfático, e profundo: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Aí está uma resposta profunda, porque naquela resposta, Pedro tinha descoberto muitos mistérios do Senhor Jesus: não era um simples homem! E quando nós abrimos a palavra de Deus  no Livro de Cantares, há um diálogo, uma pergunta: “o que é o meu amado mais do que qualquer outro?” Ct. 5:9. O mundo pergunta à igreja, pergunta àqueles que se dizem cristãos: qual é a diferença que existe neste Cristo, neste Cristo que vocês pregam nesta igreja, aqui, que prega; naquela outra; que prega? Todos pregam o mesmo Cristo? Qual a diferença que existe nisto? Mas a igreja fiel dá a resposta certa: “o meu Amado é cândido e rubicundo, é alvo e rosado”. Ct. 5:10. ELE é como o lírio dos vales: é alvo e é rosado. ELE é a rosa de Saron - Ct. 2:1. “O meu Amado carrega a bandeira entre dez mil” Ct. 5:10. Nós sabemos que o Senhor Jesus está aqui, ou se o Senhor Jesus não está aqui! Não é pelo que nós estamos dizendo, mas é pelo poder que está sendo manifesto na operação do poder de Deus. Existe um mundo falando de Jesus em todos os lugares, até nos estabelecimentos: “Jesus, a única esperança”  -  “Cristo salva...”  As camisas aí, aos montes, com o nome de Cristo: Cristo liberta, Cristo isto... Cristo aquilo... mas ninguém está vendo nada! Mas a grande realidade está em que o Senhor Jesus Cristo é um mistério. É um mistério. ELE diz: “casamento, isto casamento, isto é um mistério, “estou falando de Cristo e a Igreja”  -  Ef. 5:32. Porque entre Cristo e a igreja existe um mistério. Existe um mistério insondável, e maravilhoso, mas revelado aos servos que estão na presença do Senhor “que lavram com a novilha...” Interessante que o verso 1:8, “disseram-lhe, pois os homens daquela cidade, ao sétimo dia, antes de se pôr o sol: que coisa há mais doce que o mel? E que coisa há mais forte do que o leão? E ele lhes disse: se vós não lavrásseis com a minha novilha, nunca teríeis descoberto o meu enigma”.
A novilha é a igreja.  É o serviço dos santos. É o trabalho executado, de cada dia, na presença do Senhor. Não é simplesmente alguém que teve uma experiência, ou de quem ouviu falar de um Cristo que morreu e ao terceiro dia ressuscitou. Interessante que no começo (vs. 12), assim, Sansão fala desse enigma dizendo:  “eu vos darei um enigma a adivinhar; e se nos sete dias das bodas mo declarardes e descobrirdes, vos darei trinta lençóis e trinta mudas de vestidos”. Sessenta é o número da igreja. vs. 13  -  “E se não puderdes declarar, vós me dareis  a mim os trinta lençóis e as trinta mudas de vestidos. E eles lhe disseram: dá-nos o teu enigma a adivinhar, para que o ouçamos”.  vs. 14  -  “Então lhes disse: do comedouro saiu comida, e doçura saiu do forte.  Em três dias não puderam declarar o enigma”.


O homem simplesmente não pode conhecer a história do Senhor Jesus, de conhecer a Bíblia, de conhecer os evangelhos, de conhecer o relato bíblico, de conhecer a teologia, de conhecer a filosofia; ele, simplesmente, não conhece o mistério do Senhor Jesus. Há uma diferença muito grande, entre conhecer ao Senhor Jesus, a sua Palavra, penetrar na profundeza dessa Palavra maravilhosa. Mas há uma grande diferença.

Para Sansão, não havia dificuldade nenhuma em decifrar aquele enigma, porque ele tinha participado daquele enigma . Sansão saía para o casamento, para as bodas, e no meio do caminho, ele ia para Timnata, encontrou-se com o leão, filho de leão. E o filhote do leão veio bramando para cima de Sansão, e ele, diz a Palavra do Senhor, e ele, cheio do Espírito Santo. Deus tinha colocado, naquele moço, uma bênção especial: estava cheiro do Espírito. Apossou-se do Espírito de Deus sobre ele, e foi sobre o leão e o fendeu de alto a baixo. E saiu Sansão na sua caminhada e foi-se embora. Voltou, e agora, dias depois, encontrou a caveira do leão, e na caveira do leão encontrou mel a pegou, e a abriu ali e saiu chupando mel. E chegando lá na festa, ele diz: “vamos dar o enigma”. Sete dias para adivinhar o enigma. Sete é o número da perfeição. Sete é a Obra do Senhor. Sete é o período da Igreja: sete igrejas descritas lá no Apocalipse, o período histórico, profético da igreja, desde o seu primeiro dia, até o seu último dia. Mas ninguém pôde declarar o enigma ao terceiro dia, e ficaram, começaram a ficar perturbados, porque estavam na festa, e diz qual é o enigma: “do comedouro saiu comida, e do forte saiu doçura”... e eles não puderam declarar. Ao terceiro dia não deram, não disseram nada a respeito do enigma.

Muitas pessoas conhecem a Jesus. Muita gente está dentro das igrejas; existe muita movimentação dentro das igrejas, todos os domingos. Hoje mesmo é carnaval, nós descemos lá e muitas pessoas estão dentro das igrejas, entrando e saindo, mas não conhecem o mistério de Jesus.





A grande bênção, a grande bênção  do Evangelho, a grande bênção da morte do “Leão”, a grande bênção  está no interior. Quem pode imaginar, quem pode entender o “Leão” fendido pelo meio, ao meio pelo Espírito? E lá no Gólgota, lá na cruz do Calvário, ELE diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu Espírito”. Lc. 23:46. ELE entregou-se totalmente. Diz a Palavra do Senhor, que agradou a Deus moê-lo, fazendo-o enfermar. “ELE foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre ELE, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Is. 53:5. ELE se entregou! O “Leão” parece que estava morto. O leão foi morto, foi fendido. Quem pode entender isto? Este mistério de Deus? Quem pode entender o mistério  Deus, o Filho de Deus descer. Deus fez descer ao mundo, o seu Filho, para ter aqui as agonias que passou; os instantes de angústias e aflições de dor terrível! Quem pode imaginar isto? E, Pedro, escapou a todos os instantes pela própria revelação do Senhor. Muitos chegavam e diziam: “Você sobe à festa? “Eu não subo à festa agora não, o meu tempo não é chegado, não está cumprido (João 7:8). O meu Pai trabalha a toda a hora, e Eu trabalho também. Não é o meu tempo, não é o meu tempo, ainda. Não vou para esta festa!” E ELE caminhava os caminhos difíceis, longos em sua caminhada; cansado, extenuado, e Deus permitiu que ELE fosse assim. Nasceu lá, de Maria, daquela mulherzinha pobre. José não possuía nada e ela foi para uma manjedoura... Deus permitiu! Era o “Leão” morto. Era o “Leão” fendido ao meio. E, ELE, orava e dizia: “Pai, se é possível, passa de mim este cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas seja feita a tua vontade” Lc. 22:42. Naquela madrugada, naquela manhã fria, ELE estava doente, estava enfermo. Os seus três anos de ministério lhe tinham esgotado. ELE disse a todas as pessoas que “O Filho do homem não tinha onde reclinar a cabeça”... Ele não podia falar. As autoridades estavam ao seu encalço. Os fariseus, as autoridades ali: eclesiásticas e políticas, estavam ao seu encalço para prendê-lo. E Deus o libertava em momentos especiais. ELE  fugia de um lado para outro; não parava na cidade. ELE não tinha lugar para ficar. ELE não podia estacionar. ELE tinha que caminhar todos os dias. Os jejuns, as vigílias, das noites mal dormidas. A falta de conforto, as caminhadas longas, dos últimos dias, e ELE estava cansado. Não era mais aquele carpinteiro lá da Galiléia, não era mais aquele homem que carregava toras nas costas, para seu pai trabalhar lá na carpintaria. e a Bíblia faz referência a ELE: “homem de trabalho, varão de dores, homem experimentado no trabalho!” Is. 53:3. O Senhor Jesus era assim, e nós entendemos porque isto. E Deus o traz agora, e o liga nos algozes, mas há um momento em que ELE diz assim: “o que tendes de fazer, faze-o depressa”  João 13:27. ELE agora no poder das trevas. Quando o prenderam, e o levaram a Herodes, Herodes lhe diz: “diga uma palavra ”e ELE não abriu a sua boca. Não dizia nada, porque o poder das trevas estava sobre ELE. Ele não podia falar nada. ELE sabia de que tudo o que ELE falasse ali era para o apanhar, era para o achincalhar. ELE tinha uma Obra a realizar, para realizar. Naquela madrugada, ELE havia de descer doente. Aquela madrugada, era a madrugada final dos seus últimos dias do seu ministério. As traições, as incompreensões. ELE foi procurar os seus discípulos. Conhecer  Jesus, e saber que o Senhor Jesus é o Deus dos enigmas, e dos mistérios. Fora disso, o Evangelho é somente uma religião. É aquilo que nós estamos acostumados a ver, a fazer, a caminhar. Isto todo o mundo tem. Como disse Daniel: “ELE revela os enigmas, e os mistérios”. Não há notícia nenhuma, não há novidade nenhuma nisso se o Espírito do Senhor não estiver operando nos corações.  Aceita Jesus!  Aceito! Você quer Jesus ... eu também quero... e daí... o mundo está precisando de uma experiência com Deus o Deus dos mistérios. Deus quer revelar os mistérios ao seu povo. Quer falar alguma coisa especial, estranha, maravilhosa ao coração do homem. “Do comedouro saiu comida, e do forte saiu doçura. Dou-vos um enigma a adivinhar”.

Quem podia imaginar tudo aquilo? O drama do Gólgota, a despedida do Senhor Jesus: “Pai, se possível, passa de mim este cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas a tua. Deus meu, Deus meu. Porque me desamparaste...”

O filhote do leão desceu bramando para pegar Sansão, mas o Espírito se apossou dele, e ele fendeu o leão de cima a baixo. O Senhor Jesus é o ”Leão da tribo de Judá”. Ap. 5:3. ELE foi fendido, e na sua morte está a nossa vida.

Quando Sansão descia, voltava daquela caminhada, cansado, com fome, ele agora  se encontra com o leão morto. Ele abre o leão e tira o mel, ele começa a chupar o mel e a doçura dos favos, e lá adiante ele diz assim: “dou-vos um enigma para adivinhar”. Aí está o enigma. Poucos podem adivinhar este enigma. Poucos podem decifrar este enigma, e lá em baixo, o texto que nós lemos, lá no capítulo 14:18: “disseram aos homens daquela cidade; ao sétimo dia, antes do pôr-do-sol”.



Esta hora é uma hora especial. Deus quer se revelar antes do pôr do sol; antes da “meia-noite”, no sétimo dia, na última hora, quer revelar tudo a respeito do Senhor Jesus. Por que estais esperando alguma outra coisa? Por que estais esperando algum outro sinal? O Espírito do Senhor está sendo derramado! Sansão deu o enigma àquela mulher que estava chorando. Ela chorou. Ela pediu. Os homens vieram a ela, e pediram: “olha, persuade, persuade a ele, para que ele conte, para que ele diga o que está acontecendo, nós não estamos entendendo nada”... E ela chorou, ela chamou, ela pediu! Esta hora, é a hora da igreja ficar aos pés do Senhor. É a hora da igreja chorar aos pés do Senhor. Esta é a hora diferente, é a hora do “pôr do sol”. O Senhor quer revelar todo o seu enigma, e ELE disse aqui: “e no sétimo dia, ao pôr do sol”, a última hora da noite, a hora das trevas, da praga das trevas. O grito da “meia-noite”, na parábola das virgens (Mat. 25). No texto de I João 2:18 - “é já a ÚLTIMA HORA”. Na saída do povo da terra do Egito, quando o povo estava saindo para a meia-noite, o anjo tocava onde não havia sangue nas vergas das portas, e feria os primogênitos. Naquele instante, Deus tinha dado uma orientação ao povo para se livrar: era uma hora especial. Era “meia-noite”! É o momento preciso, e que Deus está levantando uma Obra para realizar, para revelar este mistério, e para que seu nome seja vitorioso nesta hora. Deus está chamando um povo para decifrar este enigma. E ele só pode decifrar este enigma depois que ele participar com a novilha, depois que ele ao sétimo dia, diz assim o texto: “no sétimo dia, ao pôr do sol, Sansão falou à mulher, e ele disse: do comedouro saiu comida, e do forte saiu doçura”. Que é isto? “Que coisa há mais doce que o mel e mais forte que o leão?”

A obra do Espírito nesta hora, revela a profundidade deste enigma, mostrando-nos: há coisa mais doce que a Palavra de Deus nesta hora? Nós consultamos a Palavra de Deus, nós abrimos a Palavra de Deus, nós perguntamos, e o Senhor Jesus fala pelo seu Espírito maravilhoso, pelo seu Espírito de revelação, pelo seu Espírito revelador de mistérios e enigmas. Nós abrimos a Palavra de Deus e Deus fala diretamente ao nosso coração. Que coisa há mais doce que o mel? Abençoa, Senhor! Perdoa as minhas faltas, Senhor! Senhor, Tu sabes o meu problema, o meu pecado... nesta hora, Senhor fala-me na Tua Palavra!  E o Senhor responde: “... ainda que os vossos pecados sejam como a escarlate, estes se tornarão brancos como a neve, ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã! Is. 1:18. Não é que nós tenhamos decorado, não, mas é que nos fala a qualquer hora que nós abrimos a Palavra do Senhor em qualquer lugar, porque a palavra de Deus é vida, é o mesmo Deus que falou no passado. A “letra” aqui está, mas nós ouvimos a boca deste Deus poderoso. “Que coisa há mais doce que o mel?” Que coisa mais maravilhosa há a sua palavra revelada pelo Espírito Santo? Que coisa há melhor do que isto? Que coisa é mais forte que o “Leão”?

Nesta hora  nós temos sentido o poder de Deus ser derramado sobre nós! Nesta hora, temos sentido a graça de Jesus derramada sobre os nossos corações. “que coisa há mais doce que o mel e mais forte que o leão?”



Esta hora é a hora de decifrar os enigmas. O texto da palavra do Senhor diz: “se vós não tivésseis lavrado com a minha novilha, nunca teríeis descoberto o meu enigma (vs. 18); “Então o Espírito do Senhor tão possantemente se apossou dele, que desceu aos asquelonitas, e matou deles trinta homens, e tomou os seus vestidos, e deu as mudas de vestidos aos que declaram, o enigma, porém, acendeu-se a sua ira, e subiu à casa de seu pai” (vs. 19).



Os que não tem decifrado o enigma, os que não estão aos pés do Senhor, vão perder a bênção! Sessenta aqui, as trinta mudas de uma roupa, e as trinta outras, são símbolos da igreja. Seis é o número do homem, o homem vai até lá, mas a igreja anda muito mais: sessenta! E, lá em Cantares, diz: “Sessenta valentes estão ao redor da liteira de Salomão, todos com espadas na cinta, por causa dos temores noturnos” (Ct. 3:7-8). A igreja nesta hora, está com a Palavra, tendo-a manuseado de um modo maravilhoso. “Espada de dois gumes” penetrante, no Espírito, por causa desta última hora, por causa dos temores noturnos. E nesta hora, o Senhor quer revelar tudo a seu respeito. E quando nós lemos lá, no Êxodo 12:7-8: “e tomarás do sangue, e pô-lo-ás nos umbrais, nas ombreiras, e nas vergas das portas, nas casas em que o comerão. E naquela noite, comerão a carne assada no fogo”. Tinha que ser assim. Era uma hora especial. O sangue, o sangue, era necessário na entrada, e na saída do povo. Por isso, nós temos clamado pelo Sangue do Senhor Jesus. Nesta Obra, Deus tem nos ensinado a clamar constantemente: quando entramos para o mundo; quando saímos em todos os instantes. O Sangue na verga dos corações, na porta dos corações! “E naquela noite, comerão a carne assada no fogo, com pães asmos, com ervas amargosas, a comerão”. Não comerão do cordeiro nada cru: não comerão de JESUS nada cru. Ninguém vai só conhecer a história. O “cordeiro cru” é só história. Muitos conhecem a história do Senhor Jesus. Nesta hora, não vão conseguir caminhar para Canaã celestial, porque estão comendo o “cordeiro cru”... só um churrasquinho... Diz assim o texto: “nem cozido n’água”: nem aqueles que estão escolhendo as partes boas da Bíblia ... vamos escolher só esta aqui... vamos escolher aquela... vamos escolher só esta aqui... a nossa religião tem esta parte, esta página, a nossa aceita aquela... Mas diz o texto, aqui: “não comereis dele nada cru, nem cozido em água, senão assado no fogo”. Nesta hora, a Obra do Espírito, é uma experiência com o Senhor Jesus, no calor do Espírito, no calor do fogo, porque o fogo destrói todo o germe, todo o pecado, todo o embaraço e prepara o homem para encontro maravilhoso com Deus. É um alimento especial para esta última hora. “E nada deixareis dele até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo” Êx. 12:10. A igreja não vai deixar nada do Senhor Jesus. Todas as revelações ao seu respeito são mencionadas. O Apocalipse está sendo desvendado aí. Deus está renovando o Apocalipse, revelando o Apocalipse, digo. O Livro de Cantares está sendo aberto. O Livro de Gênesis, aberto. O Êxodo, aberto. Também o de Levítico, de Ester. Até muitos daqueles livros que alguns dizem não terem inspiração de Deus.



Aqui está o enigma: “que coisa há mais doce que o mel  e mais forte que o leão?” Não existe coisa mais doce que a Palavra de Deus e mais forte que o poder de Deus. Deus está operando, Deus está derramando o poder. Deus está enviando bênçãos. Deus está salvando. Deus está curando. Deus, é Deus de poder porque é Deus dos enigmas. E lá no passado, quando Daniel estava diante dos adúlteros, diante dos idólatras, ele decifrou o mistério. Havia um mistério. Ninguém o podia decifrar. Ninguém o podia entender. Mas Daniel decifrou o mistério, e disse: “Deus é o Deus revelado de mistérios”. Se Deus não tem revelado mistérios na sua vida, se o Senhor Jesus Cristo não é um mistério na sua vida, então Ele é um Deus histórico. Existe na sua vida história de Jesus, a respeito de Jesus. Você não tem experiências com ELE. Se ELE não lhe tem falado ao coração, se o Senhor Jesus não lhe tem dado uma experiência nova, você está longe de decifrar o enigma do Senhor Jesus. “Que dizem os homens que eu sou?”  Tu és João Batista, Tu és Elias... isto Roberto Carlos está dizendo aí, ele está escrevendo músicas (letras e músicas) e estão cantando aí, como se fosse coisa de Deus, para se cumprir a Palavra de Deus que diz assim: “... sou a canção dos bebedores de bebida forte” Sal. 69:12. Dos que se embriagam: o Salmo profético. E muitos estão cantando a música dos efeminados, dos sodomitas, aqueles que estão entregues à prostituição, aos vícios, a toda sorte de maledicências e pecados e maldades. Mas Deus tem levantado uma Igreja para falar do seu nome! “Quem dizem que eu sou?” “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Aí está o decifrar do enigma. “Que coisa há mais doce do que o mel e mais forte do que o leão?” Aleluias ao Senhor! “Do comedouro saiu comida. Diz o texto aqui: “Vos darei um enigma a adivinhar. Se em sete dias das bodas mo declarardes e descobrirdes, vos darei trinta lençóis e trinta mudas de vestidos”... É libertação: vos darei arrebatamento! Vos darei salvação! Roupas novas, vestidos novos. Alguma coisa que possa cobrir a sua nudez. “E se vós não mo declarardes, vós me dareis a mim os trinta lençóis e as trinta mudas de vestidos”... você devolve... você não sabe nada a respeito do Senhor Jesus... você está a tanto tempo na igreja... aprendeu muita coisa e vai lá no Colégio e você dá um testemunho... mordomia! Isto não tem nada a ver com o Evangelho. Evangelho é experiência! É o Senhor revelando a sua vida, no seu coração, na sua vontade toda, como o Senhor Jesus revelou em Nazaré: para fazer o bem. ELE tem ouvido a sua igreja para nesta última hora, para preparar para este encontro maravilhoso com ELE. E esta é uma hora especial: é a última hora. Aqui, diz o texto: se você não pode decifrar, você vai devolver os vestidos. Vai entregar a sua roupa. Vai entregar aquela vestimenta que um dia ELE te ofereceu, para você fazer parte lá nas Bodas, e há de chegar diante de muitos e dizer: “amarrai-o de pés e mãos, e levai-o e lançai-o nas trevas exteriores...” Mat. 22:13. “De que maneira você entrou aqui...” Era um servo também. Servo inútil... e ele ainda disse: “Meu Senhor...” Ele chamava de “Meu Senhor”  -  “Tarde virá” e começará a espancar os seus servos, os seus companheiros que estavam buscando a bênção, e a comer com os temulentos, com os incrédulos, com os profanos, com os ímpios, com os abomináveis, que estão dentro das igrejas também, e que não querem nada com o Evangelho, e que ávidos pelo pecado, por tudo aquilo que o mundo está oferecendo, estão experimentando as “juntas de bois” ... estão  ficando presos ao chão, e deixando de aceitar o convite das BODAS! Presos ao chão: as juntas de bois, o poder político, o poder econômico, o poder social, o poder religioso. Há tanta gente assim, presa ao poder  religioso!  “Da minha  igreja eu não saio“...  E vai ficar!  Estão  presos a um livro de atas ... às juntas de bois ... vão ficar!  Juntas de bois estão prendendo ao chão, no chão!  E não vai poder ir”.  “E muitos se casaram”.  Casem-me, e não posso ir. Totalmente na carne!

Nesta hora há um enigma para ser decifrado: este enigma tem que ser decifrado ao som da harpa, na glorificação ao nome do Senhor. Aqueles que crêem, naqueles que estão buscando a face do Senhor, o Deus de Jacó, em Aleluias ao Senhor!



O texto diz: “Dá-me o teu enigma a adivinhar para que o adivinhemos”. Ouvi o enigma! Adivinhai agora! “Do comedouro saiu comida e do forte saiu doçura”  e diz o texto aqui: “e ao sétimo dia, disseram à mulher: persuade ao seu marido, para que nos declare o enigma, para que porventura não ateemos fogo à casa de teu pai. Chamaste-o aqui para possuir o que é nosso? Não é assim? a igreja, nesta hora, está disposta a tudo. Ela vai pôr fogo em tudo o que aparecer, mas ela quer saber das bênçãos do Senhor, onde está o poder de Deus! Ninguém quer saber de nada: se isto não acontecer, nós vamos queimar o templo, queimar religião, queimar livros, queimar tudo: livros de chamada, relatórios, tudo isso...mas nós temos que conhecer o enigma! Nós temos de saber onde está o Senhor Jesus! Se o Senhor Jesus está aqui, ou não está, porque Deus é Deus de poder, é Deus das maravilhas, Deus dos sinais, é o Deus das revelações, é o Deus dos enigmas, Aleluia! Louvado seja o nome do Senhor! E diz aqui: “e sucedeu que ao sétimo dia, persuado o seu marido”... Nesta hora a igreja está pedindo ao Senhor: “Senhor, revela, revela! Manda poder, Senhor, manda bênção! Senhor, manda fogo! Senhor, opera!” E Deus está mandando o seu poder. E as revelações, elas estão vindo. É muito simples as revelações, que dificuldade tem isto? Qual a dificuldade em entender este enigma? Para eles era difícil... “mas somente ao pôr do sol, ao sétimo dia. Ao terceiro dia”. Ninguém entende nada, mas só uma igreja aos pés do Senhor, nesta última hora, é que vai revelar todas as revelações do Senhor. Diz aqui o texto: “que a mulher de Sansão chorou diante dele, e disse: tão somente me aborreces, e não me amas, pois destes aos filhos do meu povo um enigma a adivinhar e ainda não mo declaraste a mim. E ele disse assim a ela: eis que nem à minha mãe o declarei, e to declararia a ti”?



Um homem certa vez, lá na China orou assim: “Senhor, dai-me a China senão eu morro!” Deus atendeu àquela súplica. Deus mandou fogo, Deus mandou uma bênção especial, porque aquele homem queria pagar com as lágrimas, com a sua própria vida, uma bênção que Deus podia dar àqueles corações, e Deus abençoou daquela maneira que lhe foi pedida! A igreja está clamando aos pés do Senhor, nesta última hora, por sinais e prodígios maravilhosos, e Deus vai completar isto, para glória do seu nome! Diz aqui: chorou diante dele sete dias, em que se celebravam as bodas” estamos nas bodas, nas bodas. Por isso, o Senhor Jesus disse nas bodas de Caná: “ao terceiro dia...” e ninguém entendia nada, ninguém conhecia ao Senhor Jesus. Ao terceiro dia, iniciaram-se as bodas. As bodas iniciaram-se com a ressurreição do Senhor Jesus. A igreja está vivendo as bodas, a igreja primitiva, só “água”. Água! ... salvação pela água e “água” está aí, a água está aí. Na última hora, o Senhor Jesus disse: “enchei as talhas de água”. “Vocês querem água... podem ‘botar‘ água nas telhas, enche tudo de água aí, enche de água...” E depois que as talhas estavam cheias de água, não tinha mais lugar, aí: água transformada em vinho! Agora, não é só a bênção do batismo com a água; agora é hora do Batismo com o Espírito Santo! É  água transformada em vinho, porque nesta hora, Deus quer completar a sua Obra, Deus quer realizar a sua Obra, quer embriagar o seu povo! Uma festa só com água , deixa todo mundo “doido”, mas uma festa só com vinho, o povo embriaga-se e pode cair nos braços do Senhor! O Senhor está querendo que a igreja se embriague! Beba deste vinho: mais e mais e mais! Diz a Palavra do Senhor: “... as obras que eu faço e as fará maiores do que estas”  -  João 14:12.

Agora o Senhor está multiplicando, porque agora, agora é só vinho! Muitos só querem água, só batismo com água, mas muitos vão ficar, mas a Igreja, quer, não é mais água! Todas as talhas foram cheias de água, aí o Senhor Jesus fez a transformação de água em vinho. Agora, nesta festa, só vinho, porque o Senhor quer arrebatar o seu povo, embriagado nos seus braços, para a glória do seu nome!

E assim terminando: “e chorou diante dele sete dias em que se celebravam as bodas, sucedeu pois que ao sétimo dia lhe declarou porquanto ela o importunava. Então ela declarou o enigma aos filhos do seu povo, e disseram aos homens daquela cidade: ao sétimo dia, antes do pôr do sol: que coisa há mais doce que o mel e mais forte que o leão”?

Só quem, só quem prove isto! Só quem prove! Sansão provou o mel, ele experimentou o mel, era mel na sua boca: os seus olhos brilharam. Ele viu uma coisa diferente. Nós temos ouvido nesta hora: “abre a Palavra de Deus, mas que bênção pastor! A Palavra de Deus, agora, vista dessa maneira: que coisa maravilhosa! Ela é nova para mim, ela é nova... É o mel que veio ao seu coração, para o seu fortalecimento. “E que coisa há mais forte que o leão”? Porque Sansão falou a respeito da doçura, e da fortaleza! A doçura ele experimentou, e a fortaleza ele também viu que o leão era forte, e ele teve que lutar para fendê-lo de alto a baixo.



Só quem tem experiências com o Senhor Jesus, só aquelas vidas que o Senhor tem batizado com o fogo, com o poder de Deus, tem experimentado esta hora maravilhosa. E muitos têm decifrado  o enigma de maneira aqui: “ao sétimo dia, antes do pôr do sol”. Diz o texto, disseram-lhe: “que coisa há mais doce que o mel, que coisa há mais forte que o leão?” e ele disse: “se vós não tivésseis lavrado com minha novilha, nunca descobriríeis o meu enigma.

Só na Obra do Espírito, só na Obra do Espírito que o homem descobre os mistérios de Deus, e ele pode participar destes mistérios, ele pode continuar nestes mistérios. No mais, ele vai ficar dentro de uma religião, dentro de uma denominação, dentro de uma Igreja, dentro de um grupo: o homem satisfazendo a vontade do homem, mas sem as experiências profundas com os mistérios de Deus. “Deus, é Deus revelador dos enigmas, e dos mistérios”!

Ainda terminando, aqui, diz assim: “então o Espírito do Senhor tão possantemente se apossou dele que avançou sobre os asquelonitas, e matou trinta homens, e tomou os seus vestidos e deu as mudas dos vestidos àqueles que decifraram o enigma. Porém, acendeu-se a sua ira e subiu à casa de seu pai”.

Desta maneira o Espírito quer realizar a Obra! Vai tirar muitas roupas de muitos asquelonitas que estão vestidos com as roupas que não são, que não pertencem à Obra de Deus. Que receberam um dia uma bênção, mas que estão fora dela. O Espírito Santo, na hora em que a igreja começar a clamar, os asquelonitas vão perder as roupas, vão ficar despidos, e a igreja vai ser vestida com vestes, porque ela está aos pés do Senhor. Ela quer descobrir  o enigma! E a este povo,  o Senhor vai dar vestes novas, vestes nupciais. E lembramos daquele texto: “ide às encruzilhadas das tuas; chamai os cegos, os pobres, os aleijados e os mancos, força-os a entrar para a minha festa, porque muitos foram chamados” Lc. 14:23. Muitos asquelonitas foram chamados, muitos receberam a roupa, mas poucos são os escolhidos. Diz o texto: ”veio a ira” Lc. 14:21. É hora da ira. É hora do poder de Deus se manifestar. “Ele subiu para a casa do meu pai”.  É HORA DO ARREBATAMENTO!

Nesta hora da ira, muitos vão entrar na tribulação, muitos vão entrar no sofrimento, muitos vão entrar em dificuldades, porque não quiseram lavrar com a novilha. “Se vós nunca tivésseis lavrado com a minha novilha, nunca descobriríeis o meu enigma. Que coisa há mais doce do que o mel e mais forte do que o leão. Decifrarei o meu enigma na harpa”. Louvado seja o nome do Senhor!.



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Wallace Oliveira Cruz

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