PROCLAMANDO A VOLTA DO SENHOR JESUS!




"E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” -Apocalipse 22:17



sábado, 9 de julho de 2016

A dura lição de Davi

Davi é considerado o grande rei de Israel, o escolhido e ungido do Senhor. Cristo, inclusive, é chamado de filho da Davi. Mas a Escritura não ignora a humanidade desse ícone da história hebraica. De um começo triunfante e rico em simbologias contra o poder terreno, o tempo passou e o velho Davi experimentou os piores vícios do homem: o adultério, o homicídio, o abuso de poder, a soberba e, além disso, viu a sua família desfalecendo diante de um incesto - quando o seu filho Amnon estuprou a sua filha Tamar – e uma traição- quando Absalão, o seu terceiro filho, tentou usurpar-lhe o trono. A história de Davi nos ensina que o fato de estarmos no coração de Deus não nos isenta de uma vida complexa.

- Gutierres Fernandes Siqueira
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sexta-feira, 8 de julho de 2016

A Graça no Calvário...

Lucas 23:34, 39-43

E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes.
E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

Quatro pontos que identificam a graça de Deus na vida do homem...
           
 1º) Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
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Ninguém fala e nem muito menos cobra alguém o “Temor a Deus” se não o tiver. O temor a Deus é o princípio da sabedoria, é o início de tudo; "novo nascimento"...
           
2º) E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam;
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Segunda coisa que identificamos na vida do convertido, é a confissão de pecados, o reconhecimento que toda sua vida foi contrária as coisas eternas...

3º) Mas este nenhum mal fez.”
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Ao reconhecermos nossos pecados, identificamos a “Santidade de Deus”.

 4º) “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.”

 O anseio da Glória Eterna

Contribuição:

Diácono Daniel / PR
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quinta-feira, 7 de julho de 2016

"Calvinismo versus Arminianismo: qual das visões está correta?"

Pergunta: "Calvinismo versus Arminianismo: qual das visões está correta?"

Resposta: O Calvinismo e o Arminianismo são dois sistemas teológicos que tentam explicar a relação entre a soberania de Deus e a responsabilidade humana em relação à salvação. O Calvinismo recebeu este nome por causa de John Calvin (João Calvino), teólogo francês que viveu de 1509 a 1564. O Arminianismo recebeu este nome por causa de Jacobus Arminius, teólogo holandês que viveu de 1560 a 1609.

Os dois sistemas podem ser resumidos em cinco pontos. O Calvinismo defende a “depravação total”, enquanto o Arminianismo defende a “depravação parcial”. Segundo a “depravação total”, cada aspecto da humanidade está contaminado pelo pecado, e por isso, os seres humanos são incapazes de vir a Deus por iniciativa própria. A “depravação parcial” defende que cada aspecto da humanidade está contaminado pelo pecado, mas não ao ponto de fazer que os homens sejam incapazes de colocar sua fé em Deus por iniciativa própria.

O Calvinismo defende a “eleição incondicional”, enquanto o Arminianismo defende a “eleição condicional”. A “eleição incondicional” afirma que Deus elege pessoas para a salvação baseado inteiramente em Sua vontade, e não em nada que seja inerente à pessoa. A “eleição condicional” afirma que Deus elege pessoas para a salvação baseado em sua pré-ciência de quem crerá em Cristo para a salvação.

O Calvinismo defende a “expiação limitada”, e o Arminianismo defende a “expiação ilimitada”. Este, dos cinco pontos, é o mais polêmico. A “expiação limitada” é a crença de que Jesus morreu apenas pelos eleitos. A “expiação ilimitada” é a crença de que Jesus morreu por todos, mas que Sua morte não tem efeito enquanto a pessoa não crê.

O Calvinismo defende a “graça irresistível” e o Arminianismo, a “graça resistível”. A “graça irresistível” defende que quando Deus chama alguém para a salvação, esta pessoa inevitavelmente virá para a salvação. A “graça resistível” afirma que Deus chama a todos para a salvação, mas muitas pessoas resistem e rejeitam este chamado.

O Calvinismo defende a “perseverança dos santos”, enquanto o Arminianismo defende a “salvação condicional”. A “perseverança dos santos” se refere ao conceito de que a pessoa que é eleita por Deus irá perseverar em fé e nunca negará a Cristo ou se desviar Dele. A “salvação condicional” é a visão de que um crente em Cristo pode, por seu livre arbítrio, se desviar de Cristo e, assim, perder a salvação.

Portanto, neste debate entre Calvinismo e Arminianismo, quem está correto? É interessante notar que na diversidade do Corpo de Cristo, há toda a sorte de mistura de Calvinismo e Arminianismo. Há quem apóie cinco pontos do Calvinismo e cinco pontos do Arminianismo, e ao mesmo tempo, há quem apóie apenas três pontos do Calvinismo e dois pontos do Arminianismo. Muitos crentes chegam a um tipo de mistura das duas visões. No final, é nossa visão que os dois sistemas falham por tentar explicar o inexplicável. Os seres humanos são incapazes de compreender totalmente um conceito como este. Sim, Deus é absolutamente soberano e de tudo sabe. Sim, os seres humanos são chamados a fazer uma decisão genuína a colocar sua fé em Cristo para a salvação. Estes dois fatos parecem contraditórios para nós, mas na mente de Deus, fazem completo sentido.
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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Fica comigo e não temas....



Samuel 22-23

“Fica comigo, não temas, porque quem procurar a minha morte também procurará a tua, pois estarás salvo comigo”

INTRODUÇÃO

Abiatar era um servo fiel e obediente ao Senhor, mas naquele momento passava por uma grande aflição, pois tentava se escapar da espada de Saul que é o tipo de inimigo.

DESENVOLVIMENTO

Fica comigo e não temas:
É o convite do Senhor para o homem, pois o homem tem vivido aterrorizado com as coisas deste mundo.

Porque quem procurar a minha morte também procurará a tua:
É o amor do Senhor para o homem, porque o Senhor daria a vida do seu único filho  em  prol  do  homem,  para  que  ele  pudesse  viver  este  amor incomparável.

Pois estarás salvo comigo
Era a segurança e a proteção que tinha para a vida de Abiatar, pois Davi é o tipo de Jesus, e com ele estava a oportunidade de vida nova.

CONCLUSÃO

Hoje Jesus convida o homem para ficar com ele e conhecer a sua salvação.
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terça-feira, 5 de julho de 2016

De Gamaliel para Ananias?



"E numa visão ele viu que entrava um homem chamado Ananias, e punha sobre ele a mão, para que tornasse a ver." Atos 9:12

Introdução;
Paulo não poderia receber a oração de outro servo.
O Senhor sabia que Ananias resistiria a este chamado, e mesmo assim o convoca. Porque?

Desenvolvimento;
Observe o termo usado por Paulo neste versículo;
 "Quanto a mim, sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e nesta cidade criado (aos pés de Gamaliel)... " Atos 22:3.

Aos pés de Gamaliel é; seguidor de Gamaliel, nos passos de Gamaliel, trilhava os caminhos de Gamaliel...
Gamaliel significa; “Minha recompensa é Deus”.
Recompensa, pressupõe a ideia de um tutor meritocrático, isto é, o contexto religioso no qual Paulo estava sujeito as obras da lei, carne, razão conceitos...

Mas num certo dia, Paulo a caminho para Damasco algo acontece ele;

Cai em terra= No chamado de Deus o homem é convencido do barro que ele é, vulnerável, pó, pecador, sujo...

Vê a Luz do céu= Jesus é a Luz da vida, e a vida é o novo nascimento, nova criatura...

E Ouve a voz do Senhor=
O processo de salvação é justamente ouvir a voz do Espírito Santo

E neste momento aparece Ananias, esta conspícua figura.
Ananias significa;
(O Senhor é clemente, Yahweh é gracioso)

De Gamaliel (recompensa da Lei) para Ananias (Graça de Deus) é uma mudança inaudita! Não é mesmo?
Ananias ora e vai...
Tipo da igreja que proclama a Graça e segue seu Caminho.
Paulo poderia deixar o Senhor a qualquer momento, mas agrega-se ao Corpo.

Conclusão;
Quantos estão hoje aos pés de Gamaliel, da lei, suas próprias leis?
Hoje a graça de Deus estende suas mãos sobre sua vida, e lhe resgata para uma nova trajetória!

Diácono: Daniel / Paraná
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Salmo 133



Este Salmo de Davi está classificado entre os cânticos dos degraus. Os Salmos dos degraus eram cantados nos degraus do Templo pelos peregrinos que acorriam à Jerusalém, vindos de todas as partes de Israel, nos dias das três grandes Festas. Havia entre eles muita alegria e união e um só propósito: o de louvar ao Senhor. A época de Davi ainda não existia Templo em Jerusalém, apenas ele preparava o material para a construção do mesmo, de sorte que Davi profeticamente já antevia o Templo e toda sua estrutura. Israel ansiava pelo Templo e por um lugar digno para a Arca de Sião.

Neste Salmo Davi deseja trazer à consciência da igreja, a glória e a comunhão dos santos. O Salmo não fala do término da dispersão, ele retrata a unidade do povo com o propósito de adorarem a Deus em algum lugar do santuário. Davi está portanto falando de uma união de irmãos como se estivessem unidos pelo sangue e pelo coração – “bom e agradável é louvar ao Senhor” (cf. Sal. 135:3), o que marca uma união entre irmãos, como se habitassem juntos numa só casa – tratava-se de uma benção de alegria que Israel experimentou por ocasião das três grandes Festas mesmo que por um período.

“Alegrei-me quando me disseram vamos à casa do Senhor.” (Sal. 122:1).

A concepção de Davi é extraordinária, pois que ele enfoca apenas duas imagens, que ele considerou importante para retratar a igreja – a união dos irmãos e a comunhão que deve haver entre eles - , com vistas ao louvor e a adoração a Deus.

Primeiramente Davi vai buscar nos dias do Tabernáculo a figura do Sumo-Sacerdote – o principal personagem na celebração da festa, daí ele usar a metáfora do óleo, cuja composição está descrita em Ex. 30:22, 24.

“Tu pois toma para ti das principais especiarias, da mais pura mirra... e de canela aromática... e de cálamo aromático... de cássia... e azeite.” “Também ungirás a Arão e seus filhos, os santificarás para me administrarem o sacerdócio” (v.30). “...este me será o azeite da santa unção...” (v.31).

Este óleo composto por essa especiarias aromáticas era proibido ao uso da vida comum. Os filhos de Arão eram apenas borrifados com este óleo. Arão, porém, era ungido com ele, Moisés derramava do óleo sobre a sua cabeça, por isso Arão era chamado de o “Sacerdote Ungido” “hacóhen hamashiah” enquanto que seus filhos eram apenas “sacerdotes ungidos” (cf. Ex. 29:7 e Num. 3:3). Tanto as vestes dos filhos como as de Arão eram salpicadas com o óleo e com o sangue da consagração (Lev. 8:12-30).

“Depois derramou do azeite da unção sobre a cabeça de Arão, e ungiu-o para santifica-lo.”

À época do segundo Templo havia falta de óleo. A instalação do ofício do Sumo-Sacerdote era através da veste – da estola sacerdotal (cf.  Lev. 21:10).

O precioso óleo, uma vez derramado sobre a cabeça do Sumo-Sacerdote escorria gentilmente até a sua barba que se caracterizava por não ser cortada nem aparadas as pontas (cf. Lev. 21:5). Assim, o óleo descia pela barba de Arão, passava pela gola da estola e continuava gentilmente até a orla da veste, mostrando que ele era totalmente ungido. Na figura do óleo, que ia da barba até a orla do vestido, Davi quis mostrar uma idéia de firme união entre os irmãos – que se unem em coração e alma -  os mais distantes unindo-se aos mais próximos. A barba e a orla de seus vestidos estão diametralmente opostas uma com a outra, assim como o orvalho do Hermon e as montanhas de Sião. A figura aponta para dois extremos: a barba e a bainha no fim (cf. Ex. 26:4).

É de um amor assim, a união dos irmãos, que Davi está falando, da forma como este óleo precioso que corre de cima até em baixo, unindo os dois pontos; um amor inseparável, entre os irmãos – a comunhão entre os santos -  uma comunhão ungida com óleo santo que desce não do Hermon, mas da glória do Pai. É assim que o Senhor vê a sua igreja, salpicada com o sangue de Jesus à semelhança dos sacerdotes e ungida com o óleo do Espírito Santo. É como se fossemos peregrinos que descessem à Jerusalém para louvar ao Senhor dentro de suas portas, nos átrios do Templo do Senhor, exalando o odor das especiarias que falam dos sofrimentos de Cristo envolvidos na suavidade do perfume, do bom cheiro de Cristo. Cristo é o cabeça, sua cabeça está cheia das gotas do orvalho, do orvalho da noite que nos espera.

Esta união de espírito dos irmãos também está simbolizada no orvalho do Hermon que desce em gotas até o monte de Sião.

O monte Hermon está assentado entre as fronteiras do Líbano, Síria e Israel. A primeira menção do Monte Hermon encontra-se em Deut. 3:9:

“Os sidônios a  Hermom chamam  Siriom,  porém os  amorreus chamam Senir.”
O Hermon também é famoso pelos cedros que ocupam suas florestas. Ainda é renomado pelas neves permanentes que pelo degelo são a fonte do rio Jordão, nas cabeceiras de Bâneas, em Cesareia de Filipos. É ainda um dos montes mais altos de Israel de onde se vê a olho nu, num raio de 100 km todo Israel. Por isso é hoje um ponto estratégico militar. O topo do Hermon está coberto por nuvens de neve.

Mas, é quando se chega ao sopé do monte que se entende o pensamento de Davi. As gotas de água que se desprendem das alturas das florestas, como se estas estivessem envolvidas por um manto, e das altas ravinas, que estão durante todo o ano cobertas com neve, após os raios de sol terem atenuado e humidificado a atmosfera, à tarde descem em gotas como de um denso orvalho sobre as montanhas em volta até seus contrafortes.

Contemplar o monte Hermon  com seu cume aureolado de uma coroa branco-dourada brilhando no espaço do céu azul, pode-se entender a imagem de Davi, que era profundo conhecedor da natureza de Israel. Em nenhum outro país o orvalho é tão denso e tão perceptível como nos distritos próximos ao Hermon.

O poeta Davi compara este orvalho – estas gotas da noite – com o amor, a união dos irmãos. São imagens de uma leveza singular, belas e profundas. É como Davi entendeu a união dos irmãos formando a igreja de Cristo. E esta frescura primitiva do Hermon desde sobre as montanhas de Sião. O orvalho do Hermon é tão abundante que torna real a imagem de sorte que alcança os montes de Jerusalém, pois os dias que precederam, bem podem ter desviado o orvalho para Jerusalém pela operação da corrente de ar varrendo para baixo e para o norte além do Hermon.

A figura de Davi ocorre na natureza e é tão belamente poética.

Quando os irmãos se curvam juntos em amor na casa do Pai é como se juntassem na cidade de Jerusalém, no dia da Grande Festa, é como se o orvalho do Hermon, que é coberto com espessa e quase eterna neve, descesse sobre uma terra infrutífera e ansiosa pelas montanhas à volta de Sião. É dali, de Jerusalém, da eterna mansão do Senhor que Jesus ordena a benção para sempre.

“Para sempre te louvarei, porque tu isso fizeste, e esperarei no teu nome, porque é bom diante de teus santos.” (Sal. 52:9).

“Então eu mandarei a minha benção sobre vós no sexto ano, para que de fruto por três anos.” (Lev. 25:21).

A benção aqui é um aposto à “vida” – a vida é a substância e a meta da benção, a possessão de todas as possessões, a benção de todas as bênçãos. E o fecho do Salmo “para sempre” pertence à “ordem” – que é a ordem de Deus inviolável e eterna. Para sempre.

O Salmo é tão pequeno, mas também é tão profundo. A maneira suave que Davi faz passar, a sua maneira de ver a igreja do Senhor. As duas imagens que ele traz, a do óleo, da unção do sacerdote – evocando com o sacerdote o respingar do sangue de Jesus misturado ao óleo – sangue este sem o qual a igreja não vive e sem a unção do Espírito Santo que opera no seio da igreja promovendo a união entre os irmãos, como se fossem de uma só família, e o são.

Ainda o orvalho de Hermon que vai até os montes de Jerusalém, onde o fecho final da benção estará ordenada para sempre. Jerusalém está rodeada de montes, o monte Sião no meio, protegido, como uma pérola encastoada. “Para os montes olharei, donde vem a salvação.” É em Sião que está decretada a benção para sempre, quando o Senhor arrebatar a sua igreja, unida para sempre.

Davi quis mostrar nestas duas imagens, que a união dos irmãos está condicionada ao sacerdócio, ao sangue de Jesus e ao óleo. Se os irmãos possuírem esses três aspectos em suas vidas, eles estarão aptos a formar uma igreja debaixo do selo de Jesus que nos garante passar à igreja na Sião celestial.

Nivalda Gueiros Leitão
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domingo, 3 de julho de 2016

Não esqueça da Jerusalém celestial



"Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza.
Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria." Salmos 137:5-6

*INTRODUCAO*

-O QUE TE MOTIVA A IR A IGREJA?

O que motiva ir ao trabalho é o salário.
O q motiva a estudar, a faculdade é o diploma.

-O TEMPO MUDA MTAS COISAS

O tempo muda a moda
O tempo muda a política
O tempo muda as pessoas... querem se "reinventar"...o homem se torna mais político a cada dia que passa.

*DESENVOLVIMENTO*

Esse salmo foi escrito num momento em q o povo estava cativo na Babilônia. Era um momento difícil. Foram 70 anos de cativeiro. Eles lembravam de sua terra todos os dias, que era Jerusalém. "Como havemos de entoar o cântico do Senhor em terra estranha?". Não havia identidade ali na Babilônia para aquele povo.

Meus irmãos, o tempo muda mtas coisas, certamente a vida nos fez mudar e aperfeiçoar em mtas coisas, mas há algo em nós q o tempo nunca mudou e nunca vai mudar: O desejo de ir morar no céu, na Jerusalém celestial.

Temos vários motivos pra vir à igreja (sentir paz e alegria, buscar um conforto, rever os irmãos, realizar a Obra). Mas o maior deles é O CÉU - A ETERNIDADE COM DEUS. Só conseguimos cantar louvores aqui porque nos lembramos do céu, só conseguimos realizar a Obra pq nos lembramos do céu, só conseguimos vencer esse mundo pq amamos o céu. Nossos corações estão anciosos por este dia, o dia q iremos pisar nas ruas de ouro e q nao choraremos mais pq Ele enxugará dos nossos olhos toda lágrima.

Para mts crentes essa é uma mensagem desatualizada, cafona. Mas para o batizado com o Espírito Santo essa é a mensagem que sustenta nossa fé e nossa alegria. Nós iremos morar no céu. O tempo nao nos fez esquecer da Jerusalém Celestial. O batizado com o Espírito Santo lembra da promessa tds os dias.

Entao o porquê da mensagem?

PQ MTOS ESQUECERAM DO CÉU. ESTAO NA IGREJA TODO DIA MAS ESQUECERAM O CÉU.

Se eu esquecer Jerusalém celestial, o que acontece comigo?

1) ESQUEÇA A MINHA DESTRA DA SUA DESTREZA

A destreza é a condicão para a destra fazer td bem feito. Do q serve a destra sem a destreza? Nao faz nada.

Que igreja somos se perdermos nossa maior motivação: O de morar no céu. O q conseguiremos fazer se perdermos esse, nao diria foco mas SENTIMENTO...ESPERANÇA. Que culto vamos prestar a Deus? Vamos evangelizar com q sentimento? Vamos falar do q? Perderemos nossa destreza

2) APEGUE-SE-ME A MINHA LÍNGUA AO PALADAR

Língua presa. Canta o q? Testemunha o q? Louva? Falar de Jesus pra essa vida? Não dá.

"Vós, que escapastes da espada, ide-vos, não pareis; de longe lembrai-vos do SENHOR, e suba Jerusalém a vossa mente." Jeremias 51:50

*CONCLUSAO*
Nosso Deus é um Deus abençoador que tem nos abençoado com ricas bênçãos, mas preferimos ter em nossas vidas Jerusalém Celestial nossa maior alegria.

Bruno Rocha
Maceió/AL
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Família nos Céus



Efésios 3:14-15

“Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, do qual toda família nos céus e na terra toma o nome”

INTRODUÇÃO

Paulo ora da Deus em favor da igreja que estava em Éfeso para que ela não viesse a desfalecer diante das tribulações que ele iria passar. Na sua oração ele menciona família nos céus e na terra e ambas, segundo Paulo, tomam o nome do Pai.

Aqui Paulo deixa o ensino de que a família foi e é constituída pelo Pai, o Deus criador de todas as coisas.

Família nos céus – família profética – que aponta para a igreja fiel que vive como uma família, pois faz a vontade daquele que a constituiu.

Marcos 3:33-35 -  Respondeu-lhes Jesus, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos! E olhando em redor para os que estavam sentados à roda de si, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos! Pois aquele que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe.

Família na terra – fala da família da obra criadora que tem importância tal qual a primeira, visto que também foi constituída por determinação do Pai celestial.

Como Paulo orou pela igreja / família de Éfeso, assim também nós como corpo de Cristo, movidos pelo Espírito Santo temos orado para que Deus possa salvar e abençoar as famílias que, neste momento profético, estão passando por momentos adversos como desemprego, enfermidades, lutas das mais variadas (separação, filhos conta pais e pais contra filhos, vícios, etc,) além de um projeto maligno que quer descaracterizar aquilo que foi instituído por Deus e consequentemente anular a fé no coração de muitos.

Diante deste contexto há um segredo para a preservação da comunhão da família. Este segredo não está nas terapias, nos livros de autoajuda. Os segredos que podem salvar as famílias têm origem na eternidade e são eficazes quando aplicado com temor e fé.

Os segredos são os mesmos que Paulo pediu ao Pai em favor daquela igreja. Estes segredos presentes no seio da família é sua certeza de findar os dias aqui nesta terra em comunhão e com a certeza de que a eternidade será ao lado do Salvador, o Senhor Jesus.

Oração – a Oração é o primeiro e grande segredo para salvação e preservação da família. A oração é uma opção de intimidade com Deus onde o homem, pelo sangue de Jesus, pode exercer o sacerdócio universal e adentrar a presença do Pai sem a intermediação de homem ou objeto algum.

Que sejais robustecidos com poder pelo seu Espírito – a família deve buscar o Batismo com o Espírito Santo. Somente o Espírito Santo pode, nestes momentos adversos, fortalecer e apontar qual caminho a seguir.

Que Cristo habite pela fé nos vossos corações – no coração de muitos familiares habita o ódio, a intolerância, a falta de paciência, o rancor, o ódio, a angustia, etc. A nossa oração também é para que, através da fé profética que tem origem na eternidade, Cristo habite em cada coração. Quando Cristo habita no coração de cada integrante da família ele retira tudo o que foi mencionado anteriormente e a paz, o amor, a alegria, a tolerância, a compreensão toma lugar, pois Ele, JESUS, é o Príncipe da Paz.

Possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento – O Espírito Santo que levar o homem a conhecer o amor de Cristo, um amor que excede todo o nosso entendimento, pois ele não é baseado na troca. Este amor é incondicional, pois basta que você ame e quem ama como diz Paulo na carta aos Coríntios tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.

Que sejais cheios – Paulo encerra o v. 19 pedindo ao Pai para que aquela igreja fosse cheia, mas cheia de que?

Cheia de poder, cheia da presença de Cristo, cheia do amor de Deus. Nossa família, precisa estar cheia destas bênçãos.

Até a inteira plenitude de Deus – Jesus está às portas, o seu projeto está se completando, faltando o soar da última trombeta e a igreja será arrebatada.

Deus tem uma bênção para a sua família e a convida para que ela faça parte da família profética que herdará a eternidade.

por Sebastião Ramos - Igreja Cristã Maranata
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