A consulta precipitada

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Juízes 20: 18-29 

INTRODUÇÃO

Os benjaminitas haviam abusado da mulher de um levita, causando-lhe a morte. Os homens de Israel ficaram indignados com o acontecido, e planejaram uma vingança contra os da tribo de Benjamim.

DESENVOLVIMENTO

Israel se ajuntou para o ataque, e consultou o Senhor sobre qual das tribos deveria atacar primeiro, e o Senhor disse que Judá atacaria. Após a batalha, os da tribo de Judá foram derrotados pelos benjaminitas e perderam 22 mil homens. Por que isso aconteceu, se foi o Senhor quem autorizou o ataque feito por Judá? É que, quando eles consultaram ao Senhor, já havia em seu coração a predisposição para fazer sua própria vontade. Já havia um propósito determinado, e a consulta ao Senhor foi somente para desencargo de consciência. A Palavra diz que quando consultamos ao Senhor com ídolo no coração, que é a vontade própria, predisposição em fazer aquilo que se está consultando, o Senhor responde conforme o ídolo (Ezequiel 14: 4).

Após a derrota, o povo de Judá tornou a se esforçar e todos choraram perante o Senhor, mas não de arrependimento e sim pelo fracasso obtido. Eles não perceberam seu erro, e consultaram ao Senhor novamente com ídolo no coração. Depois da segunda batalha, nova derrota foi alcançada, com um saldo de 18 mil mortos da tribo de Judá.

Foi a partir daí que o povo percebeu que estava fazendo algo errado. Então subiram e vieram a Betel, derramaram suas lágrimas diante do Senhor, jejuaram e ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas. Através da consagração de suas vidas, da humilhação e da confiança na providência do Senhor demonstrados por eles, e após o despojamento dos ídolos dos seus corações, o Senhor se tornou propício e os orientou detalhadamente sobre como deveriam agir. Após isso a vitória contra os benjaminitas foi completa.

CONCLUSÃO

Às vezes consultamos ao Senhor, apenas para desencargo de consciência, mas o que queremos mesmo é fazer o que está no nosso coração. Nestes casos não há dependência do Senhor, nem desejo de fazer sua vontade, e por isso as coisas saem errado e nós somos derrotados. Nós precisamos aprender a lição da confiança e dependência do Senhor, pois só Ele sabe o que é melhor para nós e só Ele vê aquilo que está adiante, no futuro. Às vezes aquilo que está diante de nós parece ser vantajoso, mas Deus sabe com precisão a realidade das coisas. Não podemos nos apresentar diante do Senhor para consultá-lo com ídolo, isto é, com a determinação de fazer o que queremos, no nosso coração. Deus tem um projeto para cada um de nós, e nós só vamos conhecê-lo e vivê-lo, se consultarmos ao Senhor em todas as decisões que tivermos que tomar na nossa vida.               

Wallace Oliveira Cruz

A carga de terra de Naamã

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II Reis 5: 17

17 E disse Naamã: Se não queres, dê-se a este teu servo uma carga de terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao Senhor.

          INTRODUÇÃO

         
Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante de seu senhor e de grande conceito, porém era leproso. Certo dia, uma menina da terra de Israel, capturada em uma das campanhas do exército da Síria, e que estava a serviço da mulher de Naamã, disse à sua senhora: “Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra”. Esta palavra chegou ao conhecimento de Naamã através de sua mulher, e este foi ter com o rei da Síria, o qual lhe falou: “Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel”.


          DESENVOLVIMENTO

         
Naamã se preparou e partiu levando consigo dez talentos de prata, seis mil ciclos de ouro e dez vestes festivais, juntamente com a carta do rei da Síria. Tendo lido a carta, o rei de Israel rasgou os seus vestidos e disse: “Acaso sou Deus com poder de tirar a vida ou dá-la, para que este envie a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra? Notai e vede que procura um pretexto para romper comigo”.

         
Ouvindo, porém, Eliseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara as suas vestes, mandou dizer ao rei: “Porque rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim e saberá que há profeta em Israel”.

         
Veio, pois, Naamã com os seus cavalos e os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu, o qual lhe enviou um mensageiro, dizendo: “Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada e ficarás limpo”. Naamã, porém, muito se indignou e se foi, falando da sua decepção com o rei de Israel e agora com o profeta Eliseu, pois as coisas não tinham acontecido como ele imaginava. No caminho, um dos seus servos passou a aconselhá-lo dizendo: “Meu pai, se te houvesse dito o profeta alguma coisa difícil, acaso, não a farias? Quanto mais, já que apenas te disse: Lava-te e ficarás limpo”.

         
Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne se tornou como a carne de uma criança, e ficou limpo.

         
Voltou Naamã ao profeta com toda a sua comitiva, e pôs-se diante dele dizendo: “Agora reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel”. Depois lhe ofereceu um presente, mas Eliseu recusou aceitá-lo, apesar da insistência de Naamã.

         
Então ele disse ao homem de Deus: “Se não queres, peço-te que ao teu servo seja dado levar uma carga de terra de dois mulos; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao Senhor”.


          CONCLUSÃO

         
Por que Naamã desejou uma carga de terra de dois mulos, da terra de Israel? Por que ele não se interessou por outra coisa, talvez mais fácil de transportar, como um cântaro de água do Jordão, por exemplo?

         
Quando o Senhor introduziu o povo de Israel na terra prometida, disse a todos que aquela terra era a herança do Senhor para o seu povo, a qual não poderia ser vendida, mas que deveria ser passada de pais para filhos, por todas as gerações.

         
Naamã desejou uma carga de terra, porque entendeu que ela era a herança do Senhor para ele também, pois a partir daquele momento o Senhor seria o seu Deus. O que ele havia adquirido naquele dia, não era simplesmente uma cura, mas uma herança, uma salvação eterna que ele não trocaria por nada no mundo.

         
Quando temos uma experiência com o Senhor Jesus, o que deve permanecer nas nossas vidas, não é a simples lembrança da bênção, sem um compromisso de definição e transformação de vida. Deus não está operando na vida das pessoas para colocá-las numa religião depois disso, mas Ele está nos levando a entender que tem uma herança para nós, um projeto de Salvação que nos leva à Eternidade.

         

Esta herança deve permanecer conosco todos os dias da nossa vida, através da comunhão com o Senhor Jesus e da revelação que o Seu Espírito Santo tem nos dado a cada dia.

A capa de Elias

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II Reis 2: 8-13

 INTRODUÇÃO

·     Eliseu foi chamado por Elias para a realização da Obra através de um gesto muito interessante: Elias colocou a sua capa sobre os ombros de Eliseu e ele deixou tudo e o seguiu
·     Elias: tipo do Senhor Jesus
·     Eliseu: tipo do servo fiel
·     A capa de uma pessoa era o que a identificava de longe quando ela estava passando
·     A capa de Elias sobre os ombros de Eliseu é tipo do Sangue de Jesus sobre a vida do servo, que ele passa a desfrutar desde o chamado (a conversão) e que o identifica como servo, tanto para o mundo, como para o Pai. É como se o servo passasse a ter a “identidade” de Jesus.


DESENVOLVIMENTO

·     Eliseu havia vivido uma experiência muito interessante: mesmo sabendo que Elias seria arrebatado, ele foi até o fim no intuito de receber uma bênção.

·     Eles passaram por vários lugares (Gilgal, Betel, Jericó e o Jordão), mas Eliseu soube esperar e ser fiel em busca da bênção - o servo fiel não abandona o Senhor Jesus um instante sequer e espera, que no momento certo a bênção vem.
·     Eliseu não deu ouvidos às muitas tentativas de demovê-lo do seu desejo de alcançar a bênção - o servo fiel enfrenta muitas situações e convites para deixar a Obra, mas ele não dá ouvidos e continua no caminho.

·     Elias abre o Jordão com sua capa - o Senhor Jesus tem realizado muitas maravilhas no meio da sua igreja e o servo fiel (Eliseu) tem acompanhado, visto de perto e até participado destas experiências (eles passaram juntos)
·     Elias pergunta: “... - o que queres que eu te faça?...”

·     A resposta de Eliseu:“... - porção dobrada do teu espírito sobre mim.” - a bênção que o servo fiel almeja é sempre espiritual. O seu desejo deve ser sempre de crescer na presença do Senhor, de alcançar experiências mais profundas com Ele. O adversário tem usado força dobrada para derrubar o servo, por isso é necessária PORÇÃO DOBRADA do Espírito Santo sobre a sua vida.
·     “Coisa dura pediste...” - O preço para alcançarmos estas bênçãos foi muito alto e foi pago no calvário pelo Senhor Jesus

·     “...SE ME VIRES...” -  A condição para receber a bênção era VER Elias no exato instante em que ele seria arrebatado e que ninguém sabia exatamente qual seria este momento. - O servo luta, paga um preço por uma bênção,  só a receberá se estiver ATENTO ao Senhor e à sua Obra. Se Eliseu desviasse os olhos por um único instante de Elias, este poderia ser o momento em que ele seria arrebatado e Eliseu perderia aquela bênção.

·     A capa que fica - A confirmação da bênção na vida do servo, a prova visível de que ele alcançou aquilo que ele tanto almejava é o renovo da salvação, do primeiro amor (o chamado), é a marca do Sangue de Jesus na sua vida.
·     Eliseu passa a usar a capa de Elias - o servo fiel tem a identidade de Cristo.
·     Eliseu abre o Jordão com a capa - “...os sinais seguem aos que crêem...” - o servo usa as bênçãos que têm recebido do Senhor na realização da sua Obra.

 CONCLUSÃO



Muitas vezes nós almejamos bênçãos do Senhor (dons, o levantamento para um grupo, a instrumentalidade na casa do Senhor) e lutamos por isso, mas é preciso estar constantemente atentos porque, a qualquer momento, esta bênção virá.

Wallace Oliveira Cruz

A cana trilhada não quebrará

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Isaías 42: 1- 4 

Eis o meu Servo a quem sustenho, o meu eleito, em quem tenho toda a alegria. Tenho nele o meu Espírito e ele fará justiça às nações!

Não usará de gritos, nem clamará ou levantará a voz pelas ruas.

Não quebrará o caniço rachado  e não apagará o pavio que esfumaça. Em verdade e fidelidade implementará a justiça.

Não se quebrará diante da fraqueza, nem se deixará abater, até que estabeleça a justiça na terra. Em sua lei até as mais longínquas e diminutas ilhas depositarão sua esperança! [1]

A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça. Isaías 42: 3  [2]


INTRODUÇÃO

Quando o profeta Isaías escreveu estas palavras, ele estava vendo com perfeição o coração do Senhor Jesus, e aquilo que ele viria fazer. Ele resumiu o caráter e o ministério de Jesus quando profetizou: “A cana quebrada não esmagará, nem apagará o pavio que fumega...” 

DESENVOLVIMENTO 


Era comum crescerem canas às margens dos rios de Israel. As crianças gostavam de sentar-se às margens dos rios e tirar o miolo das canas, a fim de fazer flautinhas musicais. A tarefa era delicada; a cana poderia ser facilmente esmagada, estaria inutilizada para produzir música; as crianças quebravam de vez essa cana, e a atiravam no rio, pois, se havia tantas outras canas com que trabalhar, uma a mais, outra a menos, não iria fazer falta!

O profeta Isaías disse que quando o Messias viesse ele não esmagaria “a cana quebrada...” O Senhor Jesus se caracterizaria como a Pessoa que nunca jogaria fora aqueles que fossem esmagados no processo do manuseio. Cada pessoa tem o seu devido valor para o Senhor, e cada uma delas custou um alto preço para ser redimida. Deste modo, ninguém pode ser descartado ou jogado fora, por pior que pareça a sua situação e quanto trabalho dará para ser recuperado.

Nos tempos bíblicos, as casas israelitas eram iluminadas por candeias de óleo. Um pavio feito de fio de linho boiava no óleo, e iluminava a casa. Se o azeite acabasse, o mau cheiro do linho queimado causaria náusea; embaraçada, a dona-de-casa o atiraria fora, pela janela. Ela teria uma caixa cheia de pavios, de modo que jogar fora um deles não faria a mínima diferença.

No entanto, Isaías disse que o Senhor Jesus, quando viesse, não apagaria “o pavio que fumega”. Ele não se livraria daqueles que se viram queimados pela vida, que só produzissem luz trêmula e oscilante.

Os fariseus descartavam-se das pessoas que haviam falhado na vida, mas Jesus restaurava aquelas canas esmagadas, transformando-as em instrumentos musicais que tocavam seu louvor. Jesus tomava os restos fumegantes de uma vida esgotada e transformava-os num pavio mediante o qual Ele próprio seria a Luz do mundo. 

CONCLUSÃO 


A igreja fiel é aquela que tem o mesmo ministério do Senhor Jesus e se identifica com Ele através de suas Obras e do seu modo de viver. Ela nunca despreza aqueles que tropeçaram em algum momento da sua caminhada, mas sempre estende a mão para levantar e fortalecer. A Obra nunca abandona um soldado ferido, mas o socorre e o ajuda, para que se recupere e continue a lutar na batalha pela eternidade.

O profeta Ezequiel confirmou a profecia de Isaías quando escreveu a respeito do Senhor Jesus: “Eu apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o Senhor Jeová. A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei...”


[2] Bíblia traduzida em português – João Ferreira de Almeida [JFA]




O Mensageiro e sua função

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O MENSAGEIRO E SUA FUNÇÃO

João 11:3,4
Vs.3 - Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas.
Vs.4 - E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.
ANONIMATO
Meus irmãos de início é bom lembrar que a bíblia não relata o nome deste mensageiro e nem suas origens, se torna portanto um Anônimo.
O objetivo não é propagar/evidenciar o nome daquele que vai levar a mensagem e sim daquele que descreveu a mensagem.
A FUNÇÃO
Era responsável de encontrar o destinatário em meios de intemperes, frio, sol e dirigir com clareza a mensagem pelo qual foi enviado.
Muitas vezes, nós como obreiros temos que enfrentar barreiras, dificuldades para que a mensagem seja entregue.
A 1° MENSAGEM (do homem,criadora,sem fé,sem esperança)
Vs.3 – Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. Veja os irmãos o texto se inicia dizendo que as irmãs o mandaram com essa mensagem. Este mensageiro está preocupado, com medo, não tinha 100% de certeza, desacreditado, sem esperança.
Quando o obreiro leva a mensagem da razão, da desesperança, sem fé, sem certeza, quando ao invés dela vir do céu, ela vem da terra de uma situação difícil...Nós como obreiros, toda vez que levamos essa mensagem, não veremos nenhum resultado. Mas tem um detalhe...Ele sabia como encontrar com JESUS, e ele vai até Jesus com essa mensagem... Jesus não o desprezo, mas agora ele tem uma outra mensagem...
A 2° MENSAGEM (de JESUS, da vida,redentora,Milagre,esperança)
Vs.4 – Não é para a morte.... Este homem agora tinha uma responsabilidade ainda maior que é de levar com clareza uma mensagem que saiu da boca de JESUS. Ele provavelmente volta agora com fé, esperança em meio a situação , pois teve um encontro com Jesus.
Quando nós encontramos com Jesus (a verdade) tudo muda, a mensagem é outra, é aquilo que saiu da boca do filho de Deus, e temos uma grande responsabilidade que é de falar tão somente oque veio de Jesus. O detalhe é que nós sabemos como o encontrar – Orando, buscando, usando os meios de graça que são recursos que nos leva ao autor da verdade.
A CONDIÇÃO (vida x morte)
Quando aquele mensageiro chega em Betânia na casa das irmãs de Lázaro vê uma cena difícil: LÀZARO MORREU !
Ele tinha uma condição, crer na palavra de Jesus e por fé dizer aquelas mulheres em meio a dor que Jesus disse que não é para a MORTE sendo que com seus próprios olhos viu na sepultura. Por certo, elas queriam saber de como foi o encontro com Jesus... E aquele mensageiro conta a ela.: “Ele me disse que não é para a morte”
Essas mulheres tinham também uma condição, crer ou não na mensagem.
Meus irmãos pode ser difícil oque nossa igreja, os membros esteja vivendo com lutas, provações em seus lares, trabalho, saúde. Mas temos que ter OUSADIA e FÉ para entregar a mensagem que não é nossa é de JESUS, somos apenas instrumentos, veículos, vasos dele. Mesmo vendo a situação difícil, CREIA !
Muitas vezes não vão acreditar nessa mensagem, diante da MORTE que estão vivendo nos lares, em sua vida, vão duvidar se de fato estamos entregando algo que é do Senhor.
O TEMPO
Passaram-se 4 dias que Lázaro estava morto na sepultura, ou seja humanamente falando: É IMPOSSÍVEL. Mas, Jesus chega naquela casa.... havia choro, tristeza, desesperança...
A partir de agora não se fala mais no mensageiro, pois já fez sua função.
O tempo pode passar, mas a palavra de Jesus, não volta vazia... Ele é fiel e justo ainda que alguns a tem por tardia ele não retém sua promessa. O importante é que Jesus vai chegar pra você , pra sua dor, e vai mudar a tristeza em alegria.
O RESULTADO
Vs. 43,44 – ...Sai para fora ! .... E saiu oque estava morto....
Jesus foi ao encontro da necessidade e restituiu a esperança, a paz, a alegria, opera o milagre na vida do necessitado.
Veja os irmãos, quando ele entrega a mensagem não se fala mais do mensageiro e sim de Jesus. Cumpra sua função de levar a palavra, somos vasos, apenas ele opera, que se destaca.
Não se apareça, deixe Jesus aparecer que o milagre ele vai fazer.
Que DEUS nos abençoe!
Matheus Favoreto
Rita III - Gov.Valadares/MG
Blog Palavra Revelada

A "verdade" deles sobre o batismo infantil

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OS ERROS DESTA TEORIA

1 - NOVA aliança não é a mesma, a aliança não foi aperfeiçoada, se assim fosse o judaísmo estaria em pé de igualdade com o cristianismo, não sendo substituído por ele. A aliança também não foi restaurada, ela é NOVA. "NOVA aliança vos dou", imaginem uma aliança de ouro, ate então todos tinham uma aliança (judeus) Jesus diz NOVA ALIANÇA vos dou.

2 - Não vemos nenhuma passagem bíblica em que se mostra um batismo infantil. Mostre-me uma se você puder...

3 - Jesus era circuncidado e foi batizado aos 30 anos, todos os batismos mencionados na bíblia foram com pessoas na idade da razão.

4 - Eles dizem tanto do batismo ter substituído a circuncisão, mas esqueceram que a mesma era para os HOMENS, logo o batismo infantil não deveria ser apenas para os homens também? As judias faziam parte do povo de Deus sem a circuncisão (claro), logo as cristãs podem fazer parte do povo de Deus sem o batismo.

Na realidade esquecem-se de mencionar que o calvinismo defende o batismo infantil que não está na bíblia e por conta dele condenou à morte milhares de anabatistas, pelo simples fato de considerarem inválido o batismo infantil.

5 - O batismo representa externamente o que JÁ aconteceu internamente (O Espírito Santo me capacitou a crer e me selou, por tanto eu morri para o mundo e vivo para Cristo). Uma criança não está em condições de fazer a sua escolha de vida.

6 - Geralmente os erros de interpretação não são diretamente no texto lido, mas, o que se considera como fato antes de ler o texto.

Tudo quanto o pregador fala seria correto se não estivesse sido montado em cima de um erro. Imagina você construir uma casa perfeita usando todo o material correto sobre um terreno não adequado a construção? Não dá pra trocar o terreno depois. Perde-se a casa toda.

No seu caso o erro é em afirmar que há apenas uma aliança. Alias esse erro chega a ser grotesco a bíblia é clara em afirmar que estamos em uma NOVA ALIANÇA apesar de você dizer claramente que não. Existem sete versículos falando em NOVA ALIANÇA no novo testamente diretamente e outras dezenas falando a mesma coisa, porém, usado outras expressões. Realmente o pregador faz uma exposição muito convincente, porém em cima de um pressuposto errado.

7 – Acusar as igrejas pentecostais de fugirem da "sola scriptura", quando estas valorizam as experiencias com os dons espirituais, parece ser algo desonesto, por parte daqueles que defendem o batismo infantil, o qual não está na Bíblia, mas os dons espirituais estão. É difcil crer que o ritual do batismo infantil que produziu a morte de milhares de anabatistas e não encontra respaldo bíblico para ser praticado, faça bem para a alma de alguém. Creio que Deus não teve parte nenhuma naquela inquisição e pelo contrário, certamente julgará os inquisidores, conforme as suas obras.´

Entrando na "birita"...

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“Não queremos proibir bebidas; o que é necessário é se alertar contra os abusos. Não comer nem beber demais(...)”. (Tópicos de ensinamentos 1992 - 57 - Assembléia).

“A Palavra de Deus nos ensina a moderação. Em festas de casamento, muitas vezes, há bebidas de alto teor alcoólico. Para o povo de Deus convém sempre a moderação, em tudo, a fim de não sermos reprovados” – (Tópicos de ensinamentos 1995 - 60 – Assembléia).

(...)”Não se celebra a Santa Ceia em presídios, por não ser permitida a entrada, nesses locais, de bebida alcoólica” – (Tópicos de ensinamentos 2002 - 67 – Assembléia).

Recorte de um texto da web contendo a citação de um curioso documento da CCB: