A Mulher Samaritana

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João 4: 16-19

            INTRODUÇÃO

Certa vez o Senhor Jesus estava indo da Judéia para a Galiléia, e importava passar pelo território de Samaria. Naquele tempo, havia uma rixa antiga entre os judeus e os samaritanos, de modo que eles não se comunicavam e se evitavam. Quando chegou em Sicar, Jesus parou ao lado do poço de Jacó para descansar, enquanto os discípulos foram à cidade comprar comida. Neste momento, aproximou-se uma mulher da cidade, com seu cântaro para apanhar água. Aquela mulher tinha uma vida desregrada, e era rejeitada pela sociedade, razão pela qual deixava para apanhar água numa hora que, segundo sua previsão, não haveria ninguém junto ao poço. Mas naquele dia ela encontrou alguém ali junto ao poço, e aquele com quem se encontrou, pediu-lhe água.

            DESENVOLVIMENTO

Quando Jesus se dirigiu à mulher de Sicar e lhe falou, Ele quebrou três barreiras existentes no coração dela. Podemos notar hoje em dia que essas barreiras não existem na Obra, pois elas foram postas abaixo pelo Senhor Jesus, naquele dia. Essas barreiras são:

1.    Preconceito Racial e Regional - verso 7
2.    Comunicação com Deus - verso 10
3.    Preconceito Religioso - versos 21 a 24

O ponto principal a ser observado nesta mensagem, e que aponta uma realidade na vida de todas as pessoas, é quando Jesus revela que a mulher samaritana havia se comprometido com cinco homens, e mais um sexto com quem vivia atualmente sem que fosse seu verdadeiro marido. Jesus mostrou assim, que esses relacionamentos que ela teve não foram sólidos, nem definitivos, a ponto de dar-lhe alegria e felicidade.

Diante desta realidade e desta revelação na sua vida, a mulher samaritana constatou que Jesus era Profeta. Ela descobriu que Jesus era diferente de todos quantos havia conhecido antes. Jesus era especial, era alguém que a respeitava, apesar de sua vida pecaminosa, e que poderia responder a todos os anseios do seu coração e da sua alma, preenchendo todo o seu vazio. Ela sabia no íntimo, que poderia confiar em Jesus, e que poderia ter um relacionamento com Ele, que iria transformar sua vida totalmente.

Seis é o número do homem. Os seis maridos da mulher falam do compromisso que a pessoa assume com a religião, e com aquilo que é próprio do homem. Esses compromissos e alianças, não geram nada que traga alegria, verdadeira paz e felicidade para o coração. A busca da felicidade e da segurança nas coisas e recursos do homem - número seis - não fornecem à pessoa nada do que ela busca.

            CONCLUSÃO
Jesus é o sétimo com quem a mulher assume um compromisso. Sete é o número da Obra perfeita e plena. Quando Jesus se revela ao nosso coração e percebemos que Ele é o Senhor, assumimos uma nova aliança com Ele e alcançamos aquilo que o nosso coração tanto buscava: Salvação e Vida eterna.
           

Quando rompemos os compromissos com as coisas do homem - o seis - e assumimos uma aliança com Jesus - o sete - a nossa busca e a nossa sede chegam ao fim, e não precisamos mais voltar ao poço para apanhar água, pois encontramos a Fonte das Águas Vivas.

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