A sarça ardente

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Êxodo 3: 1-3                            
                                              
INTRODUÇÃO

 A queima de uma sarça era algo comum no deserto, aquilo acontecia diariamente. Por causa do sol escaldante as sarças ardiam, e eram consumidas pelo fogo causado pela combustão espontânea.
Muitos pensam que a Obra de Deus é algo comum no meio deste mundo. Quando alguém entra numa igreja da Obra, às vezes pensa que está entrando numa igreja qualquer. As pessoas têm tido muitas decepções neste mundo, inclusive dentro de igrejas tidas como cristãs, e isso acontece porque  as coisas deste mundo consomem os homens e os destroem.
             
                                                                                                                              DESENVOLVIMENTO

Houve um dia, quando apascentava as ovelhas do seu sogro no deserto de Midiã, em que Moisés viu algo diferente acontecer; Ele viu uma sarça ardendo no meio do fogo, mas ela não se consumia. Ele então, se deteve em observar aquilo, e Deus começou a falar com ele, revelando o seu Projeto para sua vida.

A Obra do Senhor é algo totalmente diferente de tudo que se costuma ver neste mundo. A Obra arde no nosso coração, mas ela não nos consome nem nos destrói. Ela nos preserva, nos purifica e nos dá vida eterna. Quando o homem se detém em observar a Obra de Deus, ele ouve a voz do Senhor, e começa a conhecer o seu Projeto para sua vida.

Nós somos como sarças no deserto deste mundo. O fogo deste mundo, que são as lutas e problemas da vida, nos consomem. Mas o fogo do Espírito Santo, quando vem sobre nós, opera uma Obra de restauração, conservação e preservação para a vida eterna.

CONCLUSÃO

Todas as instituições humanas estão num processo de corrupção e decadência, mas a Obra do Espírito se conserva e não se consome. Nós somos provados, mas o fogo que nos prova, é o mesmo que nos consome.

Deus chamou Moisés para o ministério, não para lhe dar um presente, mas para que ele socorresse um povo aflito, que estava escravizado no Egito.


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