PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sábado, 31 de dezembro de 2016

E outra geração se levantou, que não conhecia o Senhor...


Juízes 2: 7-10 e 6: 11-13


INTRODUÇÃO

A Palavra do Senhor diz em Êxodo 33:11 – “Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo; então, voltava Moisés para o arraial, porém o moço Josué, seu servidor, filho de Num, não se apartava da tenda”.

Isso significa que Josué era um jovem que sempre estava ouvindo os segredos que o Senhor falava a Moisés. Ele sempre estava tomando conhecimento da Palavra do Senhor, das revelações e orientações que Ele dava ao seu povo. Foi assim que Josué cresceu, e mais tarde o Senhor o confirmou como sucessor de Moisés no comando do povo de Israel e na conquista de Canaã.

DESENVOLVIMENTO

Josué foi fiel ao Senhor todos os dias da sua vida, juntamente com toda a sua casa, mas a Palavra diz que, após a sua morte, outra geração após ele se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que fizera a Israel. Então, fizeram os filhos de Israel o que parecia mal aos olhos do Senhor; e serviram aos baalins.

O que aconteceu após a morte de Josué, foi que uma geração inteira falhou na transmissão da herança espiritual aos seus filhos. Uma geração inteira esteve tão envolvida com as lutas e batalhas, que não se preocupou em transmitir os ensinamentos a respeito do Senhor e das suas obras que fizera em Israel, apesar do Senhor haver dito: “Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos” – Deut 4: 9.

As conseqüências dessa negligência dos pais em transmitir suas experiências, foram muito drásticas para os seus filhos, pois mais tarde eles passaram a fazer alianças com os povos estranhos que habitavam ao seu redor, e deixaram o Senhor, o Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses e encurvaram-se a eles, e provocaram a ira do Senhor e serviram a Baal e a Astarote. Por isso o Senhor se indignou contra eles e os deu nas mãos dos roubadores, e os entregou nas mãos dos seus inimigos ao redor; e não puderam mais estar de pé diante dos seus inimigos.

Mais tarde, em meio às opressões impostas pelos midianitas, um dos poucos jovens que teve a felicidade de conhecer ao Senhor, estava malhando o trigo do seu pai no lagar, quando o anjo do Senhor lhe falou: “O Senhor é contigo, varão valoroso”. Então Gideão respondeu: “Ai, senhor meu! Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém, agora, o Senhor nos desamparou e nos entregou nas mãos dos midianitas”. Ali estava um moço que conhecia o Senhor e que havia recebido uma herança espiritual de seus pais. O Senhor o chamou de varão valoroso, pois ele era alguém que o conhecia e não havia se encurvado diante dos deuses cananeus. Agora o Senhor iria usa-lo como juiz, para libertar o seu povo da opressão dos midianitas.

CONCLUSÃO

Esses fatos e essas duras experiências na vida do povo de Israel, devem servir de advertência a todos nós hoje em dia. O mundo de hoje é talvez mais perigoso do que o mundo de outrora. Os recursos do inimigo se ampliaram com o desenvolvimento do seu sistema mundano, de modo que o perigo que nos ronda é muito grande. Aquilo que é veiculado na televisão, nos programas infantis, nas escolas, nas revistas e nas rodas de amigos de colégio, é altamente danoso e prejudicial à vida espiritual dos nossos filhos. A recomendação do Senhor, feita ao povo de Israel em Deuteronômio 6: 5-9 – “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” – continua imperativa nos dias de hoje.


É uma questão de segurança para a vida espiritual dos nossos filhos e para a sua salvação, a transmissão de tudo que temos experimentado e aprendido na Obra do Senhor. Eles precisam ser avisados e prevenidos dos perigos deste mundo. Precisam conhecer a Palavra e o Deus da Palavra. Muitos já nasceram em lares firmados na Obra do Senhor, mas precisam tomar conhecimento daquilo que o Senhor operou nas nossas vidas; de como ele nos libertou deste mundo e nos trouxe para a sua presença. Nós não podemos nos enganar, achando que, pelo fato de eles haverem nascido em lares evangélicos, estão seguros e naturalmente irão herdar a bênção. Não, eles precisam ouvir a respeito da Palavra e dos feitos do Senhor, pois mais tarde, se as lutas surgirem, eles permanecerão firmes como Gideão, malhando o trigo no lagar.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

E ordenou cantores que saíssem diante dos armados...


II Crônicas 20: 20-25


INTRODUÇÃO


Após a morte do rei Asa, Josafá, seu filho reinou em seu lugar, e começou a instruir o povo de Judá em relação à Lei do Senhor, para que temessem ao Senhor e andassem nos seus caminhos. Fez isso e prosperou muito, pois enviou seus príncipes, levitas e sacerdotes a ensinar as coisas concernentes à Palavra de Deus, de modo que todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá temeram a Josafá, e não guerrearam contra ele, mas traziam-lhe presentes e riquezas para os seus tesouros.
Com tudo isso Josafá cresceu extremamente, e edificou fortalezas e cidades de munições em Judá. E teve muitas obras nas cidades de Judá, e gente de guerra, varões valentes em Jerusalém.

DESENVOLVIMENTO


Mas depois de haver feito tudo isso, subitamente e inexplicavelmente, os filhos de Moabe, e os filhos de Amom, mais os das montanhas de Seir, vieram à peleja contra Josafá. Quando lhe deram a notícia os inimigos já estavam acampados em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi, ao sul de Jerusalém, às margens do Mar Morto.

Então Josafá temeu, e pôs-se a buscar o Senhor, e apregoou jejum em todo o Judá, e todas as cidades se ajuntaram e vieram a Jerusalém, para buscarem o socorro do Senhor. E pôs-se Josafá de pé na congregação de Judá e de Jerusalém, na casa do Senhor, diante do pátio novo, e clamou ao Senhor.

Ao observarmos esse texto das Sagradas Escrituras e a experiência de Josafá e todo Judá, ficamos a nos perguntar: Por que o Senhor permitiu essa provação para o seu povo que estava andando em fidelidade, segundo os seus caminhos? Por que o Senhor não os poupou deste aperto e desta aflição, visto que todos buscavam agradar ao Senhor?

Muitas vezes nós ficamos pensando, que deveríamos estar livres de lutas e dificuldades nas nossas vidas, pelo fato de sermos servos do Senhor. Nós não entendemos o por quê das tribulações que repentinamente nos envolvem, se estamos “habitando no esconderijo do Altíssimo e descansando à sombra do Onipotente”, não é mesmo? Certamente que o Senhor tem um propósito em todas as lutas que nos cercam, e esse propósito não é nos levar à queda ou à derrota, mas nos proporcionar grandes e enriquecedoras experiências com Ele. Vejamos o que aconteceu com Josafá e com o povo de Judá:

Quando Josafá orava e clamava, veio a ele a Palavra do Senhor por meio de Jaaziel, filho de Zacarias, que disse: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus. Nesta peleja não tereis que pelejar; parai, estai de pé, e vede a salvação do Senhor para convosco, ó Judá e Jerusalém. Não temais nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o Senhor será convosco”.

Com essa palavra, Josafá glorificou ao Senhor. E pela manhã cedo se levantaram e saíram ao deserto de Técoa, e aconselhou-se com o povo, e ordenou cantores para o Senhor, que louvassem a Majestade santa, saindo diante dos armados, e ao tempo que começaram com júbilo e louvor, o Senhor pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados. Porque os amonitas e moabitas se levantaram contra os moradores de Seir, para os destruir e exterminar, e acabando eles, ajudaram uns aos outros a destruir-se.

Depois que tudo passou, foi que Josafá entendeu qual era o propósito do Senhor ao permitir toda aquela situação. Quando eles chegaram à atalaia do deserto, olharam a multidão de mortos e vieram a saquear o despojo, e acharam nele fazenda em abundância, e vasos preciosos, e tomaram para si tanto, que não podiam levar mais; e três dias saquearam o despojo, porque era muito. No quarto dia se ajuntaram no vale de Beraca e louvaram ao Senhor. Depois, Josafá e o povo de Judá, voltaram para casa com alegria e júbilo, e vieram a Jerusalém com alaúdes, e com harpas, e com trombetas, para a casa do Senhor. E o reino de Josafá ficou quieto; e o seu Deus lhe deu repouso em redor.

CONCLUSÃO


A experiência de Josafá mostra que o Senhor realmente cuida daqueles que são fiéis. As lutas podem surgir, mas Deus tem um propósito definido em cada uma delas. Ele quer aperfeiçoar e enriquecer espiritualmente a vida dos seus servos.

Quando a luta veio e cercou a vida de Josafá, ele tomou as seguintes atitudes:

·       Buscou ao Senhor e jejuou – confiou no Senhor e não nas suas armas;
·       Pôs-se em pé na casa do Senhor – Ficou firme e buscou socorro no corpo;
·       Esteve no pátio novo – A Obra nova,  uma vida e uma atitude nova diante do Senhor.

Foi depois que Josafá assumiu esta postura, que o Senhor falou com ele. Deus só fala conosco e nos orienta nas adversidades, se confiarmos na sua providência, e O buscarmos de todo coração. Depois da revelação do Senhor, vem o descanso e a certeza da vitória.

Mas o que nos chama a atenção foi a estratégia de Josafá, para o momento do confronto com os inimigos. Ele não dispôs os soldados armados e mais valentes à frente do exércitos, como geralmente se faz numa peleja, mas ele ordenou os cantores, para louvarem a Majestade santa do Senhor, e quando todos louvaram jubilosos ao Senhor, os inimigos foram desbaratados e destruídos, sem que o povo tivesse que mover um dedo.

Em muitas situações que enfrentamos na vida, o Senhor espera, simplesmente que o louvemos e glorifiquemos, para nos conceder a vitória. Mas como é difícil louvar ao Senhor em meio às lutas... Como é difícil glorificar em meio às lágrimas e às aflições do coração... Mas se temos comunhão com o Senhor, devemos fazê-lo com confiança, pois é essa a atitude nova (pois o comportamento citado anteriormente é próprio dos incrédulos) que o Senhor quer ver em nós. Quando louvamos em meio às lutas, o Senhor começa a se mover para nos dar livramento.

Lembremos o que aconteceu com o apóstolo Paulo, quando esteve preso em Filipos, juntamente com Silas, de como o Senhor os livrou, perto da meia-noite, enquanto cantavam louvores no cárcere, em meio à dor e ao sofrimento.

O louvor é uma arma poderosa na mão do Senhor. Ele confunde e desbarata o inimigo, causando a destruição dos seus intentos. A Palavra diz que o Senhor habita no meio dos louvores, e a sua presença é vitória certa para seus servos.

O resultado final da luta de Josafá, foi um grande enriquecimento. Ele e o povo de Judá passaram três dias juntando os despojos dos seus inimigos. No quarto dia voltaram a Jerusalém mais ricos do que eram antes da luta, e puderam louvar mais ainda ao Senhor pelo que fizera com eles. Na verdade, o Senhor não estava desamparando o seu povo quando permitiu o ataque dos seus inimigos, mas pretendia com isso abençoar-lhe mais ainda, proporcionando-lhes mais riquezas além das que já tinham, mas o meio era aquele, a forma era aquela, através da luta, que não era do povo, mas do Senhor. As nossas lutas não são nossas, mas do Senhor nosso Deus.

Os três dias falam do tempo de Deus. Um tempo ligado à eternidade, e é nesse tempo que o Senhor quer enriquecer o seu povo com bênção espirituais e experiências para a vida eterna. Mas o meio escolhido por Deus são as provações e lutas desta vida. A vitória virá mediante a glorificação, e o preço exigido para essa vitória é a nossa fé e confiança. No quarto dia (o dia do arrebatamento – quando soar a quarta trombeta) seguiremos para a Nova Jerusalém, onde louvaremos ao Senhor eternamente e gozaremos de um reino quieto e sem lutas e provações.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Missionário evangeliza presidiários e distribui brinquedos para seus filhos, no Ceará

Gladstony contou com o auxílio de Renata, a diretora da cadeia pública de Umirim. Na ação, foram distribuídos brinquedos para os filhos dos reclusos, além de momentos de louvor e orações.


Para Gladstony, o objetivo do evento é “anunciar a palavra de Deus e trazer esperança para aqueles que ninguém deposita mais confiança”. (Foto: Missionário Gladstony).

O final do ano é sempre marcado por confraternizações e celebrações. Mas, para algumas pessoas essa realidade não é tão próxima. Para os reclusos da cadeia pública de Umirim, localizada no estado do Ceará, momentos assim com a família não são tão comuns. Pensando nisso, o missionário Gladistony Magalhães promoveu um momento de comunhão com os presidiários e seus devidos filhos.
Ele contou com a ajuda de Renata, a diretora do presídio. Deus já tinha colocado esse desejo em nossos corações, pois já temos um trabalho de evangelismo neste local. E confirmou com a diretora do presidio nos procurando para fazer uma festa de natal lá mesmo. E junto com essa festa, uma ação social distribuindo presentes para os filhos dos detentos”, explicou o missionário.
Para Gladstony, o objetivo do evento é “anunciar a palavra de Deus e trazer esperança para aqueles que ninguém deposita mais confiança”. Ele afirma ter contado com a ajuda de Deus. “Ele tem nos dado saúde, força e fortaleza”, ressalta.

Durante a ação, momentos de louvor e leitura da Bíblia. (Foto: Missionário Gladstony).


Ação evangelística
O missionário contou de onde vieram as doações para realizar a ação. “As doações vieram de irmãos que são tocados por Deus. Também da igreja que me congrego que tem ajudado muito, a Assembleia de Deus Templo Central”.
Ele se baseia na Bíblia para dizer o motivo dos cristãos realizarem esse tipo de ação. “Porque Jesus disse ‘ide por todo mundo e anunciai o evangelho a toda criatura. Quem crê e for batizado será salvo’”, comentou.
Presidiários
“Escolhemos abençoar esse grupo que estou na liderança. Temos visto vários resultados de vidas transformadas e o trabalho não é em vão. E também é um trabalho humilde, mas sincero e estamos a disposição para fazer o bem sem olhar a quem”, pontuou Gladstony.

Temos visto vários resultados de vidas transformadas, diz o missionário. (Foto: Missionário Gladstony).

http://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/missionario-evangeliza-presidiarios-e-distribui-brinquedos-para-seus-filhos-no-ceara.html
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E muitos dos seu discípulos já não andavam com Ele...


João 6: 66 

INTRODUÇÃO 


Certo dia, quando ensinava na sinagoga em Cafarnaum, Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu; não é como o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre”. Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Por causa disso muitos dos seus discípulos voltaram para trás e não andaram mais com ele. 


DESENVOLVIMENTO


Por que muitos dos discípulos de Jesus o abandonaram quando Ele lhes disse que sua carne verdadeiramente era comida, e o meu sangue verdadeiramente era bebida? Por que eles disseram que aquele discurso de Jesus era muito duro, a ponto de não poderem suportá-lo?

Quando Jesus falou-lhes a respeito de sua Carne e do seu Sangue, e da necessidade de seus discípulos se alimentarem dele, Ele estava na verdade falando da VIDA NO CORPO; estava falando da necessidade de vivermos em comunhão com o seu Corpo e com o seu Espírito Santo, e isso só se torna possível quando o discípulo obedece à Revelação no Corpo. Para isso ele precisa entender o que é CORPO e o que é VIVER NO CORPO.

Aos Coríntios, Paulo escreveu: “Mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela, para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros”.

Viver no Corpo implica em experimentar tudo aquilo que Jesus experimentou no seu Ministério terreno, e isso não se refere apenas às bênçãos, mas também às provações. Paulo escrevendo a Timóteo, disse: “Na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições”. 

Quando o discípulo não entende o que é a Vida no Corpo, torna atrás diante das lutas e tribulações, abandonando o Senhor Jesus e a igreja. Na igreja existem servos fiéis e infiéis. Não é a presença dos infiéis que vai fazer com que alguém se afaste do Corpo, mas a falta de entendimento do que é a Vida no Corpo. O verdadeiro servo é aquele que luta fielmente para fazer parte do Corpo do Senhor Jesus, vivendo cada dia pelo Espírito Santo, mesmo em meio às lutas e provações. Mesmo diante das coisas que entristecem seu coração, ele não para de se alimentar da Carne e do Sangue do Senhor Jesus.

O apóstolo Pedro escreveu: “Porque isto é agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, suporte tristezas, padecendo injustamente. Pois, que glória é essa, se, quando cometeis pecado e sois por isso esbofeteados, sofreis com paciência? Mas se, quando fazeis o bem e sois afligidos, o sofreis com paciência, isso é agradável a Deus. Porque para isso fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo, para que sigais as suas pisadas” – I Pe 2: 19-21.

Pedro escreveu também: “Amados, não estranheis a ardente provação que vem sobre vós para vos experimentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas regozijai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo; para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e exulteis. Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória, o Espírito de Deus”.

O que Pedro quis dizer foi que, se Jesus sofreu e padeceu em sua vida, o seu Corpo, a sua Igreja, os membros deste Corpo, também sofrerão e padecerão em meio a várias provações. Isto é uma forma de identificação com o Senhor Jesus. Geralmente, em meio às situações inesperadas da nossa vida, nunca entendemos que aquilo que está nos acontecendo faz parte do propósito do Senhor; A nossa tendência é sempre esperar somente bênçãos, nunca aflições. Por isso, quando vêm as provas, pensamos logo em fugir e nos isolar do Corpo. Se, ao invés disso, permanecermos firmes, enfrentando as lutas e provas, estamos demonstrando com nossa atitude que temos parte no Corpo do Senhor Jesus. Infelizmente, muitos só conseguem estar na igreja nos momentos de bênção, quando todos estão sorrindo para eles. Quando tudo está bem, é fácil seguir a Jesus, mas quando vêm a angústia, muitos dão as costas e se vão, às vezes até murmurando contra o Senhor.

 CONCLUSÃO

Existe uma coisa que Deus deseja muito, e Ele tem poucos assim: Homens e Mulheres que possam viver em meio ao sofrimento, como vasos quebrantados. Para nós parece estranho este desejo de Deus, mas é somente em meio ao quebrantamento que o Espírito Santo tem total liberdade de operar em nossas vidas. É por isso que existem as provas; para aprendermos a nos render completamente nas mãos do Senhor, para que Ele opere na nossa vida e através de nós  a sua soberana vontade. Quando isso acontece, estamos nos alimentando da Carne e do Sangue do Senhor Jesus, e nos aproximando cada vez mais da Vida Eterna.


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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

... E as revelaste aos pequeninos


Lucas 10: 21

INTRODUÇÃO

A Palavra de Deus é a revelação geral e fundamental de sua vontade e do seu projeto para a salvação do homem, no entanto, isso não quer dizer que ela é autoelucidativa, isto é, não basta lê-la para entender todas as revelações que o Espírito Santo imprimiu nela. O apóstolo Paulo escreveu: “A letra mata, mas o Espírito vivifica”- II Co 3: 6. O próprio Senhor Jesus disse: “Ainda tenho muito que vos dizer, mas não podeis suportar agora. Mas quando vier o Espírito da Verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará tudo o que há de vir” - Jo 16: 12, 13.

DESENVOLVIMENTO

Com estas palavras, o Senhor Jesus quis dizer que aquilo que Ele ensinou no seu ministério era a base e o fundamento da Obra de Deus, e que o Espírito Santo seria enviado para continuar a “construção” da Obra, revelando as  doutrinas à igreja que nasceria no dia de Pentecostes. Na verdade depois que o Espírito foi enviado, Ele conduziu a igreja a viver a base da Palavra e aos poucos foi revelando e estabelecendo a doutrina completa, a qual ficou patente através das epístolas que o apóstolo Paulo e outros apóstolos escreveram às igrejas.

Hoje em dia nós temos a Bíblia completa e inspirada pelo Espírito Santo, mas para conhecer e entender o seu conteúdo profético e doutrinário, não podemos nos valer da nossa capacidade de interpretar textos, ou de nossa inteligência e poder de observação. Se usarmos esses métodos para entender a Bíblia, cada um de nós terá um entendimento diferente dela, e é dessa forma que surgem as religiões que há no mundo hoje; elas são o produto da interpretação da Bíblia segundo a razão humana.

Foi por isso que o apóstolo Pedro advertiu que “a Escritura não é de particular interpretação”, e que nós precisamos da luz, isto é, da revelação do próprio “Autor” da Bíblia - o Espírito Santo - para alcançarmos o entendimento correto e verdadeiro da Palavra. Somente Ele pode nos fazer enxergar os segredos gloriosos e profundos da doutrina salvadora.

Outro detalhe importante que precisamos admitir em relação à Obra do Espírito, é que ela começou no dia de Pentecostes e só findará no dia do arrebatamento da igreja. Isto quer dizer que a Obra ainda não acabou, e que não está completa ainda. Deus ainda não realizou e também não revelou tudo que tem para revelar ao seu povo. A Obra que o Senhor tem realizado é uma Obra dinâmica, que vai se aperfeiçoando cada vez mais, por intermédio da revelação e somente os que crêem estão percebendo e vivendo isso.

A Obra que o Senhor tem nos revelado hoje, não é constituída de doutrinas “novas” ou estranhas à sua Palavra, mas de doutrinas que estavam encobertas aos olhos dos que usam o “véu da religião”, e que por essa razão não as percebem e nem entendem. O clamor pelo Sangue de Jesus, a consulta à Palavra, a doutrina de Corpo e tantas outras, não são “novidades” criadas por nós, mas são doutrinas bíblicas que foram reveladas pelo Espírito Santo depois que foram vividas e experimentadas por um povo que buscou a face do Senhor em santificação e obediência.

Algumas pessoas têm se escandalizado hoje, como aconteceu nos dias de Jesus, com as doutrinas que o Espírito Santo tem revelado no meio do seu povo. Depois que o Senhor começou a conduzir a igreja à experiência do Culto Profético, este problema se agravou. Alguns perguntam: “Onde é que está escrito isso na Palavra?” e “Porque a igreja primitiva não viveu essa experiência?”. Essas são perguntas que aqueles que são “sábios e entendidos” aos seus próprios olhos têm feito hoje. Pessoas céticas assim, que só crêem no que vêem, não têm parte na Obra do Senhor, pois a Obra é para os “simples”, para os “pequeninos”, que são humildes de coração e que confiam no Senhor. A Obra é para os que dependem do Senhor, que não olham para si mesmos, mas que se colocam na posição de necessitados da misericórdia do Senhor.
As revelações, segundo o que foi definido pelo próprio Pai, são para um povo que crê na operação do Espírito Santo, e que se sujeita às suas orientações sem argumentar ou pedir explicações. Se cremos sinceramente no Espírito e nos colocarmos em suas mãos, Ele não deixará que sejamos confundidos ou envergonhados, mas certamente nos guiará em toda verdade.

CONCLUSÃO

A Obra tem prosseguido, apesar de todas as lutas, e o Espírito continua operando para preparar um povo e conduzi-lo a uma forma de vida de total dependência dele. Para isso Ele tem aperfeiçoado a doutrina bíblica revelado-a cada vez mais profundamente ao seu povo.
Enquanto isso acontece, o próprio Espírito vai também julgando aqueles que são “sábios” aos seus próprios olhos, afastando-os no meio do seu povo, para que os “pequeninos” cresçam cada vez mais na fé e no conhecimento do Senhor Jesus e se preparem para o momento glorioso do arrebatamento.           
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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

E ali haverá bom caminho...


Isaías 35: 7, 8

INTRODUÇÃO

Quando nós lemos o livro do profeta Isaías, percebemos que ele é como um quinto Evangelho, em virtude do grande número de profecias que falam do Senhor Jesus e de sua Obra. Isaías alcançou profundas revelações a respeito da grandeza e majestade do Messias, com detalhes muito ricos sobre como sua Obra seria realizada na vida de muitos. Podemos afirmar que o profeta entrou no tempo de Deus, e na eternidade pôde ver aquilo que iria acontecer no futuro, e entender o Caminho que seria revelado a todos nós hoje em dia.

DESENVOLVIMENTO

Diante das revelações que lhe foram dadas, Isaías viu as transformações que ocorreriam na vida daqueles que conhecessem e entrassem por esse Caminho Santo.

A terra seca se transformará em tanques... - Sempre que a Palavra de Deus fala de “terra”, geralmente está se referindo ao coração do homem, onde a Boa Semente é plantada. Mas o coração do homem natural é como “terra seca” e estéril, que nada produz. A terra mais seca que se conhece é a terra do deserto, e é assim que tem sido o coração de muitos; semelhante a um deserto sem vida. Quando uma pessoa passa muito tempo no deserto, sentindo fome e sede profundas, começa a ter miragens, que são visões ilusórias e irreais de coisas que não existem. Hoje em dia há muitos que estão famintos e sedentos neste mundo, vivendo as ilusões e falsas expectativas da religião. Mas quando a pessoa tem um encontro pessoal com o Senhor Jesus, seu coração se transforma numa “fonte de água”, pois o Espírito Santo, que é essa Fonte, passa a habitar no seu interior, transformando toda a vida e revelando a Palavra da Verdade que faz frutificar.

Onde haviam os chacais, haverá erva com canas e juncos... - Os chacais são animais ardilosos que habitam o deserto, alimentando-se das carcaças mortas daqueles que perecem de fome e sede. Eles tipificam o adversário, que se compraz daqueles que têm o coração vazio, e se alimenta da falta de vida daqueles que não conhecem Jesus. A revelação do Senhor Jesus afugenta os chacais e transforma a aridez existente no nosso coração em terra fértil, onde cresce a erva verde (nova vida), as canas (louvor) e os juncos (testemunho).

Ali haverá bom caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, pois será somente para o seu povo; quem quer que por ele caminhe não errará, nem mesmo o louco - Jesus é esse Bom e Santo Caminho, e para andar por ele é preciso ter uma vida nova e pura, livre das imundícies do pecado e do mundo. Esse Caminho é inconfundível e único; Ele é iluminado pelo Espírito Santo, que revela todas as coisas, a fim de que não venhamos a errá-lo nunca. A Palavra diz que nem o louco errará esse Caminho. O louco é aquele que confia na aparência deste mundo e não considera o Bom e Santo Caminho. Mas se ele mudar a disposição do seu coração, e olhar para o Senhor Jesus como sendo esse Caminho, e pela fé, passar a andar por Ele, certamente será conduzido e não o errará também, pois o Espírito Santo transformará sua loucura em sabedoria. 

CONCLUSÃO


 A Obra do Espírito produz a verdadeira vida no homem, cujo coração é como terra seca e árida. Ele trás toda sorte de benefícios e felicidade, não apenas nesta vida, mas principalmente para a eternidade. Esta vida, que é o Bom e Santo Caminho, conduzirá um povo que vive em pureza e santidade, a um lugar de louvor e adoração, que é a eternidade da presença do Senhor. Deus convida a todos para andarem por Ele.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

“Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé


De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo, astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais.

Vimos um claro exemplo disso ontem à noite. Em pleno Natal, o programa semanal de variedades “Fantástico” levou ao ar uma reportagem sobre a réplica da arca de Noé construída no Estado do Kentucky, nos Estados Unidos. A seguir, vamos analisar alguns pontos da reportagem que pode ser vista aqui. Confira também os links fornecidos ao longo do texto e que proveem conteúdo adicional.



1. O vídeo começa com a frase “qualquer criança conhece essa história”, numa possível tentativa de logo de cara infantilizar o assunto. Sim, as crianças conhecem a história de Noé, mas adultos também se dedicam ao estudo do tema, e há muitas pesquisas sobre isso que poderiam ter sido mencionadas na matéria (confira aqui e aqui). 

2. O repórter Felipe Santana mostra a cozinha da arca e diz que seus criadores acreditam que a família de Noé era vegetariana, “apesar de ter muitos animais dentro da arca”. Mas é evidente que deveriam ser vegetarianos, afinal, os animais mantidos na embarcação (um par de animais “impuros” e sete pares de animais “limpos”) eram um verdadeiro patrimônio, e, naquele momento, uma raridade. Se a família de Noé se pusesse a comê-los, poderia acabar por extinguir algumas espécies. É bom lembrar que a dieta originalmente determinada por Deus para os seres humanos e para os animais foi a vegetariana. A permissão para comer carne veio somente após o dilúvio, em caráter de emergência. Daí a quantidade maior de animais liberados para consumo humano (ou “limpos”).

3. O repórter diz, também, que os criadores da arca não acreditam que animais possam ter sido extintos pela seleção natural. Não sei de onde ele tirou isso, pois os criacionistas acreditam, sim, nos efeitos da seleção natural e em seu potencial de eliminar organismos menos adaptados às condições em que vivem. Não acreditam é no poder “criador” às vezes atribuído à seleção natural, como mecanismo promotor de evolução. Como o nome já diz, ela apenas seleciona o que já existe, mas não promove aprimoramentos que dependeriam de novos aportes de informação complexa e específica, o que é cientificamente improvável, pois informação depende de uma fonte informante.

4. A matéria comete o erro clássico de confundir ciência com cientistas, e afirma que a evolução é “a teoria mais aceita pela ciência”. A ciência não “aceita” nada, não “pensa” nada, não “supõe” nada. Ciência é método, é ferramenta, é um ótimo recurso não inventado pelo ser humano, mas usado por ele para compreender a realidade que o cerca. Os cientistas (com toda a sua subjetividade, suas crenças e seus pressupostos) é que “aceitam”, “pensam” e “supõem”. Assim, o correto seria dizer que a evolução é a teoria mais aceita por muitos cientistas, não todos, afinal, há aspectos dessa teoria que sequer são científicos (são filosóficos) e há muitos cientistas que não aceitam todos os aspectos do evolucionismo, justamente por não serem científicos. A matéria do “Fantástico” simplifica demais a questão e promove o clássico ufanismo darwinista.

5. Citam o conhecido exemplo do pescoço da girafa e afirmam que as mais altas foram selecionadas pelo fato de conseguirem alcançar as folhas verdes do alto das árvores. E os animais que não dispunham de pescoções, como “se viravam”? Por que não se tornaram extintos? E os mecanismos complexos de que a girafa dispõe para poder viver com aquele pescoção (confira aqui)? Teriam “surgido” assim complexos nas girafas altas e não nas mais baixas? Nas baixas seria desnecessário. Nas altas seria vital desde o princípio, pois a girafa não sobreviveria sem esses mecanismos. Fica fácil apresentar uma teoria simplificando tudo como se fosse uma historinha para crianças (e tiveram a coragem de começar a matéria dizendo que a arca de Noé é história infantil!).

6. Em seguida, Santana diz que o “pessoal” (intenção de descredibilização?) que criou a arca acredita no criacionismo, segundo o qual “tudo” e “todos” foram feitos por Deus. Outra simplificação generalista. Criacionistas não acreditam, por exemplo, que Deus criou o tubarão, o leão e o mosquito Aedes aegypti do jeito que são. Deus criou os tipos básicos de animais e estes passaram por modificações morfológicas, fisiológicas e comportamentais. Sofreram diversificação de baixo nível, de modo que os seres vivos que hoje habitam a Terra (nós, inclusive) são descendentes modificados das primeiras criaturas. Criacionistas não são fixistas, como tenta afirmar nas entrelinhas a matéria do “Fantástico” (confira material adicional aquiaquiaqui e aqui).

7. Santana diz que, para trabalhar na arca do Kentucky, é proibido ter outra religião, ser a favor do aborto ou ser gay. É evidente que é preciso haver identificação do funcionário com a ideologia que ele vai defender. Ou são permitidos em universidades públicas professores criacionistas para lecionar a cadeira de Evolução, por exemplo? Michael Behe, em seu livro A Caixa Preta de Darwin, conta o caso de um cientista que perdeu a chance de assinar uma coluna sobre ciência em um grande jornal norte-americano pelo simples fato de ter dito que acredita no Gênesis. Por que a reportagem tenta destacar o que seria um tipo de preconceito criacionista, ao passo que ignora situações semelhantes “do outro lado”?

8. Pouco depois da metade do vídeo, é apresentada aquela que é considerada a maior polêmica relacionada com a réplica da arca: a presença de dinossauros a bordo. Na sequência do erro cronológico de dizer que a Bíblia localiza a história da arca há seis mil anos vem outro erro conceitual: Santana diz com ênfase na narração que “a ciência acredita que os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos”. Já vimos que a ciência não acredita em nada. Quem acredita são os cientistas. Pelo menos Santana utilizou o verbo correto: “acredita”. Sim, porque, apesar do relativo consenso, não é unanimidade entre os cientistas que os dinossauros tenham vivido e se tornado extintos há tantos milhões de anos. O “Fantástico” perdeu a oportunidade de discutir e esclarecer esse assunto. Na verdade, acabaram por complicar ainda mais. Depois de Santana afirmar categoricamente que “isso aqui nunca aconteceu”, referindo-se à presença de dinossauros na arca, a matéria exibe enquetes com pessoas mal informadas sobre criacionismo, que dão respostas superficiais, e, em seguida, traz uma entrevista com o doutor em biologia genética pela Universidade de Harvard Nathanael Jeanson. Ele menciona a descoberta de tecidos moles em fósseis de dinossauros e pergunta como isso é possível, se esses fósseis têm tantos milhões de anos? Na busca de resposta, Santana entrevistou Alexander Kellner, pesquisador do Museu Nacional do Rio de Janeiro, que simplesmente se limitou a explicar o processo de fossilização, quando matéria orgânica é substituída por minerais. Nada disse ou explicou sobre a presença de tecidos moles não fossilizados nesses fósseis supostamente tão antigos – isso, sim, é fantástico! Mas o “Fantástico” ficou devendo essa explicação aos seus telespectadores. (Leia mais sobre os achados de tecidos moles em fósseis de dinossauros. Clique aqui.)

9. Santana afirma também que, “segundo a ciência, o homem nunca viveu no mundo dos dinossauros”. Nem vou repetir que a ciência não diz nada (ops! Já repeti), vou apenas dizer que existem, sim, evidências da convivência entre humanos e dinos (confira aqui e aqui). O que ocorre é que, infelizmente, os cientistas evolucionistas e setores da mídia comprometidos com a cosmovisão naturalista-darwinista ou ignoram essas evidências ou as minimizam, porque não se encaixam em seu modelo conceitual preestabelecido.

10. Santana diz que a instituição que construiu a arca quer que o criacionismo e o evolucionismo sejam ensinados nas escolas, a fim de que os alunos conheçam os argumentos de ambos os lados e possam decidir em que acreditar. Há algo de errado nisso? Não é no ensino do contraditório que realmente se pode aprender, e aprender a pensar, inclusive? Por que esse receio de promover a discussão crítica das insuficiências da teoria da evolução? (Na verdade, essa é exatamente a proposta de entidades como a SCB e deste blog, que não apoiam o ensino do criacionismo em escolas públicas. Saiba por quê.)

11. A reportagem termina com estas palavras do repórter: “Com uma estrutura deste tamanho [a arca], eles querem tentar convencer que a deles é a história certa. E você? Em qual você acredita?” Mas o que a matéria passa é a seguinte ideia: “O evolucionismo é sinônimo de ciência, o criacionismo é essa bobagem que lhe mostramos. Em que você acredita?” A reportagem comete o clássico equívoco “vendedor de jornais” de apresentar a ciência em conflito com a religião, sem mencionar que ambas podem andar juntas e em harmonia, mesmo com metodologias distintas (confira aquiaquiaquiaqui e aqui).

O lado bom da matéria (porque nem tudo são espinhos) é que deram certa visibilidade ao criacionismo e chamaram a atenção dos telespectadores para o assunto do dilúvio e da arca de Noé. Que cada um busque as informações corretas a fim de formar sua opinião. Para a infelicidade de certos setores da mídia, hoje a informação e os dados estão mais disponíveis para os que desejam conhecer a verdade.

Michelson Borges



Assista também à entrevista com o geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr. e ao vídeo "Origens dos Dinossauros" (compacto).

Conheça o livro Terra de Gigantes, sobre o dilúvio e os dinossauros (clique aqui).

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A Mensagem das Crianças da Obra



ATOS 12:13 - 16


 INTRODUÇÃO

·       Há muitas crianças e adolescentes cujas histórias estão narradas na Bíblia. Todos aqueles que, desde criança, buscaram uma experiência com o Senhor, foram vitoriosos em suas vidas.
·       José, Moisés, Samuel, Davi,  Daniel, etc.

DESENVOLVIMENTO

·       Dorcas – mais uma criança que a o Senhor fez questão de registrar sua experiência.
·       Pedro – representa o Senhor Jesus.
o   Preso
o   Condenado à morte
·       Havia uma grande ansiedade na casa de Rode, pois todos pensavam que, ao amanhecer, Pedro já estava morto.
·       Muitas pessoas, hoje, vivem uma grande ansiedade, um grande vazio, pois pensam que Jesus morreu há dois mil anos e continua morto. Para muitos, Ele realmente está morto.
·       Mas Pedro estava vivo, assim como Jesus está vivo!
·       Pedro bate à porta – Jesus continua batendo à porta de muitos corações, de muitas casas, de muitas famílias.
·       Quem foi abrir foi uma criança – Rode.
·       As nossas crianças estão ouvindo o bater do Senhor Jesus e estão se dispondo a ter uma experiência com Ele. Estão abrindo a porta de seus corações.
·       Rode reconhece a voz de Pedro – As crianças desta obra estão vivendo uma experiência de ouvir e reconhecer a voz de Jesus. Elas têm dons, elas são obedientes, elas têm experiências maravilhosas, elas oram pelos seus familiares e o Senhor os abençoa, elas têm intimidade com o Senhor.
·       A alegria que ela sente é tão grande, que ela quer transmitir à sua família, aos seus parentes, àqueles que estão em sua casa – a mesma experiência vivida pelas nossas crianças hoje.
·       A mensagem de Rode: PEDRO ESTÁ VIVO!
·       Esta é a mensagem das nossas crianças aos seus parentes, coleguinhas: JESUS ESTÁ VIVO!
·       Elas não levam esta mensagem porque alguém lhes ensinou, ou treinou para que repetissem. Elas o fazem porque elas mesmas têm ouvido a voz de Jesus!
·       As pessoas tiveram duas reações:
1.    Não acreditaram – acharam que ela estava louca ou era coisa de criança e não queriam dar importância.
2.    Tentaram dar uma explicação religiosa – “é o seu anjo”.
·       Estas são as mesmas reações que as pessoas têm hoje ao ouvirem nossas crianças falarem das experiências vividas  com o Senhor.
·       Pedro continuou insistindo – O Senhor Jesus ainda quer dar oportunidade para que as pessoas tenham uma experiência de Salvação.
·       Resolveram, então, abrir a porta – Quando o homem se entrega ao Senhor para também Ter a sua experiência.
·       Viram que Pedro estava vivo e se maravilharam – a reação do homem ao ver que Jesus está vivo, ao conhecê-lo pessoalmente, é de se maravilhar com tudo o que vê e experimenta.

CONCLUSÃO

      As crianças, intermediários e adolescentes têm uma mensagem nesta obra: JESUS ESTÁ VIVO! E esta mensagem é fruto de uma experiência pessoal com o Senhor. Elas o conhecem e por isso elas evangelizam e convidam. Elas querem que seus pais, avós, parentes e amigos também experimentem deste gozo maravilhoso.
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Wallace Oliveira Cruz

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