PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



domingo, 11 de junho de 2017

IGREJA NA MEDIDA DE DEUS


"Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;" Gênesis 22:17

Na medida do homem poderíamos racionalmente afirmar que a igreja seria o plano (B) de Deus, devido sua falha em ter escolhido o povo de Israel como nação santa.
A igreja está em todo tecido bíblico; implícita ou explicitamente a nossa história está amalgamada as páginas vetero e neotestamentárias.

À guisa de introdução acredito ser necessário destacarmos que os três principais patriarcas Abraão, Isaque e Jacó em suas tônicas estão prefigurando as três pessoas da Trindade.

Abraão representa o Pai por seu relacionamento íntimo com o Senhor (amigo de Deus), e também por não negar seu único filho.
Isaque aponta para Cristo por sua inocência em ir ao sacrifício sem abrir sua boca, e sua união profética com Rebeca que é tipo da igreja.
Jacó por interceder com gemidos inexprimíveis aos pés do anjo, e expandir a nação como no dia de Pentecostes, ele representa o Espírito Santo.

Feito este esclarecimento podemos desenvolver o verso tema com bastante tranquilidade.
Olhando por uma perspectiva técnica; do semita Abraão emanaram as três principais religiões, sendo elas: o Judaísmo com Moisés por volta do século XVIII a.C., o Cristianismo no I século d.C. iniciado pelos seguidores de Jesus Cristo, e o Islamismo no século VI (inventado) pelo mercador Maomé.
Estes dados não tem muita importância para a igreja que vai subir. O que nos interessa mesmo é o que a palavra fala a nosso respeito.
Visto que esta profecia está inserida num contexto soteriológico (provisão do Cordeiro).

"Como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar"
Este é o ponto crucial do versículo; está nítido as duas alianças feitas por Deus.

>A semente espiritual, como as estrelas do céus;
A igreja é a luz em meio as trevas

>A semente terrena, como areia que está na praia do mar;
Aliança histórica, Israel nação.

Observe que a igreja antecede Israel, pois é eterna. A igreja não é plano B; ela é profética!

Israel se multiplicou como areia devido a sua inclinação para este mundo(mar); se atentou para as liturgias(areia-fragmentos) ignorando o profético(a Rocha-Messias).
Outra coisa que devemos levar em conta é a forma que Deus salvou a nação de Israel:
"E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco..." Êxodo 14:22.
De setenta e cinco almas que chegaram no Egito com o velho Israel (Jacó), tornaram uma grande multidão.
O (mar) foi o divisor de águas na vida deste povo; pena que continuaram -na areia-(fragmento de rocha-religiosidade)

Já, a aliança de Deus com a igreja foi estabelecida pelo Sol da Justiça, que em um certo dia resplandeceu sua luz no calvário fazendo de sua noiva a estrela que brilha em meio as trevas.
O mundo identifica a estrela por sua luz, ou seja, sem a revelação (Medida de Deus) não há igreja!
Judas foi enfático quando se referiu a igreja infiel (medida do homem):
 "...Estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas." Judas 1:13.
"Errante", aquela que errou o alvo (amartya-pecado).
Israel se fundamentou em areias deixando a revelação de Deus, portanto esta é a nossa preocupação; não podemos fazer o mesmo.

"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." Apocalipse 3:22
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja



Exegese de Efésios 5:22-33

22 Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; 23 porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. 24 Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. 25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, 27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. 28 Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29 Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja; 30 porque somos membros do seu corpo. 31 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. 32 Grande é este mistério, mas eu falo em referência a Cristo e à igreja. 33 Todavia também vós, cada um de per si, assim ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie a seu marido.

Esboço de Efésios 5:22-33

1. A conduta das esposas — 5.22-24
1.1. Sujeição, não escravatura
1.2. Dignidade, não igualdade
1.3. Sujeição no Senhor
2. A conduta dos maridos — 5.25,26
2.1. Um amor doador — v. 25
2.2. Um amor protetor — v. 26
3. A conduta de Cristo para com a Igreja — 5.26-30
3.1. Requer purificação da Igreja — v. 26
3.2. Requer preparação da Igreja — v. 27
3.3. Requer uma esposa sem defeitos — v. 27
3.4. Dedica total amor à Igreja — vv. 28-30
4. A conduta do crente em relação ao matrimônio — 5.31-33
4.1. A origem do matrimônio — v. 31
4.2. A analogia do matrimônio — v. 32
4.3. As responsabilidades inerentes ao matrimônio — v. 33

A presente pesquisa deve ser colocada sob o princípio da submissão, conforme está implícito em Efésios 5.21: "Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus". Esse princípio põe em destaque a autoridade de Deus sobre as coisas criadas. A relação entre marido e esposa está debaixo desse princípio de autoridade e sujeição. A esposa submete-se ao marido, como ao Senhor; o marido, por sua vez, ama a esposa e submete-se ao Senhor. A autoridade do marido não é independente, mas é sujeita à autoridade divina. Da mesma forma, os filhos sujeitam-se à autoridade dos pais no temor do Senhor.
1. A CONDUTA DAS ESPOSAS — 5.22-24
"Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Se¬nhor" (v. 22).
1.1. Sujeição, não escravatura
A sujeição das esposas a seus maridos tem um novo sentido no Novo Testamento, visto que no Antigo Testamento havia maior restrição às mulheres em relação aos seus direitos. Foi no Novo Testamento que se deu nova dimensão aos privilégios femininos, mui especialmente às mulheres casadas. A sujeição das esposas não significa escravidão, pelo contrário, dignifica sua posição na sociedade por causa de Cristo.
1.2. Dignidade, não igualdade
A Bíblia define a posição da mulher em relação ao homem e a coloca não em superioridade, mas em certa posição inferior ao homem. Não há posição de igualdade entre ambos. E uma ques¬tão bíblica e divina. Entretanto, a Bíblia não diminui o valor moral e espiritual da mulher, mas coloca-a no seu devido lugar. Deus não dá o direito ao homem de desrespeitar a sua mulher nem de desmerecê-la.
A sujeição das esposas deve ser espontânea, porque é uma sujeição baseada no amor e no temor do Senhor. O apóstolo diz que a sujeição deve ser "como ao Senhor".
1.3. Sujeição no Senhor
Essa sujeição não é cega, mas consciente. O apóstolo Paulo, ao falar do assunto na carta aos Colossenses 3.18, diz às casadas: "... estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém ao Senhor". O final da frase explica o tipo de sujeição das casadas a seus maridos — "como convém no Senhor". A sujeição da mu¬lher ao marido tem um sentido espiritual. Na criação, o homem foi feito cabeça da mulher, isto é, o líder da família, mas essa sujeição da mulher não anula a sua personalidade.

2. A CONDUTA DOS MARIDOS — 5.25-30

É baseada na mesma regra exposta no texto, quando fala de Cristo e sua Igreja. O amor é a expressão máxima desse relacionamento. O senhorio do esposo sobre a esposa não é o mesmo de senhor e escravo. O senhorio dele baseia-se na autoridade que lhe é própria e que lhe foi dada desde a criação da mulher. O amor do marido pela esposa pode ser comparado ao amor de Cristo pela sua Igreja (2 Co 11.2,3; Ap 19.7; 21.2). Esse amor é manifesto no plano espiritual. O modelo desse amor é Cristo, que amou de tal forma a sua esposa que deu sua vida por ela. A frase no grego é a seguinte: ``hoi Andres agapáte tas ginaíkas´´ maridos, amai vossas esposas. Note que o verbo amar aqui no texto de Efésios, não é o verbo ``eros ´´, (eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e freqüentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado, um tipo de sentimento baseado unicamente pela atração física. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual). Mas sim, o verbo `` agapáo´´. Essa palavra demonstra um sentimento tão profundo a ponto de uma pessoa se sacrificar pelo objeto amado. Quando Jesus pergunta a Pedro: tu me amas? Jesus usa o verbo agapáo. Pedro responde: `` hoti Philo se´´, (tu sabes que eu gosto de ti). Pedro usa o verbo ``fileo´´, (verbo gostar). Ou seja, reconstruindo o diálogo fazendo uso do texto original, ficaria assim: Pedro, tu me amas com o amor de quem morre pelo abjeto amado? E Pedro responde: tu sabes Senhor que eu gosto de ti como um colega. Agapáo é o amor que se compromete, que se doa pelo objeto amado. Fileo é o sentimento que não se compromete, é apenas algo fraternal, coleguismo. Paulo ensina que o marido deve exercer o mesmo amor que Cristo expressou pela igreja, quando morreu por ela na cruz. É um amor que se sacrifica, que se humilha, que não mede esforços pelo bem estar da pessoa amada. O verbo agapáo está no imperativo presente ativo. Paulo está dando uma ordem, não uma opção aos maridos. O tempo verbal indica que o marido deve se sacrificar hoje, deve se sacrificar amanhã, e depois, e depois e depois... um eterno imperativo.

2.1. Um amor doador — v. 25
"[...] como também Cristo amou a igreja". Cristo é o modelo do amor que o marido deve oferecer à esposa — um amor capaz de dar de si mesmo. A continuação do versículo — "[...] e a si mesmo se entregou por ela" — fala de um amor destituído de egoísmo; amor que é capaz de dar sua vida em sacrifício por ela.
2.2. Um amor protetor — v. 26
"[...] para a santificar" implica numa atitude de proteção, tomar a iniciativa de separar para si e não permitir que coisas estranhas a toquem. Santificar é separar e proteger dos perigos. A Igreja é representada como esposa.
2.3. Requer purificação da esposa — v. 26
"[...] purificando-a com a lavagem da água". Esse texto possui uma linguagem figurada. A lavagem com água fala de limpeza espiritual. Todo o contexto aponta claramente que a ênfase é o relacionamento marido e mulher, no qual, Cristo é o paradigma.
É interessante notar que no verso 26-27, Paulo usa uma linguagem importada do Antigo Testamento. É uma linguagem sacerdotal aqui no texto de Efésios 5. Quando os sacerdotes entravam no átrio do Tabernáculo, eles tinham que se purificar se lavando na bacia de bronze. Só assim, podiam começar seu ofício sacerdotal. Eles tinham que se santificar e purificar. Isso para poder comparecerem diante de Deus como mediadores, e assim apresentar o pecador e sua sacrifício a Deus. Sem essa santificação e lavagem, eles não podiam oferecer sacrifício pelos pecados das pessoas que chegavam até eles. Assim, Paulo usa o verbo ``apresentar´´. Esse verbo é muito comum em Levítico quando fala que os sacerdotes deveriam se apresentar diante de Deus. Deve ser lembrado que os sacerdotes sabiam que os sacrifícios apresentados diante de Deus por eles, devia ser perfeito, sem mácula, os animais deviam ser sem defeito. Caso contrário, Deus não aceitaria tal oferta, como o fez com a de Caim.
O que Paulo estaria ensinando com essa linguagem sacerdotal do Antigo Testamento? Todo o contexto leva a concluir que o marido como sacerdote da sua família, ele é um representante de Deus pra família. O marido é responsável pelo Crescimento espiritual da sua esposa, e deve ter consciência que prestará contas a Deus do seu crescimento espiritual. Antes do pastor, o maior professor de Bíblia da esposa, dever ser seu marido.

2.4. Dedica total amor à esposa — Vs. 28,29
Temos aqui a repetição da virtude que envolve a conduta dos maridos em relação às esposas, que é o amor: "Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos" (v. 28). A analogia é feita pelo apóstolo para mostrar que Cristo ama a seu próprio corpo — a Igreja; da mesma forma, deve o marido amar a sua esposa: como ama a seu próprio corpo.
O versículo 29 dá continuidade ao 28, mostrando que "nin¬guém aborrece a sua própria carne", isto é, não a maltrata, mas zela e cuida dela. Assim também o marido deve amar sua esposa, porque cumpre naturalmente um princípio da criação, que é "e serão uma só carne" (v. 31). Semelhantemente, Cristo ama a sua Igreja porque ela tornou-se seu próprio corpo, conforme está escrito: "porque somos membros do seu corpo" (v. 30).

3. A CONDUTA DO CRENTE EM RELAÇÃO AO MATRIMÔNIO (5.31-33)

3.1. A origem do matrimônio — v. 31
"Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe". Essa parte do texto indica a origem do matrimônio no princípio da criação. Deus criou o homem e o colocou no Éden. Vendo que o homem estava só, resolveu criar-lhe uma adjutora, então criou Eva. Capacitou a ambos para a reprodução, originando, assim, o matri¬mônio (Gn 2.24). Paulo fez a citação de Gênesis 2.24 para forta-lecer seu ensino e argumentação. Ele ensinou acerca do plano de Deus para o casamento fazendo uma analogia entre Cristo e a Igreja, enfocando o relacionamento espiritual entre ambos. A o verbo grego ``kataleípsei´´ é o equivalente hebraico `` ya`ªzav, que no português foi traduzido por ``deixará´´. Mas esse verbo é muito forte. Sempre que Deus ordenava que os filhos de Israel abandonassem os ídolos, ele usava o verbo ``ya`ªzav´´. Essa palavra significa abandono total. O homem deve abandonar a sua antiga família e compor uma nova. Muitos casamentos são afetados pela falta de compreensão desse princípio. Sempre que um dos cônjuges ainda está preso a sua família e ainda vive como se fosse solteiro, em dependência dos pais, o casamento entra em crise. Paulo usando o texto de Gênesis ensina que deve haver esse abandono.
Em relação ao casamento, Paulo refutava com veemência o pecado da poligamia, prática muito comum na vida paga de seu século. Haveria membros da igreja que teriam mais de uma mu¬lher, mas essa situação não podia ser mantida no seio da comuni¬dade cristã em Éfeso. A promiscuidade tinha de ser combatida e o plano original divino do casamento precisava ser fortalecido. Observe como o texto se apresenta a seguir: "... e se unirá à sua mulher" — não a duas ou três, mas apenas a uma, para que os dois formem um só corpo, uma só carne. O verbo unir no grego ``proskolletésetai´´, que vem do hebraico ``Davoq´´, expressa uma verdade preciosa. O verbo Davoq significa ``grudar com cola´´, é uma união tão forte que não tem como haver uma separação sem ruptura das partes grudadas. É como a comparação das folhas de papel que são coladas, e depois alguém resolve separá-las, ela percebe que uma folha fica presa na outra com na tentativa de separação. O verbo davoq é usado constantemente no Antigo testamento para expressar união das partes do corpo, ou seja, partes que por natureza não podem ser separadas. Interessante como Paulo usa duas partes para ilustrar o relacionamento do homem e da mulher. O marido é cabeça, e a esposa é o corpo. É como se Paulo perguntasse de forma indireta: ``existe a possibilidade de separar o corpo da cabeça sem que aja sangramento, dor e morte do corpo?
Portanto, depois desta pesquisa analítico-exegética, concluo que separação é inaceitável na ótica divina, Deus odeia o divórcio. O casamento é sustentado não pelo sentimento e sim pela aliança, quando um casal se separa, estão quebrando a aliança e agridem a benevolência de Deus. Várias pessoas brincam de se casar, se separam, casam-se outra vez e não percebem que cada vez que isso acontece, elas levam uma parte da outra pessoa com essa separação (como na ilustração do papel). A cabeça não pode ser separada do corpo, jamais!

3.2. A analogia do matrimônio — v. 32
A analogia do matrimônio é espiritual. E o mistério da união entre Cristo e a Igreja. Ela está sendo preparada para o marido, que é Cristo. Essa linguagem não deve ser interpretada de forma literal, mas figuradamente. E a figura da comunhão, da lealdade e do amor entre ambos. Cristo ama sua Igreja, como o marido deve amar sua esposa. Quando Paulo diz: "Grande é este mistério", é o mesmo que dizer: "Grande é a revelação oferecida aqui" (1 Tm 3.16).

3.3. As responsabilidades inerentes ao matrimônio — v. 33

"[...] ame sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido". A responsabilidade matrimonial é mútua, mas o apóstolo coloca cada um dos cônjuges nos seus devidos lugares. Ao marido é ordenado o amor legítimo e total à mulher; a ela, o respeito devido ao marido. As palavras "amor" e "reve¬rência" tomam lugar no matrimônio como sendo a essência das responsabilidades inerentes ao casamento. O amor do marido deve ter sentido amplo, isto é, não só físico, mas também espiritu¬al e moral. A "reverência" da mulher ao marido diz respeito à submissão amorável e espontânea. Reverenciar não significa ado¬rar o marido como se fosse Deus, nem submeter-se a ele com subserviência, mas com o sentido de respeito e reconhecimento de sua autoridade como chefe espiritual e material da família. O marido que ama sua esposa como ama seu próprio corpo jamais terá uma conduta escravizadora e humilhante para com ela, mas agirá com dignidade e amor.
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terça-feira, 30 de maio de 2017

Diótrefes e Demétrio


"Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus." 3 João 1:11

Esta epístola joanina é endereçada à Gaio, um dos líderes das igrejas da Ásia Menor, varão valorozo que trazia consigo uma enorme responsabilidade, recebe de João algumas orientações de cunho profilático, porque há da parte do apóstolo uma preocupação em combater a hostilidade Cristã.

João cita duas figuras interessantíssimas, pois é de tamanha significância para os nossos dias, são elas:
Diótrefes, e Demétrio, "personagens contrastadas".
Diótrefes é visto como um mal "cristão",  e Demétrio, por sua vez é tido como um exemplo a ser seguido, porém a nossa meditação irá além do que o texto relata; iremos entender o porquê destes nomes, poderiam ser compatíveis aos seus respectivos donos?

DIÓTREFES significa: Nutrido por Zeus.

DEMÉTRIO significa: Consagrado a Deméter, isto é, Deméter era uma deusa pagã, que segundo a mitologia ela nutria a terra- "Livro de ouro da mitologia grega Thomas Bulfinch"

É natural pensar que estes nomes foram postos aleatoriamente, pois não foram. João por ser um homem sensível ao Espírito Santo e conhecedor da cultura grega, ele faz questão de citar estes nomes para nos mostrar o quanto a palavra abrange culturas, reinos sem se encurvar diante de poderes temporais.
Os significados também seguem uma ordem contrastadas; mesmo sendo nomes pagãos, note:

Diótrefes- nutrido, influenciado...
Demétrio- o que nutri, o que influencia...

Talvez este seja o âmago, o cerne do cristianismo de hoje; influenciado, e incapaz de influenciar.
O conselho é:

"Amado, não sigas o mal, mas o bem"
A igreja do Senhor não necessita de enxertos, de adornos externos. A palavra do Senhor é clara quanto a isto; a postura de Diótrefes emerge da sua própria identidade, e é seguindo o mau, influenciado pelo externo que este líder alcança este "demérito".

"Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus."
Concluiremos esta simples consideração levantando a seguinte indagação:

Você tem visto, ou almeja ver a Deus?
Faz o melhor, escolha o Bem Maior; Jesus Cristo o Salvador do mundo!
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Casa segundo a medida de Deus


"E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha." Mateus 7:25

A Bíblia quando sofre os lampejos do Fogo Santo, há poder para nos purificar​, nos levantar, e nos prepara para a breve existência nesta treva chamada mundo.

A amplitude desta parábola é admirável; com suas Revelações infindas nos ensina a cada dia menosprezar nossa cosmovisão lateralizada, isto é, a medida do homem.

Com simplicidade trabalharemos este texto a fim de cronologicamente expormos a fidelidade dos que absorvem a palavra de Deus na sua íntegra.

Quando usei o termo Cronologia, estava me referindo aos três pontos primaciais inseridos no contexto histórico bíblico;

PERÍODO DO PAI

"E desceu a chuva"
É sabido pelo caro leitor que a casa fala da nossa vida espiritual, e com propriedade O Senhor Jesus nos instrui a cerca do seu fundamento.
A "chuva" é a primeira investida sobre esta casa; o motivo é claro!
Noé recebeu uma palavra de juízo por parte do Pai, e ao colocar em prática, sua vida espiritual foi vista por todos como uma alma alicerçada.

PERÍODO DO FILHO

"E correram rios"
Rios ou enxurradas são águas horizontais, diferentemente da chuva.
Esta horizontalidade nos remete aos argumentos (águas) humanos(terra).

O Senhor Jesus chegou em um mundo segundo o contexto totalmente helênico; abarrotado de verdades filosóficas dos mais variados gostos, até mesmo o judaísmo se encontrava relativamente fragmentado. Para ser sucinto, Uma verdadeira enxurrada.

A presença de Cristo neste ponto histórico foi crucial, pois "A Verdade" se revelou como O Homem Perfeito. Todos os que creram em sUa Palavra foram assim edificados na Rocha.

PERÍODO DO ESPÍRITO SANTO

"E assopraram ventos"
Embora muitos confundem o som de um vento impetuoso de Atos 2:2 com os ventos de doutrinas deste mundo, percebemos que a sã doutrina adapta o crente ao céu, já as denominações "com raras exceções" adapta a doutrina ao gosto do "crente".

"Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente." Efésios 4:14


A igreja fiel põe a palavra em prática, quando recebe revelações do Mesmo Espírito que a inspirou.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

O Galardão da Humildade

"O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, honra e vida." Provérbios 22:4

A clareza que há no tecido bíblico com relação a nossa remissão na pessoa do Senhor Jesus, verdadeiramente é algo esplêndido!

Trabalhando com a perspectiva paulina; "Cristo vive em mim"Gl 2:20, concluímos que o que temos de benéfico emerge do Senhor; tudo vem deLe.

O texto acima é encorajador, pois nos coloca em uma posição excelente, note;

"O galardão da humildade"

Sucintamente falando, a palavra galardão está diretamente ligada a um prêmio, fruto de um serviço prestado.

Sabemos que quando se trata de salvação, todas as nossas obras são realizadas pelo Espírito Santo em nós, isto é, o galardão citado no câno neotestamentário é dado aos que no Espírito fizeram obras!

Feito este esclarecimento, o ícone acima nos torna nítido. A expressão galardão da humildade está potencializando ao serviço prestado pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do calvário.

O Senhor Jesus teve como prêmio, a igreja fiel: "Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo." João 17:24

O Senhor Jesus adquiriu a igreja humildemente: "Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca." Isaías 53:7

"E o temor do SENHOR são riquezas"

Assim que o Senhor Jesus se dirige ao Pai, prontamente envia o sEu Consolador concedendo temor, poder, para que a igreja viesse a testemunhar.

A riqueza do crente em Jesus está na operação maravilhosa do Espírito Santo.

"Honra e vida."
Queremos concluir esta singela mensagem com duas palavras chave:

Honrar- é viver uma salvação dinâmica...

Vida- e vivendo este dinamismo, obviamente alcançaremos a vida eterna que nos é proposta.



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terça-feira, 23 de maio de 2017

Último Adão

"Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante." 1 Coríntios 15:45

1° Adão
Foi Criado para lavrar e zelar da terra deste mundo...

Último Adão
Foi Enviado para lavrar e zelar do coração do homem...
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1° Adão
Ouvia a voz do Senhor na viração do dia...

Último Adão
Foi desamparado pelo Pai no sacrifício da tarde...
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1° Adão
Podia comer de todas às árvores, e se abster de uma...

Último Adão
Se absteve de todas, e se alimentou do que o Pai lhe deu...
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1° Adão
Deus não o permitiu ficar só...

Último Adão
Pisou no lagar sozinho...
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1° Adão
Caiu em sono pesado...

Último Adão
 Foi crucificado de forma vergonhosa...
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1° Adão
Foi tomado uma de suas costelas...

Último Adão
Foi ferido no meio com uma lança...
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1° Adão
Seu ferimento foi feito enxerto...

Último Adão
Ressuscitou com as feridas abertas...
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1° Adão
Dele formou a mulher...

Último Adão
Dele formou a igreja...
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1° Adão
Não renunciou Pai, e nem mãe para se juntar a sua mulher...

Último Adão
Renunciou toda a eternidade...
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1° Adão
Provado no jardim...

Último Adão
Provado no deserto...
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1° Adão
Entrou no pecado comendo fruto aparente...

Último Adão
Tirou o pecado provando o fel...
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1° Adão
Vencido pelo argumento...

Último Adão
Venceu na palavra...
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1° Adão
Da vida, declinou-se para morte...

Último Adão
Na morte, deu vida...
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1° Adão
Deu ouvidos a mulher...

Último Adão
Fala aos ouvidos da igreja...
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1° Adão
Escondeu-se devido o pecado...

Último Adão
Escondeu o pecado...
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1° Adão
Necessitou de vestes...

Último Adão
Revestiu o homem...
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1° Adão
Se vestiram de vestes corruptíveis...

Último Adão
Revestiu o homem de vestes eternas...
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1° Adão
Foi lançado fora com sua mulher...

Último Adão
Entrará junto com a igreja nos céus...

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Wallace Oliveira Cruz

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